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22 de setembro de 2018

As sete taças do Apocalipse.

As sete taças derramadas sobre a terra recordam as pragas do Egito: feridas, água transformada em sangue, trevas, rãs, trovões, chuvas de granizo e fogo (veja Êxodo 9:23). Em vez de arrependimento, essas calamidades suscitam blasfêmias (V. 9,11,21). Contudo, ao Deus justo rende-se um triplo testemunho: dos vencedores (15:2-4), do anjo das águas (16:5) e do próprio altar (16:7). As quatro primeiras pragas atingem respectivamente as mesmas áreas que as quatro primeiras trombetas (8:7-12). A quinta alcança “o trono da besta”. A sexta prepara “para a peleja do grande Dia”. Finalmente, com o derramar da última taça, ressoa do trono a grande voz: “Feito está!”. Quão diferente ela é do grito: “Está consumado!” (João 19:30), que nos anunciou o fim da ira de Deus contra o pecado, depois de Seu Filho ter sorvido na cruz o cálice que merecíamos. Esses terríveis acontecimentos estão mais próximos do que pensamos. Que possamos sempre considerar o mundo como um lugar que vai ser julgado, e ter consciência da horrenda ira, da qual não escapará. Isto nos preservará da indiferença, seja para com o mal que está no mundo, seja para com o juízo divino que o espera.
Fonte: Boa Semente. 

20 de setembro de 2018

A alegria humana e a alegria divina.

Na Bíblia, a alegria e a felicidade são mencionadas mais de 800 vezes. Isso significa que a Bíblia contém uma mensagem essencial para termos uma vida feliz. As simples alegrias da vida fazem parte do plano de Deus para o homem. É Ele quem nos dá as mesmas. Por exemplo, a alegria produzida pela colheita, uma comida, o nascimento dum bebe, a alegria que experimentamos diante da beleza da natureza. Geralmente, o Senhor Jesus anunciou o reino de Deus usando essas simples alegrias. Temos sabido nos alegrar com simplicidade e frescor diante das múltiplas bênçãos que Deus nos dá a cada dia? Sem dúvida, Deus nos convida a ir mais adiante, a não pararmos no caráter humano da alegria que recebemos. Nossas alegrias assumem suas verdadeiras dimensões quando são vividas no relacionamento com Deus, pois a alegria do cristão é antes de tudo uma alegria espiritual. É a alegria de conhecer a Deus como Pai. Quando estamos conscientes de Seu amor, nossos temores e lágrimas se apagam para deixar espaço para a alegria de sermos amados por Deus e de poder chamá-Lo: “Pai!” Essa alegria é mais elevada que todas as alegrias humanas. Para gozarmos da mesma devemos ir até a fonte, o Deus bem-aventurado. Agindo assim pela fé, nasce em nossa vida a alegria perfeita de Cristo, quer dizer, aquela que nunca deixará de existir.
Fonte: Boa Semente. 

19 de setembro de 2018

A superstição.

Um dos monumentos mais antigos em Istambul (Turquia) é a igreja da Divina Sabedoria ou Hagia Sophia, construída no século VI. Sua imensa abóboda está sustentada por magníficas colunas de pedra. Uma delas é o principal centro da atenção dos turistas. Ao chegar ali, o guia para e afirma: “Se alguém deseja fazer um pedido, que toque essa coluna e seu desejo será atendido”. A pedra está muito desgastada nesse lugar devido aos milhões de dedos que a tocaram onde formou uma pequena cavidade. Quantos desejos fúteis de turistas e peregrinos. O pobre pede riquezas, o faminto pão, o cego a vista. E a pedra, de geração em geração, proclama a insatisfação dos homens e ao mesmo tempo denuncia sua ignorância. Essa é a loucura do homem supersticioso que recusa a verdade e crê na mentira, que não deseja escutar a voz do Deus vivo e pede a uma pedra, a uma medalha ou a qualquer amuleto miserável que o proteja ou o liberte de algo. Os tessalonicenses, a quem o apóstolo Paulo escreveu, haviam abandonado os ídolos e se voltado para o Deus vivo e verdadeiro (1 Tessalonicenses 1:9). Amigos crentes, evitemos qualquer tipo de prática supersticiosa, pois é uma ofensa ao Deus verdadeiro confiemos nEle de todo nosso coração por meio da oração. Deus nos ama e saberá dar-nos tudo o que necessitamos.
Fonte: Boa Semente. 

18 de setembro de 2018

Meditação Bíblica.

As sete taças derramadas sobre a terra recordam as pragas do Egito: feridas, água transformada em sangue, trevas, rãs, trovões, chuvas de granizo e fogo (veja Êxodo 9:23). Em vez de arrependimento, essas calamidades suscitam blasfêmias (V. 9,11,21). Contudo, ao Deus justo rende-se um triplo testemunho: dos vencedores (15:2-4), do anjo das águas (16:5) e do próprio altar (16:7). As quatro primeiras pragas atingem respectivamente as mesmas áreas que as quatro primeiras trombetas (8:7-12). A quinta alcança “o trono da besta”. A sexta prepara “para a peleja do grande Dia”. Finalmente, com o derramar da última taça, ressoa do trono a grande voz: “Feito está!”. Quão diferente ela é do grito: “Está consumado!” (João 19:30), que nos anunciou o fim da ira de Deus contra o pecado, depois de Seu Filho ter sorvido na cruz o cálice que merecíamos. Esses terríveis acontecimentos estão mais próximos do que pensamos. Que possamos sempre considerar o mundo como um lugar que vai ser julgado, e ter consciência da horrenda ira, da qual não escapará. Isto nos preservará da indiferença, seja para com o mal que está no mundo, seja para com o juízo divino que o espera.
Fonte: Boa Semente. 

17 de setembro de 2018

O que acontece depois da morte.

A Bíblia termina com uma solene advertência a qualquer um que adicione ou retire algo das palavras desse livro (Apocalipse 22:18-19). Não temos a permissão de alterar seu sentido para satisfazer nossos próprios sentimentos ou ideias.
Uma verdade que incomoda muita gente é o que acontece com a alma depois da morte. A Escritura é muito clara a respeito desse assunto: a alma do crente vai a Jesus e goza da felicidade de estar em Sua presença. O crente espera a ressurreição do corpo para experimentar uma felicidade ainda maior e eterna (Filipenses 1:23). Por outro lado, a alma do incrédulo se afasta de Deus e experimenta o tormento (Lucas 16:19-31) enquanto espera a ressurreição do corpo, o juízo que se seguirá e a justa condenação aos tormentos eternos.
A Palavra de Deus é categórica: hoje, enquanto vivemos na terra, é o dia da salvação. O amanhã não nos pertence. “O Filho do homem tem na terra autoridade para perdoar pecados” (Mateus 9:6). Depois da morte não há salvação possível; o Evangelho de Lucas nos confirma: existe um grande abismo entre o lugar onde estão os crentes e o lugar onde se encontram, longe de Deus, os que não creram (Lucas 16:26).
Além disso, Deus nos diz: “Tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida, para que vivas” (Deuteronômio 30:19).
Terça-feira 18 de Setembro
Se é que já provastes que o Senhor é benigno.
Com o ouvir dos meus ouvidos ouvi, mas agora te veem os meus olhos.
E Jesus, vendo este deitado... disse-lhe: Queres ficar são?
(1 Pedro 2:3; Jó 42:5; João 5:6)
o único remédio eficaz
“Um remédio atua quando o tomamos. Para um enfermo, o fato de conhecer a composição, a apresentação, a dose e os efeitos do medicamento não servem para nada. É necessário tomar o remédio para sentir os efeitos. O mesmo acontece com a fé cristã. Somente quando recebo a Jesus como meu Salvador, Seu sangue me purifica de todo o pecado. No momento em que Ele passa a ser meu Senhor, encontro um sentido para minha vida”. Essa foi a reflexão que um escritor grafou em um de seus livros.
Hoje em dia, muitas pessoas conhecem alguma coisa de Jesus, mas nunca tiveram um contato pessoal com Ele. Filósofos, historiadores e até teólogos escreveram livros inteiros sem conhecê-Lo. Eu posso saber, por exemplo, que Ele morreu na cruz, mas, ao mesmo tempo não reconhecê-Lo nem aceitar o que fez por amor a mim, tudo não passa de uma teoria e não tem efeito em minha vida. Posso conhecer a crentes e apreciar sua conduta sem que isso influencie a mim.
O sangue do Senhor Jesus Cristo vertido para o perdão dos pecados, é o remédio preparado e proposto por Deus (o único remédio eficaz). Mas para ser curado é necessário admitir que se está enfermo, inexoravelmente condenado à morte eterna devido a seus pecados, e apropriar-se do perdão aceitando a Jesus como Salvador.
Terça-feira 18 de Setembro

15 de setembro de 2018

Jerusalém e Betânia.

No primeiro século em Jerusalém, capital do país Israel, cidade onde se encontrava o templo de Deus, reuniram-se as autoridades religiosas superiores: os principais sacerdotes, escribas e os anciãos do povo. Ali, no palácio do sumo sacerdote entraram em conselho “para, com dolo, prenderem Jesus e o matarem” (Mateus 26:3-4). Que vergonha! Os que deviam proclamar a glória de Jesus Cristo queriam matá-Lo. Há alguns quilômetros dali, na aldeia de Betânia, estavam reunidos em uma casa o Senhor Jesus, Seus discípulos e alguns amigos. Era um momento solene, pois o Mestre tinha um difícil caminho a percorrer e essas pessoas simpatizavam com Ele. “Fizeram-lhe, pois, ali uma ceia” (João 12:2), durante a refeição Maria, irmã de Marta e Lázaro, se aproximou de Jesus. Ela trazia um vaso de puro nardo, perfume cujo preço equivalia ao salário de um ano de trabalho. Ela quebrou o vaso e derramou o perfume sobre os pés do Senhor Jesus como se estivesse ungindo a um rei ou embalsamando um corpo. A fragrância encheu a casa. Os discípulos se indignaram dizendo: “Para que se fez este desperdício de unguento?” (Marcos 14:4). “Porque podia vender-se por mais de trezentos dinheiros, e dá-lo aos pobres” (v. 5). Não, disse o Senhor, ela “fez o que podia; antecipou-se a ungir o meu corpo para a sepultura” (Marcos 14:8). Maria entendeu quais são as prioridades, a saber: primeiro, amar o Senhor, adorá-Lo e, depois fazer o bem aos demais.
Fonte: Boa Semente. 

14 de setembro de 2018

Lei divina ou lei do povo?

A lei divina permanece imutável, pois o ato de Deus não muda. “Não matarás, não adulterarás, não furtarás... não cobiçarás...” (Êxodo 20:1-17). Ela nos diz o que Deus espera do homem. Na realidade, essa lei divina demonstrou que o homem é incapaz de cumprir a vontade de Deus. Durante muito tempo, a moral inspirada nessa lei serviu de base para a legislação dos países chamados cristãos. Mas hoje é recusada porque se diz que está ultrapassada. Os governos legislam sob a pressão duma opinião pública cada vez mais exigente. A pretensão do homem de decidir por si mesmo o que é bom ou mau foi trivializada, e às vezes, a legislação de práticas como o divórcio, o aborto, as drogas, etc., acabam por levar um grande sofrimento para as pessoas, as famílias e à sociedade. Como viver nessa sociedade decadente? A primeira coisa que se deve fazer é receber a graça de Deus que traz a salvação. Ela responde ao estado de todo homem pecador dando-lhe o perdão de seus pecados e uma nova vida por meio do Senhor Jesus. Aqueles que a receberam devem, pois, deixar-se ensinar por essa mesma graça para viver sobriamente (na vida pessoal), de forma justa (em seus contatos com os outros), e piamente (diante de Deus). A Bíblia nos revela Seu pensamento acerca de tudo, e nós temos um Modelo para imitar, o Senhor Jesus Cristo, o Homem perfeito.
Fonte: Boa Semente. 

13 de setembro de 2018

O ser interior.

Em nosso modo de pensar, o coração representa os afetos. Enquanto a cabeça evoca melhor a inteligência e a reflexão. No ser humano, a Bíblia distingue espírito, corpo e alma (1 Tessalonicenses 5:23). O coração representa o ser interior (espírito e alma), enquanto o homem exterior corresponde ao corpo. O ser interior do homem e seu corpo não se opõem, mas estão constantemente em comunhão. Os acontecimentos, os contatos com as outras pessoas, incluindo suas associações, têm impacto em nosso coração. Por outro lado, nossos pensamentos e decisões se exteriorizam por meio das ações. Em nosso coração são elaborados os pensamentos, os projetos e se tomam as decisões que comprometem nossa responsabilidade. No centro de nossa pessoa encontra-se o contraste essencial com nossa aparência: “O homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração” (1Samuel 16:7). Ao receber o Espírito Santo em seu coração, o crente recebe o amor de Deus. E este amor repercute sobre suas relações com os demais, os quais podem observar a paz e a alegria da vida que o crente recebeu de Deus. Como podemos guardar nosso coração, centro e fonte da vida? Fugindo do mal, ocupando-nos com o bem, voltados para o Senhor Jesus Cristo. Sejamos verdadeiros, simples, humildes, sempre conscientes do amor divino.
Fonte: Boa Semente. 

12 de setembro de 2018

Mais poderoso que toda energia do mundo.

Ontem falamos dos bilhões de galáxias que existem no Universo. Mas o infinitamente pequeno também é prodigioso. Um simples grão de sal contém vários milhões de átomos! Cada átomo pode ser comparado a um sistema solar em cujo centro está um núcleo. Em torno do núcleo giram elétrons a uma velocidade de cerca de 300.000 km/por segundo. Uma força incrível une os prótons e os nêutrons que formam o núcleo: essa é a energia nuclear. Que maravilha é a matéria. Ela é a energia concentrada. Que poder, que dinamismo! Tudo o que posso ver é o centro de um movimento e de uma energia incríveis. A Bíblia nos diz: “aquilo que se vê não foi feito do que é aparente” (Hebreus 11:3). Quando penso nisso fico surpreendido, maravilhado. Sem dúvida o Deus que criou tudo, é mais poderoso, mais rico, mais maravilhoso que tudo que posso ver ou imaginar. Alguém escreveu: “De fato, quem pode considerar o que Deus faz sem encher-se de admiração? É algo grandioso contemplar o poder de um grão de trigo. A mente atenta fica fascinada. Os homens cessaram de considerar as obras de Deus, as quais deveriam fazê-los louvar o Criador todos os dias. Assim, Deus decidiu levar a cabo uma obra ainda mais extraordinária para despertar os homens que estavam como que dormindo. Um homem, o Senhor Jesus Cristo, ressuscitou dentre os mortos”.
Fonte: Boa Semente. 

10 de setembro de 2018

As leituras do Cristão.

O crente não pode progredir na vida cristã se não sente uma verdadeira atração pela Bíblia e se não deseja aproveitar os livros de boa qualidade que comentam seu precioso conteúdo. O cristão que prefere uma leitura insignificante e, geralmente perniciosa, em vez da Bíblia, não poderá estar numa boa condição espiritual. Todos aqueles que amam a Cristo não têm nem tempo, ou vontade para lerem os produtos da literatura mundana. Também procurarão averiguar se esses produtos são bons ou maus, pois têm encontrado o alimento insubstituível que necessitam suas almas. Acima de tudo, suplicamos a todos que iniciam a carreira cristã, que evitem leituras fúteis. Essas lhe serão, apenas nocivas para seu crescimento espiritual, já que não trazem nada de Cristo. Antes de tomar um livro qualquer, pergunte-se: “Será que eu gostaria que o meu Senhor me encontrasse fazendo essa leitura? Posso fazê-la na presença de Deus e pedir que a abençoe? Poderia fazê-la para a glória do nome de Jesus?” Se você não pode responder afirmativamente, peça a Deus a força, dada pelo Espírito que habita em você para recusar o que a sua consciência condena. Esse mesmo poder te conduzirá para a leitura da santa Palavra, a qual nutrirá a “nova natureza” que você recebeu ao converter-se. Então crescerá na graça e no conhecimento do Senhor Jesus (2 Pedro 3:18).
Fonte: Boa Semente. 

9 de setembro de 2018

Um amor impossível de ser compreendido.

Malaquias (c. 420 a.C) foi o último profeta que Deus enviou a Seu povo Israel, mas ele foi apenas mais um profeta que não foi escutado. O diálogo a seguir resume, de modo direto, o relacionamento de Deus com o Seu povo: “Eu vos tenho amado, diz o Senhor”. “Em que nos tens amado?”, respondeu Seu povo com insolência (Malaquias 1:2). Eles se esqueceram como Deus os havia protegido: a libertação da escravidão no Egito, a Páscoa e a salvação dos primogênitos, a vitoriosa travessia do mar Vermelho, os constantes cuidados de Deus durante quarenta anos no deserto, a travessia do rio Jordão, a queda de Jericó, a destruição de seus inimigos, a conquista do país e tantos outros cuidados diários. Que tipo de resposta Deus daria a tanta ingratidão e insolência? Nenhuma! Durante cerca de quatro séculos Deus guardou silêncio e não enviou mais profetas. Mas o amor de Deus triunfou sobre o desprezo e o ódio. Quando chegou o momento, Deus disse: “Que farei? Mandarei o meu filho amado” (Lucas 20:13). “Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos. Nisto está o amor... Deus... enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados” (1 João 4:9-10). Talvez seja difícil compreender o amor de Deus em sua vida. Pense que Ele deu a Seu Filho unigênito também por você, para livrá-lo do juízo e dar-lhe um futuro e uma esperança (ver Jeremias 29:11).
Fonte: Boa Semente. 

8 de setembro de 2018

Meditação no livro de Jó.


Eliú continua seu discurso; atribui justiça a Deus (v. 3), enquanto refuta dois falsos conceitos sobre Ele. Primeiro, apesar de Seu poder, o Criador está interessado em Sua criatura e não a despreza (v. 5). O justo, em outras palavras, aquele que crê, é objeto de Seu especial cuidado. Seus olhos estão sempre sobre o homem que Ele exalta (v. 7), e, por outro lado, sobre o homem a quem envia provações (v. 8). Segundo, Deus jamais age por capricho, como Jó afirmou que Ele agia. Ao permitir provas, Ele tem um objetivo muito claro – mostrar aos Seus o que eles têm feito, abrir os ouvidos deles à Sua disciplina e conscientizá-los de seu próprio estado pecaminoso. Disciplina produz discípulos. Hebreus 12:7 lembra que isso está reservado para os “filhos de Deus”, da mesma maneira que os pais corrigem seus próprios filhos, e não os filhos dos outros. Portanto, essa é uma prova de nosso relacionamento com o Pai. Mas, de acordo com a mesma passagem (Hebreus 12:5-6), a pessoa que é exposta à disciplina divina pode menosprezá-la, não dar atenção a ela e ignorá-la totalmente (v. 12; cf. 5:7). Por outro lado, é possível também desanimar, ou seja, esquecer que é o amor fiel do Senhor que nos envia a provação (Salmo 119:75).

Fonte: Boa Semente. 

7 de setembro de 2018

Uma mudança radical de vida.

Uma cantora famosa ia de sucesso em sucesso e sua carreira avançava de vento em popa. Mas quando se encontrava sozinha, tudo era diferente. Sentia-se triste e atormentada pelo vazio de sua própria vida. Como não suportava mais a mentira e a contradição entre este mundo de aparências e seu próprio desnorteamento, decidiu deixar o mundo do espetáculo. Em seu desejo de mudança, estudou os textos de alguns grandes filósofos, entretanto, sua busca pela verdade não foi satisfeita. No fundo de si mesma, continuava sentindo-se desesperada e desamparada. Foi então quando alguém lhe propôs fazer um teste gravando canções religiosas. No estúdio de gravação, encontrou-se com um estudante cristão com quem abordou temas como a existência de Deus, a pessoa de Jesus, a realidade do pecado, a obra da redenção... noções desconhecidas para ela, mas que penetraram sua mente. Por fim, o teste de gravação não foi completado, mas a cantora manteve o contato com esse crente. Uma correspondência contínua a conduziu, gradativamente ao caminho da fé, e pouco a pouco foi entendendo os temas que lhe pareciam difíceis. “Então, ela disse, chegou o dia em que me rendi por completo aos pés do Senhor Jesus. Entendi que Ele podia dar um novo sentido a minha vida destroçada. Por isso, coloquei minha vida em Suas mãos”.
Fonte: Boa Semente. 

6 de setembro de 2018

Como tornar-se santo.

O rei da Prússia, Frederico II, o Grande (1712-1786), era bem conhecido por sua mente aberta. Ele costumava dizer que, em seus Estados, era permitido que cada um de seus súditos se tornasse santo como melhor lhe parecesse. Num tempo em que as perseguições religiosas ainda reinavam na maioria dos países europeus, esse ponto de vista fez da Prússia um oásis de tolerância e liberdade muito antes de seu tempo. Mas essa forma de proceder, prática para o reino da Prússia, é válida para o Reino dos céus? O essencial para cada pessoa é respeitar a crença dos outros praticando a sua com sinceridade? Esse ponto de vista não é justo. Hoje em muitos países cada um pode praticar a religião que lhe convém, até a mais extravagante. Mas quanto a tornar-se santo, isso é outro assunto. Para ser santificado diante de Deus, a Palavra de Deus nos apresenta a única maneira, a qual consiste primeiramente reconhecer que sou um pecador perdido e em aceitar o meio que Deus me concede para que eu possa ser salvo. Esse meio é o Senhor Jesus Cristo, que satisfez a justiça de Deus entregando Sua vida. O castigo que eu merecia Ele o carregou na cruz e me libertou. Jesus morreu “o justo pelos injustos”. Sim, eu creio nEle, e por isso Deus pode declarar-me justo e santo. Quão perfeita é a obra de Cristo. Ela transforma um pobre pecador num “santo” aos olhos de Deus. Essa é a minha posição, agora tenho que demonstrá-la: “Sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver” (1 Pedro 1:15).
Fonte: Boa Semente. 

5 de setembro de 2018

Será que escutamos quando Deus fala?

Foto: Comunidade Coração Fiel. 
O coração humano é enganoso e perverso (Jeremias 17:9). Quer Deus lhe fale de juízo ou que lhe ofereça Sua graça, (Mateus 11:17) o homem não quer ouvir. Se renderá o homem a Deus? Não, mas Deus é paciente e Ele não quer “que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se” (2 Pedro 3:9). Mas Sua santidade e Sua justiça exigem que o pecado seja julgado. O homem quer seguir seu próprio caminho. Sua história é decepcionante desde o princípio. Deus falou com Caim para que não agisse mal contra seu irmão. Mas Caim não escutou e assassinou a Abel (Gênesis 4). O povo de Israel, mesmo cercado pelos constantes cuidados de Deus se rebelou continuamente contra o Senhor. Jesus, o enviado do Pai, foi de lugar em lugar fazendo o bem entre os homens e estes O “mataram pendurando-o no madeiro” (Atos 10:38-39). Qual foi a resposta de Deus a todo esse ódio? O sangue de Seu Filho, que “nos purifica de todo o pecado” (1 João 1:7), quer dizer, o perdão para os que se arrependem e creem. Apenas a graça divina pode vencer o homem, incorrigível em sua natureza. É necessário aceitar essa graça oferecida a todos. Recusá-la é menosprezar o sacrifício de Cristo e, portanto, expor-se ao juízo. “Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas que o mundo fosse salvo por ele” (João 3:17).
Fonte: Boa Semente. 

4 de setembro de 2018

Embaixadores de Cristo.

O envio de embaixadores ou a designação de delegados ou porta-vozes entre diferentes países ou campos, é uma prática muito antiga. No primeiro século, o apóstolo Paulo usou essa imagem para explicar para os crentes de Corinto sua nova posição como crentes. “Somos embaixadores da parte de Cristo, como se Deus por nós rogasse”, Paulo escreveu (2 Coríntios 5:20). Um embaixador não age por iniciativa própria, pois representa o país que o enviou e vela por seus interesses; ao mesmo tempo, segue sendo um estrangeiro no país onde vive. Assim ocorre com o crente no mundo; sua vocação é ser cidadão do céu (Filipenses 3:20), portanto, é estrangeiro na terra. Estejamos conscientes disso ou não, como crentes que somos devemos representar a Cristo. Muitos incrédulos são indiferentes acerca da Bíblia, mas não perdem nenhuma ocasião para observar nossa vida e comportamento. A que conclusão chegam? Minha vida reflete um pouco da humildade, da doçura e da retidão que caracterizavam a Cristo quando estava na terra? Contemplemos ao Senhor Jesus Cristo: Ele não tinha onde reclinar Sua cabeça (Lucas 9:58), todavia nos deixou um exemplo perfeito. Uma vez que recebemos por meio da graça e mediante a fé a salvação no Senhor Jesus Cristo, somos portadores, da mensagem da salvação do homem. Peçamos a Deus que nos dê a força para sermos testemunhas vivas de nosso Senhor.
Fonte: Boa Semente. 

2 de setembro de 2018

Jerusalém e Betânia.

No primeiro século em Jerusalém, capital do país Israel, cidade onde se encontrava o templo de Deus, reuniram-se as autoridades religiosas superiores: os principais sacerdotes, escribas e os anciãos do povo. Ali, no palácio do sumo sacerdote entraram em conselho “para, com dolo, prenderem Jesus e o matarem” (Mateus 26:3-4). Que vergonha! Os que deviam proclamar a glória de Jesus Cristo queriam matá-Lo. Há alguns quilômetros dali, na aldeia de Betânia, estavam reunidos em uma casa o Senhor Jesus, Seus discípulos e alguns amigos. Era um momento solene, pois o Mestre tinha um difícil caminho a percorrer e essas pessoas simpatizavam com Ele. “Fizeram-lhe, pois, ali uma ceia” (João 12:2), durante a refeição Maria, irmã de Marta e Lázaro, se aproximou de Jesus. Ela trazia um vaso de puro nardo, perfume cujo preço equivalia ao salário de um ano de trabalho. Ela quebrou o vaso e derramou o perfume sobre os pés do Senhor Jesus como se estivesse ungindo a um rei ou embalsamando um corpo. A fragrância encheu a casa. Os discípulos se indignaram dizendo: “Para que se fez este desperdício de unguento?” (Marcos 14:4). “Porque podia vender-se por mais de trezentos dinheiros, e dá-lo aos pobres” (v. 5). Não, disse o Senhor, ela “fez o que podia; antecipou-se a ungir o meu corpo para a sepultura” (Marcos 14:8). Maria entendeu quais são as prioridades, a saber: primeiro, amar o Senhor, adorá-Lo e, depois fazer o bem aos demais.
Fonte: Boa Semente. 

1 de setembro de 2018

Meditação Bíblica.

Ao ponderar sobre todos os sofrimentos que enfrentou, Jó chegou à seguinte conclusão: não há nenhuma vantagem em tentar ser justo; no final, ele não recebeu nada melhor por ter evitado o pecado (9:22; 34:9; 35:3). Infelizmente, Jó tirou tais pensamentos do próprio coração ferido e enganoso. Sua atitude parece justificar a insinuação de Satanás: “Porventura, Jó debalde teme a Deus?” (1:9). Esse é quase o mesmo argumento dos “homens cuja mente é pervertida”, acerca dos quais o apóstolo alerta que supõem ser a piedade fonte de lucro (1 Timóteo 6:5; Malaquias 3:14). Jó nem desconfiava que tais sentimentos pecaminosos estivessem em seu próprio coração. Ele conhecia suas boas obras, mas não tinha a menor ideia de qual era a motivação secreta por trás delas. E essas obras nem sempre eram boas de fato. Nós precisamos permitir que o Espírito Santo esquadrinhe nosso ser por meio da Palavra, para que possamos discernir e enxergar as intenções de nosso próprio coração (Hebreus 4:12). Eliú presta esse serviço a Jó ao lhe falar a verdade. Algumas coisas não são nada agradáveis de se ouvir, mas “leais são as feridas feitas pelo que ama” (Provérbios 27:6; Colossenses 4:6). E, quando essas lições vitais forem aprendidas, nossas lágrimas, gritos de angústia e pedidos de ajuda (19:21) darão lugar a “canções de louvor durante a noite” (vv. 9-10).
Fonte: Boa Semente. 

31 de agosto de 2018

Imaginar sua própria religião.

Uma grande loja de Paris vendeu milhares de amuletos em um mês. “Essa paixão pelos amuletos satisfaz uma verdadeira necessidade espiritual. Cremos cada vez menos em Deus; e, por outro lado, cada vez mais em nossa própria sorte. Com o amuleto cada um elabora sua própria religião”, comenta um responsável pelas vendas. O homem incrédulo rejeita voluntariamente a Deus e os valores cristãos. Então tenta preencher seu vazio “criando sua própria religião”, conforme sua própria medida, irracional, maleável, sem compromisso, mas que no final das contas traz apenas desilusão, decepção e, às vezes, conduz a um engajamento perigoso com o ocultismo. Essa “verdadeira demanda de espiritualidade” corresponde, na realidade, ao que constitui o valor e a nobreza do homem, quer dizer, a possibilidade de estar num relacionamento com Deus, seu Criador. Se você está procurando proteção e felicidade, nós proclamamos não uma nova religião e sim uma boa nova: o Deus vivo e verdadeiro está interessado em você. Ele te conhece, te ama tal como você é; Ele deseja dar-lhe uma solução e uma ajuda concreta para sua vida cotidiana. Lendo a Bíblia você descobrirá o verdadeiro Deus. Dê um passo até Ele, com toda sinceridade, e Ele se revelará a você. Esse encontro mudará o curso da sua vida.
Fonte: Boa Semente. 

30 de agosto de 2018

Um Deus que te incomoda.

A Bíblia está cheia de alegres promessas para o que crê. No entanto, suas advertências são igualmente certas quando fala de juízo eterno para aqueles que não creem. Hoje está na moda questionar tudo mediante a expressão “quem sabe” e evitar aqueles que têm convicções. Mas, não é preocupante dizer: “a morte talvez não seja o fim de tudo, quem sabe exista vida após a morte e um juízo? E se Deus tiver razão?” O raciocínio humano pode se opor à Palavra divina? Não compreendemos que com um “quem sabe” podemos nos tranquilizar por um pouco e que podemos dormir dizendo a nós mesmos: “talvez eu desperte na eternidade, na presença de um Deus justo a quem nunca dei importância”. Por isso insistimos: para sair de nossas dúvidas devemos nos dirigir Àquele que pode e quer abrir-nos os olhos. Você já se aproximou dEle honestamente dizendo: “ó Deus Todo-Poderoso, abre meus olhos, revela-te a mim”? Enquanto não fizermos isso, não poderemos dizer sinceramente que desejamos conhecer a verdade. Se nossa incerteza quanto a Deus e a eternidade nunca nos atormenta, essa indiferença talvez tenha outro motivo: gostaríamos que Deus não existisse, porque nos incomoda. Talvez essa seja a verdadeira razão da incredulidade. Deus existe, e no fundo sabemos disso muito bem. Um primeiro passo em Sua direção nos convencerá de Seu amor, pois Ele está nos esperando.
Fonte: Boa Semente.