Desde o princípio da humanidade, Deus se deu a conhecer aos homens como Criador de tudo, e falou com eles. Mas o pecado obscureceu sua inteligência, e então fabricaram divindades. Desde os mais simples até os mais refinados, geralmente os ídolos têm forma humana. Mesmo sem retornar às práticas pagãs, sem esculpir a madeira ou a pedra, um indivíduo pode desenvolver uma ideia de Deus muito humana. Alguns imaginam que Deus pode ter as mesmas debilidades que eles têm, e que tolera o mal. Isso é fazer um deus a sua imagem. Agindo assim, nos equivocamos totalmente a respeito do Deus diante de quem, um dia, todos teremos que nos apresentar. A imaginação dos homens não pode mudar o Deus que declara: “Eu serei o mesmo... eu sou Deus, e não há outro” (Isaías 46: 4,9). Deus se revelou na pessoa de Jesus Cristo, que veio a terra. Ele nos mostrou claramente quem é Deus, e, de modo especial, quais são Seus planos para o homem. Se por um lado Deus é intransigente a respeito do pecado, por outro lado ama os pecadores e lhes oferece um Salvador. Aquele que reconhece seus pecados e aceita que esses foram julgados na santa pessoa de Jesus Cristo, está definitivamente libertado de toda condenação. Assim é o grande Deus de amor, um “Deus justo e Salvador!” (Isaías 45:21). 
Fonte: Boa Semente.