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19 de abril de 2018

O escândalo da cruz.

Na civilização romana a crucificação era considerada o método de execução mais severo e cruel. Era uma forma horrenda e humilhante de morrer. Além disso, para os judeus era o sinal da maldição divina (Deuteronômio 21:23; Gálatas 3:13). Então, não deveriam, os primeiros cristãos terem guardado silêncio acerca da crucificação de Jesus? Ouçamos o testemunho de um antigo muçulmano: “Ser discípulo de uma pessoa que foi assassinada tão indignamente não é motivo para sentir-se orgulhoso. Nenhum discípulo de qualquer religião inventaria uma história que atribuísse a seu líder ou fundador um tratamento tão vergonhoso da parte de seus inimigos. Sim, se os crentes tivessem que modificar ou eliminar algo do Evangelho, o relato da crucificação teria sido o primeiro a ser eliminado ou mudado”. Os discípulos ressaltaram a morte de Jesus na cruz, porque ela foi o meio usado para reconciliar o homem perdido com Deus. Não foi uma derrota, e sim a maior vitória sobre o poder das trevas e do mal. A morte do Senhor Jesus Cristo na cruz é a expressão final do amor de Deus. Ao longo dos séculos, milhões de pessoas têm crido e recebido o amor de Deus; elas são testemunhas do poder da cruz do Senhor Jesus Cristo.
Fonte: Boa Semente.

18 de abril de 2018

Jesus é a autoridade máxima.

“Eu estava em Colombo, no Sri Lanka. Ali me encontrei com dois ex-monges budistas que haviam vivido muito tempo com a cabeça raspada e vestidos com largas túnicas alaranjadas. No monastério receberam um Novo Testamento e se dedicaram a estudá-lo. Rapidamente sentiram-se atraídos pela pessoa de Jesus e ficaram impressionados pela autoridade que emanava de Seus ensinamentos. Convencidos que a autoridade de Jesus estava ligada a Sua natureza divina, a sua identidade como Filho de Deus, o receberam em seus corações como Salvador. Prosseguiram sua leitura para ver como deviam conduzir-se os discípulos do Senhor Jesus. Estudando os Atos dos Apóstolos chegaram à conclusão que deviam batizar-se. Agora, esses dois homens visitam os monges budistas para ajudá-los a descobrir a Pessoa e os ensinamentos de Jesus, o Mestre vivo”. Quando o Senhor Jesus ensinava, Seus ouvintes sabiam que Suas lições ultrapassavam infinitamente o raciocínio humano porque vinham de Deus. Hoje, Jesus continua falando e ensinando por meio da Bíblia. Devemos segui-Lo, pois conduz à “luz da vida”. Em nenhum momento de nossa vida podemos prescindir de Seus ensinamentos. Sem Ele não podemos desfrutar o mais importante dessa vida, que é o perdão dos pecados e um relacionamento com Deus como Pai. Escutemos a cada dia, ao Senhor Jesus, para que nos ensine a viver e a servir-Lhe.
Fonte: Boa Semente. 

16 de abril de 2018

Areia ou pedras?

Outro dia saudei a um amigo dizendo: -Como estás? Sua resposta me deixou intrigado: -Ó, estaria bem se não tivesse pedras em meus sapatos. –O que você quer dizer com isso? –É que tenho preocupações que parecem enormes. Elas se parecem com aqueles grãos de areia que têm o efeito de uma pedra no sapato, até que tiro o sapato, o sacudo e me surpreendo que um grãozinho tão pequeno tenha podido parecer a mim tão grande devido a seus efeitos. Temos areia em nossa vida? Ela nos dá a impressão de ser um grande problema até que a examinamos. São pesos que nos sobrecarregam e nos freiam, por exemplo, uma pessoa complicada, um trabalho que nos rouba muito tempo ou uma decisão delicada. Não se trata de subestimar as dificuldades que se nos apresentam, e sim de não nos deixar aprisionar por elas. Falemos de nossas preocupações com Deus e com outros crentes, assim experimentaremos que Ele responde a nossa oração. Busquemos na Bíblia como reagiram alguns homens e mulheres de fé diante das dificuldades: Abraão (Gênesis 13), Ana (1 Samuel 1), Daniel (Daniel 1), e muitos outros. Esses exemplos nos ajudarão a encontrar uma solução para nossos problemas. Quer sejamos crentes ou quer que ainda estejamos buscando a verdade, as dificuldades ou provas podem conduzir-nos a Deus. Atravessando-as com o Senhor experimentaremos Sua sabedoria, Seu amor e Seus cuidados. “Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós” (1 Pedro 5:7).
Fonte: Boa Semente. 

14 de abril de 2018

Meditações sobre o livro de Jó.

Muitas pessoas têm a mesma ideia sobre Deus que Jó tinha: um Ser Todo-Poderoso que age arbitrariamente, sem dar satisfação a ninguém, e cujos caminhos estão além de nosso entendimento. Os seres humanos estão inteiramente à mercê dEle, como folhas levadas pelo vento (13:25). A única coisa que podemos fazer é tentar esconder-nos o máximo possível dos ataques divinos. Esse “fatalismo” é encontrado em muitas religiões orientais. É verdade que Deus é Todo-Poderoso e age de acordo com Sua soberana vontade. É igualmente verdade que o ser humano é fraco e dependente; que “nasce como a flor e murcha” (14:2; 1 Pedro 1:24). Mas, não é verdade que Deus nos transforma em brinquedos e nos controla apenas para Se divertir (v. 20). Pelo contrário, Ele cuida de Suas criaturas e não “esmagará a cana quebrada” (Isaías 42:3; Mateus 12:20). “Quem da imundícia poderá tirar coisa pura?”, pergunta Jó no versículo 4. Depois lamenta: “A minha transgressão estaria selada num saco” (v. 17). Ele não compreende a plenitude da graça, como sempre acontece com as pessoas envolvidas na autojustificação. Você conhece Deus como Aquele que limpa o pecador por completo e joga o “saco” contendo todos os pecados nas profundezas do mar (Miqueias 7:19)?
Fonte: Boa Semente. 

13 de abril de 2018

Nunca homem algum falou assim como este homem.

O autor dum livro científico, geralmente faz referência a outras obras. Citar suas fontes é uma regra de honestidade necessária, pois ninguém tem autoridade por si mesmo; todos devem referir-se ao que outros disseram. Assim foi também com os profetas da Bíblia que não dependiam de sua própria autoridade, mas iniciavam seus textos com a expressão: “Assim diz o Senhor”. Por outro lado, o Senhor Jesus falava de Si e sobre Si mesmo porque nenhuma outra pessoa podia fazê-lo. Aqueles que o escutavam se surpreendiam por causa de Sua autoridade pessoal (Marcos 1:27). “Os ensinava como tendo autoridade” (Mateus 7:29). Era a autoridade encarnada. Não apenas dizia a verdade, mas Ele mesmo era a verdade. Nessa época, um escriba que desejava tornar-se um “rabi”, tinha que estudar não apenas as Escrituras, mas também a tradição dos anciãos. Por isso, os judeus estavam surpresos ao ouvir o Senhor Jesus falar com autoridade, sem seguir a ordem estabelecida pelos rabinos. Perguntavam: “Como sabe este letras, não as tendo aprendido?” (João 7:15). Porém Jesus não tinha necessidade de tê-las estudado, pois Ele era “a Palavra” feita carne (João 1:14). Ele era o cumprimento e a fonte da mesma. Jesus é o Filho de Deus.
Fonte: Boa Semente. 

12 de abril de 2018

Deus te ama.

“Eu vos tenho amado”. Essa surpreendente mensagem de Deus a Seu povo rebelde, continua atual. A cristandade pode escutá-la todos os dias. A cruz de Cristo presente por toda parte no meio dos nossos povos, campos, cemitérios é a mesma cruz que marcou toda nossa civilização ocidental. Não seria a mesma um testemunho de tal amor? Infelizmente a declaração de Deus não faz mais eco em nosso mundo atual, do que no Israel de antigamente. Quando o povo deu a Deus essa insolente resposta: “em que nos tem amado?” Como fazer semelhante pergunta quando o próprio Deus declara que: “amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”? (João 3:16). Esse amor de Deus assume toda Sua magnitude quando nos damos conta de que, para salvar-nos Ele deu o que de mais precioso tinha, Seu unigênito e amado Filho, e o entregou à morte infame da cruz. Entretanto, a multiplicação de catástrofes naturais, terremotos, inundações, erupções, etc., sempre levanta a pergunta: onde está o amor de Deus que permite tais catástrofes? Por meio dessas calamidades recebemos uma mensagem urgente que nos faz compreender a brevidade e fragilidade da vida humana. Deus quer alcançar as consciências e dirigir os olhares para a grande salvação que oferece ao homem pecador, salvação que é a prova máxima de Seu amor.
Fonte: Boa Semente.

11 de abril de 2018

A paz verdadeira.

Martin Luther King, pastor afro-americano (1929-1968), foi um grande defensor da paz e dos direitos humanos, principalmente dos afro-americanos. Em 1964 recebeu o prêmio Nobel da Paz. Esse pregador da não violência foi assassinado aos 39 anos. Ouçamo-lo falar da paz interior que não depende de nossas circunstâncias, e sim da nossa relação com Deus: “Essa paz verdadeira que excede todo o entendimento é a tranquilidade que supera a qualquer descrição ou explicação, a paz em meio à tormenta, a tranquilidade em meio ao caos. O apóstolo Paulo, encarcerado e algemado, cantava louvores a Deus. Os primeiros cristãos se alegravam de terem sido considerados dignos de sofrer por amor a Cristo. Uma fé autêntica nos leva a convicção de que além da vida está a Vida. Mesmo se morrermos... Deus nos levará para uma cidade magnífica que preparou para nós. A existência do Universo seria absurda se a morte fosse uma passarela que conduz ao nada a humanidade. Por meio de Cristo, Deus arrancou o aguilhão da morte. A morte é uma porta aberta que nos conduz para a vida eterna. A fé cristã nos faz capazes de aceitar aquilo que não pode ser mudado, de suportar as dores mais intensas sem perder a esperança, pois sabemos que, todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus (Romanos 8:28).”
Fonte: Boa Semente.

10 de abril de 2018

Um exército libertado da sede.

Por volta do ano 160, o imperador romano Marco Aurélio, que estava em campanha contra os bárbaros, encontrou-se completamente cercado pelo inimigo. E no meio de semelhante situação tão desesperadora, pois o abastecimento de água era impossível, escreveu o seguinte em seu diário: “no quinto dia sem água, comecei a rezar para os deuses do meu povo, mas como me ignoraram, convoquei aqueles entre os soldados que tinham o nome de cristãos. Pedi a eles que orassem para encontrar uma saída”. Os detalhes referentes à oração desses crentes também foram registrados: “Ajoelhados, oraram não apenas por mim, mas por todo o exército para que fossemos libertados da sede. Enquanto se prostravam por terra e oravam ao seu Deus, um Deus que desconheço, choveu a cântaros sobre todos nós e ao mesmo tempo, um granizo devastador caiu sobre o campo inimigo. Todos reconheceram imediatamente a intervenção de um Deus que responde às orações”. Impressionado pela resposta milagrosa, o imperador redigiu, logo em seguida, um decreto que aliviaria (apenas por algum tempo) as perseguições contra os cristãos. Crentes, num mundo cada vez mais inimigo de Cristo, permaneçamos no lugar que Deus nos dá, com boa disposição e estando “sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós” (1 Pedro 3:15).
Fonte: Boa Semente. 

9 de abril de 2018

Estamos lendo nossa Bíblia?

Uma criança tinha descoberto em sua casa uma Bíblia que a cada dia acumulava mais pó. Certo dia perguntou a sua mãe: - Mamãe, esse é o livro de Deus? – Claro que sim, respondeu-lhe. – Como nunca o lemos? Por que não o devolvemos?-, sugeriu a criança. Na França, Jerôme Lebrat (1848-1912) tinha lido e estudado a Bíblia assiduamente. Alimentado pelo Evangelho de Deus, pregava-o de aldeia em aldeia. As pessoas se reuniam nos celeiros e, sentadas onde podiam, escutavam sem perder nada; palavras às vezes severas as quais, como flechas, chegavam às consciências: “Se não querem ler suas Bíblias, queimem-nas, porque no dia do Juízo elas testemunharão contra vocês. Com isso, se referia ao que o Senhor Jesus disse: “Quem... não receber as minhas palavras, já tem quem o julgue; a palavra que tenho pregado, essa o há de julgar no último dia” (João 12:48). Certo dia Jerôme Lebrat se deu conta que seus ouvintes, por pura comodidade, vinham para as reuniões trazendo apenas o Novo Testamento. O pregador temeu que tivesse se descuidado do estudo do Antigo Testamento e, por isso, decidiu escolher os temas de suas mensagens dessa parte da Bíblia. Cristãos, não nos descuidemos do estudo de toda a Bíblia, pois nela encontraremos a paz, a alegria e as forças para nos comportarmos como filhos de Deus nesse mundo.
Fonte: Boa Semente.

8 de abril de 2018

A celebração da páscoa.

A páscoa de Êxodo 12 é uma imagem emocionante da obra redentora do Senhor Jesus Cristo. O sangue colocado nos umbrais das portas é um bem conhecido tipo da obra de Cristo na cruz. Uma das características mais marcantes da refeição pascal, na qual podemos encontrar encorajamento e instrução, é que os israelitas deveriam comer a mesma “apressadamente”. Eles deveriam ser um povo preparado, com os lombos cingidos e pés calçados, pois deveriam estar prontos para deixar o Egito a qualquer momento. Todo o comportamento deles é característico de um povo peregrino, pronto a abandonar a terra de sua escravidão. Eles estavam sob o abrigo do sangue do cordeiro e se alimentando do mesmo enquanto esperavam pela ordem de partida. Os rigores do Egito logo seriam deixados para trás. Os filhos de Israel deviam comer “apressadamente”, pois a hora de sua libertação do Egito viria de repente. As últimas palavras do Senhor Jesus Cristo na Bíblia são: “Certamente cedo venho” (Apocalipse 22:20). Nunca devemos dizer em nossos corações: “meu Senhor tarda”, mas devemos estar sempre vigilantes e aguardando por Ele (Lucas 12:36-37). A páscoa iniciou eventos que culminaram com a derrubada do Faraó no meio do mar. De modo semelhante, o arrebatamento, irá precipitar a queda desse presente sistema mundial do mal. Deus “irá abalar os céus e a terra” e Ele irá “derrubar os tronos dos reinos” (Ageu 2:21-22).Finalmente, do mesmo modo que os israelitas comeram o cordeiro assado com as ervas amargas “apressadamente”, nós devemos participar da ceia do Senhor cientes de Seus sofrimentos e de que talvez seja a última vez que temos o privilégio de fazer isso neste mundo, acompanhada da brilhante expectativa que a fé logo se transformará em vista. A resposta da noiva ao Cordeiro é: “Amém. Ora vem, Senhor Jesus” (Apocalipse 22:20).
Fonte: Boa Semente.

7 de abril de 2018

Meditações sobre o livro de Jó.

As palavras altaneiras com as quais Zofar se dirige a Jó para demonstrar que este é inferior em conhecimento servem apenas para humilhar e aborrecer o pobre amigo. Jó não somente não recebeu a compaixão que esperava de seus amigos (6:14), mas declarou que se tornara um objeto de escárnio diante deles (v. 4; v. também 17:2; 21:3; 30:1; Salmo 35:15). Isso nos lembra daqueles que, balançando a cabeça, olharam para o Justo, o Reto, o Crucificado, zombaram e disseram: “Confiou em Deus; pois venha livrá-lo agora, se, de fato, lhe quer bem” (Mateus 27:43). Em outras palavras, se Deus não O livrar, isso é prova de que Ele mereceu a ira divina. Em resumo, foi essa a argumentação dos amigos de Jó. “Nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido” dirá o remanescente judeu quando crerem em Jesus, o Salvador (Isaías 53:4). Sim, justamente por Cristo ter sido o Justo, conheceu e experimentou mais que ninguém a amargura das acusações injustas. Mas Sua confiança em Deus e Sua total submissão não foram abaladas (Salmo 56:5, 6, 11). Que contraste com Jó, que não suportou os insultos e as falsas acusações! Nos três capítulos seguintes (12–14), em vez de agir como o Senhor, que, “quando ultrajado, não revidava com ultraje; quando maltratado, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga retamente” (1 Pedro 2:23), Jó toma para si a tarefa de advogar a própria causa (13:18).
Fonte: Boa Semente.

5 de abril de 2018

O Evangelho.

O Evangelho, palavra que literalmente significa “boa nova” é apresentado na Bíblia de diferentes formas. “O evangelho de Deus... acerca de seu Filho” (Romanos 1:1,3) tem sua fonte no próprio Deus e se concentra numa pessoa, Seu Filho Jesus Cristo, enviado para buscar e salvar os que estavam perdidos. Que boa nova! “O evangelho da vossa salvação” (Efésios 1:13) nos faz lembrar da necessidade que temos de receber essa boa nova para sermos libertados do juízo que segue a morte. “O evangelho da graça de Deus” (Atos 20:24) se dirige aos culpados que merecem a condenação eterna, a quem Deus oferece gratuitamente, Sua graça e Seu perdão. Notícia de importância vital. “Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê” (Romanos 1:16). Apenas o poder divino pode salvar a pecadores incapazes de escaparem por si mesmos de sua condição de perdição. Grata notícia. “O evangelho da glória de Deus bem-aventurado” (1 Timóteo 1:11), essa boa notícia não nos traz apenas a graça, mas também nos prepara para a felicidade e a glória vindouras. “O evangelho da glória de Cristo” (2 Coríntios 4:4) nos relembra que a glória preparada para aquele que crê é a do Cristo ressuscitado e coroado de honras no céu. Que notícia gloriosa! Que ninguém recuse uma notícia tão boa.
Fonte: Boa Semente. 

4 de abril de 2018

O que está mais adiante.

Às vezes acontece que por simpatia, por conveniência ou porque estamos diretamente envolvidos, vamos ao cemitério acompanhar um morto até a sua última morada. Geralmente, encontramos velhos conhecidos. Depois nos separamos, pensando talvez: “será que a próxima vez serei eu?” A vida humana se apresenta como uma conta regressiva. O processo de envelhecimento e morte, na realidade, tem inicio junto com o nosso nascimento e traz consigo duas incógnitas maiores: o momento da partida e o destino final. O que há depois da morte? Essa é a grande pergunta. A Bíblia nos responde mediante duas palavras: “o juízo” (Hebreus 9:27). Portanto, nem tudo se acaba quando se lacra um túmulo. Se o corpo que é pó volta à terra, o espírito volta “a Deus, que o deu” (Eclesiastes 12:7). Como todos os demais, o crente não sabe quando sua vida na terra terá fim. Mas quanto ao que vem depois da morte, ele tem as certezas que encontra na Bíblia. Devido a isso, o crente pode considerar sua própria morte sem temor, pois está pronto. O juízo que lhe esperaria mais adiante, já foi sofrido por outro. Jesus, o Filho de Deus, foi castigado em seu lugar e levou seus pecados. “Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Romanos 8:1). Basta aceitar simplesmente a salvação que o Senhor Jesus oferece gratuitamente por amor a todos que se aproximam dEle. Ele pagou o preço, morrendo na cruz do Calvário.
Fonte: Boa Semente. 

2 de abril de 2018

Tua Palavra.

No anúncio fúnebre dum amigo, li com alegria a seguinte afirmação: “Ponho minha esperança no Senhor, confio em Sua Palavra”. Essa esperança é uma certeza que tem seu fundamento na Palavra do Senhor. Quem sabe temos ouvido e até mesmo cantado essas palavras de fé numa reunião. Mas para conhecer e receber, com plena certeza a Palavra do Senhor, leiamos diretamente a Bíblia. Pedro havia pescado toda a noite em vão. Desanimado lavava suas redes. O Senhor Jesus se aproximou e lhe disse: “Faze-te ao mar alto, e lançai as vossas redes para pescar”. Pedro poderia dizer: “Pra quê?” Mas não, ele disse: “Sobre a tua palavra, lançarei a rede” (Lucas 5:4-5). E a pesca foi tão abundante que a rede se rompia. Nisso vemos brilhar a fé de Pedro. Quer as condições de pesca fossem favoráveis ou não, o que contava para ele era a palavra de Jesus, a Palavra do Senhor. É uma Palavra divina e, portanto, infalível. Quando os israelitas atravessavam o deserto, alguns foram mordidos por serpentes venenosas. Então Deus deu um remédio a Moisés, quer dizer, uma serpente ardente, fixada numa haste. “Viverá todo o que, tendo sido picado, olhar para ela” (Números 21:8). A serpente ardente não tinha nenhum poder mágico; o que valia era obedecer a Palavra de Deus.
Fonte: Boa Semente. 

1 de abril de 2018

A ressurreição de Cristo.

O fato da ressurreição corporal do Senhor Jesus Cristo é algo da maior importância possível. A salvação das almas, a vindicação de Sua gloriosa Pessoa e a supremacia do Deus eterno, tudo está envolvido nela. Se Cristo não houvesse ressuscitado como de fato ressuscitou, sua fé é vã e você ainda está em seus pecados. Se Cristo não foi ressuscitado, de fato e corporalmente, Ele não é aquilo que disse que era, e Sua vida e palavras sobre a terra são um cruel engano. Se Cristo não ressuscitou de fato e corporalmente, Deus sofreu uma derrota. Seu trono foi abalado em sua própria base, o diabo triunfou e o mal é todo poderoso sobre o universo. Se Cristo não ressuscitou, as intenções graciosas de Deus com respeito a abençoar os homens foram frustradas: os céus nunca irão celebrar a grandeza da salvação de Deus, nenhuma canção será ouvida sobre os campos da glória, a casa do Pai será triste e silenciosa para sempre, a terra permanecerá um deserto onde nem sequer um fragmento duma rosa florescerá e um dilúvio de trevas, mais desastroso que o dilúvio que destruiu o mundo dos dias de Noé, cobrirá toda a raça humana, numa dominação eterna. Então, se tudo depende da ressurreição do nosso Senhor — e depende — é algo bom para nós sermos capazes de viajar em pensamento e fé com aqueles que, no primeiro dia da semana, procuraram o sepulcro onde Ele havia sido colocado. Nos faz bem olhar para dentro do túmulo vazio e ouvir as vozes dos anjos que disseram: “não está aqui, mas ressuscitou”. Graças a Deus! Esse fato encontra-se fora da região do questionamento: mais de quinhentos irmãos e Saulo de Tarso O viram vivo depois de Sua ressurreição (1 Coríntios 15:4-9). E os milhões de felizes remidos, homens e mulheres, que confiaram de modo completo em Cristo para alcançar a eternidade, estão todos unidos para testemunharem Sua vitória sobre a morte.
Fonte: Boa Semente. 

31 de março de 2018

Meditações no Livro de Jó.

Agora é a vez de Zofar falar. Ele é realmente um consolador bastante estranho! Zofar consegue ser ainda mais áspero que seus dois companheiros. Começa seu discurso acusando Jó de ser tagarela (v. 2), mentiroso e zombador (v. 3). Vai além e fala sobre a iniquidade de Jó (v. 6). E, do versículo 13 em diante, pinta um quadro sobre o que, na opinião dele, um homem tem de fazer para obter a bênção divina: se você fizer isso, se você fizer aquilo… Esse tipo de atitude é chamada de legalismo. Elifaz já havia lançado em rosto de Jó que ao invés de confiar em Deus, ele confiava na justiça de suas próprias obras (4:6). E Jó estava muito propenso a depender de si mesmo… não do Senhor. Isso nos mostra como o coração humano está impregnado de justiça própria. Até mesmo um crente pode sofrer com tal espírito legalista que o leva a pensar em si como alguém absolutamente especial e, por consequência, subestimar a grandeza da graça de Deus. Os versículos 7 a 9 apresentam algumas questões interessantes sobre a altura, a profundidade, a largura e a abrangência da imensidão de Deus. Que ser humano é capaz de apreciar isso? Efésios 3:18,19 nos dá a resposta: por meio do Espírito, todos os santossão capazes de compreender “qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento”.
Fonte: Boa Semente.

30 de março de 2018

Como um pequenino.

Jesus estava ensinando, quando lhe trouxeram alguns pequeninos, mas Seus discípulos tentavam impedir. Então o Senhor Jesus, indignado exclamou: “Deixai vir os meninos a mim, e não os impeçais; porque dos tais é o reino de Deus” (Marcos 10:14). Que amor e cuidados manifestou o Senhor para com todos os pequeninos! Ele não deseja que os depreciemos, nem que os deixemos de lado. Desde bem pequenos são beneficiários da obra de redenção. O Senhor Jesus veio para salvá-los, e se a morte os surpreende antes que tenham alcançado a idade da responsabilidade, vão para Ele, mesmo que seus pais sejam incrédulos, pagãos ou idólatras. Esse é um verdadeiro consolo para uma família cristã que perdeu um de seus pequeninos. A idade da responsabilidade, obviamente, não é a mesma para todos. Deus é o que julga com perfeita justiça. Desde muito cedo alguns pequeninos estão conscientes de seu estado de pecado e culpa diante de Deus; por outro lado, alguns tardam mais em compreender que são pecadores e que Jesus morreu por eles. Os olhos do Senhor estão sobre eles desde a concepção (Salmo 139:16). Deus os coloca como exemplo de confiança (Mateus 18:3-4) e de louvor (21:16). Deus lhes revela Seus segredos (11:25). O bom pastor cuida especialmente dos cordeirinhos do rebanho (Isaías 40:11).
Fonte: Boa Semente. 

27 de março de 2018

A fé dos pais.

É possível que na Bíblia não exista um exemplo de fé mais comovente que o dos pais de Moisés. Estavam esperando um filho, mas um decreto do Faraó obrigava a lançar no rio Nilo todos os meninos hebreus recém-nascidos (Êxodo 1:22). Podemos imaginar esses longos meses de espera antes do nascimento do desejado bebe, as orações diárias de seus piedosos pais e sua confiança em Deus. Apesar da ordem do rei, decidiram esconder o menino, obedecendo assim “a Deus do que aos homens” (Atos 5:29). Ao cabo de três meses não puderam escondê-lo mais. A mãe cheia de fé tomou uma arca de junco, calafetou-a com barro e betume, colocando dentro dela o menino e o deixou descer o rio entre os juncos, sob a vigilância de sua irmã. Deus também velava sobre o menino e respondeu à confiança depositada nEle. Permitiu que a filha do Faraó encontrasse o menino e que o entregasse à própria mãe para ser cuidado durante seus primeiros anos de vida (Êxodo 2:1-10). Que alento para todos os pais crentes. Depois dos primeiros anos nos quais a educação parece mais fácil, chega o momento em que nossos filhos se veem expostos ao mundo exterior. Então, é necessário construir, dia a dia, o “cesto de juncos”, quer dizer, uma proteção contra as más influências do mundo. Mas por cima de tudo, encomendemos com fé nossos filhos aos cuidados do Senhor, o único que pode guardá-los.
Fonte: Boa Semente. 

26 de março de 2018

Sempre feliz.

O Senhor Jesus Cristo quer compartilhar Sua alegria conosco continuamente. Ele deseja levar nossas preocupações e dar-nos a segurança que cuidará de nós. Para experimentar isso em nossa vida, 1 Tessalonicenses 5:16-18 nos dá três valiosos conselhos: “Regozijai-vos sempre”. Apesar das duras circunstâncias da vida, os crentes podem desfrutar duma verdadeira alegria vivendo perto do Senhor e deixando em Suas mãos todas as suas preocupações (Filipenses 4:4). Era isso que Paulo desejava para os crentes em Roma: “O Deus de esperança vos encha de todo o gozo e paz em crença” (Romanos 15:13). “Orai sem cessar”. Talvez essa exortação nos pareça impossível. No entanto, acaso a oração não é o meio de permanecer em estreita comunhão com Deus? Estabeleçamos com maior frequência esse contato com nosso Pai que está no céu. Não nos acostumemos a passar os dias sem tomar tempo para nos aproximarmos dEle confiadamente (Hebreus 4:16). “Em tudo dai graças”. Dar graças é agradecer a Deus por todo o bem que nos dá, como fazia Davi: “Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nenhum de seus benefícios” (Salmo 103:2). Quando estamos numa situação difícil falemos com Deus; Ele nos dará força para enfrentá-la e também nos dará o gozo e a paz. Então aprenderemos a dar-Lhe graças “por tudo” (Efésios 5:20).
Fonte: Boa Semente. 

25 de março de 2018

Verdadeiros adoradores.

Aqui temos algo que pode agir na consciência de um santo. Você já adorou a Deus, seu Pai em espírito e em verdade? Ou você tem estado contente apenas em se misturar com o mundo e participar de sua música, sua arquitetura, e seus rituais? Você sabe bem que qualquer um pode participar dessas coisas. Isso nos leva de volta à substância e significado da idolatria. O apóstolo Paulo discerniu isso entre os gálatas (Gálatas 4:9), quando eles assumiram práticas judaicas. Mas o que ele sentiria e diria acerca do estado em que as coisas se encontram hoje? O que torna os nossos dias tão especialmente solenes é ver essas coisas avançando sempre. E irá avançando até o fim, quando o Senhor Jesus Cristo será revelado do céu, trazendo o fogo da vingança sobre os que não conhecem a Deus e que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo. Não somos salvos para adorar agora, e isso em espírito e em verdade? Eu imploro meus irmãos em Cristo, que isso possa ser a alegria de vossos corações, quando reunidos para esse propósito, que se levantem para adorar e que não se sintam satisfeitos apenas em falar sobre isso. Muitas vezes, parece que temos muito a falar sobre adoração quando nos encontramos para louvar o Senhor. É algo diferente falar ou orar e adorar verdadeiramente o Senhor. Eu posso falar de adoração em minha oração ou a partir da Palavra de Deus, e também por meio de um hino. Falar sobre adoração não é adorar. Nós não nos reunimos nesses momentos para expor ou enfatizar esse assunto: tudo isso pode ser feito noutro momento. Se nos reunimos para adorar, que possamos nos engajar nisso, adorando, magnificando, louvando, e alegrando-nos no Senhor. A adoração cristã é o fluir em direção a Deus de corações que têm visto e encontrado alegria e satisfação por meio do Espírito Santo no Filho e no Pai.
Fonte: Boa Semente.