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21 de setembro de 2017

Em Cristo nos lugares celestiais.

Deus... nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus [Efésios 2.4, 6]

Nessas maravilhosas palavras, “nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus”, nós temos a verdadeira posição presente de cada alma que tem crido no Senhor Jesus; e quando nós dizemos verdadeira posição, é para nos proteger do pensamento que se trata apenas de uma experiência ou realização. Não é esse o caso, trata-se de um fato: isso é verdadeiro para o mais jovem crente no Senhor Jesus como também para o mais velho. Quanto ao nosso andar prático nessa imensa verdade, esse fato fará a diferença. Existe algo grande na forma como o Espírito Santo apresenta essa verdade nesse capítulo. Ele nos dá, primeiro, a história do judeu ou gentio como “mortos em ofensas e pecados”. Que quadro terrível! “Mas”, oh!, essa palavra , mas (v.4), ela é a borda de prata da nuvem. E note a forma como Deus entra nesse ambiente de trevas — na riqueza de Sua graça, na riqueza de Seu amor, na riqueza de Sua misericórdia — Ele nos amou quando estávamos mortos em pecados, “e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus”. Graça maravilhosa! E é aqui que Deus começa com toda alma. “Lugares celestiais” não são o alvo do cristão, mas o ponto de partida, não é a posição pela qual eu espero, mas o local para o qual estou sendo agora levado. O grande objetivo de Satanás é impedir que o santo tenha conhecimento de sua posição e lugar diante de Deus. Pois, o desejo de Satanás é arrastar o santo para o nível de um mero homem terrestre, cercado pelas dificuldades do deserto. É verdade, nós estamos no deserto, mas eu não estou ocupado com isso. Eu sou um homem celestial apesar de estar na terra, e como o selo deixa sua impressão na cera, assim também essa grande e preciosa realidade estampa todos os meus atos, meu próprio caminho e todos os pensamentos.

Fonte: Boa Semente. 

20 de setembro de 2017

A segunda denúncia de Temer.

Foto: Folha. 
Job. Nascimento

Existem algumas falas que se utiliza a estratégia retórica de fazer afirmações no início das frases e no final delas coloca-se uma dúvida para soar imparcial. Entretanto, o que fixa na mente do ouvinte não é a dúvida do final da frase, mas a afirmação ou relato do início da frase. Geralmente, alguns fazem isso da seguinte maneira: inicialmente fala-se, de forma afirmativa ou em relatório, o que a massa quer ouvir. E, posteriormente, caso haja pessoas críticas na platéia que pensem diferente pra elas cabe a dúvida no final da frase. Assim foi o voto do Ministro Barroso no julgamento dessa tarde sobre a segunda denúncia de Temer se deve ir pra Câmara ou ser obstaculizada. Não por acaso, anotem, nas próximas horas, o voto mais veiculado pelas mídias será o do referido ministro.

18 de setembro de 2017

A filha de Jairo.

Não temas; crê somente [Lucas 8.50].

O Senhor Jesus confortou Jairo, o chefe da sinagoga, quando esse recebeu a notícia que sua única filha havia acabado de falecer. Quando Jairo veio ao Senhor, procurando Sua ajuda, sua filha ainda estava viva. Agora tudo parecia perdido. Quando uma pessoa coloca uma questão nas mãos do Senhor, a mesma não poderia estar em melhores mãos. O Senhor é fiel; Ele tem apenas nosso bem em mente. Foi isso que Jairo experimentou. É possível que alguém confiou a salvação de sua alma e seu destino eterno ao Senhor Jesus e depende dEle, mas não tem certeza da salvação. As palavras acima do Senhor Jesus também se aplicam a essa pessoa: “não temas; crê somente”. Nós gostaríamos de lembrar aos leitores duas outras palavras do Filho de Deus que nos facultam segurança e paz. “Está consumado!” e “Está escrito!” (João 19.30; Lucas 4.4). A primeira dessas frases nos dá segurança em vista do julgamento futuro, pois “Cristo morreu por nossos pecados” (I Coríntios 15.3). A redenção foi de fato alcançada; o Filho de Deus “morreu a seu tempo pelos ímpios” (Romanos 5.6). Além disso, as Escrituras afirmam: “Quem crê nele não é condenado” (João 3.18). A segunda afirmação traz segurança aos nossos corações. Ela nos mostra como o Próprio Senhor Jesus confiou na Palavra de Deus e Suas promessas. Sua palavra é verdade; assim podemos confiar nela também. Ninguém que descansa na Palavra de Deus será jamais desapontado. De fato, aquele que tem sua salvação eterna alicerçada em Cristo e Sua Palavra encontra-se num terreno absolutamente seguro. Não temas; crê somente.

Fonte: Boa Semente.

17 de setembro de 2017

O Santo e os santificados.

Porque convinha que aquele, para quem são todas as coisas, e mediante quem tudo existe, trazendo muitos filhos à glória, consagrasse pelas aflições o Príncipe da salvação deles. Porque, assim o que santifica, como os que são santificados, são todos de um; por cuja causa não se envergonha de lhes chamar irmãos, dizendo: Anunciarei o teu nome a meus irmãos, cantar-te-ei louvores no meio da congregação [Hebreus 2.10-12].

Esta citação do Salmo 22.22 feita pelo Senhor Jesus é maravilhosamente vinculada com Sua mensagem a Maria Madalena: “Vai para meus irmãos, e dize-lhes que eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus” (João 20.17). Ele não diz “Nosso Pai”, pois permanece uma distinção infinita entre o Mestre e os que são Seus irmãos pela graça. Entretanto, existe uma unidade estabelecida e preciosa. É o próprio Cristo, principalmente, que canta louvores a Deus sobre o prazer vibrante e feliz da redenção alcançada; mas é o privilégio sagrado de Seus redimidos se unirem a Ele em seu cântico triunfal. O próprio Senhor está no meio da assembleia, não apenas para nos abençoar, mas para a glória de Deus. Essa atribuição feliz de louvor a Deus é a razão principal para o ajuntamento da assembleia. Que possamos nos guardar contra sua degeneração em qualquer coisa menor. De fato, esse espírito de louvor deve ser evidente quando nos reunimos para orar e buscar a benção de Deus, ou para ministrar a Palavra de Deus para Seus santos. Mas a lembrança do Senhor Jesus no partir do pão, a expressão central da comunhão no corpo de Cristo, tem a intenção exclusiva de produzir louvor, agradecimento e adoração a nosso Deus e Pai por meio de Jesus Cristo nosso Senhor. A verdadeira lembrança de Cristo, com o sentimento de Sua presença em nosso meio irá, certamente, alcançar esse resultado.

Fonte: Boa Semente. 

16 de setembro de 2017

Meditações sobre o livro de Neemias.

A cerimônia de consagração do muro, que começa no v. 27, acontece em meio a transbordante alegria. Dois grupos de cantores acompanhados por trombetas caminhavam pelo muro, cada qual de um lado. Um grupo era liderado por Esdras, o outro tinha Neemias na retaguarda. Ambas as equipes se encontraram próximo ao templo, após terem rodeado metade da cidade. Elas cumpriram a bela palavra do Salmo 48: “Percorrei a Sião, rodeai-a toda, contai-lhe as torres; notai bem os seus baluartes...” (vv. 12-13). Quando os dois corais chegaram à casa de Deus, uniram suas vozes; “grandes sacrifícios” foram oferecidos, e houve imensa alegria. O versículo 43 nos ensina três coisas acerca de tal regozijo. Primeiro, a origem desse sentimento era o próprio Deus: “Deus os alegrara com grande alegria”.  Segundo, todos compartilharam desse sentimento, inclusive as crianças. Por fim, o júbilo “se ouviu até de longe”. Será que o mundo ao nosso redor pode testemunhar que somos um povo feliz?

Fonte: Boa Semente. 

15 de setembro de 2017

Não escaparão.

Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição... E de modo nenhum escaparão [I Tessalonicenses 5.3].

No dia 19 de julho de 1992, o juiz Paolo Borsellino, o “maior perseguidor da máfia de Palermo” e seus seguranças foram assassinados. Esse crime odioso foi, de fato, condenado nos termos mais severos, mas a população ficou chocada ao ver a impotência geral das autoridades diante de tais atos que envolvem até mesmo pessoas responsáveis pela justiça e segurança. Tal impotência diante do mal, da violência e terror mostra o perigoso abismo que existe na sociedade, que um dia será preenchido por um “homem forte”, quer nós queiramos ou não. A Bíblia, de fato, nos fala de tal homem forte no futuro. Quando ele aparecer, o clamor soará em todos os lugares: “Paz e segurança!” Mas tudo isso será apenas uma aparência de paz, pois virá separada de Deus, e forçada por meio de um homem, que se levantará como uma “besta” do mar das nações. Leia acerca disso no livro do Apocalipse, na Bíblia, capítulo 13! Mas então, “uma súbita destruição” virá sobre as pessoas, e como nosso texto de hoje diz: “de modo nenhum escaparão”. Essa será a resposta de Deus ao “homem forte”. Mas graças a Deus, nós podemos escapar desse julgamento! Hoje, Deus oferece a todos Sua graça. Ele nos convida a voltarmos para Ele, para confessarmos toda culpa de nossas vidas e crermos no Salvador, Seu Filho, o Senhor Jesus. Todos os que fazem assim alcançam perdão e paz para suas almas e então, estão protegidos do julgamento de Deus que virá sobre o mundo.

Fonte: Boa Semente. 

14 de setembro de 2017

O que é arrependimento?

Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados. Deus... Ordena agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam [Atos 3.19; 17.30].

O arrependimento não é apenas um sentimento de medo. Incontáveis pessoas clamam a Deus em situações desesperadoras. Mas quando a dificuldade passa e elas não têm mais medo, continuam vivendo do mesmo modo ímpio de antes. O arrependimento também não é uma consciência culpada. Judas Iscariotes, que traiu o Senhor Jesus, tinha uma consciência assim, que o levou ao suicídio. Isso certamente não era arrependimento. O arrependimento também não é a convicção da pecaminosidade de uma pessoa. Existem pessoas que têm uma convicção tão profunda de seus pecados, que não conseguem sequer dormir ou comer. Ainda assim, elas não se voltam para Deus em arrependimento. O arrependimento não está limitado à oração. É possível clamar ao Senhor sem uma mudança de coração. O arrependimento não é abandonar certos pecados. Abrir mão de certos maus hábitos, como beber, por meio de uma forte resolução, isso não irá salvar ninguém pela eternidade. Então o que é o arrependimento? O arrependimento é uma profunda mudança de atitude. Nós reconhecemos que nosso passado foi marcado por uma atitude errada com Deus. Agora enxergamos o direito que Deus tem sobre nossas vidas e que a medida de Seu julgamento é justa e boa. Enxergando as coisas por essa luz, nos sentimos tristes acerca das coisas que praticamos e confessamos as mesmas como pecaminosas diante de Deus. Junto com isso temos o fato que nos voltamos de nossos caminhos egoístas para Deus. Arrependimento e conversão andam juntos.

Fonte: Boa Semente. 

13 de setembro de 2017

A rejeição de Saul.

Foto: Doses Proféticas. 
Veio, pois, Samuel a Saul; e Saul lhe disse: Bendito sejas tu do Senhor; cumpri a palavra do Senhor... [Disse Samuel] Por que, pois, não destes ouvidos à voz do Senhor?... Porquanto tu rejeitaste a palavra do Senhor, ele também te rejeitou a ti, para que não sejas rei [I Samuel 15.13,19,23].

Isso é mesmo surpreendente. Duas visões opostas do mesmo incidente. Para Saul a obediência parcial era boa o suficiente! Ele chama isso de cumprir a palavra do Senhor. Ele até se orgulha disso. Por outro lado, para Samuel tratava-se de rebelião. Ele coloca o ato de Saul no mesmo nível de feitiçaria e idolatria, pois é desse modo como Deus vê o que Saul fez. Samuel e Saul morreram há  muito tempo. Mas a lição ainda é de grande importância para nós: obediência parcial é desobediência e rebelião. Portanto, examinemos a nós mesmos, não por padrões humanos que são sempre defeituosos, mas pela Palavra de Deus. Tome como exemplo a questão de perdoar aqueles que nos fazem mal. Nós perdoamos por completo ou apenas parcialmente? A Palavra de Deus nos instrui a perdoar uns aos outros, do mesmo modo como Deus também nos perdoou em Cristo (Efésios 4.32). Ananias e Safira servem como uma advertência solene. Eles venderam uma propriedade e trouxeram parte do preço alegando que era todo o valor. Se eles tivessem dito que haviam guardado parte para si mesmos, não haveria nenhum problema. Deus deseja que sejamos absolutamente verdadeiros, pois Ele se agrada com “a verdade no íntimo” (Salmos 51.6). Seus olhos são tão puros que Ele não pode ver o mal (Habacuque 1.13), “E não há criatura alguma encoberta diante dele; antes todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele com quem temos de tratar” (Hebreus 4.13). Vamos nos lembrar que uma vez éramos “filhos da desobediência”, mas agora devemos ouvir a exortação contida em IPedro 1.14-16: “como filhos obedientes, não vos conformando com as concupiscências que antes havia em vossa ignorância; mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver; porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo”. “Obedecer é melhor do que o sacrificar”.

Fonte: Boa Semente. 

12 de setembro de 2017

Revelações.

Passarei às visões e revelações do Senhor II Coríntios 12.1

O apóstolo Paulo recebeu muitas revelações do Senhor, quatro das quais comunicou a nós; elas são o coração da fé cristã. 1. A Mensagem do Evangelho (Gálatas 1.11-12) — Paulo não recebeu o evangelho por meio de homem, mas sim por “pela revelação de Jesus Cristo”. Seu evangelho era o mesmo que dos outros apóstolos (ver Gálatas 2.2), todavia ele não o recebeu deles, mas do Cristo na glória. Paulo se refere a ele como o “evangelho da glória de Cristo” (II Coríntios 4.4), era essa glória que caracterizava profundamente seu ministério. 2. O Mistério da Igreja (Efésios 3.3— A “revelação do mistério” foi concedida a Paulo, o qual “noutros séculos” não era conhecido dos homens (v.5). Foi revelado a ele que a igreja é o corpo de Cristo (Efésios 1.22-23). Na sua conversão o Senhor Jesus tinha dito a ele: “Saulo, Saulo, por que me persegues?” (Atos 9:4). Isso indicava que ao perseguir os crentes, ele estava, de fato, perseguindo os membros do corpo de Cristo sobre a terra! 3. O Memorial da Ceia (I Coríntios 11.23) — O Senhor Jesus tinha dito aos Seus discípulos para fazerem isso em “memória de mim” (Lucas 22.19-20). Se tivéssemos apenas as narrativas dos Evangelhos, nós certamente pensaríamos que tal Ceia estava restrita apenas aos discípulos. Mas Paulo escreve que havia recebido pessoalmente do Senhor Jesus que a Ceia deve ser observada “até que (Ele) venha” (v.26). 4. O Encontro com o Senhor nos Ares (I Tessalonicenses 4.15) — O apóstolo escreveu que os crentes irão retornar com Cristo na Sua segunda vinda (I Tessalonicenses 3.13). Mas como isso seria possível para aqueles que já estavam mortos? Sua resposta foi que haveria um “arrebatamento” dos santos vivos e mortos. Ele explicou isso a nós por meio “da Palavra do Senhor”. Ao dizer isso ele não estava se referindo a nenhuma passagem específica de uma profecia do Antigo Testamento, mas a uma palavra especial dada a ele.

Fonte: Boa Semente. 

11 de setembro de 2017

Batalha Espiritual.

Orando em todo tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos [Efésios 6.18]

Tendo falado aos santos de suas bênçãos e privilégios, o apóstolo encerra essa epístola advertindo-os dos perigos que precisam enfrentar e mostrando-lhes o caminho da vitória. O perigo é que eles estão lutando contras às hostes espirituais da maldade. Três coisas são exigidas para a vitória: 1. Fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder; 2. Vestir toda a armadura de Deus que consiste do cinturão da verdade, couraça da justiça prática, os pés prontos para proclamar o evangelho da paz por todo lugar, o escudo da fé para apagar os dardos inflamados de Satanás tendo a certeza da nossa salvação e a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus. Em resumo: é a Palavra de Deus à qual nos apegamos, obedecemos, espalhamos e cremos em nossos corações, que nos assegura a nossa salvação e é espiritualmente usada para a vitória; 3. Uma comunicação imediata com o Capitão da nossa salvação — oração. O versículo acima nos ensina várias coisas acerca da oração. 3ª. Em todo o tempo: orar sempre e nunca desfalecer (Lucas 18.1), orar sem cessar (I Tessalonicenses 5.17). 3b. Toda oração e súplica no Espírito. Orar com um verdadeiro sentido de necessidade, de urgência e de consciência da seriedade da questão levantada pelo Espírito. 3c. Por todos os santos. Não apenas por um determinado grupo. Por quê? Porque existe uma Igreja, o Corpo de Cristo. A derrota de um grupo afeta outros, e a vitória de outro é uma bênção para todo o corpo. Paulo nos ensina, claramente, a orar por todos os santos. Que o Senhor nos fortaleça com a força do Seu poder. Que possamos colocar toda a armadura de Deus e orar sem cessar para que possamos glorificá-Lo em nossas vidas.

Fonte: Boa Semente. 

10 de setembro de 2017

Jesus Cristo: Nosso Sumo Sacerdote e Advogado.

Temos um grande sumo sacerdote. Temos um Advogado [Hebreus 4.14; 1 João 2.1]

Vamos olhar para a verdade de Seu sacerdócio, e para a outra forma de intercessão da qual as Escrituras falam — Advogado. O sacerdote é o intercessor para as fraquezas; pois se você olhar para a Epístola aos Hebreus, a mesma nega que como sacerdote Ele tenha qualquer relação com o pecado. Ele está agora “separado dos pecadores”. Sua obra de expiação tinha a ver com o pecado, e a eficácia de Seu trabalho é tão completa, que nós somos aperfeiçoados por aquele sangue precioso que foi derramado na presença de Deus a nosso favor. Assim, o sacerdote não tem nada a ver com o pecado. Seu relacionamento é com aqueles que estão aqui embaixo no deserto desse mundo, e que são objetos necessitados de Seu cuidado. Ele é sacerdote para as nossas fraquezas — não pecaminosas, mas fraquezas humanas, num lugar de constante provação e expostos aos perigos do pecado, pela carne em nós. “Visto que temos um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou nos céus... Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno” (Hebreus 4.14,16). Por outro lado, “E, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o Justo” (I João 2.1). Note o caráter aqui: “Jesus Cristo o” — quê? Aquele que nos ama? Isso está implícito no próprio fato que Ele é nosso Advogado, nosso Intercessor. Jesus Cristo é o Justo. As pessoas algumas vezes perguntam: Por que precisamos de intercessão? Isso não implica uma obra imperfeita? Ou será que Deus o Pai não está a nosso favor do mesmo modo como Deus o Filho? Longe de nós tais pensamentos. Então qual é a implicação disso? “Filho sobre a casa de Deus”: o povo de Deus está colocado sob Sua direção, uma vez que Ele proporcionou expiação para eles sobre a cruz. Ele pode produzir com poder vivo a completa salvação deles agora como o Senhor ressuscitado dentre os mortos.

Fonte: Boa Semente. 

7 de setembro de 2017

José e seus irmãos.

Foto: TV Show. 
José não se podia conter diante de todos os que estavam com ele; e clamou: Fazei sair daqui a todo o homem; e ninguém ficou com ele, quando José se deu a conhecer a seus irmãos [Gênesis 45.1].

Até aqui José agiu como um estranho para com seus irmãos, porque a obra da consciência precisava ser feita e o arrependimento produzido. Mas quando a obra do amor surtiu efeito, ele não pode mais impedir de se revelar a eles. Tendo exposto a culpa de seus corações, ele precisa tornar conhecido o amor de seu coração. Uma vez que seus irmãos descobriram a maldade em seus corações — José irá revelar a graça ainda maior de seu coração, que, conhecendo todo o mal que tinham feito, pode elevar-se acima do mesmo e perdoar livre e plenamente. José precisa “se dar a conhecer”. Nada menos que isso satisfará seu coração ou trará paz ao coração de seus irmãos. O reconhecimento do mal em nossos corações por mais necessário, nunca irá produzir paz para nossas almas. Nós podemos lamentar o passado e nos desgastar com os nossos pecados, mas nenhuma descoberta do mal em nossos corações, ou arrependimento, mesmo real, nenhuma tristeza pelo pecado, mesmo sincera, irá produzir conforto para a alma. Foi para trazer descanso e paz que o Senhor Jesus Se revelou. Então nós descobrimos com grande alegria que ainda que Ele tenha pleno conhecimento de todos os nossos pecados não existe mais nada senão amor em Seu coração por nós. Então podemos descansar, mas descansamos naquilo que Ele é e não em qualquer coisa que encontramos em nós mesmos. Para fazermos tais descobertas do Seu coração nós precisamos estar a sós com Ele. Assim também foi com José quando diz: “Fazei sair daqui a todo o homem”. Momento maravilhoso na história de nossas almas quando sozinhos com o Senhor, conscientes de nossa pecaminosidade, descobrimos que Ele nos conhece por completo, e mesmo diante disso, nos ama.

Fonte: Boa Semente.

6 de setembro de 2017

A escolha de Ló.

Ló escolheu para si toda a campina do Jordão. Porque este justo, (Ló) habitando entre eles, (os habitantes de Sodoma) afligia todos os dias a sua alma justa, vendo e ouvindo sobre as suas obras injustas [Gênesis 13.11; 2 Pedro 2.8].

Ló, sobrinho de Abraão, era um crente. Mas sua vida foi estragada em boa parte pelas escolhas erradas que fez. Ele escolheu toda a planície do Jordão para si mesmo. Era uma planície bela e fértil, mas fronteira com Sodoma, cujos habitantes estavam imersos em imoralidade. Um passo errado geralmente conduz a outro, e assim, pouco a pouco Ló se estabeleceu em Sodoma. Primeiro, ele apenas foi na direção, depois se mudou para lá. Finalmente nós o encontramos sentado à porta de Sodoma onde os cidadãos mais importantes costumavam se reunir. Isso parece indicar que ele adquiriu certa notoriedade na cidade. As práticas más da cidade o incomodavam, mas permaneceu ali. Quando os anjos lhe disseram para partir da cidade porque estava para ser destruída, Ló não conseguia tomar uma decisão. Era tão difícil para ele separar-se de Sodoma, como foi fácil resolver ir para lá. O todo da nossa vida está pontuado por escolhas, especialmente em nossa juventude. Como tais escolhas podem ser benéficas? Agindo em fé, como fez Moisés (cf. Hebreus 11.24- 27), confiantes que Deus nos ama e quer nosso bem-estar. Vamos aprender a reconhecer Sua vontade por meio da leitura e da meditação da Bíblia. Vamos perguntar, pela oração, o que o Salvador tem preparado para nós. Estejamos prontos para renunciar as nossas próprias ideias e dispostos a fazer o que o Salvador nos revela. E se nós fizermos uma escolha errada, que reconheçamos o erro diante de Deus e o confessemos, para que a alegria da salvação nos seja restituída.

Fonte: Boa Semente. 

5 de setembro de 2017

O chamado do evangelho.

Texto: Mateus 5.3.
Introdução: Não é para surpreender que essa seja a primeira bem-aventurança, porquanto, é evidente que ela serve de chave para a compreensão de tudo quanto vem em seguida. Nosso Senhor não as colocou em suas respectivas posições por mero acaso, acidentalmente; antes, há nelas aquilo a que poderíamos denominar de sequência lógica espiritual. Necessariamente, essa é a primeira das bem-aventuranças devido à excelente razão que ninguém pode entrar no reino de Deus a menos que seja possuidor da qualidade nela expressa. No reino de Deus não existe sequer um participante que não seja “humilde de espírito”. Essa é a característica fundamental do crente, do cidadão do reino dos céus; e todas as demais características são, em certo sentido, resultantes dessa primeira qualidade.

I.  Bem-aventurado os humildes de espírito: Essa bem-aventurança indica um esvaziamento, ao passo que as demais apontam para uma plenitude. Não poderemos ser cheios enquanto não formos primeiramente esvaziados. Da mema forma que o Salmo 1 é uma introdução ao cântico de Israel, mostrando que para louvar ao Senhor é preciso caminhar num caminho reto, essa bem-aventurança é a introdução das demais, pois é preciso ser humilde de espírito para alcançar os céus.
            O Evangelho sempre exibe essas duas facetas: há o derribamento e há também a edificação. Isso se torna claro nas palavras de Simeão em Lucas 2.34: “eis que este é posto para queda e elevação de muitos”. O sermão do monte de certa forma estava dizendo: eis o monte que você precisa escalar, o elevado nível até onde você deve subir; e a primeira coisa que você precisa entender, ao contemplar esse monte que lhe compete subir, é que você não pode fazer tal coisa sozinho, é que você, por si mesmo, é totalmente incapaz da façanha, e que qualquer tentativa nessa direção tão-somente serve de prova inequívoca de que você ainda não compreendeu o espírito desse sermão.
            Nas palavras de Mattew Henry, humildes de espírito são: “humildes e pequenos segundo seus próprios critérios. Enxergam a sua necessidade, condoem-se por sua culpa e têm sede de um Redentor. O reino da graça é dos tais; o reino da glória é para eles”.

II. Esvaziando-se para ser cheio: “Os bem-aventurados” significam mais do que um estado emocional representado pela palavra “feliz”. Inclui bem-estar espiritual, tendo a aprovação de Deus e, assim, um destino feliz (Salmos 1). Os humildes de espírito são os que têm maior necessidade espiritual estão mais aptos para perceber essa necessidade de depender só de Deus e não da sua própria bondade.
            Em contraposição com os espiritualmente orgulhosos e auto-suficientes, o reino dos céus é dos humildes de espírito. O reino não é algo merecido por serviços prestados. É mais uma dádiva que uma recompensa. O humilde de espírito não é aquele que se autodeprecia, porque aprendemos de Cristo o valor da personalidade: “amados, agora somos filhos de Deus” (I João 3.2). Tampouco serve de exemplo aquela pobreza de coragem demonstrada pelos dez espias (Números 13.26-33); ou a do homem que escondeu os talentos (Mateus 25.24-30).
            Ser humilde de espírito é ter modesta estimativa de si mesmo – seu caráter e realizações – com base no reconhecimento dos próprios pecados, necessidades e fraquezas. Pessoas humildes são pessoas felizes. Mas tristes são os orgulhosos de espírito. Um homem orgulhoso, em sua auto-estima, é como um porco espinho enrolado na direção errada, a torturar-se com os próprios espinhos.

3. O alvo da fé: ser humilde de espírito é contemplar ao Senhor Jesus Cristo, vendo-O conforme Ele é descrito nos evangelhos. Quanto mais assim fizermos, tanto mais compreenderemos a reação dos apóstolos, que ao contemplar a Jesus e qualquer coisa que Ele acabara de realizar exclamavam: “aumenta-nos a fé” (Lucas 17.5). Perceberam que a sua fé era insignificante. O alvo da fé, portanto, é enxergar a Cristo e caminhar em direção à Ele.

Considerações Finais: Sentiram que a fé era fraca e pobre. “Senhor aumenta-nos a fé. Pensávamos que tínhamos alguma fé, porquanto expulsávamos demônios e pregávamos a Tua Palavra; mas agora percebemos que nada temos; aumenta-nos a fé”. Sim, olhe para Jesus Cristo; e quanto mais “humilde de espírito” você se tornará. Olhe para Ele, continue olhando para Ele. Volva-se para a experiência dos santos, considere os homens que mais plenamente foram cheios do Espírito Santo e usados nas mãos de Deus. Porém, acima de tudo, olhe novamente para Cristo; e então você nada terá de fazer por si mesmo. Pois tudo já terá sido feito. Realmente, você não pode volver os olhos na direção de Cristo sem sentir sua absoluta pobreza e nulidade. E então você poderá dizer para o Senhor:

Nada trago em minha mão,
Só na tua cruz me agarro.

Vazio, desamparado, nu e vil. Entretanto, Ele é o Todo-suficiente –
Sim, tudo quanto me falta em Ti encontro,
Oh, Cordeiro de Deus, venho a Ti.
REFERÊNCIAS:
GENEBRA, Bíblia de Estudo de. São Paulo: Cultura Cristã, 2005.
LLOYD-JONES, Martin. Estudos no Sermão do Monte. São José dos Campos-SP: Fiel, 2012.
NVI, Bíblia de Estudo. São Paulo: Vida, 2003.

PEARLMAN, Myer. Mateus: o Evangelho do Grande Rei. 4ª edição. Rio de Janeiro: CPAD, 2004.

3 de setembro de 2017

Louvar a Deus.

Portanto, ofereçamos sempre, por ele a Deus sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que confessam o seu nome. E não vos esqueçais da beneficência e comunicação, porque com tais sacrifícios Deus se agrada [Hebreus 13.15-16]

O louvor é o fruto dos lábios que confessam o Seu nome. Louvor não é um estado subjetivo, e sim um transbordamento dum coração engajado com Cristo, o Senhor. O sacrifício que é como a oferta de incenso para Deus representa a variedade e a complexidade das perfeições do nosso Senhor. Nós ajuntamos esses aromas de Sua Palavra e a seguir apresentamos os mesmos por meio da verdadeira adoração ao nosso Deus. Nosso relacionamento com Deus não é formal, mas vital. Ele produz o fruto apropriado. Nós podemos falar dele como intensamente prático. Se de fato louvarmos e adorarmos a Deus, também teremos atitudes práticas de amor para com os irmãos. Assim aconteceu depois do Pentecostes: os crentes não apenas se alegravam em Deus, mas entregavam com alegria seus bens para o sustento dos seus irmãos. A isso podemos chamar de serviço levita que está muito próximo da adoração sacerdotal. De fato, o mesmo é chamado de um sacrifício agradável a Deus. Era assim que Paulo considerava o ministério dos Filipenses — cheiro de suavidade e sacrifício agradável e aprazível a Deus” (Filipenses 4.18). Isso eleva todo o verdadeiro serviço! É feito para o Senhor e Ele sempre aprecia o mesmo. Que nossos corações possam entrar nesses aspectos benditos do sacrifício, e assim estarem engajados nesse serviço sacerdotal que glorifica Cristo, que é o Objeto do prazer de Deus, e nossa única e verdadeira alegria. Teu nome nós amamos, Senhor Jesus; E humildemente nos curvamos diante de Ti; E enquanto vivemos, a Ti entregamos, Todas as bênçãos, adoração e glória.

Fonte: Boa Semente. 

1 de setembro de 2017

A ira de Deus.

Deus não nos destinou para a ira [1 Tessalonicenses 5.9]

A Grande Tribulação não está relacionada à Igreja. Trata-se do “tempo de angústia para Jacó” (Jeremias 30.7). E com isso concordam todas as outras passagens que têm relação com esse período. O remanescente de Israel será purificado pelo julgamento e tornado apto para o reino terrestre. Entretanto, a Igreja não tem nada a ver com isso. Para nós a promessa é: “Também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra” (Apocalipse 3.10). Em 1 Tessalonicenses 1.10 lemos que estamos a “esperar dos céus o seu Filho.... Jesus, que nos livra da ira futura”. Isso significa literalmente: “Jesus que irá nos remover da ira futura”. A ira está vindo, mas nós não mais estaremos aqui e não passaremos pela mesma. Se você está familiarizado com a estrutura e o conteúdo do livro do Apocalipse, irá se lembrar que o julgamento não começará a ser derramado sobre a terra até que o Cordeiro tome o livro selado com os sete selos (Apocalipse 5-6). Mas o Cordeiro não toma o livro antes que os vinte e quatro anciãos coroados sejam vistos no céu (Apocalipse 4.4). Que esses anciãos coroados representam os santos, creio, que não pode existir nenhuma dúvida. O fato que os mesmos já estão coroados demonstra que eles representam os santos após o arrebatamento, pois a coroa nos fala de recompensa. Não haverá recompensas até que sejamos arrebatados para estarmos com o Senhor. Portanto, os julgamentos de Apocalipse 6-19, cobrindo o período da Grande Tribulação, ocorrem todos depois que a Igreja e os santos do antigo testamento são vistos no céu. Em 2 Tessalonicenses 2.1 temos o mesmo ensinamento. A vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e nosso ajuntamento com Ele precisam acontecer antes que o Homem do pecado seja revelado.

Fonte: Boa Semente. 

29 de agosto de 2017

A porta.

Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á [João 10.9].

Alguns turistas num passeio queriam visitar um antigo castelo. Eles foram ao escritório do gerente que deu-lhes uma chave e disse: “Vocês poderiam abrir o portão de entrada e esperar por mim ali mesmo? Eu não demoro”. Um dos visitantes colocou a chave na fechadura, mas não conseguiu abrir. Outros também tentaram vez após vez, mas em vão. Finalmente o gerente chamou. “Nós não conseguimos abrir o portão”, disse um dos turistas. “Oh!, sinto muito”, o gerente respondeu. “Eu me esqueci que outro grupo esteve no castelo; assim o portão não está trancado. Vocês precisavam apenas  abaixar o trinco para entrar”. Quando se trata da questão de ganhar acesso ao céu, para uma comunhão eterna com Deus, algo similar acontece. Já há tempos o próprio Deus abriu a porta da graça para nossa salvação, por meio de Seu Filho e de Seu sacrifício expiatório sobre a cruz. Nenhum esforço de nossa parte pode acrescentar algo ao que está feito. O caminho para Deus está aberto. A porta foi destrancada. Nós apenas precisamos entrar pela fé. Todo aquele que acredita no Filho de Deus obtém o perdão e a vida eterna. “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2.8-9).

Fonte: Boa Semente. 

28 de agosto de 2017

Os atos de Deus.

Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito. Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está em seu Filho. Graças a Deus, pois, pelo seu dom inefável [João 3.16; 1 João 5.11; 2 Coríntios 9.15]

Muitas pessoas vivem sob a impressão que Deus impõe uma longa lista de exigências a nós. No Novo Testamento, entretanto, nós aprendemos que Deus primeiro dá antes de esperar qualquer coisa do homem. Mas o que é que Ele dá? Seu maior dom é o Senhor Jesus, Seu próprio e único Filho. Mas junto com Cristo e por meio dEle Deus deseja nos conceder bênçãos infinitas. Entre Seus dons estão:

1. O perdão dos pecados e a vida eterna.
2. Um Salvador e Consolador, um Senhor que é digno de nossa devoção e discipulado.
3. Alguém que nos ama e a quem nós amamos.
4. Uma fonte de constante alegria para nosso coração e certeza para nosso espírito.
5. Perfeita paz para nossa consciência.
6. Uma poderosa arma com a qual podemos vencer o mal.
7. O direito de sermos chamados filhos de Deus.

Para o tempo presente, os filhos de Deus têm um sentido e propósito em suas vidas por meio da fé; e para o futuro têm a certeza que se estende além da morte e uma herança celestial, junto com Cristo, o Senhor. Todos podem receber esses dons. Mas precisam ser aceitos pessoalmente pela fé. Você não gostaria de fazer isso? Todavia, como com todas as outras ofertas especiais, existe uma data final, e apenas Deus sabe quando essa data será.

Fonte: Boa Semente. 

24 de agosto de 2017

Jesus ou Barrabás?

E, respondendo o presidente, disse-lhes: Qual desses dois quereis vós que eu solte? E eles disseram: Barrabás [Mateus 27.21]

As alternativas que Pilatos colocou diante do povo judeu, Jesus ou Barrabás, tinham grandes implicações. Barrabás era um revolucionário, um ladrão que havia participado em uma revolta envolvendo um assassinato. Os romanos não perdiam tempo com esse tipo de pessoas: eles os crucificavam. Assim Barrabás acabou na prisão e encarava sua execução. O Senhor Jesus foi sentenciado à morte pela corte suprema dos judeus, por reivindicar ser o Filho de Deus, mas não era Ele, de fato, o Filho de Deus? Não tinha Ele provado mais de uma vez tal fato por meio de Seus milagres? Os mesmos não podiam ser negados; então a inveja foi a razão verdadeira porque foi entregue ao governador romano Pilatos, para ser sentenciado. Agora era costume de Pilatos libertar um prisioneiro durante a festa da Páscoa: as pessoas podiam decidir pelo Senhor Jesus, o Filho de Deus, ou por Barrabás, o assassino. Pilatos admitiu repetidamente que não conseguia encontrar culpa no Senhor Jesus e ofereceu soltá-Lo, mas a multidão havia tomado sua decisão. “Crucifica-o, crucifica-o e solta-nos Barrabás” (Lucas 23.21,18). O clamor da multidão aumentava. Por fim, Pilatos cedeu ao que eles queriam. A quem as pessoas escolheriam hoje? O assassino Barrabás e Satanás com ele? Tal decisão significaria separação eterna de Deus no inferno. Todos os que escolhem o Senhor Jesus, por outro lado, recebem a vida eterna. Ele disse: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida” (João 14.6). Esse é o motivo pelo qual Ele sofreu sobre a cruz a ira de Deus contra o pecado.

Fonte: Boa Semente.

23 de agosto de 2017

Batalha Espiritual.

Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus [Efésios 6.17]

O capacete protege a cabeça onde está o cérebro — o órgão mais vital de todos. A salvação de Deus é esse capacete. “Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Romanos 8.1). “Temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo” (Romanos 5.1). Nós precisamos ter essa segurança do capacete sem o qual nós seremos perturbados e sofreremos com pensamentos angustiosos. Nós também somos salvos diariamente das ciladas do diabo. Um dia seremos completamente salvos — espírito, alma e corpo. Tenha certeza de manter seu capacete em sua cabeça! A espada do Espírito é a Palavra de Deus, e que espada ela é! Ela “é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes” (Hebreus 4.12), mas ela precisa ser guardada na memória e no coração para estar pronta para uso em qualquer situação. Ela deve ser usada pelo Espírito Santo e isso requer andar no Espírito. Se uma pessoa jovem enfrenta por exemplo uma tentação sexual, o Espírito Santo pode lembrá-la de 2 Timóteo 2.22: “Foge também das paixões da mocidade; e segue a justiça”. Se a tentação for em relação a dinheiro, o Espírito poderá lembrá-lo de 1 Timóteo 6.10: “Porque o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores”. A Palavra de Deus tem tudo o que é necessário para todas as situações. Não é de admirar que o autor do Salmo 119.11, diz: “Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti”. Leia a Palavra de Deus frequentemente, com apreciação, entesoure-a, e memorize-a e o Espírito Santo irá utilizá-la para sua vitória e segurança. Será que podemos negligenciar esse Livro precioso? Não, e de fato, nós precisamos usar todos os seis componentes da completa armadura de Deus!

Fonte: Boa Semente.