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27 de julho de 2017

Jesus Cristo, Crucificado.

E eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não fui com sublimidade de palavras ou de sabedoria. Porque nada me propus saber entre vós, senão a Jesus Cristo, e este crucificado [1 Coríntios 2.1-2].


Quem é o Senhor Jesus? Um judeu, um simples carpinteiro, que só fez o que era bom. Mas Ele foi condenado à morte e crucificado. Ainda assim, Ele deixou Sua marca na história do mundo, como nenhum outro foi capaz. Para alguns Ele é um Homem sábio, outros O chamam de Mestre, outros ainda de Profeta. Como foi que aconteceu que esse Homem que viveu em pobreza, vindo de uma cidade sem importância na terra de Israel, que nunca escreveu um livro nem procurou se impor aos outros, tornou-se a Pessoa mais conhecida de toda a história? Por que tantos, nos dias atuais, estão preparados para segui-Lo, mesmo ao custo de suas próprias vidas? Através dos séculos homens, mulheres e crianças sem número têm entrado num relacionamento pessoal com o Senhor Jesus. Eles viram em Cristo alguém muito maior que apenas um mestre ou um profeta. Eles ouviram Sua mensagem e reagiram à mesma. Como resultado chegaram a conhecê-Lo como Aquele que Ele realmente é: verdadeiro Deus e verdadeiro Homem, perfeito em amor e verdade. Eles O aceitaram como Salvador. Sua vida e morte, Sua ressurreição e Sua mensagem abriu para eles uma nova perspectiva de vida. Cada um de nós pode conhecer o Senhor Jesus. Ele nos amou. Portanto, Ele não apenas diz o que queremos ouvir, mas o que precisamos ouvir. Ele deseja nos salvar, e não nos julgar. Então, leia o evangelho, as boas-novas que são para você! Creia no Senhor Jesus; Ele é o Salvador tanto para você quanto para mim.

Fonte: Boa Semente. 

26 de julho de 2017

A união da igreja com Cristo.

Somos membros do seu corpo, da sua carne, e dos seus ossos. Por isso deixará o homem seu pai e sua mãe, e se unirá a sua mulher; e serão dois numa carne. Grande é este mistério; digo-o, porém, a respeito de Cristo e da igreja [Efésios 5:30-32].

O mistério especial entregue ao apóstolo Paulo é o da Igreja como corpo e noiva de Cristo. Por que, pode se perguntar, isso foi mantido em segredo? Porque é algo celestial, assunto dos conselhos celestiais de Deus, enquanto o propósito das profecias do Antigo Testamento é revelar seus conselhos terrestres. É de grande importância mostrar quão completamente a Igreja encontra-se fora do mundo. Ela tem uma origem diferente, ela é revelada em um tempo diferente, ela contempla uma esperança diferente e pertence a uma esfera diferente. Em vez de herdar as promessas do Antigo Testamento e cumprir suas profecias, ela forma o mais absoluto contraste com essas coisas, que a mente humana pode conceber. Elas são tão diferentes que as duas não podem coexistir. Enquanto as promessas de Deus acerca da terra estavam sendo descortinadas, o mistério da Igreja continuava escondido. Quando o mistério da Igreja foi revelado, os propósitos acerca da terra foram suspensos. A Igreja está associada com Cristo no céu; Israel está associada com Ele na terra. A Igreja O conhece em Seus sofrimentos e paciência; Israel irá conhecê-Lo em Sua exaltação e poder. A Igreja se regozija nEle como a noiva com seu noivo. Israel irá se regozijar nEle como uma nação com Seu soberano. A Igreja olha para Ele, que irá levá-la para o céu. Israel olha para Ele para se estabelecer na terra. Esse é nosso bendito lote, tal é nossa porção celestial, em contraste até mesmo com o mais favorecido povo terrestre. Tenhamos cuidado para que nossos corações percebam nossa maravilhosa posição!

Fonte: Boa Semente. 

25 de julho de 2017

O preço da expiação.

Foto: Graça Plena. 
Jesus Cristo homem. O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele... Mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos [1 Timóteo 2:5-6; Isaías 53:5-6].

O Salmo 22 inicia com uma pergunta que chama atenção: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” Quem faz a pergunta é um crente, pois Deus é o Seu Deus. Quem é ele? Davi, o autor do Salmo? Nós podemos ler sua história nos livros de Samuel e vermos o mesmo atravessando grandes tribulações, cometendo erros graves, mas nunca abandonado por Deus. Estaria ele falando de outro crente de seu tempo, que experimentou ter sido abandonado por Deus? Não podemos descobrir ninguém. Além disso, Davi disse: “Fui moço, e agora sou velho; mas nunca vi desamparado o justo” (Salmo 37.25). A resposta à essa questão pode ser encontrada em Mateus 27.46: a única pessoa justa a ser desamparada foi o Senhor Jesus. Ele foi desamparado na hora de Sua maior aflição, quando, estava pendurado na cruz. Ele glorificou a Deus da forma mais maravilhosa. Que mistério insondável! Por que Deus desamparou Seu próprio Filho? Foi porque Ele tomou sobre Si nossos pecados, tornando-se pecado por nós. Toda a nossa culpa foi colocada sobre Ele, e Deus julgou o nosso caso na Pessoa do Senhor Jesus que recebeu a sentença que nós merecíamos. Deus desejava nos salvar. Para que Sua vontade pudesse ser cumprida, fosse feito jus as Suas justiça e santidade, tal sacrifício foi necessário — Cristo morreu por nós.

Fonte: Boa Semente. 

24 de julho de 2017

A Palavra de Deus.

Assim será a minha palavra, que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a enviei [Isaías 55:11].


Depois de anos de árduo trabalho a tradução estava terminada. O Novo Testamento estava pronto para ser impresso em outra linguagem indígena, falada nas montanhas do México. Uma celebração foi realizada como um tributo para a ocasião. A seguir um homem jovem que não sabia ler, ajudou com a limpeza. Para sua surpresa, encontrou um dos Novos Testamentos que havia sido presenteado durante a celebração, no meio do lixo. “Esse livro é mesmo lixo?” Ele perguntou ao governador do distrito. “Esse livro não vale nada!” Foi a resposta atravessada. Entretanto, aquele jovem homem pediu se podia ficar com o Novo Testamento e teve a permissão para guardá-lo. Com esse Novo Testamento ele aprendeu a ler. Não foi nada fácil já que tinha pouca ajuda. Além disso, o tom de seu idioma variava e era demonstrado na impressão por meio de figuras, de tal maneira que pudesse ser lido e entendido. Mas seu interesse foi despertado e ele percebeu mais e mais, quão valioso e verdadeiro o livro era. Quanto melhor ele conseguia ler mais absorvia do conteúdo. Dessa forma, chegou a conhecer o Senhor Jesus, o Filho de Deus como Seu Salvador pessoal e tornou-se um cristão. Logo ele se encontrou com outros homens jovens para lerem juntos a Palavra de Deus e trocarem ideias sobre a mesma. Seu desejo é que as pessoas de sua vila consigam a aprender a ler o Novo Testamento e reconheçam quão grande é o amor de Deus por eles.

Fonte: Boa Semente. 

23 de julho de 2017

Os Salmos messiânicos - Salmo 102.

Desde a antiguidade fundaste a terra, e os céus são obra das tuas mãos. Eles perecerão, mas tu permanecerás; todos eles se envelhecerão como um vestido; como roupa os mudarás, e ficarão mudados. Porém tu és o mesmo, e os teus anos nunca terão fim [Salmo 102:25-27]


O Salmo 102 descreve graficamente as aflições e a desolação do Messias (vv.1-11). O pardal é uma criatura social, mas o Messias é como um: “pardal solitário no telhado”. O Senhor Jesus foi abandonado pelos Seus discípulos e rejeitado pelo Seu povo, mas essas coisas são pequenas quando comparadas com a indignação e a ira da cruz. A expiação não é apresentada nesse Salmo, mas nós vemos o Messias sofrendo a favor de Israel — Ele morreria pela “nação” (João 11:51). O resultado é visto nos versículos 12- 22, onde temos a restauração de Israel e a vinda do Senhor: “Quando o Senhor edificar a Sião, aparecerá na sua glória”. Então algo extraordinário acontece diante de nós quando o Messias diz: “Abateu a minha força... abreviou os meus dias” (v.23). O Messias seria “cortado” (Daniel 9:26; Isaías 53:8). Como poderia existir um reino sem a existência de um Rei? O mistério é resolvido quando lemos que Seus “anos são por todas as gerações” e que Ele não é outro senão o próprio Senhor, o Criador! O comentário divino desses versículos encontrase em Hebreus 1:10-12. A própria Criação irá envelhecer e perecer, mas Cristo permanece “o Mesmo” e Seus anos não têm fim (vv. 26-27). “O Mesmo”, é um título divino que significa: “Aquele que É e não muda”. Nós podemos colocar nossa confiança nEle no meio de um mundo sempre em mutação. “Jesus Cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente” (Hebreus 13:8).

Fonte: Boa Semente. 

22 de julho de 2017

Meditações sobre o livro de Neemias (Neemias 7.61-73).

O meu Deus me pôs no coração que ajuntasse os nobres, os magistrados e o povo, para registrar as genealogias [Neemias 7.5]


Neemias decidiu em seu coração realizar o censo do povo. Usou os registros das famílias feitos no primeiro retorno a Jerusalém. Portanto, os versículos 6 a 73 quase repetem o capítulo 2 de Esdras. Encontramos nele, por exemplo, os descendentes do homem que “se casou com uma das filhas de Barzilai, o gileadita, e que foi chamado pelo nome dele” (v. 63). Barzilai foi o ancião rico e respeitado que supriu Davi e seus companheiros em Maanaim (2 Samuel 19:32). Aqui descobrimos que seu genro, apesar de ser um sacerdote, já havia trocado o próprio nome, pois escolhera ser chamado pelo nome do sogro, o que lhe conferia um status bem maior. Quais foram as consequências desagradáveis? Os descendentes desse homem foram excluídos do sacerdócio devido à impureza. Tenhamos cuidado de não abandonar nossos privilégios cristãos em razão da busca pela proeminência. Haverá maior dignidade e nobreza que pertencer à família de Deus, ao “sacerdócio real”? Esse censo enfatiza o contraste com o da época de Davi! Somente a tribo de Judá naquele tempo contava com 470 mil homens capazes de manejar a espada, dez vezes mais que agora. O essencial, porém, não são os números, mas a fidelidade!

Fonte: Boa Semente. 

20 de julho de 2017

Nosso amor por Cristo.

Foto: Transformados pelo Evangelho.
Jesus Cristo; ao qual,... amais; não o vendo agora, mas crendo, vos alegrais com gozo indescritível e glorioso; alcançando o fim da vossa fé, a salvação das vossas almas. [1 Pedro 1: 7-9]

Como conhecemos o Senhor Jesus? Primeiro, nós precisamos conhecê-Lo como Aquele que morreu por nós há dois mil anos, e, portanto não existe mais nenhum julgamento para nós. Mas, se não avançarmos além disso, nós teremos um pequeno conhecimento dEle. Quão diferentes as coisas se tornam para nossos corações quando entendemos que Ele é uma pessoa viva e que está à mão direita de Deus no céu. A pergunta é se temos interesse em Cristo e tudo o que podemos encontrar nEle. Se o amamos, isso será demonstrado em querer conhecer tudo que podemos a Seu respeito. No Salmo 111:2, lemos que as obras de Deus são: “procuradas por todos os que nelas tomam prazer”. Se amamos o Senhor, faremos sérios esforços para aprender tudo que Lhe diz respeito, e estar presente sempre que podemos nos encontrar com Ele. Eu engano a mim mesmo quando penso que amo o Senhor e minha Bíblia, e o ajuntamento ao redor do Senhor, e ao mesmo tempo, negligencio as reuniões onde Sua palavra é apresentada. Quão clara deve ter se tornado a verdade desses versículos para os crentes dentre os israelitas aos quais a epístola de Pedro é destinada, pois a porção dos cristãos é bem mais preciosa do que a de Israel. Nenhum israelita — nem mesmo aqueles que andaram com o Senhor antes de Sua crucificação e que, portanto, possuíam mais do que os crentes que os antecederam — poderiam conhecer o amor do Senhor ou a Ele, do modo como nós podemos. Nós temos visto sua vida e morte na terra e sabemos que tudo isso foi por amor a nós! Os israelitas não conheciam um Senhor glorificado nos céus. Eles não tinham o Espírito Santo dentro deles como o poder divino que nos conduziu a um relacionamento vivo com Cristo no céu, nos capacitando a desfrutar essas preciosas verdades de Sua pessoa, agora mesmo.

Fonte: Boa Semente.

19 de julho de 2017

Abrigados na Rocha.

Sê a minha firme rocha, uma casa fortíssima que me salve. Porque tu és a minha rocha e a minha fortaleza [Salmo 31:2-3].

Eu deixei minha família à beira-mar por um pouco e estava subindo pelas rochas costeiras. Uma pedra, de repente, deslizou sob meus pés soltando-se da encosta e rolando abaixo. Para meu horror, naquele mesmo instante as cabeças de minhas duas pequenas filhas surgiram por trás de uma grande rocha bem no caminho da pedra que havia se soltado. Eu só pude gritar: “Abaixem-se!” Com uma última virada a pedra bateu na rocha e quebrouse, com fragmentos voando em todas as direções. Eu desci a encosta e encontrei minhas duas filhas seguras, agachadas ao pé da rocha. Emocionados, agradecemos a Deus, nosso Pai, por Sua proteção. Seguros no abrigo da rocha! De modo figurado, isso também é algo da maior importância, para muitos incidentes que ocorrem na vida das pessoas. Com que frequência nós temos ofendido outros seres humanos, isso para não falar do Deus Todo-Poderoso! Deus tem uma mensagem para nós. No evangelho Ele nos oferece salvação e segurança por meio do Senhor Jesus, Seu Filho. Mas junto com o evangelho Ele fala de Sua ira que precisa confrontar os seres humanos por causa da culpa (Romanos 1:16-18). Deus menciona a ira não para nos ameaçar, mas para nos advertir do perigo que nossa própria culpa tem trazido sobre nós. Deus nos ama e nos chama para nos proteger na segurança da rocha. A rocha é Cristo. Na cruz do Calvário a ira de Deus foi derramada sobre Ele como Substituto para todos que aceitam Sua salvação.

Fonte: Boa Semente. 

18 de julho de 2017

Fogo Eterno.

Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos [Mateus 25.41]


O inferno existe de verdade? E o que devemos entender pelo mesmo? Sim, o inferno é de fato um lugar verdadeiro; o mesmo traz separação eterna de Deus. A Bíblia chama o hades (alguma versões traduzem inferno) de “lago de fogo”, o lugar onde “haverá pranto e ranger de dentes” (Mateus 25:30), onde “o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga” (Marcos 9:44). Não seria a intenção de Deus, por meio dessa linguagem figurada, indicar o tormento eterno e a constante autoincriminação de todos que irão se encontrar ali? O inferno foi criado para o diabo, que quis elevar-se a si mesmo acima de Deus como o príncipe dos anjos e foi derrubado juntamente com seus seguidores. Mas esse também será o destino eterno de todos que partem desse mundo sem a paz de Deus e sem o perdão de seus pecados, isto é, de todos que desprezam a graça de Deus. Todos aqueles que são indiferentes e externamente zombam da religião, os ateus e aqueles que se imaginam bons, estarão ali. O mesmo é verdadeiro com todos os que descansam em algo separado da obra de redenção realizada pelo Senhor Jesus na cruz. “E em nenhum outro há salvação”, senão no Nome do Senhor Jesus (Atos 4:12). Ele é o único caminho para se escapar do julgamento eterno. Hoje a porta do amor de Deus, da graça e da salvação, a porta do céu, continua aberta para todos os vivos. “Eu sou a porta”, disse o Senhor Jesus (João 10:9). Ele nos convida, graciosamente, a nos voltar para Deus, para sermos salvos pela eternidade. Não existe saída no inferno; não existe escapatória nem retorno.

Fonte: Boa Semente. 

17 de julho de 2017

Conversão.

Irmãos, se algum de entre vós se tem desviado da verdade, e alguém o converter, saiba que aquele que converter um pecador do erro do seu caminho, salvará da morte uma alma, e cobrirá uma multidão de pecados [Tiago 5:19 — 20].


Nessa breve epístola, Tiago coloca vários testes diante de todos os crentes. Instruindo como fazer para passar pelos mesmos, ele nos ensina a sermos praticantes da Palavra, a visitarmos as viúvas e os órfãos em suas aflições, a não termos uma atitude de favoritismo, de controlarmos a língua — e muitas outras lições. Esse é o motivo porque Tiago apresenta aos seus leitores os tremendos recursos do Pai das luzes, do Senhor da glória, na sabedoria de cima e no Espírito da graça. Ele também escreve acerca de falhas, com relação a alguém que não passa em um ou vários desses testes da fé, e também de restauração. Quando o crente erra ou se desvia da verdade, afastando-se da mesma, precisa ser trazido de volta. Os crentes ao redor desse “desviado” enfrentam o desafio de resgatá-lo, guiando-o de volta para o caminho certo. O Senhor nos deixou essa instrução: “se teu irmão pecar contra ti, vai, e repreende-o entre ti e ele só; se te ouvir, ganhaste a teu irmão”. (Mateus 18:15). Isso aconteceu com Pedro apesar de ter sido advertido pelo Senhor, mas ainda assim, ele foi trazido de volta para fortalecer seus irmãos (Lucas 22:32). É claro, que a instrução se aplica aum crente que pecou. Pecar é errar o alvo — falhar em passar em um ou mais testes de fé. Tiago 5:19-20 ensina a restauração, de modo semelhante ao que Paulo escreveu em Gálatas 6:1, enfatizando a atitude necessária naquele que restaura. Tiago descreve o que a restauração significa para aquele que é trazido de volta: ela cobre uma multidão de pecados. O pecador estava em um caminho de separação de Deus, mas foi salvo da morte; maravilhosa graça!

Fonte: Boa Semente. 

16 de julho de 2017

Os salmos messiânicos - Salmo 91.

Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos. Eles te sustentarão nas suas mãos, para que não tropeces com o teu pé em pedra alguma [Salmo 91:11-12].

No Salmo 91 o Messias é apresentado como o Homem perfeito e dependente, e como único que verdadeiramente habita “no esconderijo do Altíssimo” e “à sombra do Onipotente”. O tema é: Cristo foi libertado do inimigo e preservado por Deus em Seu caminho sobre a terra (vv. 2-10) “Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda”. Mateus e Lucas registram a tentação do Senhor Jesus e o diabo citando esse Salmo. Isso nos mostra que Satanás acreditava que o Salmo 91 era uma profecia messiânica, mas observando atentamente notamos que ele citou o Salmo de modo errado. Ele levou o Senhor Jesus até o pináculo do templo e disse: “Se tu és o Filho de Deus, lança-te de aqui abaixo” (Mateus 4:6). Depois o diabo citou os versículos 11-12, mas omitiu parte do versículo 11: “para te guardarem em todos os teus caminhos”. A promessa da proteção angelical para o Messias dependia de Sua obediência e confiança em Deus. Ele seria preservado enquanto andasse nos caminhos de Deus. O Senhor Jesus sempre andou na vontade de Deus; Satanás tentou fazê-Lo andar fora desses caminhos — mas falhou. Satanás é descrito de quatro formas nesse Salmo: um leão, uma áspide, um leãozinho e uma serpente (v.13). Como leão é um adversário poderoso (1 Pedro 5:8), como a áspide ele se transforma em anjo de luz (2 Coríntios 11:14), como leãozinho ele mostra sua energia em oposição as coisas de Deus (Jó 1:7), e como a serpente,ele é um perseguidor e assassino (Apocalipse 12:4-13). O Salmo 91 termina com a exaltação do Messias: “pô-lo-ei em retiro alto”. Isso acontece porque o Messias amava a Deus e em Sua santa humanidade Ele manifestou uma perfeita dependência e obediência a Deus.

Fonte: Boa Semente.  

15 de julho de 2017

Meditações sobre o livro de Neemias (Leia Neemias 6:15-19; 7).

Os estranhos descairão, e terão medo nos seus esconderijos [Salmo 18.45].

Cinquenta e dois dias foram suficientes para que os homens de Judá cobrissem todas as brechas e reconstruíssem o muro. A maioria deles era inexperiente e não sabia manusear as ferramentas de pedreiro. Mas eles tinham zelo e um coração disposto para a obra (3:20; 4:6). Aos olhos do Senhor, a devoção vale mais que a capacidade de Seus obreiros. De fato, Ele mesmo concede capacidade àqueles que são devotados e esperam nEle. Os esforços de Tobias para atemorizar Neemias, e o apoio que esse homem mau recebeu da parte de alguns nobres de Judá são os últimos sinais da hostilidade do inimigo. Dali em diante, Jerusalém com seu muro reerguido parecia “construída como cidade compacta” às nações que a cercavam (Salmo 122:3). Mas ainda era necessário vigiá-la. Neemias cuida especialmente dos portões e designa guardas para eles (Isaías 62:6- 7). Outras tarefas são especificadas, incluindo as dos dois governadores da cidade (vv. 1-2). Dois homens haviam recebido tal responsabilidade: Hanani, por sua preocupação com o povo (1:2), e Hananias, por sua fidelidade e temor de Deus (v. 2).

Fonte: Boa Semente. 

14 de julho de 2017

A decisão correta.

Convertei-vos, pois, àquele contra quem os filhos de Israel se rebelaram tao profundamente. Eis-nos aqui, vimos a ti; porque tu és o Senhor, nosso Deus... pecamos contra o Senhor... não demos ouvidos [Isaías 31:6; Jeremias 3:22,25].


O Deus de amor me falou, e hoje Seu amor faz outro apelo a mim. Minha consciência me acusa: como posso responder pelo meu passado? Por que eu cedo ao mau quando desejo fazer o que é bom? Deus me convida para voltar para Ele. Qual será minha resposta? Eu sei muito bem que preciso mudar minha direção, isto é, me arrepender e me converter. A conversão exige uma decisão moral; envolve todo o meu ser: minha vontade, minha razão e meus sentimentos. Ela também implica, de agora em diante, uma forma diferente de vida. Mas apesar dos apelos divinos, e das necessidades de sua consciência o homem resiste porque sua vontade, sistematicamente, se rebela contra a vontade de Deus. O fato de que somos inimigos de Deus, e não queremos nada com Ele, e que somos dominados pela descrença é duro de aceitar, mas importante de ser entendido. É necessário toda misericórdia de Deus para nos fazer permanecer parados através de circunstâncias importantes; é necessário toda energia do Espírito Santo e todo o poder da Palavra de Deus para nos forçar a capitular diante de Deus. Esse passo é chamado de conversão. A alma quebrantada retorna para Deus, como a um Pai, por meio do Senhor Jesus. Não existem duas conversões iguais. Você poderia dar um testemunho da sua.

13 de julho de 2017

Salvação pela Graça.

Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie [Efésios 2:8-9].


Estamos no alto verão. No calor do meio dia estou pedalando através dum parque ladeado por gramados amarelados pela falta de água. Não há quase ninguém no parque, e o grande lago está completamente parado sob o sol brilhante. De repente, paro bruscamente, assustado. Uma tartaruga encontra-se deitada debaixo de uma árvore. Como ela foi parar ali, tão longe do seu ambiente natural? Ela tenta desesperadamente, com todas suas forças, se deslocar de onde está e retornar para a água, essencial para sua vida, mas sem progredir. Seu casco é muito pesado, e suas pernas muito fracas. A terra do gramado seco mostra traços de seus vãos esforços. Um pedestre passa e sente pena da mesma: “Olhe como ela tenta se libertar. Sem ajuda está desesperadamente perdida”. Eu levanto cuidadosamente a tartaruga, levo-a de volta para o lago e coloco-a na água. Ela submerge duma vez e se afasta. Então surge novamente, estica sua visível cabeça vermelha para fora da água e finalmente, desaparece. A criatura foi salva de uma terrível situação. E é assim que Deus lida conosco. Nós temos nos afastado de Deus, e não desejamos viver com Ele e sob Sua direção. Nós deixamos o elemento da vida, para o qual fomos criados. Qualquer um que reconhece essa situação está inclinado a voltar para Deus. Mas então, nós notamos que tudo que fazemos é inútil. Isso só é possível pela fé e por meio da graça de Deus. Foi por isso que O Senhor Jesus: “estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios” (Romanos 5:6).

Fonte: Boa Semente. 

12 de julho de 2017

A eternidade da Palavra de Deus.

Depois dele, foi Sangar, filho de Anate, que feriu a seiscentos homens dos filisteus com uma aguilhada de bois; e também ele libertou a Israel [Juízes 3:31].


A obra de Sangar parece ter sido realizada numa localidade vizinha dos Filisteus. Existe uma coisa específica que nos é informada acerca dele. Ele feriu os filisteus com uma aguilhada de bois. Esse foi um feito notável, que exigia grande força, mas o que deve ser notado é a arma que ele usou — uma aguilhada de bois. A aguilhada é uma vara comprida, com ferrão na ponta, usada para conduzir e instigar os bois no serviço de arar e é muito efetiva para este fim. Mas como arma? Bem o Espírito de Deus chama nossa atenção para isso para nossa aprendizagem. Quando Davi foi ao encontro de Golias com um cajado, uma funda e cinco pedras, o gigante sentiu-se ofendido ao ver Davi com armas tão desprezíveis. Todavia, a fé de Davi transformou aquilo numa verdadeira luta, não entre ele e Golias, mas entre Golias e Deus. Assim, apesar de suas armas serem desprezadas, elas se provaram efetivas em lhe dar a vitória. Os filisteus talvez tenham desprezado a aguilhada de Sangar, mas foi com ela que ele feriu seiscentos deles. Em Efésios 6, nós lemos acerca da armadura de Deus . O crente é chamado para ser um soldado, não para lutar contra carne e sangue, mas para lutar batalhas espirituais contra os poderes do mal e das trevas. A armadura é para a proteção, mas existe uma arma ofensiva — “a espada do Espírito, que é a palavra de Deus”. Essa é a arma do crente — a palavra de Deus. Como Golias desprezou as armas de Davi e talvez os filisteus a de Sangar, assim também nossas armas costumam serem desprezadas. Provavelmente não existe outro livro que tenha sido tão desprezado, ridicularizado e criticado quanto a Bíblia. O Senhor Jesus disse: “O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar” (Mateus 24:35). Quando os atuais céus e terra tiverem passado, a Palavra de Deus permanecerá, e isso, para sempre.

Fonte: Boa Semente. 

11 de julho de 2017

O peitoral do juízo.

Também porás no peitoral do juízo Urim e Tumim, para que estejam sobre o coração de Arão, quando entrar diante do Senhor: assim Arão levará o juízo dos filhos de Israel sobre o seu coração diante do Senhor continuamente [Êxodo 28:30].

Essa é a quarta instrução no livro de Êxodo que o Senhor disse que deveria ser praticada continuamente. O peitoral do juízo era parte do éfode sacerdotal. Era através do Urim (“luzes”) e do Tumim (“perfeições”) — possivelmente pedras preciosas, que eram guardadas em uma bolsa ou bolso do peitoral — que o Senhor tornava Seus pensamentos conhecidos. Exatamente como, nós não sabemos, mas era o sumo sacerdote que usava essas pedras para receber uma resposta de Deus. Um exemplo negativo disso pode ser aprendido da história do rei Saul, que não recebeu uma resposta apesar do sacerdote ter usado o éfode (1 Samuel 14). A palavra Urim, começa com a primeira letra do alfabeto hebraico, enquanto Tumim começa com a última. Isso pode indicar que independentemente da situação, Deus era capaz de dar uma resposta por meio do sacerdote a quem Ele havia ordenado. O Urim e o Tumim estavam vinculados com o julgamento (a declaração do que é certo, o julgamento dos filhos de Israel). Elas estavam no peitoral, sobre o coração do sumo sacerdote, pois seu julgamento não pode ser separado do coração. Isso nos lembra de que: “Deus é luz”, sustentando aquilo que é certo e também que “Deus é amor”, pois o peitoral do julgamento era levado sobre o coração. Isso acontecia “diante do Senhor”, na presença de Deus que tinha um relacionamento especial com o povo que havia redimido. O Novo Testamento nos ensina que o Senhor Jesus está agora na presença de Deus de onde nos sustenta, intercede por nós e cuida dos direitos de Deus com relação ao Seu povo.

Fonte: Boa Semente. 

10 de julho de 2017

A oração de devoção do Senhor Jesus.

E aconteceu que, como todo o povo se batizava, sendo batizado também Jesus, orando ele, o céu se abriu; e o Espírito Santo desceu sobre ele em forma corpórea, como pomba; e ouviu-se uma voz do céu, que dizia: Tu és meu Filho amado, em ti me comprazo [Lucas 3:21-22].

Uma vez que Suas palavras não estão registradas, nós podemos deduzir pelos fatos descritos qual era o caráter da oração. Pode parecer estranho que Ele deveria ser batizado com o batismo de arrependimento de João (pois não tinha nada do que se arrepender). Mas foi a mais pura graça que O levou a assumir essa posição humilde em associação com aqueles que tinham pecado, o remanescente arrependido de Israel. Por meio desse ato, Ele assumia a responsabilidade de cuidar dos pecados deles, levando-os na cruz do Calvário — o mais temível batismo de morte imaginável (Lucas 12:50). Assim, Seu batismo nos fala de Sua devoção completa à vontade de Deus, não apenas em Sua vida de serviço, mas indo até a morte. Nós então podemos ter certeza que sua oração havia sido completamente consistente com esse ato bendito. O Pai responde em alegria e aprovação: não havia a menor possibilidade dEle falhar em Sua devotada missão de graça. Quanto a nós, apesar de estarmos conscientemente tristes no que diz respeito a qualquer responsabilidade a nós confiada, ainda assim uma oração de devoção submissa como a de nosso Mestre torna-se mais necessária antes que possamos prestar- Lhe qualquer serviço verdadeiro. Saulo de Tarso expressou isso de modo breve quando se encontrou com o Senhor Jesus: “Senhor, que farei”? (Atos 22:10). Em tal oração honesta, a alma pode renunciar à sua própria teimosia e tomar o jugo do Senhor Jesus. Que todo crente possa fazer essa oração, simples, honesta e decididamente com um firme propósito do coração.

 Fonte: Boa Semente. 

9 de julho de 2017

Os Salmos Messiânicos - Salmo 69.

Aqueles que me odeiam sem causa são mais do que os cabelos da minha cabeça... pois o zelo da tua casa me devorou... Deram-me fel por mantimento, e na minha sede me deram a beber vinagre [Salmo 69.4,9,21]. 


O Salmo 69 detalha os sofrimentos e as tristezas de Cristo durante Sua vida e Sua morte. O mesmo termina com a salvação, restauração e benção sobre Israel nos últimos dias: “Porque Deus salvará a Sião”. Três profecias desse Salmo são citadas no Evangelho de João. Versículo 4 é aludido pelo Senhor Jesus quando descreve o ódio humano contra Sua Pessoa: “Odiaram-me sem causa” (João 15:25). O estado chocante do coração do homem é revelado nas palavras: “sem causa”; a tradução literal dessa expressão é que eles o odiaram “livremente” ou “gratuitamente”. Versículo 9 foi lembrado pelos discípulos depois do Senhor ter purificado o templo expulsando os cambistas (João 2:13 17). Cristo tinha zelo que Seu Pai não fosse mal representado pelas ações perversas dos homens! Que zelo Ele tinha pela Casa de Deus! Versículo 21 nos fala da sede do Senhor na cruz. A oferta de vinagre que lhe foi feita também é citada em Mateus e Marcos (Mateus 27:34; Marcos 15:36); entretanto apenas o Evangelho de João inclui as palavras do Senhor: “Tenho sede” (João 19:28). Nesse Evangelho onde encontramos água por todos os lados: vasos cerimoniais cheios de água (João 2), a água do novo nascimento (João 3), o dom da água viva (João 4), o paralítico junto ao tanque de Betesda (João 5), o clamor do Senhor: “Se alguém tem sede, venha a mim, e beba” (João 7), e o cego junto ao tanque de Siloé (João 9). E apenas nesse Evangelho, onde a água da vida é oferecida aos sedentos espirituais, o Senhor clama: “Tenho sede”. Que todos os que leem isso bebam da água da vida que é oferecida de graça.

Fonte: Boa Semente.

8 de julho de 2017

Meditações sobre o Livro de Neemias.

Todos eles procuravam atemorizarnos, dizendo: As suas mãos largarão a obra, e não se efetuará. Agora, pois, ó Deus,fortalece as minhas mãos [Neemias 6:9].

As tentativas frustradas não desencorajaram Sambalate, Tobias e Gesém. Eles fizeram uma oferta hipócrita a Neemias: “Vem, encontremo-nos” (v. 2). O vale de Ono – ou dos Artífices (11:35), lugar do encontro, sugere um ato de colaboração com os inimigos do povo de Deus. Mas a oferta foi rejeitada, apesar das ameaças que a acompanharam pela quinta vez. Então outra armadilha é enviada por Semaías, um judeu. Com uma falsa profecia, esse agente inimigo tenta levar Neemias (que não era sacerdote) a desobedecer ao Senhor procurando refúgio no templo (v. 2 Coríntios 11:13; 1 João 4:1). Os fariseus agiram da mesma forma com o Senhor Jesus. “Retira-te e vaite daqui, porque Herodes quer matar-te” (Lucas 13:31). Eles (e Satanás por trás deles) tentavam amedrontar ao Senhor Jesus e afastá-Lo do caminho da fé que Ele intrepidamente decidiu trilhar até Jerusalém (Lucas 9:51).' O duplo ataque, frustrado pelo fiel Neemias, coloca o cristão em alerta contra dois extremos perigosos:
1. Alargar o caminho, trabalhando lado a lado com os que não se submetem à Palavra.
2. “Segregar” a si mesmo com arrogante e pretensioso sectarismo.


Fonte: Boa Semente. 

7 de julho de 2017

O Senhor Jesus veio ao mundo.

Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal (I Timóteo 1.15). 

Olhando para seu passado, um médico disse: “Minha mãe costumava orar bastante por mim; ela nunca perdeu a esperança que algum dia eu me voltaria para Deus”. Mas desde o primeiro ano dos meus estudos, as coisas foram rapidamente ladeira abaixo. Minha forma irresponsável de vida me obrigou a vender algumas coisas, das quais realmente não precisava. Uma delas foi a Bíblia que minha mãe me deu quando saí de casa. Depois, quando estava trabalhando como médico em um hospital, vi todo o tipo de sofrimento e miséria. Quando, ocasionalmente, entrei em contato com crentes verdadeiros, tinha que pensar em minha mãe e nos dias da minha juventude. Certo dia, um homem deu entrada com lesões graves. Sua condição era desesperadora, e ele sabia que ia morrer. Eu fui estranhamente tocado pela expressão feliz em seu rosto, pois eu sabia que ele estava experimentando uma dor insuportável. O paciente não tinha parente, e quando morreu, os poucos pertences que tinha foram separados na minha presença. A enfermeira daquela ala mostrou-me uma Bíblia. Que choque senti quando vi que era a Bíblia que minha mãe havia me dado! Meu nome ainda estava nela junto com o versículo escrito pela mão de minha mãe. O último proprietário havia, obviamente, lido bastante aquela Bíblia, pois muitas páginas estavam sublinhadas. Isso me causou outro choque. De repente vi toda a minha vida pecaminosa diante de mim. Não consegui descansar até aceitar o Senhor Jesus como meu Salvador e Senhor.

Fonte: Boa Semente.