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27 de fevereiro de 2015

Rudolf Bultmann

O homem que deseja crer em Deus deve saber que não dispõe absolutamente de nada sobre o qual possa construir sua fé, e que, por assim dizê-lo, se encontra pendurado no vazio...Ante Deus, o homem tem sempre as mãos vazias.

BULTMANN, Rudolf. Jesus Cristo e Mitologia. São Paulo: Fonte Editorial, 2008.

25 de fevereiro de 2015

Milagre.

Hoje li o opúsculo "Milagre" de Rudolf Bultmann. Muito bom. O autor explica a noção cristã e a noção do homem moderno sobre milagre, utilizando-se de duas palavras em alemão "wunder" e "mirakel". Para Bultmann, mirakel diz respeito à ação mitologizada, objetificada, racionalizada, uma maneira de julgar pertencente a uma visão antiga do mundo. Neste sentido, o milagre é concebido como uma violação das leis da natureza e, por isso mesmo, algo fora da sociedade. Wunder, por sua vez, refere-se à autêntica ação de Deus, um evento que parece, objetiva e universalmente, ser consistente com o conhecimento das leis da natureza. É ao mesmo tempo, um ato de Deus perceptível pela fé e em plena harmonia com a nossa experiência histórica. A perspectiva de Bultmann acerca do milagre, conforme revela o vocábulo wunder preferido pelo teólogo alemão, visa alcançar a fé genuína em Deus e não uma realização por meio do esforço humano. Na verdade, para ele, no final das contas, "fé em Deus e no wunder são, essencialmente, a mesma coisa".

24 de fevereiro de 2015

O perdão.

Rudolf Bultmann

A questão crítica é saber se o nosso passado nos é presente como manchado pelo pecado ou como perdoado. Se o nosso pecado nos é perdoado, isto significa que nós somos livres para o futuro; que nós podemos realmente entender a exigência de Deus e que podemos nos submeter a Ele como "Seus instrumentos" (Romanos 6.12).


10 de julho de 2013

[Jesus] A questão é, justamente, saber se nós queremos vê-lo assim, como um fato do passado, como uma figura histórica, como uma personalidade e outras coisas sensíveis ou como Wunder (milagre) de Deus, ou seja, como aquele que está presente por nós, como a Palavra de perdão proferida por Deus.

Rudolf Bultmann