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14 de novembro de 2017

Chegando a Cristo.

Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou o não trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia [João 6.44].

Um jovem que procurava ouro em Columbia, foi atacado por um índio que lhe fez um corte no seu braço direito com uma faca envenenada. Como não havia médico na vizinhança, o jovem aplicou em si mesmo uma injeção antitetânica com seu braço esquerdo e, não tendo nada melhor disponível, derramou uísque sobre o ferimento. O veneno, entretanto, não pôde ser parado e se espalhou rapidamente através do corpo. Alguns nativos bondosos deram a ele todo o cuidado que puderam, mas ele teve que lutar contra a morte por semanas. Finalmente, despertou de seu estado inconsciente. Assim que conseguiu se mover bem, tentou de tudo para salvar seu braço. Ele finalmente viajou os 8.000 km de Columbia até a Inglaterra, na esperança da cura. Não sabemos mais nada acerca dele; apenas desejamos que suas esperanças tenham se realizado. Nossos pensamentos aqui, estão interessados no veneno contra o qual temos que lutar: “o veneno” do pecado. O mesmo nos conduz a uma atitude voluntariosa na vida que exclui Deus. O terrível efeito disso é que as pessoas colocam seus olhos apenas sobre esta vida; a eternidade está perdida da visão das mesmas. A força de vontade delas está paralisada, e com isso estão impedidas de se decidirem por Deus. Esse tipo de existência nos lembra a inconsciência. Isso faz o fato de ouvir Deus falando, muito importante; quando Ele deseja quebrar o poder do pecado sobre nós, tocando e curando nosso corpo e alma. Deus deseja dirigir nossa atenção para Seu Filho e nos conduzir a Ele. Em Cristo há salvação e uma esperança segura que se estende além da morte e da sepultura.

Fonte: Boa Semente. 

8 de novembro de 2017

Crucificado com Cristo.

Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a pela fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim [Gálatas 2.20].

Essa é a linguagem de uma alma que aprendeu sua completa insignificância, sendo humilhado para enxergar que não existe vida, nem fonte de bondade, mas apenas o próprio Cristo. Ele sabe que Deus o vê como “crucificado com Cristo”. Entretanto, Cristo está ressuscitado, e é o poder dessa vida ressuscitada que opera no crente. Fazendo com que o coração exulte em admiração à Ele, atribuindo todo bom pensamento, palavra e obra ao Cristo que vive nele. Essa é uma atitude preciosa da alma! A vida velha é colocada de lado como inútil; não que seja erradicada, pois falando em termos práticos, nós passamos por muitas ocasiões nas quais somos humilhados por suas obras pecaminosas; mas tudo isso, aos olhos de Deus, é removido por completo por meio da morte de Cristo. Nós devemos nos reconhecer como mortos para o pecado, mas vivos para Deus, por meio de Jesus Cristo, nosso Senhor. Isso é uma questão de fé, não de sentimento ou experiência; apesar que, quando reconhecida pela fé, produzirá sentimentos de gratidão e uma experiência consistente. A mesma se tornará verdadeira para a alma. Mas ela se torna real somente pela fé. Um indivíduo não é apenas justificado pela fé, mas vive por ela, a fé no Filho de Deus. Isso não é um credo ou um conjunto de regras que devem nos controlar: pelo contrário, a fé fixa os olhos apenas e somente em Cristo. Ele é seu Padrão: não pode existir nada mais elevado; e algo inferior – mesmo a santa, justa e boa lei de Deus–nunca pode ocupar Seu lugar, pois nunca pode agradar ao coração de Deus. Foi Cristo que me amou e Se entregou por mim. Ele que é o amado Filho de Deus.

Fonte: Boa Semente. 

7 de novembro de 2017

Deus odeia a infidelidade.

Portanto guardai-vos em vosso espírito, e ninguém seja infiel para com a mulher da sua mocidade [Malaquias 2.15].

Ele era um homem de negócios bem sucedido e passava uma aparência de ser feliz no casamento. Sua esposa não fazia ideia que ele não se importava com a fidelidade marital. Ele estava convicto que a fidelidade era apenas um dos negócios da vida. Afinal de contas, todo mundo fazia isso. Mas será que isso é verdade? O homem no passado tinha mantido contato com crentes verdadeiros. Ele sabia muito bem que o adultério é pecado. Mas imaginava que Deus tinha coisas mais importantes para se ocupar do que com suas “pequenas irregularidades”. Repentinamente, ele precisou ser internado. Uma úlcera estomacal havia supurado. Sua consciência o acusava: tinha medo de morrer. A enfermeira, que estava na mesma ala que ele, era uma diaconisa. Ela tentou confortá-lo e orou com ele. Mais tarde ele disse a um conhecido que o visitava: “foi marcante quando a enfermeira orou comigo, senti que o próprio Deus estava na sala. E a enfermeira falou com Deus como se tivesse um relacionamento especialmente íntimo com Ele”. A operação foi bem-sucedida e o paciente se recuperou plenamente, contra todas as expectativas. A diaconisa veio e ofereceu uma oração de agradecimento. Aquilo tocou seu coração, mas apenas por um breve período de tempo. À medida que sua saúde retornava, a marcante impressão que havia sentido foi desaparecendo. Ele era outra vez o velho homem; suas “velhas amizades” apareceram. Parece que havia se esquecido como Deus havia falado com ele. Se mudou seus caminhos mais tarde, não sabemos. “O Senhor é longânimo, e grande em misericórdia, que perdoa a iniquidade e a transgressão, que o culpado não tem por inocente” (Números 14:18).

Fonte: Boa Semente. 

5 de novembro de 2017

Em memória de mim.

Fazei isto em memória de mim. Em ti nos regozijaremos e nos alegraremos; do teu amor nos lembraremos, mais do que do vinho [I Coríntios 11.24; Cantares 1.4].

Pense na variedade das glórias vinculadas Àquele que conduz um povo para junto de Si. Em memória de Quem devo fazer? Quem? Que mente humana poderia enquadrar uma resposta? Quem poderia falar duma glória tão completa, que alcança o indivíduo e a todos, quando estamos diante dEle e de tudo o que Ele era e é! Primeiro, a vida eterna em Si mesmo diante de todos os mundos. Ele é o unigênito no coração do Pai. Depois observe naquilo em que Ele se transformou aqui na terra. No Evangelho, João fala primeiro da glória de Sua Pessoa, depois de todos os diferentes ofícios encontrados em Sua Pessoa, e por fim da vida eterna que Ele trouxe e ofereceu a um mundo ingrato. Mas aquilo que traz para nossas almas o amor da afeição viva do Senhor Jesus para Seu povo não é o pensamento apenas de quem o quê Ele é – inefável bendito como é em si mesmo; mas uma fonte foi aberta e flui de Seu coração, mostrando a plenitude e o altruísmo divino de Seu grande amor. Vê-Lo, antes de mergulhar nas profundezas de Seus próprios sofrimentos, voltando-se para Seus discípulos e dizendo: “Agora Meu amor pode fluir”. Ele sabia que Seu povo precisava daquilo que os capacitaria para sempre levar em seus corações o pensamento de Seu amor; portanto, “fazei isto em memória de Mim”. E agora na glória, Ele olha para nós, cuidando de nosso amor; pensando nas pobres criaturas aqui embaixo e cuidando para ser lembrado por elas, durante todos esses séculos; e com todo o fulgor de estar à mão direita de Deus, Ele cuida do nosso amor hoje. A verdadeira afeição nEle não encontra satisfação sem o pensamento que Seu povo encontra-se ocupado com Sua Pessoa.

Fonte: Boa Semente. 

4 de novembro de 2017

Vigiai.

Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor [1 Pedro 5.8].

Um novo personagem entra em cena agora, Hamã, o agagita. A influência dessa sedutora figura sobre Assuero, logo a elevou às alturas do poder. Mas desmascaremos Hamã! Estamos lidando aqui com um membro da família real amalequita. Mordecai jamais poderia ajoelhar-se diante de tal homem. Não havia o Senhor declarado solenemente desde o início da jornada no deserto: “Porquanto jurou o Senhor, haverá guerra do Senhor contra Amaleque de geração em geração” (Êxodo 17.16)? E depois ainda ratificou: “Lembra-te do que te fez Amaleque… não te esqueças” (Deuteronômio 25.17-19). Isso basta para evitar que um israelita fiel mostre qualquer deferência para com um inimigo do Senhor. Os séculos que se passaram desde que tal sentença divina foi pronunciada não diminuíram em nada sua força. Assim como os primeiros cristãos, não sejamos tolerantes com o mundo e seu príncipe. Do ponto de vista humano, a atitude de Mordecai parece perigosamente tola. E as consequências são terríveis, não apenas para ele, mas para seu povo também; são desproporcionais à falta cometida. Mordecai, contudo, sem temor das consequências, obedeceu à Palavra, e é isso o que nós devemos fazer sempre.

Fonte: Boa Semente. 

3 de novembro de 2017

A sociedade da flor cortada.

E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou [Gênesis 1.27].

Em 1944, um professor da Universidade de Stanford nos EUA, fez a seguinte comparação: “O grande perigo do nosso tempo é que pertencemos a ‘uma sociedade da flor cortada’. Por mais bonitas que elas pareçam ser, e por mais que nos esforcemos para mantê-las frescas por um tempo, elas estão destinadas a morrer. Elas morrem porque foram separadas de suas raízes”. Depois, veio o ponto de comparação: “nós tentamos preservar a dignidade do indivíduo, isolada da firme crença que todos são criados à imagem de Deus e, portanto, preciosos aos Seus olhos”. Essa comparação do ano 1944 ainda é válida. As pessoas de hoje também se parecem com “sociedades de flores cortadas”. A crença no Criador e a responsabilidade que temos com Ele é vista como fora de moda. Mas que dignidade o homem pode reivindicar e o que o distingue de um animal, se ele não é mais a imagem de Deus? A sociedade pós-cristã abriu mão da única base que garante a inviolabilidade da dignidade dos seres humanos. Isso está evidente, por exemplo, na falta de proteção para os não nascidos ou na discussão sobre a eutanásia. O Senhor Jesus nos impele a aceitá-Lo como o nosso Salvador e colcoar então, como pessoas nascidas de novo, emprática a relação viva como ele, que se compara a Si mesmo com uma videira. Ele quer ver frutos dignos dEle daqueles que são dEle.

Fonte: Boa Semente.

2 de novembro de 2017

O salva-vidas para náufragos.

Assim diz o Senhor: Tanto se encolheu a minha mão, que já não possa remir? Ou não há mais força em mim para livrar? [Isaías 50.1-2].

Em 1870, o capitão J. B. Stoner deu entrada com um pedido de patente para um “novo e melhorado traje salvavidas”. Esse traje, feito de borracha, podia ser usado por uma pessoa completamente vestida. Um cinto feito de cortiça servia para manter o náufrago na superfície da água e garantir o calor enquanto pesos de chumbo, localizados nos pés, mantinham o corpo na vertical. Ficamos pensando se Stoner alguma vez experimentou sua invenção. Stoner colocou no traje pequenas bóias, sinalizadores, foguetes e uma bandeira que visavam ajudar os náufragos a chamar a atenção na difícil situação em que se encontravam. Em outro compartimento, o capitão queria colocar água potável, comida, charutos, revistas, um cachimbo e tabaco. Era certamente bom estar preparado para uma emergência, mas todo esse aparato nos faz rir! Uma emergência! Caso nossa vida naufrague, nós estamos preparados? No que devemos segurar se o nosso barco virar de forma traiçoeira? Em nossa própria força, a qual raramente nos deixou a deriva até agora? Ou em outras pessoas, talvez especialistas? Quando nosso fim se aproxima, na melhor das hipóteses, todo socorro humano fracassa. Isso faz com que seja muito importante para nós confiarmos nossas vidas Àquele que pode nos guiar com segurança durante a vida e pela eternidade, e conduzirnos ao alvo apropriado. Essa pessoa é o Senhor Jesus. Ele está pronto para assumir o comando do nosso timão, hoje mesmo.

Fonte: Boa Semente.

1 de novembro de 2017

O poder do não.

Filho meu, se os pecadores procuram te atrair com agrados, não aceites [Provérbios 1.10].

Em nossa língua temos muitas pequenas palavras que possuem um grande peso, apesar de sua brevidade. Uma é a pequena palavra “não”! Quanta força, humildade e autonegação precisa predominar em nossos corações antes que essa palavra possa ser pronunciada. Aqui estamos falando de um decisivo, e santo “Não”!, com respeito ao pecado. “Não” pode significar a rejeição de Deus ou Seus mandamentos. O anticristo não é chamado de “o filho da perdição, o qual se opõe” (2 Tessalonicenses 2.3-4), por nada. O “Não”, do qual estamos falando aqui não tem esse sentido. Não é sempre fácil pronunciar um “Não”! decisivo, na hora certa. Entretanto nossos leitores poderiam dizer “Não”!, sem hesitar um momento, se suas consciências ou a Palavra de Deus fornecerem um sinal de advertência.
“Não”!, quando alguma coisa é expressamente proibida pela Palavra de Deus, mesmo quando outros nos chamam de covardes.
“Não”!, quando Satanás cochicha: “Você pode fazer isso; ninguém irá notar”.
“Não”!, quando outros tentarem nos atrair para lugares mundanos enquanto a voz de Deus nos adverte que nossa alma irá sofrer as consequências.
“Não”!, quando a Palavra de Deus é distorcida.
“Não”!, quando pessoas falam mal de outras.
“Não”!, quando as pessoas nos estimam mais do que é apropriado.
“Não”! quando o tentador se aproxima para nos atrair para o mal.
Mas nunca diga “Não”! com orgulho, raiva ou arrogância. Sempre o faça de modo amigável e educado. Assim, os outros estarão mais propensos a respeitar suas convicções.

Fonte: Boa Semente.

27 de outubro de 2017

Crer no Filho.

Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece [João 3.36].

Ele gostava de pegar carona nos postos de gasolina à beira da estrada. Ao parar meu carro próximo dele, ele entrou. Logo estávamos conversando um com o outro. O assunto? O Senhor Jesus. A conversa foi mais ou menos assim: eu perguntei o que ele fazia e ele me respondeu: “eu sou um arquiteto por profissão, mas abri mão do meu trabalho para buscar a Deus, então agora estou vivendo em um mosteiro’”. “Isso é interessante”, respondi. “Eu também abri mão do meu trabalho algum tempo atrás porque encontrei Deus e queria falar dEle para os outros”! Nem preciso dizer que uma conversa intensa teve inicio. Sugeri parar em um estacionamento para que pudéssemos aprofundar a questão de como achar Deus. Juntos, lemos o terceiro capítulo do Evangelho de João. Falamos sobre todas as coisas necessárias para nascer de novo, e que qualquer um que não acredita no Senhor Jesus já está condenado. Nós ponderamos em como Deus, em Seu Amor, deu Seu Filho em sacrifício a favor dos seres humanos, e que qualquer um que recebe o Senhor Jesus como seu Redentor tem a vida eterna. Nós oramos juntos e seguimos viagem. Quando ele desceu, entreguei-lhe um Novo Testamento. Nunca mais nos encontramos. Será que vamos nos encontrar no céu? Só Deus sabe. Você ainda está procurando por Deus? Ele irá te levar para entrar em contato com pessoas que podem responder tuas perguntas. Ore para que Ele faça isso! Ele irá ouvir e responder sua oração.

Fonte: Boa Semente. 

25 de outubro de 2017

O caminho da justiça.

Coroa de honra são os cabelos brancos, quando eles estão no caminho da justiça [Provérbios 16.31].

As Escrituras nos ensinam que devemos honrar e respeitar os mais velhos, como está escrito “diante dos cabelos brancos te levantarás, e honrarás a face do ancião” (Levítico 19.32). A maioria das culturas do mundo também honra os anciões, o que mostra que mesmo a consciência natural do homem dá testemunho desse sentimento de respeito para com aqueles que têm idade avançada. Entretanto, “a cabeça branca” torna-se apenas uma “coroa de glória” para aqueles que conduzem sua vida de forma santa. Muitos anciões vivem de forma pecaminosa, não existindo nenhuma glória nisso. Nosso texto de hoje nos ensina que a idade avançada, sob a figura dos cabelos brancos, é uma coroa de glória se for encontrada no caminho da justiça. Santos anciãos de Deus merecem não apenas nossa honra, mas suas vidas exigem nossa imitação. As Escrituras nos ordenam a lembrar aqueles que vieram antes de nós e considerar seu fim ou o resultado de sua conduta, e nós devemos imitar a fé deles (Hebreus 13.7). Muitos de nós conhecemos santos dedicados, que foram para o céu, mas suas vidas continuam a ser um modelo e inspiração para nós. É importante não apenas começar nossa vida cristã bem, mas terminá-la bem. Como é triste quando um santo tropeça no final de sua vida. Existe uma história verdadeira sobre dois anciões servos do Senhor na Inglaterra. Uma manhã eles estavam caminhando de braços dados atravessando um campo coberto de gelo. E quando se aproximavam do final, um deles disse: “pronto, fizemos a travessia de modo seguro”. Seu amigo simplesmente respondeu: “lembre-se de Gideão”. A afirmação inexplicável ficou na memória do primeiro até que ele entendeu o significado; Gideão caiu no último instante do curso da sua vida (Juízes 8.27). Se Cristo tem sido nosso alvo através de nossa vida e se nós formos fiéis até o fim, então as Escrituras nos prometem que, nossas cabeças brancas, serão uma coroa de glória.

Fonte: Boa Semente. 

19 de outubro de 2017

Trabalhando pelo evangelho.

Admoestando a todo o homem, e ensinando a todo o homem em toda a sabedoria; para que apresentemos todo o homem perfeito em Cristo Jesus; e para isto também trabalho, combatendo segundo a sua eficácia, que opera em mim poderosamente. Porque quero que saibais quão grande combate tenho por vós, e pelos que estão em Laodicéia, e por quantos não viram o meu rosto em carne; para que os seus corações sejam consolados, e estejam unidos em amor [Colossenses 1.28-2.2]

Paulo foi chamado pelo Senhor da Glória para ser Seu porta-voz. Para levar pessoas a Ele e ensiná-las. Para esse serviço, o Senhor dotou o apóstolo com muitas qualidades especiais. Paulo foi conduzido a se submeter ao Mestre e estava em verdadeira comunhão com Ele. Estando na condição espiritual correta, Paulo podia funcionar como Seu vaso escolhido, equipado com toda sabedoria. Em tudo isso, o apóstolo é uma lição objetiva para todos os cristãos. O objetivo do serviço de Paulo era que aqueles que se arrependem possam ser instruídos para, na prática, tornarem-se aquilo que são posicionalmente em Cristo. Em outras palavras, Paulo queria que os crentes fossem em suas vidas diárias o que eles são em Cristo. Em última instância, esse alto padrão será alcançado no arrebatamento. Enquanto isso, o alvo ou propósito da formação espiritual é a maturidade; ser apresentado perfeito em Cristo. Para alcançar esse objetivo, Paulo estava orando continuamente, esforçando-se, e trabalhando duro. A luta em que estava envolvido era uma batalha de vida ou morte, um conflito agonizante. Mas ao mesmo tempo, o Senhor, estava trabalhando nele, energizando e capacitando-o. De modo semelhante, o Senhor deseja nos ajudar a sermos seus instrumentos. Para isso, nós precisamos lançar a nós mesmos sobre Ele em verdadeira dependência e oração. O ardente desejo de Paulo era que Cristo fosse formado nos crentes (Gálatas 4.19), e isso é também o que o Senhor deseja. Que nós possamos ser encorajados e unidos em verdadeira unidade e amor.

Fonte: Boa semente. 

18 de outubro de 2017

O veredito da Bíblia sobre si mesmo.

Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça [II Timóteo 3.16]

O tema central da Bíblia é o Senhor Jesus e a mensagem da salvação por meio dEle. Essa mensagem tem um caráter moral. Todos os que desejam podem testar e experimentar sua confiabilidade. Sobre que base descansa a confiabilidade das Santas Escrituras? No que diz respeito ao que os 66 livros da Bíblia revelam sobre a vida de seus escritores, nós podemos afirmar que eles eram pessoas de confiança. Entretanto, não é a credibilidade do escritor humano que garante a confiabilidade da Bíblia, mas sua inspiração divina. Todo o cânon das Escrituras foi inspirado por Deus. A inspiração divina significa que a mesma foi dada por meio “do sopro de Deus”. Os escritores registraram o que lhes foi dado por meio da direção do Espírito Santo (c.f. II Pedro 1.21). Em muitas ocasiões, o Senhor Jesus confirmou a inspiração literal divina e a autoridade das Escrituras do Antigo Testamento (p. ex., Mateus 5.18; 21-22). O Senhor deu aos discípulos a mesma promessa para o Novo Testamento (João 16.12-15), cujos escritores reconheceram e confirmaram o que registraram como Santas Escrituras (II Pedro 3.2,15-16; c.f., também I Timóteo 5.18; Lucas 10.7). Aquele que conhece o Senhor Jesus Cristo como seu Salvador e Senhor não terá problemas em confiar nas afirmações dEle acerca da inspiração e confiabilidade de todo o cânon das Escrituras. A Bíblia é a “Palavra de Deus, viva, e que permanece para sempre” (I Pedro 1.23).

Fonte: Boa Semente. 

17 de outubro de 2017

O juízo.

E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as suas obras [Apocalipse 20.13].

Um crente verdadeiro começou uma conversa com um oficial da marinha. Tentou chamar a atenção do oficial para a salvação eterna que Deus oferece aos seres humanos no Senhor Jesus. O oficial agradeceu, mas não estava interessado. Para ele aquilo não tinha importância. O cristão então lhe perguntou: “Onde você passará a eternidade?” Sem hesitar o oficial respondeu: “Numa urna, lançada ao mar”. Como milhões de outros, esse homem tinha sucumbido a um erro fatal. O que irá permanecer dele no fundo do mar é apenas o resto da matéria que sobrou após a cremação: um punhado de cinzas. Mas não é um túmulo no fundo do mar que é o destino final dos mortos. O Senhor Jesus, o Filho de Deus, uma vez proclamou que Ele irá um dia chamar todas as pessoas que estão nos túmulos: “Vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz. E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal para a ressurreição da condenação” (João 5.28-29). Nessa “ressurreição da condenação” todo túmulo, e também o fundo do mar entregarão seus mortos. Isso faz da nossa obediência ao chamado do Senhor Jesus algo importante: “Quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida” (João 5.24).

Fonte: Boa Semente.

9 de outubro de 2017

A eternidade de Deus.

Foto: Youtube. 
Na casa de meu Pai há muitas moradas;... Vou preparar-vos lugar... Virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também [João 14.2-3].

Pouco nos é dito nas Escrituras acerca da casa do Pai, salvo isso que encontramos em João 14. Ninguém se cansa desses versículos, porque nos falam do amor do Senhor Jesus por Sua Igreja, mas tal lugar não é definido, nem a ideia de céu introduzida como significando qualquer lugar em particular. Muitos baseiam suas ideias acerca do céu em algumas associações remotas de suas mentes como um lugar de glória além das nuvens. Além dessas nuvens, eles imaginam o pensamento bendito do Filho sobre o trono, e o Pai colocando-os ali com Ele. Oh! Que sentimento feliz e caloroso experimentamos com essa ideia — não as circunstâncias daquele lar, mas de estar ali com Ele. O coração do homem está em seu lar, não por causa das circunstâncias, mas porque o objeto de sua afeição está lá. O mesmo acontece com o céu; eu tenho poucos detalhes sobre as circunstâncias dali, mas encontro a realidade em um ou dois simples versículos; por exemplo, esse: “se me amásseis, certamente exultaríeis porque... vou para o Pai” (João 14.28). Cristo deseja que entremos na alegria de Seu coração, dizendo, Eu quero que vocês se alegrem comigo, porque, em breve, estarei com Meu Pai, e não apenas isso, mas vocês também logo estarão lá comigo. Se pudéssemos ver toda a glória do céu, seria algo pobre em comparação com o pensamento de ver o Filho sentado no trono de Seu pai. E nós mesmos já agora podemos usufruir em parte disso, pois já estamos assentados junto com Ele nos lugares celestiais. Que lugar de perfeito descanso existe naquela expressão “nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus” (Efésios 2.6), levando-nos a experimentar a bendita glória que Ele tem.

Fonte: Boa Semente. 

8 de outubro de 2017

A casa de Deus.

Foto: Estudos Jovens. 
E disse-lhe: Toma estes utensílios, vai e leva-os ao templo que está em Jerusalém, e faze reedificar a casa de Deus, no seu lugar [Esdras 5.15].

No Antigo Testamento apenas uma casa é referida como sendo a casa de Deus; era o templo em Jerusalém. É verdade que o templo de Salomão foi destruído como resultado da infidelidade do povo. No entanto, quando o templo foi reconstruído sob Zorobabel, depois do retorno do cativeiro babilônico, a Palavra de Deus nos fala que o mesmo foi reconstruído “no mesmo lugar”. Deus reconhecia somente uma casa como Sua casa; o templo que existia no lugar que Ele havia designado para o mesmo (II Crônicas 3.1). O Senhor Jesus chegou a chamar o templo de Herodes de “a casa de Meu Pai” (João 2.16). Demonstrando com isso que Ele também reconhecia o prédio como tal. Hoje, também existe apenas uma casa de Deus. É a Igreja de Deus, o corpo inteiro dos redimidos, que passou a existir desde o Pentecostes. Isso sendo assim, os cristãos, verdadeiros crentes, devem se reunir da exata maneira como especificado no Novo Testamento. Nos dias dos apóstolos está registrado acerca dos crentes, que eles “perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações” (Atos 2.42). Eles se reuniam para instrução por meio da Palavra, para celebrar a memória do Senhor e para oração. Estamos nós seguindo o exemplo deles nos dias de hoje? Se não, deveríamos ser encorajados pelo exemplo dos santos judeus dos dias de Esdras a “reconstruir a casa no seu lugar” em nossas práticas. Crentes se reunindo como Igreja, como prescrito no Novo Testamento, formam um testemunho visível da casa de Deus sobre a terra. Reunidos em Teu nome Senhor Jesus, reunidos aqui com um só propósito. Queremos Tua presença agora no meio de nós, fiel como o Senhor nos prometeu.

Fonte: Boa Semente. 

7 de outubro de 2017

Meditações sobre o livro de Ester.

Foto: R7.
Eis que ainda três reis estarão na Pérsia, e o quarto acumulará grandes riquezas, mais do que todos; e, tornando-se forte, por suas riquezas, suscitará a todos contra o reino da Grécia [Daniel 11.2].

A história de Ester constitui uma narrativa singular quando comparada aos demais livros da Bíblia. Cronologicamente pode ser colocada entre os capítulos 6 e 7 de Esdras. Por um lado, ela apresenta os judeus que permaneceram no império persa após o retorno de uma parte do povo a Jerusalém (na primeira volta); por outro lado, apresenta o supremo senhor do império, o poderoso Assuero e sua corte. Esse rei é conhecido dos historiadores como Xerxes, filho de Dario. É famoso por sua campanha contra os gregos, marcada pela fragorosa derrota de sua frota em Salamina. Daniel 11.2 faz alusão a esse monarca e à sua riqueza. A fabulosa festa que vemos no capítulo 1 acontece antes da guerra com a Grécia e provavelmente tinha por objetivo uma preparação para ela. Tudo nesse capítulo é marcado pela glória do homem, cujo orgulho não conhece limites. Embora tal esplendor não seja visto tão comumente em nossos dias, não há quantidade de festas ou eventos grandiosos suficientes para os homens se vangloriarem diante dos outros ou tentarem superá-los. O filho de Deus fiel não toma parte nessas coisas. Por quê? Porque o poder, a inteligência e o prazer advindos do homem (v. 8) sempre dão lugar ao orgulho.

Fonte: Boa Semente.

4 de outubro de 2017

O Único Mediador.

Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem. O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos [I Timóteo 2.5-6].


Existe apenas um Mediador entre Deus e os homens, apenas um que pode preencher o abismo que separa os dois lados. A ilustração duma ponte explica a situação de um modo mais apto. Deus, o criador, permanece de um lado; do outro lado está toda a humanidade. Entre Deus e nós, existe um profundo abismo e uma trágica separação. Nós temos desconsiderado as reivindicações de Deus sobre nós, e nossos pecados nos separam dEle. Ninguém pode fazer seu próprio caminho para Deus; ninguém é capaz de desfazer ou remover seus pecados. Se deve existir uma conexão entre os dois lados, o próprio Deus precisa construir a ponte. E isso Ele já fez! Jesus Cristo, o Filho de Deus, tornou-se Homem e morreu na cruz por todos. Dessa forma, Ele tornou-se a ponte pela qual podemos ir a Deus. Por meio da morte expiatória do Senhor Jesus, todos têm a possibilidade de se voltarem para Deus e receberem o perdão de seus pecados. Qualquer um pode passar sobre a ponte e se aproximar de Deus. Todos são chamados para receberem essa oferta. Assim o Senhor Jesus é o Mediador entre Deus e a humanidade. Todos os que conhecem o Filho de Deus como Seu Salvador e Senhor podem, portanto, permanecer diante dEle sem qualquer medo para louvar e honrá-Lo e apresentar seus cuidados diante dEle. Porque o Senhor Jesus é o Mediador, o “grande sumo sacerdote” para os crentes, eles podem chegar-se “pois com confiança ao trono da graça”, para obter a misericórdia e a graça de Deus para as circunstâncias de suas vidas (Cf. Hebreus 4.14-16).

Fonte: Boa Semente. 

3 de outubro de 2017

Nicodemos

Jesus respondeu, e disse-lhe (a Nicodemos): Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o Reino de Deus [João 3.3].

Em nossos dias, Nicodemos, o “mestre de Israel” (v. 10) poderia facilmente ser comparado a um teólogo importante. Ele havia ouvido falar bastante sobre o Senhor Jesus e estava impressionado pelos sinais que Cristo fazia. Seu julgamento, de acordo com o que havia visto e ouvido, era: “esse homem deve ter vindo da parte de Deus, pois ninguém pode fazer os sinais que ele faz”. E nisso ele estava certo. Os milagres que o Senhor Jesus fez eram “sinais”, pelos quais Ele provou ser Aquele enviado por Deus, o Próprio Filho de Deus. Mas, aquilo que todos precisam, e que faltava a Nicodemos, não é o aumento do conhecimento de alguém, mas um relacionamento pessoal com Cristo baseado em uma mudança de coração que todos nós precisamos experimentar. O Senhor Jesus resolveu essa questão de uma vez quando Nicodemos procurou conversar com Ele de noite. “Se você quer ter parte no reino de Deus, você precisa nascer de novo”. Isso era algo que Nicodemos não podia entender. Então, o Senhor fez uma comparação: “O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito” (v.6). O novo nascimento é um processo espiritual, uma obra que Deus produz naqueles que creem em Cristo, o Filho de Deus. Isso resulta em uma nova forma de pensar e agir, uma vida em harmonia com Deus. Isso foi visto na vida de Nicodemos mais adiante. Ele entendeu o que o Senhor Jesus disse: “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (v.16).

Fonte: Boa Semente. 

2 de outubro de 2017

Todos Pecaram.

Porque não há diferença. Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus. Ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue. Pela qual (a graça) nos fez agradáveis a si no Amado, em quem temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas [Romanos 3.22-25 e Efésios 1.6,7].

Na cruz do Calvário, o Filho de Deus derramou Seu sangue como forma de expiação pelos pecados dos homens. Ele deu Sua vida por nossa culpa. Somente assim a expiação por nossos pecados poderia ser feita e o caminho do perdão aberto para todo que crê em Cristo e em Sua morte expiatória. “Eu estou cansada de ouvir isso acerca do sangue; isso me torna agressiva”, disse uma teóloga quando eu saí da clínica onde ela era paciente. O sangue do Senhor Jesus, e Sua morte expiatória na cruz, que é a fonte da salvação a ofendiam. Para ela, isso era “escândalo” e “loucura” (I Coríntios 1.18-23). Será que alguém crucificado em fraqueza e vergonha seria capaz de socorrê-la? Em outra noite, eu estava outra vez na clínica para levar os Novos Testamentos e livretos que haviam sido solicitados. A senhora apareceu outra vez na cena. “Oh”! eu disse, “nós nos conhecemos. Eu trouxe alguns Novos Testamentos e uma boa literatura cristã. Posso oferecer algo à senhora”? “Dê-me alguma coisa”! Ela disse desejosa e desapareceu com um exemplar de tudo que eu tinha. Completamente surpreso, olhei para ela enquanto se afastava. Será que a palavra da cruz ou o Próprio crucificado de repente tornaram-se importantes para ela? Será que a luz divina brilhou no coração dela? E ela se apegou à mesma, como quem está se afogando se apega à um salva-vidas?

Fonte: Boa Semente. 

29 de setembro de 2017

As orações do Senhor Jesus Cristo.

E aconteceu que, estando com eles à mesa, tomando o pão, o abençoou e partiu-o, e lho deu [Lucas 24.30].

É maravilhoso saber que as orações do Senhor Jesus não terminaram com Sua morte! Será que Seus discípulos sentiram que tudo estava perdido quando Ele foi crucificado? No caminho para Emaús, os dois expressaram tais pensamentos indignos e desencorajados a Ele. Não O reconhecendo enquanto andava com eles. Mas, Suas palavras para eles tiveram o efeito de aquecer seus corações. Além disso, por Sua oração de graças sobre o pão, o qual Ele tomou e partiu, seus olhos foram abertos para reconhecê-Lo. Certamente, esse mesmo tipo precioso de oração O faz se envolver hoje, após sua ressurreição gloriosa, a favor de todos os Seus santos redimidos; pois Ele é o Grande Sumo Sacerdote, sempre levando em Seu coração o grupo completo daqueles que confiam em Sua graça salvadora. E Ele é o Pastor, que busca ternamente reunir outra vez suas ovelhas que foram dispersas. Será que nós também não devemos ter uma preocupação honesta em oração a respeito daqueles que se afastaram, seja pelo desencorajamento ou pelo pecado, para poder atraí-los de volta? Se falharmos em nosso esforço em atraí-los de volta, não temos sempre o recurso da oração? É com grande facilidade que as ovelhas são dispersas hoje; e quão urgente é a necessidade de pastores que têm algo do amor fiel do Mestre em buscar abençoar tais almas preciosas. Que nunca deixemos de orar pelos fracos e dispersos entre o povo do Senhor e que pastores possam ser levantados que seguirão o Pastor Líder nessa boa obra. Nós temos um Amigo que morreu, Para guiar nossos passos cansados e falhos, Que segue com um olhar de amor O pequeno rebanho pelo qual Ele morreu.

Fonte: Boa Semente.