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3 de abril de 2016

Oração pela melhoria da educação.

Pai querido, assim como os israelitas voltaram para Jerusalém do cativeiro na Babilônia teu servo Esdras teve como uma das primeiras preocupações ensinar a Lei para o povo (Neemias 8.13). O resultado foi uma grande transformação naquela sociedade. Precisamos também de uma transformação no Brasil. Por isso te pedimos, Senhor, que entres com providências para que o sistema de educação em nossa nação seja aprimorado. Que haja cada vez mais qualidade, recursos e profissionais bem preparados. Em nome de Jesus. Amém.

Fonte: É tempo de orar.

21 de fevereiro de 2016

O pastor ideal.

Lourenço Stelio Rega
Ao longo de quase quarenta anos – desde que fui ordenado ao pastorado –, tem sido possível observar profundas mudanças em relação àqueles que exercem o ministério da Palavra. Elas não acontecem apenas no perfil dos pastores, como também nas práticas pastorais e até mesmo no modo com que o próprio povo de Deus os tem considerado. Lembro-me, com saudades, dos primeiros tempos, ainda jovem, ao ver colegas pastores envolvidos com alegria e muita esperança no ministério. Não é este o cenário que, em geral, hoje tenho assistido. O que se observa, e é extremamente preocupante, é a redução da alegria, da autorrealização e da esperança daqueles que ocupam o púlpito. E tal sentimento afeta suas famílias.
Sem dúvida, há muitos pastores que ainda nutrem elevado ideal ministerial. Mas, lamentavelmente, tem havido graves distorções sobre o que seja, de fato, pastorear o que chamamos de rebanho de Deus – mesmo porque, por outro lado, têm surgido pretensos pastores que mais se aproveitam do poder e do dinheiro das pessoas do que, de fato, exercem o pastorado com integridade. E, neste ponto, temos observado diversos caminhos perigosos. Em primeiro lugar, o que vemos é o Cristianismo sendo reduzido a atividades, programas e eventos eclesiásticos e pregação. O domingo acaba se tornando um transe de fim de semana, onde a celebração dá lugar à agitação. O domingo – dia de descanso e reflexão – acaba se tornando em dia de cansaço.
É claro que o pastoreio não é uma atividade simples. Pastores são chamados a dar conta de tantas atividades e responsabilidades que acabam não tendo tempo de pastorear, cuidar do rebanho, visitar um membro da igreja que foi hospitalizado ou mesmo telefonar parabenizando uma ovelha no dia de seu aniversário. A diretoria da igreja ou da denominação cobra produtividade; reuniões sem fim são realizadas; novos projetos são apresentados a cada instante, muitos dos quais envolvendo atividades bem diversas do verdadeiro pastoreio. E o ministro do Evangelho, de quem se cobra sempre uma palavra inspirada e uma conduta acima de qualquer crítica, acaba não tendo tempo para orar, ler a Bíblia, fazer seu devocional ou cuidar adequadamente da família. Filhos e cônjuges precisam ser pastoreados, e o pastor acaba não dando tempo para isso – e a família acaba se frustrando com seu pastor. Paradoxalmente, há um pastor dentro de casa, mas sua própria família é órfã de pastoreio.
Para ganhar o coração e a credibilidade de uma ovelha, leva-se muito tempo. Porém, para perder a confiança e criar frustração e desapontamento, basta um segundo – seja a falta de uma visita no momento mais difícil ou a ausência de uma palavra de decisão em um momento de conflito.
Durante mais de dez anos, fiz um levantamento de dados entre colegas de púlpito de uma grande denominação em nível nacional. Os resultados, em alguns itens, chegam a ser assustadores. Treze por cento dos pastores, por exemplo, dizem que as atividades eclesiásticas empobreceram sua vida familiar; 65% admitem-se incapazes para o exercício do ministério; e 30 por cento dos pastores que ouvi dizem que, se pudessem voltar atrás, mudariam muita coisa em sua vida e ministério.
Há mais. Cerca de 30% dos pastores não têm desenvolvido uma perspectiva de vida para daqui a cinco anos; e 75% dizem que não têm disciplina no uso do tempo. Sete em cada dez deles não estão contentes com o tempo que investem na vida devocional e 75% não têm culto doméstico regularmente em seu lar (dez anos antes, o índice era 64%). Não é difícil concluir que algo vai mal. Um retrato com este cenário nos oferece algumas indicações. Em primeiro lugar, o senso de empobrecimento numa atividade de trabalho pode indicar a perda de sentido em objetivos da vida, de modo que o empenho e criatividade fiquem prejudicados. Isso cria um círculo vicioso com graves consequências futuras. Por outro lado, o investimento na vida devocional e a autodisciplina na natureza de trabalho pastoral são fundamentais. Para falar de Deus, é necessário falar com Deus em primeiro lugar. Então, como desenvolver o ministério da pregação, do ensino, do aconselhamento – naturais na atividade pastoral – sem, contudo ter dedicada vida devocional? A indicação de 70% neste item é preocupante, pois reflete diretamente nas atividades nobres do pastoreio. Sem púlpito, atuação no aconselhamento e ensino enriquecidos, como alimentar o povo? O que estariam fazendo estes colegas no ministério, se não dedicam tempo para falar com Deus? Estariam tão ocupados com os afazeres pragmáticos da igreja? Isso, sem falar na autodisciplina que indica carência na gestão do tempo. Tudo isso junto acarreta muita frustração e tédio. Ao fim de cada dia, o indivíduo se sente frustrado e inútil, com elevado senso de culpa.
DESAJUSTES
Paulo, em suas epístolas, adverte a Tito e Timóteo de que quem não cuida de sua casa, não deve cuidar do rebanho de Deus. Ora, se a maioria dos pastores pesquisados parece desajustada em sua vida familiar, o que se pode esperar deles? A tristeza na vida de filhos e esposas de pastores já tem sido notada por diversos líderes mais experientes. Minha mulher, que é psicóloga, tem trabalhado com esposas de pastores e notado a decepção que muitas delas nutrem em relação ao ministério, à igreja e até com o próprio marido pastor. Isso, ainda sem contar com os desastres emocionais que a cada dia aumentam na vida de muitos pastores, com envolvimentos fora do casamento ou, simplesmente, matrimônios frustrados.
O problema é que, ao longo do tempo, foi se formando a imagem de que o “homem de Deus” é alguém sobrenatural, com capacitação gigantesca, portador de dons e talentos espetaculares, inquestionável autoridade e elevado nível de resistência às pressões, asperezas, obstáculos e intempéries da vida e ministério. Contudo, o tempo também foi provando que este imaginário não era compatível com a natureza de qualquer ser humano – afinal, pastor não é como Jesus, que tinha a natureza humana e divina. Somos, os pastores, como qualquer ser humano na face da terra: imperfeitos, limitados, pecadores. Gente, simplesmente, e não máquina. Aliás, até as máquinas falham e necessitam de ajustes. É claro que um líder religioso não pode tratar com autoritarismo, indelicadeza, omissão ou irresponsabilidade o seu rebanho. Mas, também, a igreja não pode tratar o pastor como se fosse alguém sem sentimentos, sem família, que não tivesse dor e fosse impermeável ao sofrimento. Afinal, pastor também é gente.
Pastores necessitam ser pastoreados. As igrejas, denominações e associações ou ordens de pastores necessitam rever suas prioridades e agendas de estudos e atendimento, considerando os atuais cenários, para ajudar os pastores a enfrentar os sofrimentos e os desastres ministeriais. Os seminários e faculdades teológicas necessitam criar oportunidades de capacitação, atualização e recapacitação continuada para pastores em temas não apenas teológicos e bíblicos, mas, também no trato dos dilemas pastorais, pessoais, matrimoniais e familiares. Tenho trabalhado em educação teológica e ministerial há quase 40 anos porque acredito que é possível sempre formar novas gerações com novas esperanças. Quase que semanalmente, digo aos meus alunos que tenho esperança neles e que poderão investir no ministério, acreditar no pastoreio de vidas e valorizar isso.
Vemos, assim, que o modelo de ministério pastoral que temos adotado por décadas demonstra estar perdendo o fôlego. É notória a presença cada vez maior, em nossas igrejas, de alunos universitários, profissionais liberais, executivos, empresários e funcionários públicos capacitados, que colocam em desafio o modelo que, tradicionalmente, tem sido construído, inclusive, nos bancos dos seminários. Tais espaços, antes chamados escolas de profetas, necessitam preparar não mais obreiros, repetidores de práticas ministeriais que bem cabiam para o passado recente, mas que hoje já não conseguem dar conta do recado.
“ÉPOCA DA PERFORMANCE”
Vivemos na época da performance, da busca por soluções para os dilemas germinados pela cultura pós-moderna, que coloca o indivíduo e a sua subjetividade como ponto de partida e legitimação da verdade e da razão da vida. As pessoas já não estão mais interessadas na eternidade, nas ruas de ouro da Nova Jerusalém. Vivemos num mundo em que tudo parece valorizar a diversidade e a busca pelas fronteiras da prática moral e ética, onde tudo é válido, desde que traga a felicidade. Então, vivemos numa cultura do supérfluo e do vale tudo – e será que nossos púlpitos têm conseguido trazer respostas seguras e bíblicas para este turbilhão de contestações? Será que o clássico plano da salvação, fortemente calcado no Evangelho escatológico, que valoriza a morte e a busca pelo além, estaria conseguindo demonstrar a profundidade da mensagem bíblica, apontando para uma significativa razão de viver?
Tudo isso sinaliza a urgente transformação do modelo de formação teológica e ministerial, que precisa mudar de foco – da formação de obreiros para a formação de líderes. Obreiros são copiadores; são operadores práticos de um sistema; são ensinados a cumprir o verbo “fazer” no ministério. Obreiros são treinados para administrar e priorizar o dia-a-dia das atividades da igreja, e não necessariamente para ter uma visão de futuro e interpretar este mundo  levando em conta tanto o ensino bíblico-teológico como primeiro ponto de partida, mas, também, considerando análises do ambientes culturais e ideológicos em que vivemos. Urge ao ministro do Evangelho conhecer as tendências que estão cimentando o chão para novos cenários, mobilizando sua visão para a busca de caminhos seguros para que o povo de Deus possa não apenas sobreviver como participar, construtiva e criativamente, da realidade histórica em que vive.
Necessitamos não apenas de escolas de profetas, mas também de escolas de líderes, de mestres, de conselheiros e conselheiras, de gente que pastoreie o povo de Deus com sabedoria, criatividade, integridade e atualidade. Homens e mulheres de Deus que saibam se valer de uma apologética dialogal, pois a lógica do confronto já não conquista ninguém. Nossos púlpitos necessitam, com urgência, atenuar a ênfase cartesiana e racional das mensagens e tratar o povo de Deus como gente de carne e osso, e não como anjos ou seres que estão apenas esperando a morte chegar. Os pastores precisam entender que as ovelhas que o assistem pregar todo domingo são seres vivos e reais, que vivem uma realidade concreta, que necessitam de respostas vivas e concretas para os seus dilemas quotidianos. Precisamos voltar a falar ao coração das pessoas – e não apenas falar ao seu cérebro.
É preocupante quando ouvimos pastores, inclusive que comandam grandes igrejas, falando com orgulho contra a reflexão, contra a busca de conhecimento. Eles querem que tudo se reduza ao viés prático, utilitário, da fé e da mensagem de Cristo. Ao invés de priorizar a salvação das almas e a transformação das vidas, parecem mais interessados em fidelizar clientes de bens simbólicos da religião. Curiosamente, até no meio empresarial se buscam modelos mais eficazes de liderança. O vice-presidente da megacorporação Google, Laszlo Bock, menciona cinco critérios para o ingresso na carreira da empresa: curiosidade, capacidade de aprender, humildade, motivação e liderança. Como seria bom se nossos pastores buscassem tais elementos para seus ministérios e vida pessoal… São critérios bem compatíveis com a visão bíblica de líderes que possam levar o povo de Deus com segurança neste mundo cada vez mais afastado do divino.
Os pastores contemporâneos precisam rever conceitos, prioridades e ocupações. Metas e alvos são bons de se perseguir, mas só – e somente só – se nos conduzirem a um novo planejamento de vida e ministério que leve em conta a singeleza do Evangelho, o valor do outro e, sobretudo, a relação com Deus. Somente assim os ministros não serão apenas pregadores, mas pastores na acepção plena do termo, que conduzem os outros e a si mesmos aos pastos verdejantes do Senhor, onde há paz e plenitude. O diálogo, a oração e a dependência irrestrita de Deus são o caminho ideal para a manutenção saudável da vida na igreja.
Fonte: Cristianismo Hoje.

1 de setembro de 2015

Fuja da tentação de conversar online.

Conversar online apenas enche sua vida de barulho e a maioria das coisas que você diz não é realmente importante. Se você realmente quisesse falar com um amigo, você faria isso por telefone ou pessoalmente, ao invés de digitar incessantemente no seu computador, não faria? Da próxima vez que você sentir a necessidade de entrar no chat online para ver o que o seu 28º melhor amigo está fazendo, feche o seu computador e vá caminhar.

31 de agosto de 2015

Libere sua energia de outras maneiras.

Você pode estar falando bastante – alguns podem até demais – porque você sente que tem tanta energia e não sabe como liberá-la. Portanto, encontre outra saída para expressar todas as coisas que estão na sua mente, uma saída que possa te ajudar a se livrar de tudo que está rolando na sua cabeça. Movimentar-se – principalmente correr – pode te ajudar a se exercitar enquanto você gasta sua energia extra. Portanto, você pode fazer longas caminhadas ou cozinhar, o que for melhor para você.

18 de agosto de 2015

A marca do Cristão.

Um cristão verdadeiro não precisa ter uma marca. Desde que sejamos os que invocam o nome do Senhor, nossos vizinhos e amigos saberão que somos crentes. Portanto, quando Saulo foi a Damasco, não precisava investigar de casa em casa, pois os cristãos todos eram invocadores de Jesus e eram conhecidos como tais. Se você vive num lugar e não invoca o nome do Senhor a ponto de os vizinhos saberem que você é crente em Jesus, você é um cristão derrotado.

LEE, Witness. Tomar Cristo como nosso alimento. p. 34. São Paulo: Árvore da Vida, 2005.

A verdadeira oração.

No meio cristão, em geral, as pessoas são ensinadas a orar a um Deus objetivo, que está lá em cima no trono, implorando-Lhe que tenha dó delas e faça coisas por elas. Esse tipo de oração religiosa por meio de ensinamento religioso ocorre totalmente na esfera da mente. A verdadeira oração é você orar com o espírito a fim de contatar o Senhor subjetivo, que está em você e é com o seu espírito. Hoje Ele não está apenas no trono lá em cima, mas também habita o seu espírito de modo humilde. Portanto, quando você ora a Ele não deve apenas fazer pedidos, e, sim, tocá-Lo e contatá-Lo. Esse tipo de oração para contatá-Lo não é com a mente, mas com o espírito. 

LEE, Witness. Tomar Cristo como nosso alimento. p. 23. São Paulo: Árvore da Vida, 2005.

16 de julho de 2015

Aprendendo a ficar quieto.

Não interrompa. Nunca interrompa uma pessoa enquanto ele ou ela estive falando, a não ser que você pense que o que você tem a dizer é crucial para a conversa (sejamos sinceros: quando esse será o caso?). Interromper as pessoas não é apenas rude, como também quebra todo o fluxo da conversa e faz com que você pareça um tagarela. Se você realmente tem um comentário a fazer ou algo a perguntar, anote-o e espere até que a outra pessoa termine de falar para ver se o que você tem a dizer continua sendo relevante. Você ficará surpreso com quantidade de perguntas que serão respondidas se você simplesmente deixar as pessoas falarem.

Fonte:pt.wikihow.com

27 de maio de 2015

Justiça e Honestidade.

Êxodo 23.1-9 (NTLH)
Não espalhe notícias falsas e não minta no tribunal para ajudar alguém. Não siga a maioria quando ela faz o que é errado e não dê testemunho falso para ajudar a maioria a torcer a justiça. Não faça injustiça, nem mesmo para favorecer o pobre. Se você vir o boi ou o jumento do seu inimigo andando perdido, leve-o de volta para ele. Se o jumento dele cair debaixo da carga, não o deixe ali, mas ajude o dono a pôr o animal de pé. Quando um pobre comparecer ao tribunal, não cometa injustiça contra ele.Não faça acusações falsas, nem condene à morte uma pessoa inocente. Pois eu condenarei aquele que fizer essas coisas más. Não aceite dinheiro para torcer a justiça, pois esse dinheiro faz com que as pessoas fiquem cegas e não vejam o que é direito, prejudicando assim a causa daqueles que são inocentes. Não maltratem os estrangeiros que moram no meio de vocês. Vocês sabem como eles sofrem por serem estrangeiros, pois vocês foram estrangeiros no Egito.

14 de maio de 2015

Robert White

A exposição das Escrituras era um ato litúrgico, um ato de adoração, destinado não a instruir a mente e nutrir a piedade, mas a aquecer o coração e elevá-lo em gratidão ao pai, ao Filho e ao Espírito Santo.

7 de maio de 2015

Manchas em nossa vida.

João Falcão

Há nódoas que nunca mais se apagam. A de caroço de abacate, por exemplo. Se você manchar uma camisa com o óleo do caroço de abacate, essa mancha nunca mais sairá. Não há produto que possa remover. Já houve quem quisesse disfarça-la tingindo a roupa. A roupa mudou de cor, mas a marca ficou. Há certas nódoas que você não pode permitir quem manchem as vestiduras da sua alma.

17 de abril de 2015

A alegria de Jesus refletida no princípio do amor.

 Job. Nascimento

            Podemos notar que a alegria de Jesus Cristo estava intimamente ligada ao principio do amor mútuo que Ele pregava. De um lado existia a necessidade de ajudar o próximo, e, do outro lado existia a recomendação de que isso fosse feito com alegria. O próprio Jesus nos deixou um exemplo, no qual a maioria de seus feitos que se revertiam em bênçãos para a comunidade eram feitos com muita alegria e isso se torna patente nas suas palavras “Alegrai com os que se alegram e chorai com os que choram”.
            A alegria de Jesus não era infundada. A alegria que Jesus recomenda é aquela que faz com que o próximo compartilhe dela também ou vice versa. Jesus foi enviado ao mundo por motivo de amor do Pai e isso significa um elo entre a alegria do ser é o princípio do amor, Champlin argumenta que:

                                      O que Jesus quer é justamente que nosso amor se expanda para abranger o mundo inteiro, incluindo até mesmo os nossos inimigos. A vereda do amor é a vereda mais curta para o desenvolvimento e o progresso espirituais. O próprio Jesus foi o exemplo supremo de como deve funcionar esse princípio. O amor não somente diz que não se deve matar, mas nem mesmo cobiçar (Mat. 5:28). O amor não somente diz que não se deve provocar a violência, mas instrui até mesmo a sermos ativos pacificadores (Mat. 5: 9). (CHAMPLIN: 2004, p.489).

            Já que existe uma ligação entre o princípio do amor e a alegria de Jesus podemos afirmar com certeza que a alegria de Jesus tinha a pretensão de espalhar a todos por todo o mundo. Mesmo que sua alegria fosse fundamentada na ocorrência de fatos que lhe causariam dores e sofrimento Jesus continuou sua trajetória terrena sabendo que muitos poderiam regozijar-se através de seu sacrifício. E que apenas alguns instantes de tristeza e sofrimento iria desembocar em milhares de anos de alegria para os salvos.

            A alegria de Jesus não era baseada ou fundamentada em fatos exteriores que lhe davam alguma sensação de satisfação e prazer, pelo contrário, a alegria de Jesus era o reflexo de uma predisposição interior em ajudar o seu próximo e quanto mais Ele se alegrava isso significava que alguém à sua volta havia recebido a libertação de algum mal.

10 de abril de 2015

Descobrindo o óbvio.

Job. Nascimento

Às vezes achamos algumas coisas e pensamos: "porque eu não encontrei isso antes?". Parece que passamos pela vida e pelos lugares e não percebemos a beleza e a graça que nos cercam. A prova disso, é o comodismo em nossos relacionamentos. Às vezes não nos damos conta da beleza de nossa companheira, seu jeito e sua graça. No entanto, em outras ocasiões descobrimos o óbvio. Percebemos o quanto ela é linda, a graça que existe em seu sorriso, o jeito quase angelical de seus gestos e as colocações precisas e certeiras de sua fala que atingem nosso coração. Que continuemos a descobrir o óbvio todos os dias. Descobrir que somos amados, que somos aceitos, que somos felizes. 

9 de abril de 2015

"Acorda, profeta".

No capítulo quatro de Zacarias, ao receber a visão, parece que o anjo diz ao profeta: “acorde e veja as realidades espirituais por trás de tudo o que acontece”. Às vezes nós olhamos para algumas dificuldades com os olhos da administração, da psicologia, da política e erramos. Se o povo olhasse somente pela perspectiva humana, eles não construiriam o templo. Nós precisamos acordar e parar de olhar para as coisas sob a perspectiva humana e entender as realidades espirituais. A economia diz que vai ser um ano difícil, a política diz que vai ser ruim. Mas, espiritualmente, o Senhor nos manda avançar.Confie no Senhor. Enquanto nós dormimos o Senhor trabalha. Oremos para que o Senhor abra nossa visão espiritual e possamos enxergar as realidades espirituais ao nosso redor, assim como Geazi enxergou o anjo do Senhor. 

6 de abril de 2015

Oração: para ajudar nos estudos.

Rosa Almada

Senhor, peço Sua ajuda para ter mais disciplina. Para conseguir me concentrar nos estudos. Para, quando minha mente estiver vagando, voltar ao meu foco tantas vezes quantas forem necessárias. Para pedir ajuda quando não entender o assunto. Para ter paciência e exercitar as matérias, até que mesmo as mais difíceis me pareçam fáceis. Para acredita que sou capaz e que tudo é uma questão de persistência. Conto com Sua sabedoria e luz para me ajudar. 

4 de abril de 2015

Para quem se sente só.

Rosa Almada

Senhor, peço Sua ajuda para aprender a apreciar a convivência comigo mesmo. Preciso descobrir a pessoa interessante que sou (...) ajude-me, meu Deus! Ajude-me a compreender e perdoar os outros e a mim mesmo. Livre-me do ressentimento para que eu olhe o mundo com confiança e alegria. Mostre-me o caminho para aprender a me aceitar, a me acolher, a ser generoso comigo mesmo, a descobrir a pessoa única que sou. Ensine-me a entrar em contato íntimo e profundo com meu eu interior, porque lá terei encontrar os tesouros depositados no Senhor.

2 de abril de 2015

Jesus e as crianças.

João Falcão

Jesus usou um menino como exemplo de como deve ser o caráter do seu discípulo e disse que o Reino dos céus é dos pequeninos e dos que se fazem como eles. Ele disse que deveríamos ser como crianças, mas muito mais por sua natureza livre de preconceitos e esteriótipos, aberta a mudanças, a viver cada momento, despreocupada com o tempo cronológico e impregnada do verdadeiro significado do tempo. 

1 de abril de 2015

Para quem tem dificuldade de perdoar.

Rosa Almada

Neste momento, em particular, estou tomado pelo ressentimento e pelo rancor. Isso me faz mal. Envenena meu sangue. Oprime meu coração. O ódio faz mais mal a mim do que a meu adversário. Não tenho poder para prejudicá-lo, e ainda que o tivesse, provavelmente não o usaria. No entanto, não consigo perdoá-lo - e a intensidade do mal que ele me provocou me fere como a picada de mil marimbondos. 

Ao odiar quem me magoou, permito que essa pessoa ocupe espaço demais em meu pensamento, dou a ela o poder de mobilizar ferozmente meus sentimentos. Assim, de maneira indireta, ela me domina. Só o perdão seria capaz de me livrar do poder que atribuo a me adversário. Perdoar não é deixar de tomar cuidado e proteger-se. Não significa baixar a guarda nem dar condições para que o outro volte a me prejudicar.

Perdoar é tentar entender o que levou aquela pessoa a me fazer mal. Perdoar é tirar dela o poder de envenenar meu sangue, de estragar meus dias, de sugar meu pensamento. Para que eu possa voltar a conquistar minha alegria e ver o mundo com leveza. Para abrir espaço em meu coração para o amor. Como é difícil, Senhor! E é justamente por reconhecer o enorme esforço que preciso fazer que recorro ao Seu imenso e sempre compassivo apoio.

26 de fevereiro de 2015

A velhice saudável.

Cícero

De fato, não é a força ou a presteza ou a rapidez do corpo que geram coisas grandiosas e, sim, a sabedoria, a experiência e o discernimento. Dessas qualidades o idoso não só está destituído, mas, antes, ele é que costuma prestigiá-las. 

12 de fevereiro de 2015

Passado.

A maioria das pessoas considera um defeito esquecer das coisas. Eu considero uma grande vantagem. Ser capaz de esquecer nos liberta das aflições do passado. 

Rebbe Nachman

10 de fevereiro de 2015

Pense nisso: Mudança.

Rebbe Nachman

Não cometa o mesmo erro de todos aqueles que desistem de mudar por se sentirem presos a seus hábitos. Se você realmente quiser e estiver disposto a se esforçar, será capaz de superar qualquer condicionamento.