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10 de agosto de 2019

Salmo 36.

Podemos comparar o final do versículo 4 com a exortação de Romanos 12:9: “Detestai o mal, apegando-vos ao bem”. O homem do mundo não é apenas indiferente ao pecado (pois julgar o pecado seria o mesmo que condenar a si mesmo), mas tem grande prazer nele, porque é a sua própria essência. Ao mesmo tempo, essa insensibilidade ao pecado leva à formação de uma estrutura de pensamento, ou fortaleza na mente (2 Coríntios 10:4), que o faz se vangloriar, mesmo diante da mais terrível impiedade (v. 2; Deuteronômio 29:19). Já que somos obrigados a viver em uma atmosfera assim, nossa consciência como cristãos corre o risco de ficar entorpecida também. Porém, se nos lembrarmos da cruz e do terrível preço que o pecado custou ao nosso Senhor Jesus, teremos horror disso. A bondade de Deus está acima de qualquer esquema dos ímpios (vv. 5, 7) ao mesmo tempo que se estende como asas protetoras sob os filhos dos homens (ver Salmo 17:8). Infelizmente, como os habitantes de Jerusalém na época do nosso Senhor, a maioria hoje não quer refugiar-se à sombra da bondade divina (Mateus 23:37). O manancial da luz e da vida, mencionado no versículo 9, nos traz à mente Cristo, a Palavra, acerca do qual está escrito: “A vida estava nele e a vida era a luz dos homens” (João 1:4).
Fonte: Boa Semente. 

5 de agosto de 2019

Estender a mão.

Davi chegou a Maanaim cansado: estava fugindo de Absalão. Considerando os versículos acima, talvez admira-nos que Deus compartilhe tantos pormenores desta “pequena ocorrência”. Disso deduzimos quão precioso é, aos olhos de Deus, quando de coração prestamos assistência ao seu povo nas suas necessidades exteriores, e também nas suas aflições interiores. Mas, vejam só: os três homens que aqui prestaram assistência nos são mencionados por nome e endereço!
Se nós tivéssemos que relatar a ajuda que prestaram, talvez diríamos apenas que foram “utilidades” e “alimentos”. Porém o que aconteceu ali foi tão precioso para Deus, que ele registrou os mínimos detalhes.
“Porque disseram”, lemos ainda. E antes certamente refletiram: Nosso rei está em Maanaim, ele é rejeitado; junto a ele estão os participantes de sua rejeição. Ali há necessidades, quebrantamento, fome e sede. De que maneira podemos ajudar aí?
Não deveríamos nós também ter uma visão para as carências do povo do Senhor? O apóstolo Paulo cita, em várias passagens, irmãos que o “refrigeraram” de diversos modos. Tomemos, pois, o propósito de nos colocar à disposição do Senhor. Ele terá prazer em nós, e os nossos companheiros de fé experimentarão auxílio e alívio.
Fonte: Boa Semente. 

3 de agosto de 2019

Salmo 35.

 
Embora não tenhamos de contender com a impiedade dos homens, como o fiel faz neste Salmo, não nos esqueçamos de que a perseguição faz parte da vida daqueles que seguem o Senhor Jesus: “Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem” (Mateus 5:11). Nós, que desfrutamos de liberdade de culto, temos de agradecer ao Senhor por isso, pois louvá-Lo no meio dos redimidos é o desejo ardente do coração de Seus filhos (v. 18). No entanto, existe uma perseguição bem pior e mais implacável que a religiosa; é a perseguição de nossos inimigos espirituais, cujo alvo é “roubar, matar e destruir” (João 10:10) e tomar a coroa que nos está reservada (Apocalipse 3:11).
  Em João 15:25, o Senhor Jesus Se refere a este ódio sem causa do qual Ele foi objeto (v. 19). Sem causa alguma… mas o ódio do mundo a Cristo e aos Seus, não nos deve surpreender (1 João 3:13). Satanás coloca na mente e no coração dos homens esse ódio contra Aquele que o derrotou totalmente. Os versículos 21, 25 e 26 mostram todo o horror do coração humano, que sente prazer em ver o sofrimento de um inocente — e este inocente era o Filho de Deus que veio para salvar os homens! Mas Apocalipse 1:7 declara que tal crueldade não ficará impune.
Fonte: Boa Semente. 

30 de julho de 2019

Ao soar da última trombeta.

 
Flávio Josefo (37–100 d.C.), um historiador judaico a serviço dos romanos, descreveu um acampamento do exército de ataque romano de modo preciso:
  “Quando chegava a hora para o acampamento se mover, uma trombeta soava. Ninguém ficava parado ali. Ao primeiro sinal, as tendas eram desarmadas e tudo era preparado para a marcha. Então vinha um segundo sinal da trombeta, todos deveriam se aprontar. Apressadamente os soldados carregavam as mulas e outras bestas de carga, e se colocavam por trás da barreira, preparados para a partida, como corredores numa prova. Um terceiro ressoar da trombeta significava ‘Marchar!’, chamando qualquer retardatário para que se apressasse a ocupar seu lugar”.
  Esse exemplo de três trombetas é usado pelo apóstolo Paulo ao escrever acerca do futuro dos crentes em 1 Coríntios 15. Quando Deus fizer a última trombeta soar, então certamente ninguém que conhece o Senhor Jesus Cristo, como seu Salvador pessoal, deixará de estar em “sua posição”. Os crentes mortos serão ressuscitados e aqueles que estão vivos passarão por uma transformação em seus corpos.
  Então, para todos os que conscientemente rejeitaram a Jesus Cristo, não desejando servi-Lo ou que não O quiseram como seu Salvador, a porta da salvação será completamente fechada (cf. Mateus 25:10). Mas todos os que pertencem a Cristo e à Sua companhia de crentes “levantarão acampamento” aqui na terra e entrarão na glória celestial juntos com o Senhor.  
Fonte: Boa Semente. 

28 de julho de 2019

O lugar de descanso do Senhor.

 
Ao descrever o noivo como um “ramalhete de mirra”, a noiva fala dEle como “homem de dores, e experimentado nos sofrimentos” (Isaías 53:3). Sim, nosso Senhor foi o Homem de dores em Sua vida e Sua morte. Ele está associado com a mirra desde o princípio de Sua vida aqui na terra e, até Sua morte. Depois do Seu nascimento, homens sábios vieram e Lhe ofereceram presentes, incluindo mirra. E na cruz: “deram-Lhe a beber vinho com mirra” (Marcos 15:23).
  Ele experimentou todo tipo de tristeza e sofrimento em Sua vida e em Sua morte. A noiva entende essa verdade e isso aumenta sua dedicação à Ele. Portanto, ela diz acerca dEle: “O meu amado é para mim como um ramalhete de mirra”. Alguns poderiam argumentar que isso é demais para ela falar acerca dEle. Ela não se importa, e com santo destemor afirma: “Eu O guardarei como um ramalhete de mirra, e não encontro um lugar melhor para Ele do que no meu coração”.
  As palavras “deitar a noite toda” significam “descansar a noite toda”. Onde, além do coração dos crentes, poderá o Senhor Jesus encontrar Seu descanso na escuridão da noite desse mundo? Existe algum contentamento ou alegria como quando Cristo encontra Seu descanso na alma daqueles que O amam? “Para que Cristo habite pela fé nos vossos corações” (Efésios 3:17). Não existe nada mais precioso do que esta experiência — o prazer do ramalhete de mirra em nossos corações, que é o Senhor Jesus que foi rejeitado pelo mundo.
  Quando Cristo enche nossos corações Ele governa nossas vidas. Será que abriremos nosso coração e o entregaremos para Ele, para que Ele descanse ali a noite inteira? Ele não estará satisfeito a menos que Lhe entreguemos nosso coração; “dá-me, filho meu, o teu coração” (Provérbios 23:26). Ali Ele encontrará Seu lugar de descanso e repousará a noite toda.
Fonte: Boa Semente. 

27 de julho de 2019

Salmos 35.

 
anjo do SENHOR, que “acampa-se ao redor dos que o temem, e os livra” (Salmo 34:7), aqui é chamado para castigar e perseguir os inimigos dos justos (vv. 5-6). Após um período de paciência e incansável graça — graça mantida sem resultado — em vez de se vingar, o remanescente descansará em Deus para obter livramento. O livramento dos judeus crentes será acompanhado pelo julgamento inexorável dos ímpios. No tocante aos cristãos, sabemos que a libertação deles não é seguida pela destruição dos injustos, mas pelo arrebatamento, para que se encontrem com o Senhor! Os cristãos e os incrédulos não permanecerão juntos. Quando o Senhor vier nas nuvens, Seus discípulos serão retirados do planeta, e quem rejeitou o Senhor será deixado para a terrível “hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para experimentar os que habitam sobre a terra” (Apocalipse 3:10). Por outro lado, quando o Senhor aparecer em glória, os crentes daquele tempo permanecerão na terra para participarem de Seu glorioso reinado, ao passo que os ímpios serão arrancados (Lucas 17:34-36).
  Que ingratidão demonstrada pelo homem natural! Davi fala de sua própria experiência e de quanto sofreu com isso (vv. 12-15). Mas Cristo experimentou a ingratidão de uma forma infinitamente mais profunda. “Pagaram-me o bem com o mal; o amor, com ódio” (v. 12; Salmo 109:5).
Fonte: Boa Semente. 

26 de julho de 2019

Faça a escolha certa.

Uma das mais trágicas contradições no comportamento humano é que as pessoas, constantemente, escolhem o que lhes é mais danoso. Há dois mil anos, os judeus exigiram que um assassino chamado Barrabás fosse solto no lugar do Messias. “Solta-nos Barrabás”, eles gritaram. Desde então, as pessoas têm frequentemente optado por seus próprios “Barrabás”.
  Ao escolherem Barrabás, eles também optaram pelo princípio que ele representava: fazer o que gostam como pessoas “livres”, mesmo que isso seja em detrimento de outras.
  Hoje temos uma escolha semelhante para fazer. Se optarmos por seguir o caminho egoísta da vida que predomina no mundo, no tempo presente, iremos colher os devidos frutos.
  Não havia alternativa em Jerusalém naqueles dias? É claro que havia. Eles poderiam ter escolhido o Messias, Jesus de Nazaré. Ele não tinha vindo para fazer Sua própria vontade, mas a vontade de Deus, que O havia enviado. Enquanto a vida do próximo não significava nada para Barrabás, Jesus Cristo sacrificou Sua própria vida na cruz para a salvação dos perdidos.
  Agora, é certo que não estamos insinuando que todas as pessoas simpatizam com um criminoso como Barrabás. Entretanto, o princípio que Barrabás incorpora, fazendo o que lhe agrada, pode ser aplicado, mais ou menos a todas as pessoas. Aos olhos de Deus isto é o exercício da própria vontade e, desse modo, pecado. Portanto, todos nós precisamos de Jesus Cristo como nosso Redentor. Ele está com Sua mão salvadora estendida para todos os que desejam colocar em ordem o relacionamento com Deus.
Fonte: Boa Semente.    

21 de julho de 2019

A singularidade do Senhor Jesus.

Cantar e falar do nome do nosso glorioso, bendito e doce Senhor Jesus traz alegria ao crente verdadeiro. Qualquer conversa que não gire ao redor desse maravilhoso Nome não pode satisfazer a alma, mas nos enche com sequidão e tristeza. De fato, “no teu nome e na tua memória está o desejo da nossa alma” (Isaías 26:8). Meditar, mesmo que seja somente em algumas das muitas ricas bênçãos que temos recebido por meio desse Nome glorioso, enche nossos corações de alegria, e nossas línguas com cânticos para Sua bendita Pessoa. Apenas por meio desse Nome obtemos salvação perfeita e eterna, “porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos” (Atos 4:12).
  É apenas por meio desse Nome que podemos nos aproximar do trono da graça e trazer para Deus, nosso Pai, todas as nossas necessidades, sejam espirituais ou materiais. “Na verdade, na verdade vos digo que tudo quanto pedirdes a meu Pai, em meu nome, Ele vo-lo há de dar” (João 16:23). Também é nesse Nome apenas e sob Seu estandarte, que a Igreja de Deus, em todos os lugares, pode se reunir: “Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles” (Mateus 18:20). E que bênção pode ser comparada com a bênção da presença de Cristo no meio dos crentes quando eles se reúnem em Seu nome, pouco importando quão poucos sejam em número, até mesmo apenas dois ou três!
  Vamos também considerar a seguinte e importante verdade prática: todas as nossas palavras e obras devem ser para a glória desse Nome precioso. “E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai” (Colossenses 3:17).  
Fonte: Boa Semente. 

20 de julho de 2019

Salmo 34.

O Espírito usa um doloroso incidente na história de Davi para fazê-lo escrever as palavras deste Salmo, e para nos mostrar que todas as circunstâncias da vida, inclusive as mais humilhantes, podem nos levar a louvar a Deus no final. Aprendamos a exaltar o nome do Senhor sempre e em todo lugar.
  No versículo 11, é como se o Senhor gentilmente nos reunisse ao redor de Si: “Vinde, filhos, e escutai-me”. Esta é uma palavra de encorajamento para nós. Nos versículos 7, 15 e 17, Ele dá segurança aos que estão em perigo (cf. Isaías 63:9). Alguém está preocupado com os bens materiais? Deus lhe responde nos versículos 9 e 10. Alguém está passando por um período de tristeza ou provação? Este Salmo lhe mostra onde encontrar consolo (v. 18). O desejo de Deus é fortalecer nossa confiança nEle, para que O louvemos. Ele nos convida: “Provai e vede que o SENHOR é bom” (cf. 1 Pedro 2:3). Mas o Senhor também nos exorta a tomarmos cuidado com nossa língua e a nos afastarmos do mal (vv. 13-14; 1 Pedro 3:10-12). Sem isso, é impossível provar e ver qualquer bênção da parte do Senhor!
Fonte: Boa Semente. 

19 de julho de 2019

Encontrando a Cristo.

 Um jovem da África do Sul contou como encontrou o Salvador, o Senhor Jesus Cristo:
  “Apesar de estar recém-casado eu costumava sair às noites para celebrar com amigos. Em um desses encontros, eu fiquei tão bêbado que comecei a caminhar pelo trilho do trem em direção à minha casa. No estado em que me encontrava não havia nada que me impedisse de tropeçar e, finalmente, eu adormeci onde estava, entre os trilhos. Eu fui atropelado pelo trem e fiquei gravemente ferido.
  Como que por um milagre eu não morri, mas o ferimento na minha espinha me impedirá de usar minhas pernas outra vez. Depois do acidente, fiquei muitos meses no hospital. A seguir, minha esposa cuidou de mim em casa, de modo muito amoroso.
  Uma manhã comecei a pensar, outra vez, qual era o sentido da minha vida. Naquele instante, uma mensagem cristã começou a ser transmitida no rádio, que falava da graça de Deus que é oferecida a todos. Aquela era a mensagem que eu precisava. Eu sabia tudo acerca dos meus erros. Mas quando ouvi da graça e do perdão, comecei a chorar por causa dos meus pecados. Em seguida, aceitei a Jesus como meu Salvador e Ele me deu a vida eterna”.
  Esse homem vive em condições precárias com sua esposa e com sua filha. Todavia estão contentes em sua fé. Lendo a Bíblia e orando, eles desfrutam de alegria e força. Nosso amigo aprendeu vários idiomas e entrou em contato com cristãos espalhados por todo o mundo. Dessa forma, ele usa o seu tempo para servir a Cristo. 
Fonte: Boa Semente. 

15 de julho de 2019

Transformado pelo Senhor Jesus.

Um menino africano chamado Didier nunca experimentou uma vida familiar apropriada. Ainda quando pequeno ele teve que “organizar” sua própria vida, furtando o que era necessário. Com o tempo, ele não se limitou a simples atos de furtos. Ele juntou-se a uma gangue e sentia-se forte com o grupo. Mais tarde começou a roubar armas da polícia e a praticar assaltos. Numa dessas aventuras foi capturado e enviado para a prisão. Ele tinha apenas doze anos de idade. As condições na prisão estavam longe de serem boas, mesmo no departamento juvenil. Todos que não tinham uma família para suprir comida ou dinheiro, tinham que sobreviver com uma porção de mingau ou arroz por dia, uma refeição pobre para um adolescente em crescimento. A higiene também era bastante primitiva. Didier, estava agora com 18 anos. O menino tornou-se um adulto na prisão. Mas, a sentença ainda não havia sido decretada; assim, ele não sabia quanto tempo ficaria preso. No entanto, ele pôde olhar para o futuro com confiança. Como assim? Deixemos que ele mesmo nos diga:
  “Eu agradeço a Deus por ter sido preso. Aqui eu aprendi acerca do amor de Deus por mim, um pecador. Seu Filho Jesus Cristo, deu a Si mesmo como resgate por meus pecados. Eu O aceitei pela fé e agora estou salvo. Se tivesse continuado no meu velho caminho, eu estaria agora no caminho do inferno. Mas agora sou um filho de Deus. Eu nasci de novo. Louvado seja o Senhor!”    
Fonte: Boa Semente

14 de julho de 2019

Santo Perfume.

Fragrâncias perfumadas têm um efeito, peculiarmente, agradável sobre nós. Isso, certamente tem a intenção de nos ensinar que o próprio Criador se agrada daquilo que é espiritualmente perfumado. O perfume é um símbolo da adoração do coração, como nos é mostrado quando Maria ungiu os pés do Senhor Jesus (João 12:3).
  Moisés recebeu uma ordem para fazer um perfume usando quantidades precisas de vários ingredientes. O mesmo não deveria ser derramado sobre a carne humana, e nem deveria ser imitado de nenhuma maneira (Êxodo 30:22-33). Seu uso era para ungir os sacerdotes e os utensílios do tabernáculo, a esfera em que se manifestava apenas a adoração ao SENHOR.
  Isto é seguido pelas instruções da fabricação do perfume, o qual também era, inteiramente, consagrado a Deus: o mesmo não deveria ser imitado. Deus não pode compartilhar Sua glória com o homem, e também não pode permitir que nenhuma coisa relativa à adoração seja atribuída a qualquer criatura. As especiarias, seja na forma de unguento ou perfume, nos falam das muitas fragrâncias da Pessoa de Cristo, que agradam o coração de Deus. O azeite adicionado ao unguento nos fala da operosidade viva do Espírito de Deus.
  Em Provérbios 27:9 a alegria é o assunto da primeira parte do versículo. A mesma é seguida pela comunhão. “A doçura do amigo pelo conselho cordial”; o conselho cândido, de todo o coração, irá produzir uma preciosa doçura. Isso tudo reflete a verdadeira comunhão com o próprio Deus, e também é verdadeiro onde existe honestidade e plena confiança de coração entre os santos de Deus.  
Fonte: Boa Semente. 

10 de julho de 2019

Morrendo em paz.

 
Pouco antes de sua morte em 2007, um escritor estadunidense disse em uma de suas últimas entrevistas: “Em minha vida eu fui uma mistura decente de bem e mal. Se eu for para o inferno, então eu não consigo imaginar o que acontecerá para a pior metade da raça humana”.
  Esse homem, de alguma maneira, acreditava na existência de Deus e de Seu adversário. Mas ele tinha formado seus próprios conceitos acerca disso e desenvolvido suas próprias ideias de céu e inferno. Mas, pior ainda, para ele Jesus Cristo também era “mistura de bem e mal”. Se isso fosse verdade, o próprio Cristo necessitaria de redenção e não poderia ser nosso Salvador.
  O autor encarou a morte e a vida no além sem a certeza que seus pecados foram perdoados. Foi essa a razão por suas afirmações ridículas.
  De fato, existem pessoas que creem que a raça humana está dividida em dois grupos: num deles predomina o bem e no outro o mal. É claro que imaginam que eles pertencem ao primeiro grupo.
  Se nós vamos para o céu ou para o inferno não é decidido pelo número de nossos atos bons ou maus. A questão é: se naquela hora decisiva existe qualquer mal em nossas vidas. Se sim, o mesmo não poderá ser desfeito. Não podemos permanecer diante do Santo Deus nesse estado.
  Esse é o motivo porque todos necessitam do Filho de Deus como Redentor. Sendo santo, puro e sem pecado, Jesus Cristo tornou-Se o substituto para os culpados e recebeu o castigo que mereciam sobre a cruz. Precisamos dEle como nosso Salvador se queremos morrer em paz.  
Fonte: Boa Semente. 

7 de julho de 2019

Estaremos sempre com o Senhor.

Enoque é destacado como alguém que agradou a Deus em sua geração. Foi Deus que deu esse testemunho acerca dele. Enoque não estava procurando agradar ou impressionar aos homens, mas apenas agradar a Deus. Ele estava satisfeito com o sorriso de aprovação de Deus. Ele não tinha necessidade de retraçar seus passos porque ele andava com Deus. Isso reflete bem a vida do Senhor que, em Sua humildade, podia dizer: “E aquele que me enviou está comigo. O Pai não me tem deixado só, porque eu faço sempre o que lhe agrada” (João 8:29).
  No versículo acima podemos ver várias características morais do Senhor Jesus. Ele era o Enviado. Ele veio para cumprir a missão que o Pai tinha Lhe dado. Ele não se desviou nem para a direita nem para a esquerda, mas seguiu em frente, num caminho reto até o alvo. Sua face era como “um seixo”, e Ele sabia que não seria envergonhado (Isaías 50:7), pois o Pai estava com Ele. E Eles caminhavam juntos. Desse modo, um doce perfume subia para o céu, para o prazer do Pai.
  Enoque foi trasladado sem ver a morte, um prêmio bendito por sua caminhada de fé com Deus, que produzia o prazer no coração dEle. Porque Deus o trasladou ele não foi mais encontrado. Você acha que as pessoas procuraram por ele? Se sim ou não, isso não importava a Enoque.
  Deus deseja colocar diante de nossos olhos espirituais a maravilhosa perspectiva que nós também estamos vivos e assim ficaremos, pois a qualquer momento — e será apenas um momento — poderemos ouvir Sua voz dizendo: “Subam para cá”. Isso será a coroação de Sua graça. Nós somos indignos em nós mesmos, no entanto, envolvidos pela dignidade de Cristo nosso Redentor, estaremos com Ele na casa do Pai. E assim estaremos para sempre com o Senhor (1 Tessalonicenses 4:17).
Fonte: Boa Semente. 

5 de julho de 2019

Certeza de Salvação.


Charles Stanley, um pregador da Palavra de Deus na Inglaterra, nunca deixou de tentar encontrar possibilidades para propagar as boas novas de Jesus Cristo. Numa ocasião, quando estava em York, ele encontrou uma grande multidão que aguardava para acompanhar a procissão funerária de um eminente dignatário da igreja. Ele se uniu à multidão, mas logo começou a chover e muitos procuraram abrigo debaixo duma marquise.
  Stanley se aproveitou da oportunidade e abriu sua Bíblia. Ele leu as palavras: “Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor” (Apocalipse 14:13). Ele então começou falando que ninguém é chamado de “bem-aventurado” apenas porque é membro dessa ou daquela igreja. O fator determinante para isso é se alguém pertence ao Senhor Jesus Cristo.
  Suas palavras causaram uma perturbação. Todavia, os ouvintes prestaram atenção quando Stanley explicou o significado de estar no Senhor e de morrer nEle. Ele mostrou que apenas a fé capacita alguém a se apropriar da salvação oferecida por Deus e assim morrer em paz. Um dos ouvintes perguntou: “Eu ouvi você dizer que uma pessoa pode saber, nessa vida, que está salva e que possui a vida eterna?”. A pergunta pareceu interessar aos outros também.
  Em sua resposta, Stanley se referiu a uma série de textos bíblicos, mostrando que Deus dá para Seus filhos uma segurança absoluta da salvação, já aqui na terra: “Vocês podem saber que têm a vida eterna quando creem no nome do Filho de Deus”.
Fonte: Boa Semente. 

24 de junho de 2019

Adão, onde está você?

Depois da desobediência de Adão, Deus podia tê-lo rejeitado. Mas não, Ele chamou por seu nome, dizendo: “Onde estás?”. Podemos entender a pergunta de Deus como uma preparação para Se encontrar e falar com Adão. Notemos que Deus não começa falando, “O que você fez?”, mas “Onde estás?”. Para Deus é importante que saibamos tanto onde estamos e o que foi que fizemos. Deus sabia onde Adão estava, todavia Seu chamado prova que Adão havia fugido de Seu Criador. Ele tinha perdido seu relacionamento de confiança com Deus. E sua desobediência criou uma separação abismal entre ele e Deus. Ele não podia mais viver na presença de Deus nem manter uma relação de confiança com o Senhor. A pergunta de Deus para Adão é mais um apelo do que uma condenação; ela abriu o caminho para o arrependimento e o retorno.
  Deus dirige essa pergunta para todos, nos chamando também pelo nosso nome: “Onde estás? O que há de errado com o seu coração? Onde você chegou ao seguir sua própria vontade? Volta! Você já está fazendo isto? Então não pare na metade do caminho, venha até Mim!” (cf. Isaías 44:22).
  Temos ouvido o apelo amoroso de Deus? Seja qual for nossa situação, marcada por amargura, sofrimento, culpa e qualquer impedimentos que existam, nós podemos ouvir a voz de Deus nos convidando: “Onde estás? Venha! Volte!”.
  Deus não se impõe a nós. Ele deseja manter um contato próximo conosco e Sua bondade nos conduz ao arrependimento. Voltemo-nos para Ele confiadamente; Ele nos dará as boas vindas. Ele espera por nós porque nos ama.
Fonte: Boa Semente. 

23 de junho de 2019

Agradando ao Senhor.


A única coisa neste mundo que verdadeiramente pode alegrar e refrigerar o coração de Deus é a fé que confia apenas nEle. E nós podemos descansar quanto a isso: tal fé que confia apenas no Senhor é também a fé que O ama, serve e louva.
  Deus se alegra em Cristo, e deve ser nosso objetivo constante apresentar diante de Deus aquilo em que Ele se alegra. Cristo deve ser sempre o Objeto da nossa adoração; e assim será na proporção em que somos guiados pelo Espírito de Deus.
  Infelizmente, em muitas circunstâncias, nossos corações revelam o outro lado de tal alegria. Tanto na assembleia como em nossas vidas pessoais, quantas vezes percebemos que estamos pra baixo, e nosso espírito está pesado e sem vida! Nós estamos ocupados conosco mesmo, em vez de com Cristo; e o Espírito Santo em vez de poder realizar Sua própria obra, que é receber algo de Cristo e mostrá-lo para nós, se vê ocupado conosco, porque nossos caminhos não são corretos.
  Por que existe tão pouca animação em nossos cultos públicos? Por que tamanha fraqueza, tanta esterilidade e distração? Por que os hinos e as orações estão tão longe do verdadeiro alvo? Por que existe tão pouco que, realmente, merece o nome de adoração? Por que existe tanta atividade estressante e sem objetivo? Por que há tão pouco em nosso meio que refrigere o coração de Deus? Por que há tão pouco acerca do que Deus pode se referir como sendo Seu pão ou como um sacrifício de aroma suave para Ele? Nós estamos ocupados conosco mesmo e nossos interesses — nossas vontades, fraquezas, provações e dificuldades; e deixamos Deus sem o pão de Seu sacrifício. De fato, nós roubamos de Deus o que Lhe é devido e daquilo que Seu coração amoroso deseja.

22 de junho de 2019

Salmos 31.

“Em ti, SENHOR, me refugio” — agora esta é a firme declaração do fiel (v. 1). No versículo 6: “Eu, porém, confio no SENHOR”. E novamente no final de nossa leitura: “Quanto a mim, confio em ti, SENHOR” (v. 14). Em meio à tempestade desencadeada sobre os homens, ele se ancora nesta certeza. Seu refúgio já não é mais a sua própria montanha (Salmo 30:7), mas o SENHOR, sua inabalável Rocha (v. 3). Nada nem ninguém pode destruir a fé estabelecida em tal fundação (Mateus 7:25). A sua fé, caro leitor, está firmada na Rocha?
  Há um momento na vida, mais do que qualquer outro, quando esta verdade é especialmente necessária. É o último momento, em que tudo será deixado para trás e passaremos pela morte. Nessa jornada, nada há que possamos levar, exceto o Deus em quem confiamos (Provérbios 14:32). O versículo 5 nos lembra que, no instante de Sua morte, Cristo expressou essa absoluta confiança mediante Sua última palavra na cruz: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito” (Lucas 23:46).
Fonte: Boa Semente. 

20 de junho de 2019

Jesus, o Salvador.

Este foi o clamor desesperado e patético dum pobre cego do lado de fora dos portões de Jericó, uma das mais antigas cidades do mundo. Seu grito foi tão penetrante que a multidão que seguia o Senhor Jesus reagiu com raiva. Mas o homem sentiu que aquela era a sua última chance. E, de fato, Jesus Cristo nunca mais passou por ali outra vez. Poucos dias depois, Ele foi crucificado em Jerusalém. Devemos observar: o indivíduo deve aproveitar a oportunidade para se encontrar com o Senhor Jesus quando ela se apresenta — pode ser a última vez.
  O que poderia um homem cego e pobre alcançar, quando comparado com a multidão que cercava a Jesus Cristo e que era capaz de enxergar plenamente? Esta era a verdadeira questão em pauta. Ele desejava enxergar como os outros. Isso levanta a pergunta: quem tinha a perspectiva correta das coisas, a multidão ou o homem cego?
  Todos os que leem o texto com atenção, logo notam que foi apenas o cego que entendeu, corretamente, a natureza da Pessoa de Jesus. Para os outros, Ele era apenas Jesus de Nazaré, na melhor das hipóteses, uma personalidade marcante que era capaz de realizar milagres. Tal opinião, é, entretanto, ineficiente, tanto naqueles dias como hoje. Nada mudou na vida desse tipo de pessoa.
  O homem cego estava um passo adiante deles: ele acreditava nas novas que Jesus Cristo era o Filho de Davi, o Redentor prometido, como tantas vezes profetizado no Antigo Testamento. O Senhor Jesus não podia apenas socorrer, mas Ele também podia salvar.
  A verdadeira questão é que os olhos de nossos corações precisam se abrir para nossa condição, nossa necessidade de redenção e do Salvador Jesus Cristo, e da vida abundante que Ele dá. 
Fonte: Boa Semente.   

18 de junho de 2019

A misericórdia de Deus.

A ideia que o Deus do Antigo Testamento é um Deus de vingança, caracterizado por uma justiça implacável, é refutada pelo testemunho do Antigo Testamento. O mesmo apresenta de modo constante, a misericórdia, a compaixão e a bondade, em paralelo à Sua justiça e verdade.
  A tentativa de reduzir a mensagem do Novo Testamento à misericórdia de Jesus Cristo, também não atinge o alvo. O próprio Cristo e Seus apóstolos testificam que Ele é o Juiz dos vivos e dos mortos por indicação de Deus (cf. João 5:22; Atos 10:42).
  Tentar estabelecer o equilíbrio entre justiça e graça é um problema constante para juízes e professores em suas atividades diárias. No entanto, Deus pode demonstrar misericórdia para os que creem em Jesus Cristo sem prejudicar Sua justiça. Deus já julgou o pecado em Jesus Cristo, Seu próprio Filho. Então, Sua justiça é provada pelo fato dEle ser gracioso e justificador de qualquer um que crê no Senhor Jesus (cf. Romanos 3:26).
  Todavia, é algo igualmente verdadeiro, que qualquer um que rejeita voluntariamente o evangelho e a oferta de Deus de salvação na Pessoa do Senhor Jesus, irá, eventualmente, sofrer a justa retribuição por todos seus atos e palavras pecaminosas. Deus é luz e amor. Sua graça e verdade são as características distintivas por meio das quais Ele tem revelado a Si mesmo à nós em Seu Filho, Jesus Cristo (1 João 1:5; 4:8; João 1:17-18).
Fonte: Boa Semente.