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15 de julho de 2018

A bendita esperança.

A volta do Senhor é algo que fazemos bem em nos lembrar todos os dias. Nós podemos até ouvir seu alarido hoje! Mas é tão fácil esquecer sua promessa maravilhosa e nos deixar desencorajar pelas coisas que estão acontecendo na igreja ou publicadas na imprensa. Pouco antes de Sua crucificação, Ele prometeu: “Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também” (João 14:2-3). A vitória de Cristo sobre a morte e Sua ressurreição nos dá a certeza de que Ele também pode nos levantar dentre os mortos. Como o Ressuscitado, Ele aniquilou nossos inimigos e abriu caminho para todos que colocamos nossa confiança nEle pela fé de estarmos na presença imediata de Deus. Agora, enquanto olhamos para cima, pela fé nós O vemos como o Homem glorificado, sentado à mão direita da Majestade nos céus, e sabemos que Deus nos aceitou nEle, que é o Seu amado. Quão bom é pensar acerca do tempo quando existirá um novo céu e nova terra não contaminados pelo homem, quando Deus habitará com os homens, quando eles serão Seu povo e Ele será o seu Deus. Então, “Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte... porque já as primeiras coisas são passadas” (Apocalipse 21:1-4). Que esperança bendita isso nos dá, à medida que avançamos dia a dia, nós lembrando daquilo que nos aguarda.
Fonte: Boa Semente. 

13 de julho de 2018

Coragem para testemunhar.

A russa Tatiana Goritschewa, que foi expulsa da antiga União Soviética, escreveu em um de seus livros sobre uma entrevista que teve com um crente o qual, muitas vezes, havia estado encarcerado devido a sua fé. Certo dia, um agente da polícia secreta perguntou a essa valente testemunha: - Com que direito falas de Deus, sem ter nenhuma autorização oficial? Mostre-me um comprovante. Então o cristão abriu o Evangelho de Mateus e leu: “Pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca” (12:34). E acrescentou: - isso justifica o ato do meu testemunho. Amigos cristãos, em muitos países não temos que passar pela perseguição física nem pelo encarceramento por sermos cristãos. Mas podemos enfrentar zombarias, desprezo e, às vezes, a rejeição. Que isso não nos desanime nem remova de nós o desejo de falar de nossa esperança. Estejamos sempre preparados para responder com “mansidão e temor” (1 Pedro 3:15) a todos que nos perguntem sobre nossa fé. Essa doçura está ligada a humildade e ao respeito que devemos a nosso interlocutor; e a reverência, quer dizer, o temor, requerido por Deus que nos conduz a falar dEle de forma conveniente. Se desejamos falar do Senhor Jesus e do que fez por nós, Deus nos dará a ocasião e a força para fazê-lo. Geralmente, tememos a reação de nossos interlocutores, mesmo sabendo que eles têm sede de Deus. Vamos conduzi-los até a fonte.
Fonte: Boa Semente. 

12 de julho de 2018

Uma vida transformada.

Nos anos 1990, Carl Lewis, um atleta excepcional, era o homem mais rápido do mundo na corrida dos 100 metros. Ele ganhou nove medalhas de ouro e três títulos olímpicos consecutivos no salto à distância. Em uma entrevista declarou o seguinte: “Em junho de 1981 passei por uma experiência que mudou minha vida. Estava participando no campeonato americano de atletismo, em Luisiana, quando Willy G., um bom amigo, atleta de nível mundial no salto com vara me convidou para visitar uma igreja. Eu cria que ele era cristão, porque sempre participava das reuniões cristãs com meus pais. Mas como muitas pessoas, eu tinha uma ideia equivocada do que é ser um cristão verdadeiro. O pregador falou do amor de Deus pelos homens, da vinda de Jesus à terra, de Sua vida sem pecado, de Sua morte na cruz e Sua ressurreição. No final nos convidou a termos um relacionamento pessoal com Jesus, o Salvador. No curso daquela reunião me fiz a seguinte pergunta: – Se morresse hoje estava seguro de ir para o céu? Eu sabia que tinha que me alinhar com Deus, que devia receber a Cristo em minha vida e esse foi o momento crucial. Aceitei a Jesus como meu Salvador e Senhor. Também encontrei muitos irmãos cristãos para me apoiar e animar-me a seguir pelo bom caminho, o que conduz a Deus”. “Vendo, pois, aqueles homens o milagre que Jesus tinha feito, diziam: este é verdadeiramente o profeta que devia vir ao mundo” (João 6:14).
Fonte: Boa Semente. 

10 de julho de 2018

Uma salvação para todos.

Quando J. P. Morgan, banqueiro que controlava uma imensa fortuna morreu, descobriu-se em seu testamento um artigo relacionado com “um assunto” que ele considerava muito importante. O mesmo dizia: “Ponho a minha alma nas mãos do meu Salvador, tendo a plena segurança de que, tendo-me salvado e lavado dos meus pecados com Seu precioso sangue, me apresentará sem manchas diante do trono do Pai. Rogo encarecidamente a meus filhos que mantenham e defendam, em todas as ocasiões a doutrina da completa expiação dos pecados pelo sangue do Senhor Jesus Cristo, que se ofereceu de uma vez para sempre”. No que diz respeito à salvação de sua alma, esse homem muito rico, dependia tanto da graça de Deus como um pobre mendigo ou como o ladrão na cruz (Lucas 23:43). Essa salvação é oferecida a todos os homens sem nenhuma distinção social, étnica ou de outro tipo. Se às vezes podemos constatar falhas na justiça humana, o mesmo não acontece com a justiça divina. A Palavra de Deus declara: “Deus não faz acepção de pessoas” (Atos 10:34) e “porque não há diferença. Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Romanos 3:22-23). Mas se a Bíblia condena a todos os humanos, também apresenta os recursos divinos colocados à disposição de cada um. Jesus se revela a nós como Salvador, porque Sua morte na cruz satisfez, completamente, ao Deus Santo. Desse modo, Deus pode perdoar as pessoas culpadas como você e eu. Ninguém é demasiadamente mau para receber a salvação de Deus por meio do Senhor Jesus Cristo, desde que se arrependa sinceramente.
Fonte: Boa Semente. 

9 de julho de 2018

O desprezo.

“O desprezo é mais comum que o pão”, constata o humanista argelino Noureddine Aba. Um provérbio indiano diz: “O dardo do desprezo perfura até a carapaça da tartaruga”. Isso ilustra bem o mal que podemos fazer quando desprezamos nosso próximo. Esse sentimento traz consigo o domínio, a intolerância, a violência do racismo, os atos de crueldade. Exemplos de personagens que usam o menosprezo não faltam na Bíblia, e são sempre homens opostos a Deus. Golias, por exemplo, o gigante que desafiava as tropas do exército de Israel, quando viu que Davi, o jovem eleito por Deus, se aproximava, o desprezou e o ignorou. Mas Davi, com uma destreza recebida de Deus, matou o gigante que se achava invencível (1 Samuel 17:41-54). Como crentes devemos lembrar-nos, que o desprezo é uma forma de orgulho produzida pelo nosso coração mau (Marcos 7:21-22). Cada um dos nossos semelhantes é, como nós também, criado à imagem de Deus e, por isso, merece nosso respeito e apreciação. Imitemos nosso modelo, o Senhor Jesus Cristo, que Se fez homem para se aproximar de nós, e não temeu se identificar com os marginalizados e desprezados (Mateus 9:10-13;). Lembremo-nos também que em Sua sabedoria “Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são; para que nenhuma carne se glorie perante ele” (1 Coríntios 1:28-29).
Fonte: Boa Semente. 

8 de julho de 2018

José como exemplo de fé.

Pouco antes de sua morte, José fez os filhos de Israel prometerem que levariam seus ossos junto com eles para fora do Egito e para a terra de Canaã (Gênesis 50:24-26). Eles cumpriram essa promessa depois, quando Deus os libertou da escravidão do Egito. “E Moisés levou consigo os ossos de José” (Êxodo 13:19). Quarenta anos depois, quando a peregrinação deles pelo deserto terminou, os filhos de Israel sepultaram os ossos de José, que haviam carregado para fora do Egito, em Siquém (Josué 24:32). O desejo de José em relação aos seus ossos pode nos parecer estranho, mas o Espírito Santo registrou isso para nossa instrução e encorajamento. Ao fazer isso, José é exemplo de fé, como explicado no comentário divino dado a nós em Hebreus 11:22. Ele acreditou na promessa feita para Abraão, Isaque e Jacó, que Deus iria certamente libertá-los do Egito e dar-lhes a terra prometida. (Gênesis 50:24). Isso também nos fala do caráter santo e fiel de José. Apesar dele ser o segundo homem mais poderoso do Egito, seu coração não estava realmente ali. Toda a pompa e glória do Egito não eram nada para ele em comparação com sua esperança na ressurreição. Ele olhava não para “as coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas” (2 Coríntios 4:18). A fé de José é um exemplo para nós! Os ossos de José eram um testemunho para os filhos de Israel enquanto peregrinavam através do deserto durante quarenta anos. Eles eram uma lembrança que José havia morrido, mas seus ossos também eram uma certeza da promessa de Deus de conduzi-los para a terra prometida. Do mesmo modo, assim também Ele é conosco: a ceia do Senhor olha para trás como um memorial de Sua morte, mas também olha para frente, como uma esperança garantida do céu, pois nós devemos celebrar a mesma até que Ele venha (1 Coríntios 11:26).

7 de julho de 2018

Meditação Bíblica.

Jó havia entendido uma coisa importante: após a provação que Deus lhe estava fazendo enfrentar, sua fé se tornaria como o ouro refinado (23:10). Mas o que ele não imaginava era quanta impureza tinha de ser retirada primeiro. “Na verdade… o ouro, que se refina, [tem] o seu lugar” (v. 1; Zacarias 13:9; Malaquias 3:3). Esse lugar é o cadinho da provação. O Senhor, como sábio ourives, conhece o tempo e a temperatura necessários para que o fogo purifique Seu ouro e Sua prata, em outras palavras, Seus preciosos redimidos. O perfeito “mercador de diamantes” sabe quantos golpes de cinzel têm de ser dados para que Seus ônix, safiras, rubis e topázios brilhem com toda a intensidade. Os homens conseguiram realizar façanhas de engenharia: barragens, túneis, estradas, etc. Extraem todo tipo de material do subsolo (vv. 9-11). Mas existe uma coisa que poucas pessoas se importam de buscar – sabedoria. No entanto, ela é mais preciosa que as pérolas (v. 18) ou as joias, como também declara o livro de Provérbios (3:15; 8:11). Compare a importante afirmação do versículo 28 com Provérbios 9:10 e Salmo 111:10.
Fonte: Boa Semente. 

6 de julho de 2018

Um erro pode esconder outro erro.

Na França, nas passagens de nível, há cartazes indicando que se deve tomar cuidado, porque um trem pode esconder outro trem. No âmbito espiritual, às vezes, um erro também esconde outro erro ou muitos outros erros. Por exemplo, algumas pessoas põem em dúvida a existência da eternidade. Esse erro quase sempre é o resultado dum primeiro erro fundamental, que consiste em negar a existência de Deus. Quando nos afastamos de Deus, nosso raciocínio é falso e começamos a duvidar das coisas verdadeiras e crer nas falsas. Por outro lado, se aceitarmos a existência de Deus, o Criador Todo-Poderoso, Aquele que está por cima de tudo o que se vê, também reconhecemos que existe algo mais, um mundo invisível. Talvez alguém diga que não temos nenhuma prova da existência de Deus, que não temos certeza. O versículo de hoje mostra que a evidência do Universo criado, percebida pela inteligência natural, nos leva a reconhecer a existência do Criador. Todas as coisas criadas exigem a existência de um Criador. Essa é uma constatação sensata e inevitável. Aquele que a recusa luta contra sua própria inteligência. Além disso, se equivoca em muitos outros pontos, pois se desvaneceram em seus próprios pensamentos (Romanos 1:21). Por outro lado, quem aceita essa evidência da existência do Criador, está pronto para reconhecer a Sua grandeza e sabedoria e para escutar Sua Palavra.
Fonte: Boa Semente. 

5 de julho de 2018

Ninguém escapará da ressurreição.

Em um cemitério em Hannover na Alemanha, até alguns anos atrás, era possível ver um túmulo muito curioso. Tratava-se da sepultura de uma condessa que se jactava em não acreditar na ressurreição dos mortos. Entre suas últimas vontades tinha pedido que seu túmulo fosse recoberto com uma grossa placa de granito, sobre a qual se colocassem enormes blocos de pedra, unidos entre si por meio de fortes vergalhões de aço. Uma inscrição gravada dizia: “Proibido abrir esse túmulo, comprado como sepultura perpétua”. Mas uma semente de álamo trazida pelo vento, veio e caiu entre a borda e a placa do túmulo. Essa semente germinou, se transformou numa árvore que levantou a placa de granito, anulando assim a vontade da falecida. O túmulo estava aberto. Sejam quais forem os métodos empregados pelos homens para escaparem de Deus, Ele sempre terá a última palavra. No dia do juízo, os mortos sairão dos túmulos. Negar-se a crer nisso não impedirá que aconteça. Haverá uma ressurreição de juízo na qual serão condenados todos os que durante suas vidas, não aceitaram o Senhor Jesus Cristo como seu Salvador pessoal. Também haverá uma ressurreição de vida para aqueles que creram nEle (João 5:29). Hoje, entretanto, é o tempo para que você decida onde passará a eternidade depois da ressurreição. “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo” (Atos 16:31).
Fonte: Boa Semente.

4 de julho de 2018

Solta-te das cadeias.

Conta-se que certo ferreiro da Idade Média se orgulhava de fabricar grilhões que ninguém podia romper. Um dia, ele mesmo foi encarcerado e posto em grilhões, acusado de traição. Será que o hábil ferreiro conseguiria encontrar uma falha em seus grilhões? Que desespero. Estava preso pelos grilhões que ele mesmo havia fabricado.Tenhamos cuidado para não fabricarmos nossos próprios grilhões. O jovem que se lançou aos pés de Jesus estava cheio de bons sentimentos a tal ponto que “Jesus, olhando para ele, o amou”. Mas ele tinha deixado se prender por grilhões que não podia romper: o amor às riquezas (Marcos 10:17-22). Judas amava o dinheiro, e por algumas moedas entregou a Jesus, Seu Mestre (Mateus 26:15). Salomão, um homem dotado de grande sabedoria, deixou-se prender por outro grilhão: o amor de muitas mulheres, as quais desviaram seu coração para servir a seus deuses (1 Reis 11:1-8).Alguns “grilhões” são imediatamente muito pesados, como o álcool ou as drogas. Outras são como colares, que dão gosto em serem levadas: a ambição em todos os âmbitos, o ócio, a busca do conforto, etc. Outras são ligeiras, nos parecem fáceis de romper, mas quando dominam nossa vida, se não tivermos cuidado, podem tornar-se paixões que nos escravizam. Se temos deixado nos aprisionar por algum grilhão, clamemos ao Senhor Jesus, o único que pode libertar-nos.
Fonte: Boa Semente. 

3 de julho de 2018

Como ler a Bíblia?

Para todos é primordial ler a Bíblia. Mas, como tirar proveito de sua leitura? Se você não conhece a Bíblia, que é a própria Palavra de Deus, e deseja começar a lê-la, é normal que não entenda tudo na primeira leitura. É aconselhável começar com o Novo Testamento, a segunda parte da mesma. Peça a Deus que te ilumine por meio de Seu Espírito. Passe rapidamente os capítulos que te pareçam difíceis; voltarás a ler os mesmos depois e os compreenderás à luz do que você já entendeu até agora. Aprofunde-se nas passagens claras que não necessitam de explicação. Evite recusar o que não te parece lógico ou não está conforme o que te foi ensinado. Não ceda à tentação de inventar uma explicação. Desconfie das deduções apressadas que certas pessoas ou seitas te propõem, pretendendo que são as únicas admissíveis. Os que elaboram tais doutrinas manipulam aqui e ali algumas passagens bíblicas e as organizam segundo suas ideias. A Bíblia é uma unidade; as partes que compõem a mesma se completam entre si. Não busque na Bíblia uma confirmação daquilo que você sempre pensou, mas busque nela a Verdade. Se você for honesto em sua busca e deseja, sinceramente descobrir o que Deus quer te ensinar, não ficará desapontado. Do Gênesis ao Apocalipse, o grande tema da Bíblia é o Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus, Aquele a quem Deus anunciou de antemão e a quem apresenta como Salvador de todo ser humano.
Fonte: Boa Semente. 

2 de julho de 2018

O discípulo Pedro.

“Simão, filho de Jonas, amas-me”? Em três ocasiões o Senhor Jesus ressuscitado fez essa pergunta a Seu discípulo Pedro, como se fosse uma recordação de sua tripla negação. O Senhor havia dito aos Seus discípulos que eles o abandonariam no caminho que o conduziria para a cruz. Pedro havia declarado, confiadamente, que seguiria a seu Mestre até a morte; mas, na realidade, o negou três vezes. Na cruz, Jesus suportou o castigo que nossos pecados mereciam, inclusive as negações de Pedro. Aqui, havendo ressuscitado, se apresentou a alguns de seus discípulos, principalmente a Pedro. Escolheu esse momento ao final da refeição que havia preparado para Seus discípulos. Iniciou o diálogo que restabeleceria e aprofundaria a comunhão com Seus discípulos. “Simão, filho de Jonas, amas-me mais do que estes”? (v.15). Por três vezes a pergunta cheia de graça e de verdade sondou o coração de Pedro. “Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo” (v.17). O Senhor engrandeceu Sua graça para com Pedro: “a ti, que não merecias minha graça, te entrego o cuidado daqueles a quem amo. ‘apascenta meus cordeiros... pastoreia minhas ovelhas’. Ocupa-te em meu lugar de todos aqueles a quem amo, pequenos e grandes”. Se estamos conscientes de termos traído, de certa maneira, o amor de Cristo, o Senhor não quer que o peso de nossos pecados permaneça sobre nós. Ele se aproxima de nós, como o fez com Pedro. Confessemos nossa traição e recebamos Seu amor.

Fonte: Boa Semente. 

1 de julho de 2018

Jesus Cristo como nosso exemplo.

Agora, lhe faço esta pergunta: Existe algum coração que dirá, que não está satisfeito com o serviço de Cristo, que não se pode descansar em Sua obra? O quê?! O Filho de Deus inclinou-Se para te servir. Aquele que te fez, que te deu vida e fôlego e todas as outras coisas, Aquele a quem todos são responsáveis, Ele se curvou para tornar-Se servo. Não se trata de te pedir para fazer algo, ou pedir para que dê alguma coisa, porque — marque bem essas palavras presentes durante toda a história do Filho do Homem — elas são palavras, as quais você pode aplicar a si mesmo, como se você fosse o único objeto do serviço dEle no mundo: “o Filho do Homem veio para servir e dar”. Ele não veio para receber; Ele não veio para pedir, mas sim para servir. A mente legalista conclui que Deus é severo — que Ele exige algo — que Ele deseja serviço de uma forma ou de outra. Mas, lembre-se que o seu primeiro e grande serviço é crer em Jesus Cristo (João 6:29), e naquilo que Ele fez por você na cruz. Você se lembra da pergunta interessante feita pelo salmista: “Que darei eu ao Senhor por todos os benefícios que me tem feito”? Qual é a resposta? “Tomarei o cálice da salvação, e invocarei o nome do Senhor” (Salmo 116:12-13). Se você deseja se entregar, você precisa tomar “o cálice da salvação”. É um cálice cheio e transbordante. E à medida que você beber desse cálice, e as glórias da salvação se fazem visíveis à sua alma, rios de louvor vivo fluirão de teu coração agradecido. Em uma palavra, você precisa, acima de tudo, permitir que sua alma descanse no maravilhoso mistério do serviço de Cristo para você. E quanto mais você permanecer sobre esse serviço, mais você estará disposto, verdadeiramente, a servi-Lo.
Fonte: Boa Semente. 

30 de junho de 2018

A vereda dos justos.

Jó tenta estabelecer a própria justiça em nada menos que seis capítulos. Isso é demais e, ao mesmo tempo, de menos! Se o livro tivesse mais de cem capítulos, ainda não seriam suficientes, pois nada que procede do homem tem algum peso na balança da justiça divina. Além disso, tal justificação já foi realizada de maneira totalmente independente dos esforços humanos. Podemos perceber que a autojustificação leva Jó a implicitamente acusar Deus de ser injusto por atacá-lo sem motivo (40:8). Também Jó se permite reprovar abertamente o Todo-Poderoso por privá-lo de seus direitos e atormentar-lhe sem razão (v. 2). Essa atitude demonstra orgulho. “À minha justiça me apegarei e não a largarei; não me reprova a minha consciência” (v. 6). Mas que resposta a Palavra de Deus tem a dar sobre isso? “Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós” (1 João 1:8). Porém, mesmo que nosso coração não nos condene, isso não é prova de que estamos sem pecado. Deus é infinitamente mais sensível ao mal que nossa consciência (1 Coríntios 4:4). Na escuridão, nossas roupas parecem limpas, mas à plena luz (de Deus) a mínima mancha se torna visível (Provérbios 4:18).
Fonte: Boa Semente. 

27 de junho de 2018

Deus não me abandonou.

“Pouco tempo depois regressei a uma dessas reuniões. Depois de ter falado do Evangelho, os que pregavam convidaram a todos que não eram verdadeiramente crentes, a dar um passo pessoal para aceitar ao Senhor Jesus. Eu aceitei o convite naquele dia, pedindo a Deus que mudasse minha vida. Nas semanas seguintes, ‘devorava’ a Palavra de Deus, a Bíblia, de manhã, ao meio dia, pela tarde e qualquer hora livre que tinha. Mediante a leitura da Bíblia e com a ajuda de Edson, as coisas começaram a mudar em todos os âmbitos da minha vida. O Senhor me libertou, especialmente, dos grilhões do álcool. Logo, aos 17 anos, entrei para o time profissional do meu clube, o XV de Jaú. Em 1994 fui enviado para o São Paulo F.C., uma das maiores equipes do Brasil. Meu sonho se tornara realidade para mim e minha família. Para viver em uma metrópole tão grande como São Paulo foi muito difícil. No aspecto material, já era titular da equipe júnior do São Paulo e tudo ia bem. Entretanto, acabei me esquecendo que era Deus quem tinha me colocado ali, e durante alguns meses não retornei para as reuniões cristãs. Voltei a fazer as coisas que fazia antes de ser crente e recaí no alcoolismo. Mas Deus não me abandonou durante esse período; pelo contrário, Ele me falava cada vez que me desviava e me afastava dEle, o único que havia mudado minha vida”.
Fonte: Boa Semente. 

24 de junho de 2018

Filiação Eterna de Cristo.

O Senhor é chamado de “O Filho de Deus” em vários aspectos. Ele é chamado de Filho de Deus como nascido de uma virgem (Lucas 1:35). Ele também é Filho de Deus por decreto divino (Salmo 2:7). Isso é verdade e permanece verdade mesmo quando revelações adicionais são feitas acerca de Sua filiação divina. Ele é o Filho e ainda assim obteve o nome de Filho (Hebreus 1:1-5). Mateus e Marcos mencionam Sua filiação no Seu batismo. Lucas aponta para o Seu nascimento, mas João vai mais além, até a própria eternidade, e declara Sua filiação no “seio do Pai”. Existem entendimentos variados, medidas diferentes de fé relativas à Sua pessoa, por parte daqueles que clamam por Ele. Mas tudo isso não afeta, de nenhuma maneira, aquilo que ouvimos acerca dEle, que Ele é o Filho “no seio do Pai”, ou que Ele era “a vida eterna que estava com o Pai e foi manifestado”. Nós não devemos tocar nesse precioso mistério. Nós devemos temer diminuir a luz do amor na qual nossas almas são convidadas a caminhar. E — algo que é um pensamento mais profundo e tenro — nós devemos temer aceitar qualquer confissão de fé (ou, de descrença) que venha defraudar o seio divino de suas alegrias inexprimíveis e eternas; isso seria equivalente a dizer para o nosso Senhor que Ele não conhece a alegria do Pai naquele seio; e que diria para nosso Deus, que Ele não conhece a alegria do Filho naquele seio, desde a eternidade. Uma vez, alguém me perguntou: “o Pai não tinha um seio até o menino Jesus nascer”? Eu tenho certeza que Ele já tinha desde a eternidade. Seu seio foi um lar eterno desfrutado pelo Filho no lugar secreto de amor inexplicável, o qual está além de toda a glória; pois a glória pode ser revelada — mas isso não pode. Nós não podemos negar esses fatos, independentemente de exercitarmos ou não tais pensamentos.
Fonte: Boa Semente. 

22 de junho de 2018

Morreu por mim.

Na França, durante a Revolução Francesa (1793-1794) e o Regime de Terror, um jovem chamado Thibaut foi preso, julgado e condenado. Estava no calabouço esperando ser chamado para ir até a guilhotina. Graças a um favor inesperado, seu velho pai obteve permissão para vê-lo. Ele falou a seu filho que estava sobrecarregado e desesperado. No meio do tumulto do cárcere, o pai conseguiu ficar na cela de seu filho sem que os guardas notassem. Durante a madrugada chamaram: “Thibaut”. O pai se levantou e respondeu: “Presente”. Ordenaram-lhe subir na carroça e, alguns instantes depois sua cabeça rolou decepada. Quando o jovem acordou, estava sozinho em sua cela e viu a porta aberta. Então saiu e se apresentou diante do oficial, onde lhe disseram: “Você é Thibaut? Isso é impossível! Thibaut acaba de ser executado. Vai embora, a justiça não te conhece.” Então o jovem compreendeu e pôde medir o amor daquele que havia morrido em seu lugar. Você sabia que nossa história se parece muito com a de Thibaut? Não sabemos se ele merecia ser condenado, mas você e eu merecemos a condenação eterna, pois somos pecadores. Cristo desceu do céu para salvar-nos e se apresentou diante de Deus para receber o castigo em nosso lugar. Ele morreu por nós. Cada ser humano deve medir a grandeza de Seu amor e aceitar tal oferta.
Fonte: Boa Semente. 

21 de junho de 2018

Nascer de novo.

No texto bíblico citado acima, temos uma declaração surpreendente do Senhor Jesus. Assim, se dissermos que somos cristãos, devemos aceitar seu ensinamento. Não posso ver o reino de Deus nem entrar no mesmo sem ter nascido de novo. Essa verdade capital nem sempre é compreendida, até mesmo por alguns que frequentam as reuniões e, honestamente, desejam conhecer a Deus. Primeiramente devemos compreender e admitir que a natureza humana é considerada por Deus como condenada, devido ao mal que se encontra nela. Portanto, não há nada nela que possa satisfazer a Deus. É possível realizar muitas práticas chamadas “cristãs”, sem jamais satisfazer as exigências de Deus ou obter a salvação. Alguém pode frequentar regularmente as reuniões cristãs, conhecer a Bíblia, ser amável com o próximo, e ainda assim não ser salvo e não entrar no reino de Deus. Ainda que isso possa surpreender a alguns, não existe nenhuma possibilidade de converter-se num cristão, exceto por meio da intervenção de Deus. Mas se reconheço minha falta de verdadeira comunhão com Deus e minha incapacidade de obtê-la, uma única olhada com fé para Ele, para a salvação que oferece em Jesus, será suficiente para implantar em mim essa nova vida, por meio do poder de Seu Espírito. Deus oferece Sua graça por meio da obra de Jesus na cruz. O dever do homem é apenas aceitá-la, e dizer a Deus: “creio em Teu Filho, que morreu por mim como único meio para ser salvo”.
Fonte: Boa Semente.

19 de junho de 2018

Martinho Lutero (Parte 02).

Lendo a Bíblia Martinho Lutero descobriu, com espanto, a grandeza de Deus, Sua absoluta santidade e a incapacidade de todo homem para satisfazer as exigências da justiça divina, justiça que Lutero entendia apenas como um juízo necessário com o homem pecador. Lutero escreveu: “Por último Deus se compadeceu de mim. Começava a compreender (lendo o versículo de hoje) que ‘a justiça de Deus’ significa: a justiça que Deus dá e pela qual o justo (aquele que a recebe) vive pela fé. De repente senti que renascia e tive a impressão de entrar por umas portas abertas de par em par que davam no próprio Paraíso”. Essa justiça que recebemos gratuitamente e com a qual Deus nos reveste, foi adquirida por Jesus para nós na cruz do Calvário, onde suportou o juízo por nossos pecados como nosso Substituto. Lutero também compreendeu que sendo justificado e, portanto, salvo, as obras são uma consequência da salvação e não um meio para alcançá-la. Foi Lutero que voltou a descobrir no século XVI o sentido da justiça divina, assim como o caráter gratuito da salvação pela fé, bases do verdadeiro cristianismo. Encontrou essas importantes verdades na própria Bíblia, a Palavra de Deus. Defensor da autoridade soberana das Santas Escrituras, Lutero proclamaria: “Apenas as Escrituras”.
Fonte: Boa Semente. 

18 de junho de 2018

Martinho Lutero.

Martinho Lutero nasceu em 10 de novembro de 1483, numa pequena cidade da Alemanha, no seio duma família modesta. Sua juventude foi marcada por dois acontecimentos: quando tinha 19 anos, enquanto caminhava por um local onde ataques de bandidos eram frequentes, feriu-se gravemente com sua própria espada. A hemorragia foi detida a tempo, mas ele reconheceu que havia escapado da morte por um fio e que tudo o que o rodeava era vaidade. Em 1505 pela segunda vez esteve a um passo da morte devido a uma forte tempestade. Então Lutero buscou a paz unindo-se aos monges agostinianos, por um período de dez anos, o que lhe permitiu ler a Bíblia. Compreendeu que Deus é o Criador do Universo, uma Pessoa viva com a qual teria que encontrar-se algum dia e esse pensamento o assustava. Além disso, tomou consciência da absoluta santidade de Deus. Diante de semelhante nível de exigência, Lutero se perguntou como Deus poderia satisfazer-Se com algo que o homem Lhe desse. Quantas boas obras teria que fazer para poder esperar que um dia Deus o recebesse? Com muita dor descobriu que era impossível atravessar a distância infinita que separa o homem pecador do Deus santo. Quando Lutero se deu conta de que jamais poderia satisfazer totalmente a justiça de Deus, o desespero o alcançou de novo. Mais tarde, relatando essa etapa de sua vida, disse: “Nessa época eu era o homem mais miserável da terra”.
Fonte: Boa Semente.