<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157</id><updated>2012-02-10T21:36:48.063-02:00</updated><category term='Sociologia'/><category term='Reflexão'/><category term='Poema.Prosa.Poesia'/><category term='Penal e Derivados'/><category term='Resumos'/><category term='Fichamento'/><category term='Direito'/><category term='Literatura'/><category term='Filmes'/><category term='Livros'/><category term='Biografias'/><category term='Educação'/><category term='Teologia'/><category term='Política'/><category term='Dênio Rebouças'/><category term='Música'/><category term='História'/><category term='Arquitetura'/><category term='Espiritualidade'/><category term='Dostoiévski'/><category term='Job. Nascimento'/><category term='Arte'/><category term='John Stott'/><category term='Filosofia'/><category term='Caio Fábio'/><category term='Humor'/><category term='Anarquismo'/><category term='Concílio Herege'/><category term='Resenhas'/><category term='Carlos Néri'/><category term='Economia'/><title type='text'>Job. Nascimento</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>366</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-1730814387473079338</id><published>2012-02-10T21:23:00.002-02:00</published><updated>2012-02-10T21:36:48.076-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Concílio Herege'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Carlos Néri'/><title type='text'>A razão de Ser do Dízimo</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-B4B1iHuea5Q/TzWm5xA9_CI/AAAAAAAABA4/GDXmJ7DChZA/s1600/envelope_dizimo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-B4B1iHuea5Q/TzWm5xA9_CI/AAAAAAAABA4/GDXmJ7DChZA/s200/envelope_dizimo.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; line-height: 150%;"&gt;Por Carlos Néri&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A herança teológica e eclesiológica que herdamos denossos irmãos pioneiros do evangelho no Brasil, de certa forma, corroborou paraa situação atual da igreja brasileira. Com o crescimento do pentecostalismo econsequentemente do neopentecostalismo, a igreja se embrenhou por um mundomístico irracionalizado sem fundamento e finalidade pratica. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Com toda essa mistificação da fé, textos fundamentaisda Sagrada Escritura que legitima o relacionamento experiencial, existencial eracional do crente com Deus mergulhou em um abismo obscuro de interpretaçõesdesprovidas de uma sincera e correta exegese. Assim, também se fez com oDízimo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Durante todo o século XX e também em nosso século, oDízimo foi associado a uma vida econômica regalada e os gafanhotos relatadospelo profeta Joel receberam o título de demônios, cuja profissão éeminentemente e especificamente atuar na vida financeira. Claro que o contextocultural que viveu o profeta Joel, seu relacionamento com Deus e sua missãoprofética estão muito aquém da interpretação que nossos seletos pastores eprofetas deram ao texto. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;O profeta Joel denunciou o total abandono das leismorais, sociais e espirituais dado por Deus ao povo como forma legitima deconvívio relacional entre os homens e Deus, os gafanhotos, por sua vez, sãoreais, as plantações são reais e não podem ser alegorizadas e tituladas ademônios ou vida financeira, pois fazem parte literal do castigo de Deus a umpovo obstinado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Então, o que é o Dízimo e qual sua função? Como todosnós sabemos, Dízimo é a décima parte, ou seja, a décima parte do fruto dotrabalho realizado pelas mãos dos homens, cuja finalidade primordial é a suasubsistência. A décima parte do fruto do trabalho humano pertence a Deus. Masexiste alguma necessidade em Deus para que lhe ofereçamos dízimos? De formaalguma. Deus é absoluto em si mesmo. O dízimo é uma ação de graças, e aqui estáprimordialmente a sua função primeira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A idéia do dízimo e sua função primeira é um ato quedeve ser realizado por todos os homens, pois ele, assim como as ofertas, ou asações que demonstram e denotam a coletividade e o amor ao próximo ligam o homema Deus no sentido de lembrar e reconhecer que o fruto da terra pertence a Deuse depende dele para gerar alimento a todos os seres vivos. O homem na sua maismoderna engrenagem tecnológica não pode gerar alimentos se a terra assim não ofizer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Logo, o Dízimo lembra ao homem que “toda a terra estácheia de sua glória”, que os elementos que a constituem não são obras humanasou de uma natureza subsistente por si só. A função primeira do Dízimo é oreconhecimento e o agradecimento da providência de Deus ao proporcionar emnossa mesa as riquezas da terra que a ele pertence e que nós humanosnecessitamos vitalmente. O Dízimo é ação de graças, memorial racional que nosliga ao Criador.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Mas o Dízimo possui uma função segunda, não maisverticalmente, mas horizontalmente. Sendo que Não há contingências no Ser deDeus, é o próprio homem, na ação continua da coletividade e nunca naindividualidade que desfruta do Dízimo e mantém aqueles que de direito vivem doevangelho. Ora, a partir do momento que a coletividade desfruta damaterialidade do dízimo, estes vivem do evangelho e nada vos falta, nessesentido Malaquias Afirma que o devorador será repreendido, que o fruto davideira não será estéril. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Ora, o devorador não é uma figura etérea, umperispirito do mal, uma entidade. Para Malaquias o devorador são as pragasvivas que devoram as colheitas por ordem de Deus na reciprocidade da maldadehumana em caráter pedagógico. Para nós o devorador não passa da miserabilidadee apego material que impede o homem de reconhecer, nessa ação de graças àpotencialidade de Deus ao fazer brotar da terra o fruto necessário ao homem. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Tal miserabilidade egótica, individualista, não pensao coletivo e por essa razão deixa a mão mirrada, doentia, contraída, como emuma dolorosa câimbra irreversível que impede o progresso da consciêncialibertadora e edificante do evangelho no homem, atrofia a igreja e a expansãoda sua vida que gera vida aos que não possuem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Por fim, pobre do homem enganado e alienado pelospastores que não conseguem educar nem a si mesmo, pois talvez viverá toda asua existência em um misticismo esquizofrênico ou inserido em um reino em queDeus é limitado as peripécias humanas e não poderão conhecer, desfrutar e seentronizar na contemplação magnífica do cosmos criado e da vida Eclesiástica naetimologia e no sentido próprio de uma comunidade que vive as grandezasespirituais reveladas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt; &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-1730814387473079338?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/1730814387473079338/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=1730814387473079338' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/1730814387473079338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/1730814387473079338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2012/02/razao-de-ser-do-dizimo.html' title='A razão de Ser do Dízimo'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-B4B1iHuea5Q/TzWm5xA9_CI/AAAAAAAABA4/GDXmJ7DChZA/s72-c/envelope_dizimo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-6740819868330313491</id><published>2012-02-04T14:10:00.001-02:00</published><updated>2012-02-04T14:16:07.334-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Job. Nascimento'/><title type='text'>O relógio</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-vs-N1gnyDXE/Ty1YY7WQjKI/AAAAAAAABAw/T8jb2uf192M/s1600/memory.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img border="0" height="155" src="http://3.bp.blogspot.com/-vs-N1gnyDXE/Ty1YY7WQjKI/AAAAAAAABAw/T8jb2uf192M/s200/memory.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 19px;"&gt;&lt;b&gt;Por Job. Nascimento&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Sempre fiel aotempo ele marca as horas que nós temos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Insensível eindiferente passa seus ponteiros pelos números estáticos e frios.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Enquanto issoalguns dormem, outros trabalham, uns namoram e outros morrem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A diversão dealguns é limitada por ele. E a felicidade de muitos também é por eleeternizada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Horáriosregulares às vezes fazem os outros escolherem horários alternativos para viver.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Enquanto o tempotrabalha para o encontro, eles (in)conscientes se esforçam para o desencontro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;E assim segue avida de muitos que culpam a falta de tempo por não fazer algo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;O relógio, inocente, não temculpa porque ele somente marca.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-6740819868330313491?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/6740819868330313491/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=6740819868330313491' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/6740819868330313491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/6740819868330313491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2012/02/o-relogio.html' title='O relógio'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-vs-N1gnyDXE/Ty1YY7WQjKI/AAAAAAAABAw/T8jb2uf192M/s72-c/memory.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-3845088657598617768</id><published>2012-01-25T18:53:00.000-02:00</published><updated>2012-01-25T18:53:01.198-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Job. Nascimento'/><title type='text'>A prisão do adjetivo</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-vAolpvEpARU/Tx-BYR807uI/AAAAAAAABAo/yURJshAm8ag/s1600/adjetivo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="152" src="http://4.bp.blogspot.com/-vAolpvEpARU/Tx-BYR807uI/AAAAAAAABAo/yURJshAm8ag/s200/adjetivo.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Por Job. Nascimento&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Eleandava por aí alegrando a vida da gramática, ajudando o verbo e namorandoas sentenças. Até o dia em que a juíza Razão entrou no mundo dalinguagem e, pedindo ao delegado Passado para encerrá-lo na prisão. A partirdaí o mundo da linguagem nunca mais foi o mesmo. Quando o sol nascia osmoradores da linguagem diziam friamente “que dia...”, quando se alimentavam“essa comida está...”, até os insultos perderam a graça “você é um...”, quandoanoitecia eles exclamavam “essa noite está muito...”, a moça apaixonada olhandonos olhos de seu amante suspirava dizendo “está com você é muito... você enchede alegria a minha vida por isso ela é assim tão...”, faltava-lhes o adjetivo,a cor, o sentido. O mundo da linguagem ficou sombrio e monótono. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Enquantoisso em sua cela o adjetivo trabalhava completando as frases repetitivas daprisão: que cela pequena, que lugar escuro, esse carcereiro é feio. Mas, meupensamento é alegre e num belo dia sairei.Exclamava e cantava o sonhador adjetivo.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-3845088657598617768?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/3845088657598617768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=3845088657598617768' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/3845088657598617768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/3845088657598617768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2012/01/prisao-do-adjetivo.html' title='A prisão do adjetivo'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-vAolpvEpARU/Tx-BYR807uI/AAAAAAAABAo/yURJshAm8ag/s72-c/adjetivo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-4032557985168534357</id><published>2012-01-11T23:20:00.000-02:00</published><updated>2012-01-11T23:20:22.425-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Job. Nascimento'/><title type='text'>O nômade e a antítese</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-GczoN-QI6rI/Tw41RgZUOGI/AAAAAAAABAU/rVVqEKcunss/s1600/fronteira.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="142" src="http://2.bp.blogspot.com/-GczoN-QI6rI/Tw41RgZUOGI/AAAAAAAABAU/rVVqEKcunss/s200/fronteira.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Por Job. Nascimento&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;O sentimento de não pertencimento sempre o acompanhava. Todos os lugares por onde passava deixava a impressão de que era muito estreito para ele. Não que ele fosse egoísta ou arrogante, simplesmente porque ele era um nômade. Um nômade de tudo. Já dizia o poeta "quem chegou à liberdade da razão se sente como andarilho, mas que não está perdido", ele precisava andar, precisava partir, precisava ser. Liberal no meio ortodoxo, estrangeiro na terra de seus familiares, amante do jogo que não sabia jogar, da uma música que não sabia tocar, com idéias que ninguém concordava; que se entristecia em meio ao riso, que se alegrava em meio a dor.&amp;nbsp;Cruzava a linha do racional e do irracional frequentemente. Místico em meio aos racionais, racional em meio aos místicos; inconstante em meio aos equilibrados e equilibrado em meio aos inconstantes. De tanto se perder, se encontrou, por isso partiu. Pegou o trem da ambiguidade e à espera do amor aguarda a antítese sentado na fonteira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-4032557985168534357?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/4032557985168534357/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=4032557985168534357' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/4032557985168534357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/4032557985168534357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2012/01/o-nomade-e-antitese.html' title='O nômade e a antítese'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-GczoN-QI6rI/Tw41RgZUOGI/AAAAAAAABAU/rVVqEKcunss/s72-c/fronteira.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-7357533193463774808</id><published>2011-12-12T23:18:00.000-02:00</published><updated>2011-12-12T23:18:58.344-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><title type='text'>A militarização e a problemática uspiana: 1ª Parte</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;em style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; line-height: 18px; text-align: justify;"&gt;Torna-se extremamente necessário que todos pensem a origem do problema, não achando que ele se apresenta do jeito que está, como a-histórico e eterno, independente e naturalizado&lt;/em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; line-height: 18px;"&gt;.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; line-height: 18px; text-align: justify;"&gt;Por&lt;/strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; line-height: 18px; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; line-height: 18px; text-align: justify;"&gt;Daniel Nunes Leal [*]&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; line-height: 18px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Os acontecimentos dos últimos tempos, acerca da presença intensiva da PM no&amp;nbsp;&lt;em&gt;campus&lt;/em&gt;&amp;nbsp;da Universidade de São Paulo (USP) e das consequências que isso tem gerado, nos levam a pensar estratégias que podem ser debatidas e postas em prática a respeito das ações, sempre repressivas, tomadas por parte de um mecanismo do Estado. Muito se tem feito a respeito, como assembleias e plenárias, com apresentação de propostas extremamente inteligentes e maduras. Porém, seu alcance ainda se encontra um tanto limitado dado o tamanho da universidade: assim, precisamos estender tal debate a todo o ambiente acadêmico e também para fora de seus limites. Julgo também ser necessário dar minha humilde parcela de contribuição para o enriquecimento do movimento, talvez não propondo ideias diferentes das de meus companheiros, mas fazendo-o como um exercício de organização de concepções através do presente texto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Diversos fatores se apresentam como resultados de políticas ditatoriais, de caráter elitista e neoliberal, da parte da reitoria e do governo. Podemos nos ater desde as terceirizações dos funcionários da limpeza até chegarmos à práticas antidemocráticas tal como estamos vivenciando: a polícia na universidade. Por parte dos alunos, é importante notar a alienação e o estreitamento aos discursos sensacionalistas e reacionários da imprensa burguesa e do Estado. Uma terceira via torna-se pertinente, que leva a analisar as relações da USP com seus arredores: somente a adianto, já dizemos que a especulação imobiliária em seus entornos segrega ainda mais a população pobre, deixando-a cada vez mais marginalizada; o objetivo final seria tornar a universidade um espaço da&amp;nbsp;&lt;em&gt;elite&amp;nbsp;&lt;/em&gt;e para a&amp;nbsp;&lt;em&gt;elite&lt;/em&gt;, com a “produção do conhecimento” voltada para atender a classe dirigente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Sem mais, o restante desse manifesto nos mostra de forma rápida a gênese do problema e suas implicações sócio-históricas, comenta sobre os fatos ocorridos e tenta, quem sabe, propor soluções para a retirada da PM, a reestruturação social nos&amp;nbsp;&lt;em&gt;campi&lt;/em&gt;, sua abertura para a população e uma reflexão sobre o que pode ou não ser a segurança, sendo primordial o papel de estudantes, professores, funcionários e população nesse processo de construção de uma nova universidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A origem do problema&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="wp-caption alignleft" id="attachment_49711" style="background-color: white; color: #333333; float: left; line-height: 12px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0.5em; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center; width: 310px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;img alt="avcentral-rj-am" class="size-medium wp-image-49711  " height="225" src="http://passapalavra.info/wp-content/uploads/2011/12/avcentral-rj-am-300x225.jpg" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="avcentral-rj-am" width="300" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="wp-caption-text" style="padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Avenida Central (atual Rio Branco) em 1905, Rio de Janeiro. Foto de Augusto Malta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A gênese do problema é algo que se mostra óbvio: todos sabem que a violência urbana tem seu início no processo de desigualdade social. No caso do Brasil, tal fato é pertinente desde sua, digamos, “ocidentalização”. Servindo de base para o mercantilismo português, a margem oriental sul-americana foi extremamente explorada, juntamente com uma forma de trabalho coercitiva.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;O projeto de país sempre foi pensado tendo como base seu território e não sua população, justificando a violência decorrente durante séculos de luta. Não é objetivo desse trabalho muito se estender acerca desses fatos, mas um exemplo bastante cabível e ilustrativo é o da história da reforma de Pereira Passos, realizada no Rio de Janeiro de 1902. Àquela época, o projeto vigente era o de “modernizar” o território, incorporando os sertões, fundos territoriais, à lógica civilizada&amp;nbsp;&lt;strong&gt;[1]&lt;/strong&gt;; algo não muito diferente dos ideais vidalianos&amp;nbsp;&lt;strong&gt;[**]&lt;/strong&gt;. Para tal fim, um grande número de pessoas foi segregada, afastada do centro, isolando-se realmente do processo urbano e organizando-se em espaços autônomos, como favelas. Conforme afirmou certa vez Milton Santos, o pobre brasileiro nunca teve o direito de ser cidadão; as classes dominantes e médias nunca quiseram ser cidadãs&amp;nbsp;&lt;strong&gt;[2]&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A partir de fatos como esses e da não chegada do Estado a tais áreas segregadas (como se este também fosse oferecer grande ajuda), podemos pensar a violência tal como se incorpora hoje. A força policial, um dos braços do Estado, coloca-se sobre esses espaços, que atualmente abrangem uma grande quantidade de pessoas, para exercer sua lógica de domínio territorial, realizada, como sempre, através da força. O Estado, sempre incapaz ou desinteressado em trazer soluções efetivas para melhorar a vida da população, usa a força direta da repressão militar, como se os próprios moradores dos subúrbios não já fossem vítimas de sua própria condição. Entre outras questões, a limitação linguístico-conceitual&amp;nbsp;&lt;strong&gt;[3]&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;do pobre leva-o a atribuir suas limitações a razões individuais e familiares, fazendo-o criar uma imagem negativa de si mesmo, não permitindo uma visão ampla que o faça enxergar a estrutura que mantém sua condição desfavorável. Seria preciso, ao menos, que este tivesse acesso a termos como “luta de classes” e que se engajasse neste fim; e que fosse desenvolvido habilidades de abstrações ou de referência a categorias mais gerais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A “solução” da militarização é somente emergencial, um “tapa-buraco” que mata o indivíduo agressor e o agredido, não chegando à raiz da situação e por fim nada resolvendo. O policial por si só, sempre submisso à disciplina sobre corpo e mente, prende, julga e penaliza - ou somente penaliza. Sua origem está associada à defesa da propriedade e do poder do Estado, sendo uma aliada das classes dominantes e uma forma de execução da coerção nas classes submissas. No Brasil, sua figura pode ser comparada à do capitão-do-mato, que captura e pune a mando de seu senhor o “negro fujão”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;img alt="favela-morumbi-sao-paulo" class="alignright size-medium wp-image-49712" height="198" src="http://passapalavra.info/wp-content/uploads/2011/12/favela-morumbi-sao-paulo-300x198.jpg" style="display: inline; float: right; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="favela-morumbi-sao-paulo" width="300" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Sobre todos esses fatores soma-se a presença estatal por meios indiretos, inclusive em micro-relações de poder, o que torna a situação ainda mais trágica. Os países de capitalismo tardio vivem, portanto, um sério problema: as desigualdades sociais associadas a uma prática coercitiva intrínseca a uma rede de relações de poder complexa e altamente ramificada a níveis profundos. Basta observar as câmeras de vigilância: um reflexo da sociedade que vigia a si mesma e que, sempre que possível, entrega um outro a seu “Pai”. Fecham-se os olhos para a causa desses problemas. O governo faz-se alheio; a mídia, influenciando as massas, mascara o problema e justifica a violência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;O praticante de um ato contrário à “lei” é punido por uma questão, entre outras, política. Na realidade, ao desafiar o poder do Estado ele consequentemente (ou teoricamente) agride a honra do povo. É castigado o indivíduo (e não o “crime” em si) que lesou a soberania institucional – a lei pondo-se acima da própria sociedade civil (no Brasil, basta nos atermos ao que está dito: a constituinte pondo-se sobre o território; a população com um papel secundário de “construção do país”). Atinge-se, no processo, seu espírito, sua psique em um nível profundo. Associa-se um fracionamento do poder legal de punição, por meio dos juízes, médicos, psicólogos, educadores&amp;nbsp;&lt;strong&gt;[4]&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;e, por fim, através da própria sociedade que o reprime. Não digo que tais atos são sempre negativos, mas em caso como tal, em que vemos a polícia, um meio violento, agindo sobre uma reivindicação de liberdade, a situação tem caráter puramente abusivo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Uma questão persistente, porém até irrelevante, cai de encontro com a legalização da maconha. Para os que estão fora do espaço universitário, não parece óbvio que o motivo dos protestos antimilitares levam em conta tudo o que foi e que será analisado aqui (sendo a causa suprema a autonomia de pensamento crítico), e não se resume à questão da&amp;nbsp;&lt;em&gt;cannabis&lt;/em&gt;. E a ação (para frisar) da política dos Estados e empresas de comunicação de massas é de jogar os problemas sobre essa questão, considerada ilegal e imoral, o que leva manipulados a qualificarem os alunos como “maconheiros” ou “revoltados”. E, somente para completar, o tráfico tem sua origem, tal como dito, no processo de diferenciação social!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Torna-se extremamente necessário que todos pensem a origem do problema, não achando que ele se apresenta do jeito que está, como a-histórico e eterno, independente e naturalizado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A desmistificação da questão dos estudantes&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Dando continuidade ao discutido anteriormente, outros fatos mostram-se gritantes em relação ao que tem acontecido no movimento, o que mascara totalmente as reivindicações dos estudantes. É preciso desmistificar para quem está de fora o que tem ocorrido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;É irracional que pessoas apoiem a violência e alimentem discursos de cunho fascista tal como se tem visto nas bocas de “letrados”, nas redes sociais e principalmente nos noticiários. Tantos são os exemplos, extremamente lamentáveis, que nem valem ser citados. Todos eles, porém, utilizam-se de chavões e de argumentos ilógicos, circundando os mesmos temas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="ocupacao-estudantil-da-usp_por-carlos-latuff" class="alignright size-medium wp-image-49731" height="267" src="http://passapalavra.info/wp-content/uploads/2011/12/ocupacao-estudantil-da-usp_por-carlos-latuff-300x267.jpg" style="display: inline; float: right; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="ocupacao-estudantil-da-usp_por-carlos-latuff" width="300" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Realmente, não são todos que têm possibilidade de estudar em um local como a USP; e se isso acontece é porque não tiveram acesso, na maior parte das vezes, à boa educação e porque o sistema de vestibulares os segrega. Estes são os dois eixos principais que colocam a universidade como um “espaço inacessível” aos de menor renda. Porém cabe dizer que a universidade também possui um sem número de estudantes que também não se encontram em uma situação financeira favorável.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Discursos tais como os que tornam heróicos os atos realizados no regime militar e que, a partir de seu fim, nada seria necessário por lutar somente ilustram um grau maior de alienação. Porém, mesmo nos idos de 1960 ou 70, pessoas que julgam situações como as que ocorrem no&amp;nbsp;&lt;em&gt;campus&lt;/em&gt;tomariam a mesma posição reacionária, pois, no fim, não estão conscientes de sua situação histórica. O pensamento esquerdista jamais é compreendido pelo posicionamento retrógrado, anacrônico. Há de se despertar uma consciência real do indivíduo, que rompa sua alienação, que por sua natureza tente buscar a verdade, cabível em nosso tempo histórico e que possa, no futuro, construir uma sociedade apoiada no ponto de vista das massas e não de uma minoria hegemônica&amp;nbsp;&lt;strong&gt;[5]&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;O fim do vestibular e a melhoria do sistema educacional no nível básico, que se torna cada vez mais depredado, tendo por fim o papel de despertar a consciência são, portanto, elementos de suma importância. Nós apenas lutamos por liberdade!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A sociedade da&amp;nbsp;&lt;em&gt;tecné&lt;/em&gt;&amp;nbsp;que acriticamente se torna reprodutora da ordem vigente&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Tem-se acentuado na contemporaneidade (o período denominado técnico-científico-informacional&amp;nbsp;&lt;strong&gt;[6]&lt;/strong&gt;) uma supervalorização do dinheiro, que tem como base o fundamentalismo consumista. Vivemos um período de acumulação realizada sob uma forma de espoliação. Temos a “mercadificação” das relações, com o capitalismo adentrando em todos os setores sociais: os meios naturais e a cultura aderem à lógica do valor de troca – o que antes era de propriedade coletiva agora se submete ao capital, gerando uma expropriação tal como a das terras comunais da acumulação primitiva a partir dos séculos XVI-XVII. Vide o absurdo da indústria cultural, em que esta é tratada como uma verdadeira mercadoria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Ora, as crises são administradas pela classe dominante rumo a uma monopolização da economia e da política. O capital financeiro (representante da atual fase do capitalismo), especulativo, baseia-se numa acumulação abstrata, que não passa pela produção de mercadoria, excluindo o trabalho e gerando uma grande massa industrial de reserva, o que por sua vez desvaloriza o trabalhador e exacerba a mais-valia, em um processo de constante renovação que o capitalismo, devorador, exige: o trabalho necessário diminui cada vez mais, ao passo que o excedente aumenta, acumulando uma riqueza (agora essencialmente abstrata), na mão de poucos&amp;nbsp;&lt;strong&gt;[7]&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Cabe acrescentar que, devido a uma padronização de comportamentos em um nível que já não é de hoje (que seja talvez intrínseca ao pensamento moderno), a sociedade passa a defender a ordem e a normalidade e condenar o que escapa do padrão, como se tem visto nos acontecimentos ligados aos protestos antipolicialescos na USP.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Atualmente, porém, o consumo é quem dita um comportamento massificado e reificado em que, paradoxalmente, a competitividade, a ânsia de superar o outro, move o ser ao passo que o consumo o imobiliza, torna-o estático&amp;nbsp;&lt;strong&gt;[8]&lt;/strong&gt;. O homem, na sociedade da informação, perde sua essência e torna-se um grande vazio, receptáculo de informações irrelevantes e efêmeras como em um grande espetáculo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="dali" class="alignleft size-medium wp-image-49720" height="175" src="http://passapalavra.info/wp-content/uploads/2011/12/dali-300x175.jpg" style="display: inline; float: left; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="dali" width="300" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;É indispensável salientar que a gênese do comportamento capitalista está em uma valorização burguesa do trabalho, em detrimento da essência verdadeira do indivíduo. Sua aplicação pode ser associada a uma concepção metafísica de explicação de fenômenos naturais e sociais expressa em Aristóteles, em sua teoria de quatro causas&amp;nbsp;&lt;strong&gt;[9]&lt;/strong&gt;: numa explanação sucinta, existe uma “causa eficiente” que atua como instrumento à “causa final”, receptora. No pensamento moderno, a natureza é vista como causa eficiente (mensurável, mecânica, que obedece a leis) subordinada à causa final do “espírito humano”, livre. Numa sociedade de classes, a causa eficiente é a trabalhadora, acrítica, praticante da técnica que serve à causa final, representada pela fração dominante, ideóloga, que dessa forma pretende esconder sua dominação de classe: o trabalho é visto pela burguesia como expressão de livre vontade e com fins próprios e a ideologia, como ilusão (para citar algum exemplo), classifica a todos como “iguais” em uma sociedade economicista, na qual “vale-se pelo que se tem”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Ora, o trabalho se apresenta, em um nível interior ao indivíduo, como uma negação do corpo, que trabalha em favorecimento do espírito, que se enriquece (o homem sendo visto como ser natural e espiritual). Porém, acredito que na contemporaneidade, em uma sociedade corpólatra, o espírito se desvaloriza, perde sua essência, dando uma margem ainda maior à prática alienatória, em que o corpo não reconhece o trabalho de seu espírito (em uma concepção hegeliana), em que o trabalhador não se reconhece no produto de seu trabalho (atendo-se a Marx).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Temos, portanto, uma sociedade servente, baseada na técnica, que mal raciocina, que jamais reflete (o pensamento ficou para os ideólogos) e que, por fim, somente reproduz a ordem vigente. A epistemologia crítica, em contrapartida, perde-se e necessita urgentemente ser reativada. A técnica, base da sociedade contemporânea, já se encontra relativizada (tal como utilizada pelo homem) e só se realiza por intermédio da política; mas é responsável, paradoxalmente, pela “morte” desta, já que são as políticas das empresas que atuam em lugar da Política&amp;nbsp;&lt;strong&gt;[10]&lt;/strong&gt;. Além disso, “o uso extremado de técnicas e a proeminência do pensamento técnico conduzem à necessidade obsessiva de normas. Essa pletora normativa é indispensável à eficácia da ação”&amp;nbsp;&lt;strong&gt;[11]&lt;/strong&gt;. A política em afirmação insere-se em todos os campos sociais. O válido passa a ser somente o legislado e o que está de fora, em tal visão, é condenável: uma “paranoia que clama por formalidade, por legislação”, que desqualifica pejorativamente o que não se ajusta a esse novo padrão. Cabe acrescentar, de forma sucinta, que a criminalização do indivíduo que “não se adapta” tem sua origem em um ato de marginalização do criminoso (iniciada com uma grande reforma do sistema punitivo no século XVIII); mas esse “bandido” na sociedade burguesa é menos o assassino do que o ser que viola o direito à propriedade&amp;nbsp;&lt;strong&gt;[12]&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="iphoneslave" class="alignright size-medium wp-image-49723" height="249" src="http://passapalavra.info/wp-content/uploads/2011/12/iphoneslave-300x249.gif" style="display: inline; float: right; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="iphoneslave" width="300" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;O espaço universitário, por sua vez, apresenta-se como um reflexo da sociedade estrutural moderna, submetido à ideologia tecnificada. Os interesses das grandes transnacionais se impõem, uma vez que suas políticas atuam juntamente às do Estado, funcionando em jogo conflituoso: em última instância, o Estado cede aos interesses do grande capital expansionista e cada vez mais concentrador. Portanto, temos a universidade cedendo à lógica de produção capitalista em detrimento da produção do conhecimento para a sociedade: as empresas atuam dentro desse espaço, estruturando-o de acordo com seu interesse, aderindo-o a uma produção capitalista alienatória&amp;nbsp;&lt;strong&gt;[13]&lt;/strong&gt;; escolhe-se o que é ou deixa de ser pesquisado; e finalmente deixa-se de questionar. Deste modo, a autonomia da academia, de acordo com seu caráter crítico, de livre pensamento e da propagação da cultura, é sufocada pela racionalidade instrumental que torna o conhecimento e a ciência mercadorias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Da mesma forma que a universidade, não só os estudantes, mas a sociedade em geral põe-se a tratar-se como mercadorias; não só pelo fato de ser obrigada a vender sua força de trabalho em troca de salário, mas porque também ela, submetida à ideologia dominante, faz questão de se adequar às exigências do mercado, pondo-se, por exemplo, a realizar cursos e especializações que entram em acordo com os interesses do capital. É uma alienação de si próprio: “O valor de uma pessoa em uma economia de mercado é determinado da mesma forma que o ‘valor’ de qualquer outra coisa: pelas vendas no mercado”&amp;nbsp;&lt;strong&gt;[14]&lt;/strong&gt;. Dessa forma, “o homem se sente como uma coisa a ser empregada no mercado, e não como um agente ativo, como portador de poderes humanos. Está alienado desses poderes. Seu objetivo é vender-se a si próprio com sucesso no mercado”&amp;nbsp;&lt;strong&gt;[15]&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Devemos, através da razão crítica, pôr a reificação (em um nível mais abstrato) em debate; a geografia, cumprindo sua função, deve pensar essa lógica sob o âmbito da organização espacial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A apatia social – a questão da alienação&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Apesar do crescimento do movimento estudantil - e até dos que estão de fora - na luta contra a privatização da universidade (a polícia torna-se uma das ramificações do processo), temos, de um lado, comportamentos reacionários por parte de certos indivíduos e, de outro, estudantes indiferentes perante a situação. Ora, é bastante difícil manter-se omisso ao que vem ocorrendo acerca da militarização do&amp;nbsp;&lt;em&gt;campus&lt;/em&gt;; assim, uma falta de posição pode nos levar a pensar a respeito da alienação do universitário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Os fatores que entorpecem o indivíduo giram em torno da ideologia dominante (cujos desdobramentos estão sendo analisados). No entanto, uma questão pertinente acerca da alienação, além do trabalho em forma direta, cai de encontro com a política. Assim como o trabalhador não se reconhece no resultado de seu trabalho, o indivíduo também não se sente parte do processo político. Uma democracia realizada nos moldes atuais associa-se a uma representatividade ilusória que desencadeia em impotência e apatia perante a política. Estamos em uma realidade em que não temos uma alternância efetiva de poder e em que os escolhidos não representam os interesses do povo (e jamais representarão), somados às suas submissões aos grandes capitalistas, algo que já é próprio do Estado. Isso faz parte de um processo ainda maior, inerente ao modo de produção, em que os indivíduos sentem os processos sociais como forças desconhecidas atuando sobre eles e que lhe fogem ao controle.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;img alt="bored" class="alignleft size-medium wp-image-49726" height="207" src="http://passapalavra.info/wp-content/uploads/2011/12/bored-300x207.jpg" style="display: inline; float: left; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="bored" width="300" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Dentro do espaço acadêmico a situação é pior: há votações para reitor, mas sua eleição depende da boa vontade da gestão estatal. Logo, são os interesses do governador que se projetam de forma ditatorial. As políticas realizadas pelo reitor também são de caráter essencialmente totalitário: este manda ou desmanda segundo seus interesses e de seus associados nas fechadas reuniões de reitoria, em confluência aos ideais do partido governante. O convênio PM-USP é só mais um dos exemplos de despotismo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Porém, é necessário salientar que os rumos que a universidade está tomando não se podem resumir à figura do reitor J. G. Rodas, mas sim devem estender-se a uma análise de toda a lógica capitalista vigente. Em um primeiro momento, sim, é difícil combatê-la com o que temos em mãos. Sendo assim, “se tivermos, nesse instante, uma pistola com uma única bala, em quem atiraremos?” Acredito que na estrutura de poder da universidade. Isso por si só já impediria a entrada da polícia no&amp;nbsp;&lt;em&gt;campus&lt;/em&gt;&amp;nbsp;e é, sem dúvida, condição indispensável para sua retirada. É a falta de participação dos estudantes no processo político que os dopa, que os torna indiferentes perante situações, incluído, é claro, os fenômenos de “adestramento” que os cerca fora do ambiente acadêmico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Por outro lado, a voz dos estudantes ainda se mantém viva em assembleias e plenárias que deliberam ações contra o sistema, e que, infelizmente, não contam com a presença de todos, dando margem a discursos que tentam deslegitimá-las, com pretextos como: “A assembleia não representa a visão de todos. Sou contra as decisões tomadas nela!”. É óbvio que elas têm suas limitações, mas estas são as únicas formas de abertura de um debate que, na realidade, não termina quando a reunião se encerra. Elas dão margem a asserções e ao amadurecimento de ideias; permitem práticas concretas e pensadas. Além de tudo, uma assembleia é aberta a todos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Torna-se algo impreterível a conscientização desses estudantes para massificar o movimento. É estender o debate a diferentes pessoas e incentivá-las à participação na luta que é, na verdade, um interesse da classe; é conscientizá-las de seu papel histórico, como estudantes e talvez como futuros intelectuais, de defenderem os interesses da sociedade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A proposição é, para frisarmos novamente, a reforma da estrutura de poder através da luta, quem sabe, por uma participação direta da comunidade no espaço acadêmico, tendo por início e fim a reforma política dentro de cada departamento, abrangendo maior participação igualitária e proporcional de discentes, docentes e funcionários, tornando o poder, em uma macro escala, melhor organizado (solucionando também uma das limitações de assembleias gerais, e ocorrendo – como solução - no máximo eleições de delegados temporários para questões mais gerais), tentando-se simultaneamente, assim, combater nessas duas frentes (departamental e geral). Pensa-se tal processo sem a burocracia e a limitação da representatividade (que jamais se encontra de acordo com os interesses da população), intermediada pela conscientização dos estudantes no incentivo de sua participação no processo político na universidade e fora dela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;[*]&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;em&gt;Estudante de geografia&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[**]&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;em&gt;O termo vidaliano refere-se ao geógrafo Vidal de La Blache&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Notas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;[1]&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Antonio Carlos Robert Moraes:&amp;nbsp;&lt;em&gt;“Geografia Histórica do Brasil”&lt;/em&gt;, e. Annablume, 2ed., 2011.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[2]&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Milton Santos:&amp;nbsp;&lt;em&gt;“Por uma outra globalização”&lt;/em&gt;, e. Record, 1ed., 2001.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[3]&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Ideia expressa em Juan E. Díaz Bordenave:&amp;nbsp;&lt;em&gt;“O que é comunicação”&lt;/em&gt;, e. Brasiliense, 7ed., 2001.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[4]&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;O fracionamento do poder em diversas esferas está presente originalmente na obra de Michel Foucault:&amp;nbsp;&lt;em&gt;“Vigiar e Punir”&lt;/em&gt;, e. Vozes, 5ed., 1988. A ideia da própria sociedade inclusa em tal âmbito é do autor do presente texto.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[5]&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Ideia aproximada é expressa em Michael Löwy:&amp;nbsp;&lt;em&gt;“As Aventuras de Karl Marx Contra o Barão de Münchausen”&lt;/em&gt;, e. Cortez, 7ed., 2001. Porém, mais especificamente é quando o autor se refere à Lukács que tal teoria se aprofunda. Portanto, aconselhável consultar o clássico de György Lukács:&amp;nbsp;&lt;em&gt;“História e consciência de Classe”&lt;/em&gt;, e. Martins Fontes, 1ed., 2003.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[6]&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Termo cunhado por Milton Santos para descrever o atual período do capitalismo, encontrado originalmente em&amp;nbsp;&lt;em&gt;“Metamorfoses do Espaço Habitado”&lt;/em&gt;, e. Hucitec, 1988.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[7]&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;A teoria da acumulação por espoliação é desenvolvida por David Harvey em&amp;nbsp;&lt;em&gt;“O Neoliberalismo”&lt;/em&gt;, e. Edições Loyola, 2005.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[8]&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Milton Santos:&amp;nbsp;&lt;em&gt;“Por uma Outra Globalização”&lt;/em&gt;, ob. cit.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[9]&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Marilena Chauí:&amp;nbsp;&lt;em&gt;“O que é ideologia”&lt;/em&gt;, e. Brasiliense, 1ed., 1981.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[10]&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Milton Santos:&amp;nbsp;&lt;em&gt;“Por Uma Outra Globalização”&lt;/em&gt;, ob. cit., p.67.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[11]&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;em&gt;Ibidem&lt;/em&gt;, p. 36.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[12]&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Michel Foucault:&amp;nbsp;&lt;em&gt;“Vigiar e Punir”&lt;/em&gt;, ob. cit.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[13]&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Sobre tal questão, podemos nos ater a análise de Quaini sobre o espaço: para ele, o espaço se encontra como resultado histórico do trabalho alienado. Ver: Massimo Quaini:&amp;nbsp;&lt;em&gt;“Marxismo e Geografia”&lt;/em&gt;, e. Paz e Terra, 3ed., 1979.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[14]&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;E. J. Hunt; H. Sherman:&amp;nbsp;&lt;em&gt;“História do Pensamento Econômico”&lt;/em&gt;, e. Vozes, 4ed., 1985, p. 214.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[15]&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Erich Fromm:&amp;nbsp;&lt;em&gt;“The Sane Society”&lt;/em&gt;, Nova York, 1985 . Trecho extraído de E. K. Hunt, Howard J. Shermann:&amp;nbsp;&lt;em&gt;“História do Pensamento Econômico”&lt;/em&gt;, ob. cit., p. 215.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; PassaPalavra&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-7357533193463774808?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/7357533193463774808/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=7357533193463774808' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/7357533193463774808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/7357533193463774808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/12/militarizacao-e-problematica-uspiana-1.html' title='A militarização e a problemática uspiana: 1ª Parte'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-9081052239432068681</id><published>2011-11-30T15:50:00.001-02:00</published><updated>2011-11-30T15:52:18.129-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexão'/><title type='text'>Facebook está contra a alegria</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-C5jpBMF52g8/TtZsyQLvanI/AAAAAAAABAA/u1CrN7RM-Yc/s1600/facebook.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-C5jpBMF52g8/TtZsyQLvanI/AAAAAAAABAA/u1CrN7RM-Yc/s200/facebook.png" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Umadas ideias mais influentes e perigosas, e menos consideradas, a surgir nestefinal de ano no Vale do Silício é a de "compartilhamento semfricção". Articulada por Mark Zuckerberg, o fundador do Facebook, emsetembro, a ideia pode reformular a cultura da internet tal como a conhecemos-e não para melhor.&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;O princípio que embasa o "compartilhamento semfricção" é enganosamente simples e atraente: em lugar de perguntar aosusuários se eles desejam compartilhar com os amigos seus produtos favoritos -osfilmes a que assistem online, a música que ouvem, os livros e artigos queleem-, por que não registrar automaticamente todas as suas escolhas, livrá-losda tarefa de compartilhar essas informações e permitir que seus amigosdescubram mais conteúdo interessante de forma automática? Se Zuckerbergconseguir o que quer, cada artigo que leiamos e cada canção que viermos aescutar seria automaticamente compartilhada com os outros -sem que tivéssemosnem de apertar aqueles irritantes botões de "curtir".&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;É precisamente isso que o Facebook deseja fazer com suaideia de aplicativos sociais, que rastreiam tudo que uma pessoa consuma no site(e, nem seria preciso dizer, consumimos mais e mais informações sem sair doFacebook). Não é impensável que o Facebook em breve venha a desenvolveraplicativos capazes de rastrear também o que fazemos fora de seu site. E a essaaltura, não estamos mais falando de uma questão de tecnologia, mas sim de umaquestão de ideologia -fazer com que esse "compartilhamento semfricção" pareça completamente normal, e até desejável.&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Na verdade, já existe tecnologia que permite que oFacebook consiga o que quer. Algumas semanas atrás, o gigante das redes sociaisfoi forçado a admitir que estava mesmo rastreando as atividades online atémesmo de usuários que não estavam logados em seu site. (Imagine se um funcionáriodo supermercado mais próximo de sua casa o seguisse pela cidade em um carroequipado com câmeras, depois de você fazer compras por lá: é exatamente issoque o Facebook está fazendo.)&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Mas o que significa o "compartilhamento semfricção" para aqueles dentre nós que se preocupam com a qualidade da vidapública e o futuro da democracia? É claro que um motivo simples para resistir aum futuro no qual tudo que fazemos será registrado e compartilhado com outros éo medo de uma vigilância onipresente. O Vale do Silício conseguiu contornar comsucesso esse tipo de preocupação ao alegar que muitos usuários do Facebook nãoobjetam ao "compartilhamento sem fricção" porque ninguém estariainteressado de verdade em que canções eles ouvem ou que livros estão lendo.&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Verdade -mas essas alegações em geral subestimam acapacidade dos anunciantes, dos partidos políticos e das polícias secretasmodernas de prever muitas outras coisas com base em curtas sequências de dadosque parecem completamente inocentes. Existem muitas pesquisas acadêmicas quedocumentam o quanto é fácil prever a reputação sexual de uma pessoa por meio deuma análise de sua lista de amigos no Facebook. Não seria difícil adivinhar seunível de renda estudando os valores que gasta comprando música e vídeos online.E a raça também pode ser prevista -com base em estereótipos grotescos sobrepreferências culturais das pessoas de uma dada raça com relação a música,filmes, livros e assim por diante. Estudar que artigos uma pessoa lê onlinepode ajudar a prever suas preferências políticas. Tudo isso somado cria umretrato singular e bastante preciso de um usuário. E, claro, ao contrário doque acontece com os bem protegidos arquivos policiais, essa informação estariadisponível para quem quer que deseje usá-la ou abusá-la.&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Mas os problemas não se limitam à monitoração em largaescala. E se empresas que fazem negócios com o Facebook desenvolverem o hábitode usar os estereótipos surgidos dos dados que revelamos a elas a fim de nosenquadrar em suas estreitas categorias -por exemplo, "hipster de níveluniversitário que gosta de música indie e vota na esquerda"? Isso nãoseria tão terrível se essas empresas não utilizassem essas categorias paraformatar ofertas personalizadas de conteúdo dirigidas a nós.&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;No entanto, devido ao "compartilhamento semfricção", essas empresas terminam operando com aquilo que o jornalistatecnológico norte-americano Eli Pariser define como "má teoria depersonalidade": elas partem de suposições incompletas sobre quem somosbaseadas em livros, filmes e músicas que já consumimos, e tentam descobrir emque categoria pré-existente de marketing nos enquadramos, para nos fornecerconteúdo que outros usuários enquadrados na mesma categoria apreciam.&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;O perigo disso é bastante claro: nós, usuários deInternet, logo estaremos privados de espaço para crescimento intelectual,porque seremos bombardeados por links para material que provavelmenteapreciaremos.&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;O "compartilhamento sem fricção" reduz oespaço aberto à provocação, à ousadia, ao desequilíbrio estético, e a Internetse tornará a pior paródia do Vale do Silício, onde todo mundo supostamentesorri e se sente "bacana" o tempo todo.&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Mas existe algo de ainda mais repelente nessa ideia. Omotivo para que compartilhemos links deliberadamente, na rede, é acreditarmosque esses links conduzam a conteúdo interessante, estimulante, divertido,perigoso ou horrivelmente ruim. Temos de fazer julgamentos sobre o que vimos,temos de avaliar -artigos, livros, canções. A maior parte dessas avaliações érasa, claro, mas ainda assim nos forçam a exercitar nossa faculdade crítica, aoperar como curadores -mesmo que para uma audiência formada por apenas 10amigos.&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Podehaver muitas razões para não gostar desse mundo de crítica democratizada.Muitos críticos profissionais se apressam a condenar as resenhas sucintas delivros disponíveis na Amazon pela perda de prestígio da crítica literáriatradicional. Mas, ao menos da perspectiva de promover a cidadania, de ter maisgente envolvida com a cultura -em lugar de apenas consumindo silenciosamenteaquilo que lhe é&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;oferecido-, essa tendência sempre foi positiva.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;No entanto, a ideologia do "compartilhamento semfricção" quer promover um envolvimento muito diferente com a Internet, nostermos do qual os usuários não são imaginados como críticos prontos adiscriminar entre tipos diferentes de conteúdo, mas sim como robôs sem almacuja função única é consumir conteúdo e produzir gráficos, tendências e bancosde dados para que ainda mais conteúdo lhes possa ser vendido. Já nãocompartilharemos aquilo que gostamos de modo consciente; em lugar disso, oFacebook compartilhará tudo -bom, ruim, interessante ou chato- em nosso nome.&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Claro, nossos amigos poderão continuar descobrindosobre o que estamos lendo ou ouvindo -ainda que pareça pouco provável quealguém consiga acompanhar tantos fluxos de dados provenientes de tantaspessoas-, mas ninguém mais esperará que pronunciemos nossa opinião sobre ascoisas. O importante não será nossa avaliação sobre um livro, canção ou filmeespecífico, mas o fato de que tenhamos consumido esse conteúdo, que agorapoderá ser usado para prever o nosso "tipo de personalidade", nosvender publicidade e, quem sabe, nos recomendar novos livros.&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;É hora de percebermos que o Facebook está eliminando aalegria, o caos e a natureza idiossincrática da Internet, e substituindo tudoisso por sorrisos artificiais, eficiência tediosa (e portanto "semfricção") e uma interação abrangente mas branda e inane com a cultura. Amenos que percebamos as consequências do "compartilhamento semfricção", o futuro fácil e sem problemas que o Vale do Silício prometepode se provar desastroso para aqueles que desejam fomentar o pensamentocrítico.&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="tagline" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; line-height: 150%;"&gt;Tradução de&amp;nbsp;PAULOMIGLIACCI&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="tagline" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="tagline" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 15px;"&gt;&lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; Folha.com&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 150%;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-9081052239432068681?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/9081052239432068681/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=9081052239432068681' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/9081052239432068681'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/9081052239432068681'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/11/facebook-esta-contra-alegria.html' title='Facebook está contra a alegria'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-C5jpBMF52g8/TtZsyQLvanI/AAAAAAAABAA/u1CrN7RM-Yc/s72-c/facebook.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-5067976441024830746</id><published>2011-11-28T19:01:00.000-02:00</published><updated>2011-11-28T19:01:47.594-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia'/><title type='text'>Ed René Kivitz e o Teísmo Aberto</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="360" mozallowfullscreen="" src="http://player.vimeo.com/video/32711679?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" webkitallowfullscreen="" width="580"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-5067976441024830746?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/5067976441024830746/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=5067976441024830746' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/5067976441024830746'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/5067976441024830746'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/11/ed-rene-kivitz-e-o-teismo-aberto.html' title='Ed René Kivitz e o Teísmo Aberto'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-8132569634696326292</id><published>2011-11-25T19:13:00.000-02:00</published><updated>2011-11-25T19:13:58.048-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Concílio Herege'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Carlos Néri'/><title type='text'>Trabalho e história - Uma leitura de Lima Vaz</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-h1cZqDNpjEc/TtAFBhcaprI/AAAAAAAAA_4/9f2zZ6Utkp0/s1600/trabalho-3%255B1%255D.gif" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-h1cZqDNpjEc/TtAFBhcaprI/AAAAAAAAA_4/9f2zZ6Utkp0/s200/trabalho-3%255B1%255D.gif" width="199" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;b style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Por Carlos Néri&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Admitindo que o trabalho a partir do ponto de vista dofim para aquele que opera ou trabalha (finis operantis) é relação ao outro comosujeito, Lima Vaz é levado a considerá–lo a relação primeira que funda amediação entre as pessoas, a sociedade, portanto, e a história. O trabalho é arelação primeira, pois, ao homem não é dado atingir por intuição imediata ainterioridade do outro, sendo necessário à comunicação que passanecessariamente pela mediação do “sinal”, pelo “mundo humanamente significado”,pelo trabalho que se estende por todo espaço que vai do ato da razão ao gestodas mãos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;O trabalho humano, justamente por força dessa mediaçãooperada pelo resultado do trabalho (finis operis) é uma obra da cultura e nãoum simples objeto natural, pois este não é meramente uma simples satisfação denecessidades naturais, logo, ele é assumido no plano expressivo da consciência,apresenta a estrutura do “sinal”, é penetrado pela palavra e torna-seinterpelação do outro, comunicação com o outro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A elaboração e a constituição da dialética dotrabalho, na relação entre o fim operado (finis operis) e o fim para aquele queopera (finis operantis) na acepção de Lima Vaz parte, do ponto de vista da &lt;i&gt;obra a ser realizada&lt;/i&gt;, o fim acabadoreivindica a sua primazia na submissão do trabalhador às exigências deperfeição da obra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Todo trabalho, partindo da idéia ao gesto, é um êxtasedo homem em direção ao ser do objeto. Entretanto, do ponto de vista do &lt;i&gt;ato de realização&lt;/i&gt;, a primazia retorna,em definitivo, ao fim para aquele que o faz, pois a obra não é o termo últimodo êxtase e da saída laboriosa do homem; ela é sinal, é palavra e é, como tal,lançada em direção ao outro, tornando–se invocação do seu reconhecimento e dasua resposta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;O trabalho, portanto é a primeira das mediaçõessegundo as quais se realiza a sociabilidade e a historicidade do homem, porémnão é a única das mediações. Sobre o trabalho se eleva toda uma hierarquia demediações que se estabelecem conjuntamente múltiplas relações deintercausalidade, cuja trama constitui precisamente o suporte concreto dasociabilidade e do desenrolar da história. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Na hierarquia das mediações sociais, o trabalho é osubstrato ou suporte que oferece seu conteúdo ou matéria da comunicação e,nesse sentido é o primeiro na ordem da causa material. No entanto as mediaçõesque advém do trabalho como: a justa distribuição dos recursos raros (economia),a mediação familiar, a mediação política, a atividade lúdica, a ciência, amoral, a arte, a religião – gozam de primazia na ordem da causa formal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;O erro de Marx foi estabelecer entre as mediaçõessociais e o trabalho uma relação linear de causa e efeito, de determinante edeterminado. A existência histórica do homem em face do trabalho transformatodas as outras manifestações do ser social em superestruturas que operaideologicamente uma alienação do homem. É o trabalho que deve promoverdialeticamente o retorno desalienante do homem à natureza.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Lima Vaz nos orienta que as relações que estruturam a &lt;i&gt;práxis&lt;/i&gt; total do homem pertence à ordemda &lt;i&gt;intercausalidade&lt;/i&gt;, existindo uma“influência causal e recíproca” entre o conteúdo que é dado pelo trabalho, e aforma que é a significação humana desse conteúdo segundo uma ordem distinta decausalidade. A intercausalidade se estabelece em definitivo entre “trabalho epalavra”, o trabalho é palavra, como significação e sentido que se dirige aooutro; a palavra é trabalho como conteúdo transformado do mundo, que dá corpo àsignificação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Ainda aqui, o erro profundo de Marx consistiu emdesconhecer a causalidade especifica da palavra (idéia e sinal) na estrutura dapráxis humana, gerando uma “hipertrofia do econômico”, onde se manifesta aprimeira obra do trabalho, seu produto por excelência, que conduziu na evoluçãoulterior do marxismo, a uma trágica perversão do político.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Portanto, Lima Vaz conclui dizendo que o caminho paraa superação da alienação do trabalho deve ser traçado a partir da renomeação doconceito de trabalho a partir da atribuição que lhe deve ser dada como “causaformal, ou seja, sua significação puramente humana” que atesta, precisamente, atranscendência do homem sobre a natureza e a sua ordenação aos fins próprios dacomunidade das pessoas e, em definitivo, a Deus, assumindo sua esfera intersubjetiva.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;No trabalho alienado não existe a “realização dohomem”, o gesto é mecânico e sem ressonância humana, o objeto predomina sobre o“ato” de sorte que o próprio ato vem a se tornar objeto, a “coisificar-se”. Otrabalho alienado inverte a dialética do fim operado e do fim para aquele queopera, o fim operado torna-se um fim em si mesmo e impõe tiranicamente as suasexigências: a utilidade e o lucro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A alienação do trabalho oculta sua função mediadora enão fundamenta a verdadeira “relação social” e a inversão de poder por elerealizado que na sua originalidade se dá do homem ao mundo, se volta do mundoao homem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-8132569634696326292?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/8132569634696326292/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=8132569634696326292' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/8132569634696326292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/8132569634696326292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/11/trabalho-e-historia-uma-leitura-de-lima.html' title='Trabalho e história - Uma leitura de Lima Vaz'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-h1cZqDNpjEc/TtAFBhcaprI/AAAAAAAAA_4/9f2zZ6Utkp0/s72-c/trabalho-3%255B1%255D.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-2197245031489188410</id><published>2011-11-03T18:45:00.002-02:00</published><updated>2011-11-03T18:56:41.607-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>Empregos púbicos são produtivos?</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'Trebuchet MS', Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10.5pt; line-height: 15pt; padding-top: 10px;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lblText"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-b-7q7ONoWe0/TrL9GjCDPVI/AAAAAAAAA_s/pd0bUf9q85I/s1600/emprego_publico.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img border="0" height="156" src="http://4.bp.blogspot.com/-b-7q7ONoWe0/TrL9GjCDPVI/AAAAAAAAA_s/pd0bUf9q85I/s200/emprego_publico.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lblText"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-size: 10.5pt; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lblText"&gt;Ron Paul anunciou que, caso eleito presidente dos EUA, uma das suas primeiras medidas para acabar com o déficit orçamentário de mais de US$ 1,4 trilhão do governo americano seria a imediata abolição de cinco ministérios e a consequente demissão de aproximadamente 221.000 burocratas.&lt;/span&gt;Recentemente, o jornalista da CNN Wolf Blitzer fez uma pergunta a Ron Paul exatamente sobre essa questão, e sua resposta revela uma ótima maneira de se testar se uma pessoa aceita ou não as premissas fundamentais da moderna macroeconomia keynesiana.&amp;nbsp;Como&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.politico.com/news/stories/1011/66114.html" style="color: #0066cc; font-size: 10pt; text-decoration: none;"&gt;relatou&lt;/a&gt;&amp;nbsp;o site&amp;nbsp;&lt;i&gt;Politico&lt;/i&gt;,&lt;/div&gt;&lt;span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lblText"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="font-size: 10.5pt; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Em entrevista à CNN, Paul foi perguntado por Wolf Blitzer sobre como a eliminação de aproximadamente 221.000 empregos públicos dispersos em cinco ministérios iria estimular a economia.&amp;nbsp; Paul respondeu: "Esses empregos não são produtivos".&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="font-size: 10.5pt; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;E então, empregos públicos são ou não são "empregos produtivos"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 10.5pt; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Produtividade&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 10.5pt; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Primeiramente, é preciso ressaltar que Ron Paul não está sugerindo que tais empregos são de baixa '&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Produtividade" style="color: #0066cc; font-size: 10pt; text-decoration: none;"&gt;produtividade'&lt;/a&gt;&amp;nbsp;no sentido econômico do termo, isto é, no sentido de&amp;nbsp;&lt;i&gt;produção por hora&lt;/i&gt;.&amp;nbsp; Paul não estava apenas sugerindo que funcionários públicos são preguiçosos.&amp;nbsp; O que Paul quis dizer é que empregos governamentais não fornecem bens de consumo ou serviços para a sociedade.&amp;nbsp;Imagine que um determinado país A envie um embaixador para o país B.&amp;nbsp; Se fossemos mensurar a produtividade do embaixador em termos de sua produção por hora, o denominador dessa equação seria simplesmente o número total de horas que o burocrata trabalhou.&amp;nbsp; Porém, pense na produção do embaixador.&amp;nbsp; A rotina diária de um embaixador consiste basicamente em encontrar-se com diplomatas estrangeiros, fazer negociações, escrever relatórios e memorandos, e se envolver na supervisão de alguns projetos diplomáticos.&amp;nbsp; A soma de todos esses encontros, relatórios e supervisão de projetos daria a medida da "produção" do embaixador.&amp;nbsp; Um embaixador que completasse um maior número destas tarefas seria mais produtivo do que outro embaixador.&amp;nbsp;Isso nos dá uma ideia da "produtividade" do embaixador no sentido puramente economicista do jargão.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 10.5pt; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Empregos produtivos&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 10.5pt; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;A esta altura já deve estar óbvio que Ron Paul, ao sugerir que empregos governamentais não são produtivos, não está exatamente preocupado com a&amp;nbsp;&lt;i&gt;produtividade econômica&lt;/i&gt;&amp;nbsp;destes empregos.&amp;nbsp; Afinal, em um sentido puramente técnico, eles são tão "produtivos" quanto qualquer outro emprego.&amp;nbsp;Em vez disso, o que Ron Paul está dizendo — e nisso ele é acompanhado pela maioria dos economistas seguidores da Escola Austríaca de Economia — é que as tarefas realizadas por um embaixador (ou por qualquer outro funcionário público) não apresentam uma função de mercado.&amp;nbsp; Tais serviços não seriam demandados por ninguém em uma economia de mercado.&amp;nbsp;Em sua essência, o governo cria do nada uma demanda para estes serviços: a existência de embaixadores é o que gera o trabalho realizado por embaixadores.&amp;nbsp; Eles não levam seus serviços ao mercado para vendê-los a qualquer indivíduo que porventura queira voluntariamente comprá-los.&amp;nbsp; Os governos nomeiam embaixadores para realizar serviços que nenhum consumidor quer comprar.&amp;nbsp;Compare estes serviços aos serviços realizados por um indivíduo para cujo trabalho há uma genuína demanda — por exemplo, um engenheiro mecânico.&amp;nbsp; Engenheiros mecânicos são contratados por clientes que não sabem como atender de maneira mais eficiente as necessidades de seus consumidores porque não possuem a solução para um determinado problema mecânico — como, por exemplo, transportar grandes cargas do ponto A até o ponto B, aumentar a velocidade na qual o bem X é produzido etc.&amp;nbsp; O engenheiro mecânico desenvolve uma solução para estes problemas em troca da uma remuneração que irá corresponder à quantia de dinheiro que o cliente espera poupar ao adotar essa nova e mais eficiente solução.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 10.5pt; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O centro da questão&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 10.5pt; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Dado que embaixadores são pagos com dinheiro coletado de impostos, ao passo que engenheiros mecânicos são pagos com o capital que foi acumulado por indivíduos e empresas, os empregos públicos criam a seguinte situação:&lt;/div&gt;&lt;ol&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Governos contratam e começam a pagar embaixadores.&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Governos tributam o público para pagar embaixadores.&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;O público, por conseguinte, tem sua poupança total reduzida, gastaram parte dela pagando mais impostos.&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Com a poupança reduzida, o público possui menos capital para investir em projetos de engenharia.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;div style="font-size: 10.5pt; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;Assim, pagar funcionários públicos significa retirar recursos econômicos da produção de bens e serviços demandados pelo mercado e desviá-los para o financiamento de serviços para os quais não há nenhuma demanda de mercado.&amp;nbsp;Foi a isso que Ron Paul se referiu quando disse que empregos públicos "não são produtivos".&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 10.5pt; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A alegação keynesiana e o teste decisivo&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 10.5pt; line-height: 15pt;"&gt;&lt;div style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img alt="embaixada_brasileira2.jpg" border="0" height="320" hspace="20" src="http://mises.org.br/images/articles/2011/Novembro/embaixada_brasileira2.jpg" style="text-align: right;" vspace="5" width="236" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Economistas keynesianos argumentam que os salários pagos a funcionários públicos irão inevitavelmente terminar nas mãos do público em geral, pois os funcionários públicos utilizarão seus salários no mercado para adquirir bens de consumo e serviços.&amp;nbsp; Embora haja um custo inicial no pagamento de impostos, a economia como um todo não irá sofrer nenhum impacto, pois o dinheiro irá retornar para a economia na forma de consumo incorrido por funcionários públicos.&amp;nbsp;Se não nos aprofundássemos mais neste exemplo, de fato não poderíamos dizer que a alegação keynesiana está errada.&amp;nbsp; A questão a ser analisada não é simplesmente se os funcionários públicos irão eventualmente gastar seu dinheiro em bens de consumo.&amp;nbsp; Eles irão.&amp;nbsp;O teste decisivo é ver até que ponto um indivíduo acredita que o consumo dos funcionários públicos irá devolver o dinheiro à economia de forma tão uniforme e eficientemente distribuída quanto era antes dos impostos.&amp;nbsp; Será que o dinheiro pago aos funcionários públicos simplesmente passa através da máquina estatal e retorna aos indivíduos de uma economia exatamente da maneira como estava distribuído antes?&amp;nbsp; Ou será que a distribuição total do dinheiro é alterada quando o dinheiro é confiscado dos indivíduos produtores — que o utilizariam como investimento — e redistribuído a funcionários públicos que o utilizarão para consumo?&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 10.5pt; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gastos governamentais sob a perspectiva austríaca&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 10.5pt; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;No exemplo acima, os seguidores da Escola Austríaca diriam o seguinte:&lt;/div&gt;&lt;ul type="disc"&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Como o governo contratou funcionários públicos, indivíduos que de outra forma estariam realizando outras atividades irão agora efetuar uma função extramercado, para a qual não há demanda.&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Como o governo paga os funcionários públicos com dinheiro que foi retirado de indivíduos do setor privado, recursos que estavam sendo utilizado na produção de um determinado tipo de bem ou serviço será agora redirecionado para a produção de serviços extramercados para os quais não há demanda.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="font-size: 10.5pt; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;Consequentemente, há uma alteração na distribuição de recursos na economia.&amp;nbsp;E o que ocorre quando os funcionários públicos gastam seu dinheiro consumindo bens e serviços?&amp;nbsp; Novamente, voltando ao exemplo acima, os seguidores da Escola Austríaca diriam o seguinte:&lt;/div&gt;&lt;ul type="disc"&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;O dinheiro que alguns indivíduos tinham a intenção de gastar em projetos de engenharia mecânica foi transferido para funcionários públicos.&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Estes funcionários públicos, antes de incorrer qualquer outra forma de consumo, irão adquirir alimentos, roupas, moradias, serviços de saúde e outras necessidades.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="font-size: 10.5pt; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;O consumo dos funcionários públicos não devolve o dinheiro para aqueles engenheiros mecânicos que seriam os recebedores originais do dinheiro que foi tributado.&amp;nbsp; Ao contrário, esse dinheiro será desviado para produtores de alimentos, de roupas, imóveis, de serviços de saúde etc.&amp;nbsp; Se o dinheiro, de alguma forma, acabar voltando para os engenheiros mecânicos, será apenas uma minúscula fatia dos gastos em consumo dos funcionários públicos.&amp;nbsp; Ou seja, será apenas uma pequena fração da quantidade original que iria para suas mãos.&amp;nbsp;Os economistas seguidores da Escola Austríaca se referem a esse fenômeno como a&amp;nbsp;&lt;i&gt;&lt;a href="http://mises.org.br/Article.aspx?id=306" style="color: #0066cc; font-size: 10pt; text-decoration: none;"&gt;não-neutralidade da moeda&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 10.5pt; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 10.5pt; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Concorde ou não com a afirmação de Ron Paul de que empregos públicos "não são produtivos", o grau com que você concorda irá fornecer um valioso discernimento sobre até que ponto você acredita na visão keynesiana a respeito do dinheiro na macroeconomia.&amp;nbsp;A perspectiva austríaca argumenta que todos os empregos estatais retiram recursos do setor produtivo e os desviam para a produção de bens e serviços que jamais existiriam sob condições de livre mercado ou que existiriam em quantidade e volume muito menores.&amp;nbsp;Neste sentido, empregos públicos não são produtivos.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 10.5pt; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 10.5pt; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; Instituto Ludwig von Misses Brasil&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 10.5pt; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogAuthor" style="background-color: white; border-bottom-color: rgb(238, 238, 238); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(238, 238, 238); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(238, 238, 238); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(238, 238, 238); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; clear: both; color: #333333; font-family: 'Trebuchet MS', Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt; padding-bottom: 10px; padding-left: 10px; padding-right: 10px; padding-top: 10px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://mises.org.br/SearchByAuthor.aspx?id=298&amp;amp;type=articles" id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lnkAuthor" style="color: #0066cc; font-size: 10pt; text-decoration: none;"&gt;Ryan P. Long&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lblAuthorDescription"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-size: 10.5pt; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lblAuthorDescription"&gt;trabalha como consultor e analista em Ottawa, Canadá.&amp;nbsp; Já publicou artigos para jornais comerciais e para periódicos acadêmicos sobre economia, teoria da política administrativa e saúde.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lblAuthorDescription"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-size: 10.5pt; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lblAuthorDescription"&gt;Tradução de&amp;nbsp;&lt;a href="mailto:leandro@mises.org.br" style="color: #0066cc; font-size: 10pt; text-decoration: none;"&gt;Leandro Roque&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lblAuthorDescription"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-2197245031489188410?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/2197245031489188410/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=2197245031489188410' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/2197245031489188410'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/2197245031489188410'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/11/empregos-pubicos-sao-produtivos.html' title='Empregos púbicos são produtivos?'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-b-7q7ONoWe0/TrL9GjCDPVI/AAAAAAAAA_s/pd0bUf9q85I/s72-c/emprego_publico.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-3263845622431445511</id><published>2011-11-01T14:43:00.000-02:00</published><updated>2011-11-01T14:43:50.711-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><title type='text'>Eternidade</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-hcgo8CQFblQ/TrAhu1wQ13I/AAAAAAAAA_k/4o1IkYPmYfI/s1600/thumb_eternidade.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="152" src="http://3.bp.blogspot.com/-hcgo8CQFblQ/TrAhu1wQ13I/AAAAAAAAA_k/4o1IkYPmYfI/s200/thumb_eternidade.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 19px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;b&gt;Por Crombie&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 19px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;Vivo a eternidade no meu dia-a-dia&lt;br /&gt;Imagine você a beleza do lindo lugar&lt;br /&gt;Ouve só as lindas cantigas que soam por lá&lt;br /&gt;Quem vive na esperança não perde por esperar&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 19px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;Eu não te contei com palavras&lt;br /&gt;Eu não saberia explicar&lt;br /&gt;A imaginação ganhou asas&lt;br /&gt;Segredo a se revelar&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 19px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto;"&gt;Eu não te falei teoria&lt;br /&gt;Eu quis viver pra mostrar&lt;br /&gt;A minha maior alegria&lt;br /&gt;Que eu possa te encontrar&lt;br /&gt;No céu&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-3263845622431445511?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/3263845622431445511/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=3263845622431445511' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/3263845622431445511'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/3263845622431445511'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/11/eternidade.html' title='Eternidade'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-hcgo8CQFblQ/TrAhu1wQ13I/AAAAAAAAA_k/4o1IkYPmYfI/s72-c/thumb_eternidade.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-5520243748609652495</id><published>2011-10-31T15:58:00.002-02:00</published><updated>2011-12-03T12:12:21.878-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Job. Nascimento'/><title type='text'>Jonas, o arrependimento dos ninivitas e Jesus Cristo</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-OGuQVdISZ_w/Tq7hxdyK2sI/AAAAAAAAA_c/rOz99gd42jg/s1600/RUINAS+DE+N%25C3%258DNIVE+%25281%2529.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="188" src="http://2.bp.blogspot.com/-OGuQVdISZ_w/Tq7hxdyK2sI/AAAAAAAAA_c/rOz99gd42jg/s320/RUINAS+DE+N%25C3%258DNIVE+%25281%2529.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: 33.75pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Por Job. Nascimento&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Subsídio Histórico&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nínive &lt;/i&gt;– Essa é a transliteração hebraica do nomeassírio Ninus, um dos nomes da deusa Istar. Era uma das residências reais daAssíria. Hoje está localizada no norte do Iraque. A bíblia nos informa queNinrode fundou Nínive, após ter fundado o mais antigo império babilônico sobreo qual se tem conhecimento. (Gênesis 10.8-10)&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Alguns historiadorescoloca a data de &lt;st1:metricconverter productid="860 A" w:st="on"&gt;860 A&lt;/st1:metricconverter&gt;.Ccomo o ano em que o profeta Jonas evangelizou a cidade. Na época de Jonas,Nínive contava com uma população de cerca de 120.000 habitantes. Como capitaldo Império Assírio Nínive tornou-se a cidade mais importante do mundo orientalda época. Para termos uma ideia do tamanho e importância da cidade, o palácio deSenaqueribe tinha &lt;st1:metricconverter productid="9.178 m" w:st="on"&gt;9.178 m&lt;/st1:metricconverter&gt;.Nas paredes do palácio havia relevos retratando as vitórias do Império Assírio,inclusive sobre Israel (Reino do Norte) e a cobrança de tributos a Judá. Nínivetinha 15 portões e cada um dos portões era protegido por um touro gigantesco.Aproximadamente no ano &lt;st1:metricconverter productid="612 A" w:st="on"&gt;612 A&lt;/st1:metricconverter&gt;.Cuma foça combinada de medos e babilônios atacou e capturou Nínive, e assimdesapareceu para sempre o cruel Império Assírio. Escavações encontraram emNínive a maior biblioteca de tabletes (representando cerca de 10.000 textos)escritos pertencente ao tempo antigo, entre os escritos estão os épicos bemconhecidos, como aqueles da criação e do dilúvio (Gilgamés), e versões domesmo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Introdução&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Écômodo para nós julgarmos a atitude de Jonas por ter fugido e não querer pregarna cidade de Nínive. Mas, se olhar pelo prisma histórico podemos descobriralguns motivos pelos quais Jonas não queria pregar o arrependimento para aquelacidade. Primeiramente porque os ninivitas era um povo que oprimia o povo deIsrael e todos quantos estavam em seu caminho. A Assíria era conhecida como umanação extremamente violenta e sem compaixão. Seria natural para Jonas celebrara destruição de Nínive depois de saber que seria destruída e não passaria porsua cabeça pregar para uma cidade pagã o amor de seu Deus; Nínive não poderiaser alvo da compaixão divina, somente os judeus. Mas, Deus mostra através destetexto que seu amor transcende toda e qualquer barreira cultural, étnica,geográfica e também não guarda ressentimentos por agressões pretéritas. É muitocômodo acusarmos Jonas de incompassivo ou negligente para com o ministério.Mas, será que não nos colocamos na mesma situação quando deixamos de comunicara graça e misericórdia de Deus para nosso próximo porque achamos que ele não merece,não tem solução ou não seria uma boa companhia para nosso “grupo” ousimplesmente não repassamos a graça porque esse alguém nos feriu no passado edeveria ser punido com a condenação divina ou por vergonha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Jonaspregou em Nínive e os ninivitas se arrependeram. Poderíamos encerrar assim ahistória do livro de Jonas, de forma direta e pragmática, não estaríamosfaltando com a verdade, mas não entenderíamos as nuances e lições que essetexto nos comunica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;I – Os convites aoarrependimento não foram muitos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;-&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Nínive não tinha privilégios: estava nas trevasdo paganismo;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;-&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Nínive ouviu apenas um profeta; e não foi dosgrandes nem muito afetuoso;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;-&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Nínive ouviu aquele profeta somente uma vez; efoi um sermão ao ar livre, muito curto e monótono;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;-&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Nínive não ouviu nenhuma palavra de boas novas;ouviu o trovão da lei, e nada mais;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;-&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;A obediência ao aviso, no entanto, foi imediata,universal, prática e aceitável, de tal modo que a cidade foi poupada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;II – A mensagem do profeta nãofoi encorajadora&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 36.0pt; mso-list: l1 level1 lfo2; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;-&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Não proclamava nenhuma promessa de perdão;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 36.0pt; mso-list: l1 level1 lfo2; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;-&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Nem mesmo mencionou o arrependimento e, emconsequência, não ofereceu esperança aos penitentes;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 36.0pt; mso-list: l1 level1 lfo2; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;-&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Predisse ruína esmagadora e final: “Nínive serásubvertida”. Sua mensagem começou e terminou ameaçando;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 36.0pt; mso-list: l1 level1 lfo2; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;-&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Mencionou uma data que se aproximava veloz:“Ainda quarenta dias”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="page-break-before: always; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;III –O próprio profeta não os ajudou em sua esperança&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 36.0pt; mso-list: l2 level1 lfo3; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;-&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Jonas não era um pastor amável, terno, ansiosopor achar a ovelha perdida;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 36.0pt; mso-list: l2 level1 lfo3; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;-&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Não gostava do ministério em que estava engajadoe, sem dúvida, desincumbia-se dele de modo duro e áspero;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 36.0pt; mso-list: l2 level1 lfo3; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;-&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Não proferia nenhuma palavra de amor simpático,pois não tinha nenhuma palavra assim, vinda do coração. Era da Escola de Elias,e desconheceu o amor que ardia no coração de Jesus;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 36.0pt; mso-list: l2 level1 lfo3; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;-&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Não fez nenhuma oração de amoroso compaixão;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 36.0pt; mso-list: l2 level1 lfo3; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;-&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Ficou triste, quando a cidade foi poupada;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Ilustração:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Ouvidostapados&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Tenholido que, durante o reinado de Elizabeth Tudor, foi feita uma lei que obrigavaa assistência nas igrejas protestantes. Muitos católicos romanos sinceros nãodesejavam ir para escutar doutrinas nas quais não criam, mas, temerosos pelaperseguição, iam com os ouvidos tampados com algodão. Que tarefa difícil é a depregar para uma congregação que tem os ouvidos tampados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Conclusão:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; “Começou Jonas a percorrer a cidadecaminho de um dia, e pregava, e dizia: Ainda quarenta dias, e Nínive serásubvertida”. (Jonas 3.4)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;“Ninivitas selevantarão, no juízo, com esta geração e a condenarão; porque se arrependeramcom a pregação de Jonas. E eis aqui está quem é maior do que Jonas”. (Mateus12.41)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Noentanto, aquelas pessoas obedeceram à sua voz, e obtiveram misericórdia, pordarem ouvidos à sua advertência. Isso não reprova a muitos que têm sidofavorecidos com admoestações ternas e amorosas? Certamente que reprovou aquelesque viviam nos dias de nosso Senhor, pois não há duas pessoas que pudessemoferecer contraste mais singular que Jonas e nosso Senhor. Na verdade, alguém“maior”, melhor e mais terno que Jonas estava ali.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; SóJesus é capaz de salvar perfeitamente todos quantos vêm a Deus, por intermédiodele, humildemente, desejando e esperando misericórdia por amor a ele, para asua própria alma. E nisso não ficou desapontado. E, de sua própria experiênciadas riquezas da graça, foi muito útil à conversão e conforto de outros.(Religious and Moral Anecdotes).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-5520243748609652495?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/5520243748609652495/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=5520243748609652495' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/5520243748609652495'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/5520243748609652495'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/10/jonas-o-arrependimento-dos-ninivitas-e.html' title='Jonas, o arrependimento dos ninivitas e Jesus Cristo'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-OGuQVdISZ_w/Tq7hxdyK2sI/AAAAAAAAA_c/rOz99gd42jg/s72-c/RUINAS+DE+N%25C3%258DNIVE+%25281%2529.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-8038859967117763852</id><published>2011-10-27T22:24:00.001-02:00</published><updated>2011-10-27T22:24:52.981-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Job. Nascimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Concílio Herege'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexão'/><title type='text'>O Evangelho genuíno</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-4pnmMBPA6ew/Tqn2FsMCOsI/AAAAAAAAA_I/x396i5nPiSs/s1600/conteudo-do-evangelho-de-mateus.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-4pnmMBPA6ew/Tqn2FsMCOsI/AAAAAAAAA_I/x396i5nPiSs/s200/conteudo-do-evangelho-de-mateus.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Por Job. Nascimento&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Jesus pregava que nós devíamos nascer de novo, ou seja, mudança completa de vida. Hoje, vemos muitos cristãos defeituosos porque nasceram com deficiências ou anomalias. Mas, como pode o evangelho genuíno gerar cristãos deficientes? É que o evangelho pregado não foi o verdadeiro evangelho ou o evangelho genuíno não foi pregado e assimilado na sua totalidade. O evangelho que gera cristãos defeituosos de caráter, moral, conduta e espiritualidade, não é capaz de transformar vidas. É capaz de conceber, mas não consegue dar vida plena, este cristão não vive, vegeta na esperança de que se conseguirem mais seguidores recebam algo capaz de mudar sua vida.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Estes cristãos ainda andam com sede, carregam cântaros para encherem de água, mas que não é capaz de matar sua sede. Mas, Jesus disse: quem tem sede venha a mim e beba da água da vida. Quem beber desta água nunca mais terá sede, o vazio existente no ser desaparecerá carregado pelas correntes desta água da vida. Não precisarão mais carregar cântaros, pois dentro deles fluirão rios de água viva, as anomalias existentes em seu ser (caráter) se dissipará assim como o sol dissipa a névoa, se beberem desta água que só Jesus pode dar, pois o poço que a contém pertence a Ele. Essa água será capaz de dar vida a pessoas mortas: Ao cheiro das águas florescerá, e os que vegetam poderão receber novamente a vida. Se o leitor julga-se que vegeta, eu o convido a beber desta água que Jesus dá de graça, basta apenas Ter sede: Quem tem sede venha a mim e&amp;nbsp; beba.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: verdana; font-size: xx-small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-8038859967117763852?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/8038859967117763852/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=8038859967117763852' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/8038859967117763852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/8038859967117763852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/10/o-evangelho-genuinoe.html' title='O Evangelho genuíno'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-4pnmMBPA6ew/Tqn2FsMCOsI/AAAAAAAAA_I/x396i5nPiSs/s72-c/conteudo-do-evangelho-de-mateus.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-2904554341773998989</id><published>2011-10-26T17:14:00.001-02:00</published><updated>2011-10-26T17:15:10.072-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Direito'/><title type='text'>A vergonha de uma instituição não são seus corruptos</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-9rIQc8kv7UA/TqhcCzTANwI/AAAAAAAAA_A/vZ7cSohLjRI/s1600/poder+judici%25C3%25A1rio.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://3.bp.blogspot.com/-9rIQc8kv7UA/TqhcCzTANwI/AAAAAAAAA_A/vZ7cSohLjRI/s200/poder+judici%25C3%25A1rio.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Por Túlio Vianna&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A exaltada reação do presidente do STF à declaração da corregedora nacional de Justiça de que há "bandidos escondidos atrás da toga" reafirma na população o sentimento de que o Poder Judiciário seja uma grande corporação de ofício.Claro que há bandidos no Judiciário, assim como há no Executivo, no Legislativo, no Ministério Público, na polícia e em qualquer outra instituição formada por seres humanos. E isso não deve ser motivo de vergonha para essas instituições (talvez vergonha para a espécie humana, mas não para a instituição).É impossível evitar que bandidos se infiltrem nas instituições, pois não se pode prever o futuro e ainda não inventaram um "corruptômetro" para ser usado em eleições e concursos públicos. Tudo que se pode e deve fazer é punir com rigor e transparência aqueles que no exercício da função pública agem como bandidos. O que deve envergonhar uma instituição não são seus corruptos, mas a leniência de seus órgãos de controle em investigar, julgar e punir esses corruptos. E este sim é um bom motivo de vergonha para o Poder Judiciário brasileiro.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Julgamentos administrativos sigilosos cuja penalidade máxima é a aposentadoria compulsória são a resposta que o Poder Judiciário dá atualmente aos desvios de seus membros. Alegam que o sigilo é necessário, pois, nos casos de absolvição, o magistrado só poderia retomar suas atividades se não tivesse sua honra abalada pela infâmia de um processo. Claro que nunca cogitaram em aplicar essa mesma garantia do sigilo processual aos serventes de pedreiro e camponeses que são julgados em júris transmitidos até pela internet. Dizem que a atividade do juiz se reveste de peculiaridades, quase como se ele precisasse estar além do bem e do mal para julgar e, com isso, reafirmam o discurso seletivo de que a honra dos membros da corte vale mais que a honra do cidadão comum do povo.É uma falácia afirmar que o sigilo dos julgamentos preserva a instituição, pois na prática só amplia a sensação de impunidade.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A sociedade tem interesse legítimo em acompanhar em detalhes os julgamentos dos membros de seus poderes, seja no impeachment de presidentes, governadores e prefeitos, seja na cassação de mandatos parlamentares, seja nos julgamentos administrativos de magistrados. Se, ao final forem absolvidos, a transparência do procedimento, as provas apresentadas ao público e a fundamentação da decisão deverão ser suficientes para permitir que retornem ao exercício de suas atividades. O julgamento sigiloso em nada ajuda a afastar qualquer suspeita, pois o público acaba por tomar ciência da acusação e do processo, mas não lhe é dado acesso às provas e às razões da absolvição, comprometendo a credibilidade da decisão.Por outro lado, a pena máxima de "aposentadoria compulsória com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço" é praticamente uma sanção premial.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Se alguém cogitasse em aplicar a mesma pena a membros do Executivo que sofreram impeachment, ou a parlamentares que tiveram seus mandatos cassados, certamente soaria como um acinte à opinião pública. A Lei Orgânica da Magistratura Nacional, porém, estabelece essa pena, juntamente com as inócuas penas de advertência e censura e a também premial "disponibilidade com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço".Não bastasse a garantia de sigilo no julgamento e a tranquilidade de, na pior das hipóteses, ser punido com a aposentadoria compulsória, os magistrados corruptos contam ainda com a prescrição como sua grande aliada. As corregedorias dos tribunais nem sempre agem com a devida presteza e muitas acusações fundadas em provas sólidas acabam não sendo julgadas em virtude da prescrição.O mais grave defeito da lei, porém, é permitir que o julgamento dos magistrados seja realizado por seus próprios colegas de tribunal. Muitos dos magistrados julgados pelos tribunais foram colegas de seus julgadores por mais de 30 anos, tempo mais que suficiente se não para criar uma amizade, ao menos para gerar compaixão pelo companheiro de toga.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Para tentar superar essas excrescências, a Emenda Constitucional nº45, que entrou em vigor em 2004, criou o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que tem por função realizar um suposto controle externo do Poder Judiciário. A bem da verdade, não se trata propriamente de um controle externo, já que dos 15 conselheiros do CNJ, 9 são juízes e apenas 6 são externos. De todo modo, por ser um órgão nacional estaria mais distanciado dos acusados.Claro que a maioria dos magistrados não ficou nada satisfeita com a criação do CNJ e, desde então, o órgão é visto como uma constante ameaça. E foi nesse contexto que a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) apresentou a Ação Direta de Inconstitucionalidade 4.638 visando a impedir que o CNJ julgue acusações contra magistrados ainda pendentes nas corregedorias dos tribunais. Na prática, essa restrição permitiria que muitas acusações prescrevessem antes de chegar ao CNJ. Permitiria também que os processos continuassem sendo julgados de forma absolutamente sigilosa. Ou, em bom português, tornaria o CNJ um órgão inócuo, condicionando o exercício de suas funções constitucionais à boa vontade de julgar dos tribunais.E foi justamente quando essa ADI 4638 seria julgada pelo STF, na última quarta-feira (28/9/11), que o presidente Cezar Peluso, incomodado com as declarações da corregedora Eliana Calmon, resolveu retirá-la de pauta.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Um mal-estar bastante oportuno, causado por declarações da corregedora que normalmente passariam despercebidas em um único jornal, não fosse a iminência de uma decisão do STF que pode inviabilizar a qualquer momento o controle externo do Judiciário pelo CNJ. Que o tempo ganho permita aos ministros do STF refletir melhor sobre o Judiciário que querem: uma caixa-preta na qual se finge não haver corrupção ou uma caixa transparente na qual bandidos que hoje se escondem em togas sejam deixados nus aos olhos do povo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-2904554341773998989?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/2904554341773998989/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=2904554341773998989' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/2904554341773998989'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/2904554341773998989'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/10/vergonha-de-uma-instituicao-nao-sao.html' title='A vergonha de uma instituição não são seus corruptos'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-9rIQc8kv7UA/TqhcCzTANwI/AAAAAAAAA_A/vZ7cSohLjRI/s72-c/poder+judici%25C3%25A1rio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-5939190832166415494</id><published>2011-10-14T14:02:00.003-03:00</published><updated>2011-10-14T14:04:26.692-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sociologia'/><title type='text'>A racionalidade não conseguiu provar que Deus não existe</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-cySJw6WcANc/TphrIrja1nI/AAAAAAAAA-0/rqt9hObx-kU/s1600/descartes_Racionalismo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-cySJw6WcANc/TphrIrja1nI/AAAAAAAAA-0/rqt9hObx-kU/s200/descartes_Racionalismo.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #3f3f3e; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;O aspecto mais relevante do novo cenário religioso no Brasil revelado pelas pesquisas recentes é o surgimento de uma nova personagem: o religioso não institucionalizado, que busca uma experiência de espiritualidade não tutelada pelas hierarquias das religiões formalmente organizadas em termos de dogmas, rituais e códigos morais. Vivemos os dias da religião sob medida, montada por consciências individuais que misturam os ingredientes disponíveis nas prateleiras do mercado religioso.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;O sociólogo Otto Maduro define religião como “conjunto de discursos e práticas referentes a seres superiores e anteriores ao ambiente natural e social, com os quais os fiéis desenvolvem uma relação de dependência e obrigação”. As ciências da religião sugerem que as religiões se estruturam com base em dogmas, rituais e tabus, isto é, crenças adotadas como verdades inquestionáveis, celebrações litúrgicas em homenagem e devoção às divindades, e regras de comportamente moral que acarretam benesses ou maldições. A modernidade não conseguiu acabar com a relação de dependência e obrigações, pois o ser humano é essencilamente assustado com a ideia da morte, atormentado pela sua finitude, encurvado pelo peso de uma culpa ancestral, apovarado ante o mistério da imensidão do Cosmos, e perdido em termos de sentido para a existência. Por essa razão, buscará sempre seus deuses, fabricará seus ídolos e se curvará diante disso que Rudolf Otto chamou de&amp;nbsp;&lt;em&gt;mysterium tremendum&lt;/em&gt;, a que damos o nome de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="entry-content" style="margin-top: 23px;"&gt;&lt;div style="color: #3f3f3e; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Mas a modernidade destruiu, sim, a religião como sistema de dogmas, rituais e tabus. O conceito de modernidade nos remete à segunda metade do século XVIII, com a revolução industrial – capitalismo, ciência e técnica, urbanismo, desenvolvimento ilimitado, e a revolução democrática sensível aos direitos humanos, e principalmente ao conceito de indivíduo e ao descobrimento da subjetividade, que afirma a consciência individual acima de qualquer autoridade, e liberta o indivíduo de sua dependência das instituições sociais, inclusive e principalmente religiosas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3f3f3e; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3f3f3e; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Este ideário moderno exige dois outros aspectos da individualidade: a autonomia e a racionalidade. Autonomia – a lei em si mesmo, fala da capacidade do indivíduo agir movido e orientado por sua própria consciência, assumindo, portanto, a responsabilidade pelos seus atos. Implica todo poder normativo subordinado à consciência individual, e conseqüentemente a rejeição de todo poder arbitrário e dogmático, quer seja ele representado por um Estado ou governo, uma ideologia ou religião, ou mesmo uma divindade ou em última instância Deus. O princípio cartesiano “penso, logo existo” explica o Iluminismo como esclarecimento racional, em oposição ao dogmatismo fundamentalista e obscurantista.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3f3f3e; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3f3f3e; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;O resultado desse processo é que a modernidade, apesar de avanços significativos – o pluralismo ideológico, a abrangência da educação, a superação da superstição e a emancipação da ciência, também significou racionalismo, individualismo, humanismo, e secularismo – a religião fora do espaço público e o universo vazio do divino e do sagrado. A modernidade deu origem a “ismos” tão opressivos e escravizadores das consciências e das massas quanto os “ismos” religiosos contra os quais se levantou.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3f3f3e; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3f3f3e; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A verdade é que os avanços da ciência, da técnica e da razão, que em tese deveriam construir um mundo melhor, promover a justiça e a paz, e apontar caminhos para a felicidade e a realização existencial do ser humano, de fato fizeram água. O saldo da modernidade é o rompimento com as instituições sociais religiosas e o abandono da pessoa humana à sua própria consciência e à mercê de sua liberdade. Mas ainda carregando no peito as mesmas questões que afligiam nossos antepassados. O vazio do universo implicou também um vazio de sentido (niilismo) e um vazio de critérios morais para ordenação da vida. Essa é uma das compreensões possíveis à denúncia de Fiódor Dostoiévski: “Se Deus não existe tudo é permitido”. Eis porque a experiência religiosa tutelada pelas religiões institucionalizadas se esvaziou, mas a busca pelas dimensões da espiritualidade cresce a olhos vistos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3f3f3e; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3f3f3e; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;O rebote da modernidade é a chamada pós modernidade – ou hiper-modernidade, alta modernidade, modernidade tardia, modernidade radicalizada, modernidade líquida, seja lá como quiser chamar. O tempo se encarregou de desmascarar as pretensões da razão humana e fez as vezes dos profetas e sábios místicos que sempre insistiram em afirmar que a realidade é distante e profunda, e que o universo esconde mais mistérios do que é capaz de descernir a “vã filosofia”. O mundo atual se explica mais pelo recrudescimento dos fundamentalismos religiosos do que pela ausência de religião. Em resposta ao relativismo e ao niilismo moderno, a religião ressurge na pós modernidade com uma força avassaladora.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3f3f3e; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Ainda que afetados por interesses geopolíticos e econômicos, o conflito entre Ocidente e Oriente não pode ser entendido nem terá solução sem uma clara comprensão das forças e implicações do embate entre o Cristianismo e o Islamismo como matrizes de sentido para as civilizações que sustentam.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3f3f3e; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3f3f3e; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Alguns dos mais relevantes debates contemporâneos, quer sejam científicos, éticos, políticos ou econômicos são travados na arena religiosa: criacionismo versus evolucionismo como teoria a ser ensinada nas escolas, o aborto como questão moral ou de saúde pública, e os direitos civis dos homossexuais e as controvérsias ao redor das leis contra a homofobia, são exemplos recentes de conflitos entre os que acreditam na prosperidade social atrelada ao retorno aos valores religiosos da tradição judaico-cristã contra aqueles que defendem um estado laico e secular.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3f3f3e; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3f3f3e; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Assim como em muitos de seus intentos, a modernidade fracassou também em acabar com a religião. A racionalidade científica e o secularismo obviamente não conseguiram provar que Deus não existe, pois Deus não é variável epistemológica, isto é, Deus não é passível de verificação em testes de laboratório. Mas a modernidade conseguiu ainda que temporariamente desferir um duro golpe nos representantes de Deus, notadamente as instituições religiosas e seu clero. A experiência religiosa já não se resume à obediência cega aos dogmas e à hierarquia institucional. A sociedade moderna não abandonou Deus, mas colocou seus intérpretes e seus representantes coletivos&lt;em&gt;&amp;nbsp;sub judice&lt;/em&gt;. Deixou de lado as tradições e seus necessários hábitos, costumes e crenças. E partiu para uma viagem pessoal e particular rumo à religião privatizada e a uma experiência de fé à la carte.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3f3f3e; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3f3f3e; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;As massas decepcionadas com a modernidade e suas promessas voltam a correr para as categorias do sagrado, do transcendente, e do divino. Nos países do chamado terceiro mundo a religião nunca saiu de moda. Conceitos como modernidade e pós modernidade passam longe dos dilemas de quem vive na pobreza e na miséria extrema. Os resultados das últimas pesquisas a respeito do cenário religioso no Brasil indicam que com sua mensagem que enfatiza o poder do Espírito Santo e a interferência de Deus no cotidiano das pessoas, as igrejas evangélicas crescem sem parar. Motivados pela busca de solução para seus problemas pessoais e dificuldades de inserção na sociedade, as massas se convertem à esperança prometida pela religião.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3f3f3e; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3f3f3e; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;As pessoas trocam de religião ou de credo em virtude de questões como desemprego, doenças na família, problemas conjugais, perdas significativas e sofrimento intenso, e também e principalmente a solidão e a necessidade de sentido existencial. Quem não tem para onde correr, corre para Deus. Os que sabem disso e não têm escrúpulos em se aproveitar da fragilidade de quem sofre são protagonistas de um processo nefasto que mantém acesa a fogueira da religião entendida no pior de seus sentidos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3f3f3e; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3f3f3e; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;O atual retrato da fé permite a afirmação de que, se é verdade que as instituições religiosas estão abaladas, Deus continua vivo como sempre, e adorado – ou idolatrado – como nunca.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3f3f3e; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3f3f3e; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;/b&gt;Valor Econômico, 14 de outubro de 2011.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-5939190832166415494?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/5939190832166415494/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=5939190832166415494' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/5939190832166415494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/5939190832166415494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/10/racionalidade-cientifica-nao-conseguiu.html' title='A racionalidade não conseguiu provar que Deus não existe'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-cySJw6WcANc/TphrIrja1nI/AAAAAAAAA-0/rqt9hObx-kU/s72-c/descartes_Racionalismo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-3645647764877426312</id><published>2011-10-12T19:59:00.001-03:00</published><updated>2011-10-12T20:00:01.900-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Penal e Derivados'/><title type='text'>Quem precisa de polícia?</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-TIld8FkERdo/TpYbjdAaDGI/AAAAAAAAA-s/rJb7X1qoi2U/s1600/pol%25C3%25ADcia.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-TIld8FkERdo/TpYbjdAaDGI/AAAAAAAAA-s/rJb7X1qoi2U/s200/pol%25C3%25ADcia.jpg" width="171" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; line-height: 18px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;&lt;a href="http://www.un.org/apps/news/story.asp?NewsID=38957&amp;amp;Cr=small+arms&amp;amp;Cr1="&gt;Recente pesquisa da ONU&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px;"&gt;&amp;nbsp;demonstra que o número de pessoas empregadas no setor de segurança privada já é, atualmente, duas vezes maior que o de agentes de segurança oficiais de todos os Estados do mundo. Seja em áreas de conflito armado (como no Iraque e no Afeganistão), em shoppings ou ruas pacatas, fronteiras ou centros de detenção, lá estão eles: um exército de aproximadamente 20 milhões de soldados. Não havendo mecanismos eficientes de fiscalização e regulamentação por parte dos governos, esse ramo tende a dilatar-se nos próximos anos, aponta a pesquisa, conferindo às empresas um poder sobre o qual nada há.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Fonte: &lt;/strong&gt;Passa Palavra&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-3645647764877426312?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/3645647764877426312/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=3645647764877426312' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/3645647764877426312'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/3645647764877426312'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/10/quem-precisa-de-policia.html' title='Quem precisa de polícia?'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-TIld8FkERdo/TpYbjdAaDGI/AAAAAAAAA-s/rJb7X1qoi2U/s72-c/pol%25C3%25ADcia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-9172834289820046647</id><published>2011-10-08T22:04:00.000-03:00</published><updated>2011-10-08T22:04:09.423-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexão'/><title type='text'>Escrever é um ato executado na solidão</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-3yRNNFp1KWA/TpDq-Y78UmI/AAAAAAAAA-E/ZPYhfm5nc6Y/s1600/5368_escritor.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="128" src="http://3.bp.blogspot.com/-3yRNNFp1KWA/TpDq-Y78UmI/AAAAAAAAA-E/ZPYhfm5nc6Y/s200/5368_escritor.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Por Philip Yancey&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Durante o período que acompanhei a carreira de (Robert) Coles, ele me ajudou a entender uma das peculiaridades da profissão de escritor: a síndrome do observador. Escrever é um ato executado na solidão. Sou tentado a chamá-lo um ato psicótico, pois nós, escritores, construímos uma realidade artificial, habitada somente por nós, e que normalmente nos parece mais real que o próprio mundo "lá fora". Depois de ter hibernado por uma semana num projeto intensivo de escrita, sinto que preciso passar por uma coisa parecida com uma reentrada na atmosfera, pois praticamente me esqueci como é manter uma conversação normal e como conduzir a sutil negociação que compõe o relacionamento humano. Fico lidando com as palavras e idéias por um longo tempo, e, por mais difícil que possa parecer, é um processo muito ordeiro e controlado do que interagir com os seres humanos. O resultado é que nós, escritores, temos a tendência de nos afastar, segregarmos a nós mesmos, observando a vida sem verdadeiramente participar dela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;YANCEY, Philip. &lt;b&gt;Alma Sobrevivente&lt;/b&gt;. p. 95. São Paulo: Mundo Cristão, 2001.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-9172834289820046647?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/9172834289820046647/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=9172834289820046647' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/9172834289820046647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/9172834289820046647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/10/escrever-e-um-ato-executado-na-solidao.html' title='Escrever é um ato executado na solidão'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-3yRNNFp1KWA/TpDq-Y78UmI/AAAAAAAAA-E/ZPYhfm5nc6Y/s72-c/5368_escritor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-6958922450437134460</id><published>2011-10-06T21:31:00.006-03:00</published><updated>2011-10-12T20:29:43.824-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Penal e Derivados'/><title type='text'>Brasil tem um dos maiores índices de homicídios</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-KJaYQkMQA10/To5IUHeSfCI/AAAAAAAAA-A/W6jIY3g0L3Y/s1600/HOMICIDIO.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://1.bp.blogspot.com/-KJaYQkMQA10/To5IUHeSfCI/AAAAAAAAA-A/W6jIY3g0L3Y/s200/HOMICIDIO.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 12px; margin-right: 10px; margin-top: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Um relatório divulgado pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc, em inglês) nesta quinta-feira mostra que o Brasil é o terceiro país no ranking com maior índice de homicídios na América do Sul, com 22,7 casos para cada 100 mil habitantes. O país fica atrás apenas da Venezuela (49) e da Colômbia (33,4). O&amp;nbsp;&lt;strong style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;"Global Study on Homicide - 2011"&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;foi baseado em dados da Justiça criminal e dos sistemas de saúde pública de 207 países.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 12px; margin-right: 10px; margin-top: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Em números absolutos, o Brasil, no entanto, lidera o ranking de homicídios, com 43.909 registros. O país é seguido por Guiana (18,4), Equador (18,2) e Guiana Francesa (14,6). Os países com as menores taxas de homicídios na região são Chile (3,7), Peru (5,2), Argentina (5,7) e Uruguai (6,1).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 12px; margin-right: 10px; margin-top: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Em todo o mundo, 468 mil pessoas foram assassinadas em 2010. Desde 1995, a taxa de homicídios tem diminuído em países da Ásia, da Europa e da América do Norte. No entanto, a quantidade de mortes violentas tem aumentado principalmente na América Central e no Caribe.Os dados do Brasil se referem a 2009 e, segundo o estudo, foram fornecidos pelo Ministério da Justiça. O relatório leva em consideração informações repassadas pelos países relativas a 2010 ou ao ano anterior mais recente, como no caso do Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 12px; margin-right: 10px; margin-top: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Segundo os dados, 42% dos homicídios envolvem armas de fogo. Nas Américas, 74% dos crimes são praticados com arma de fogo. Na Europa, objetos pontiagudos são as principais armas usadas em homicídios (36% dos assassinatos são praticados com tais objetos).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 12px; margin-right: 10px; margin-top: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Os jovens são as principais vítimas da violência e os principais agressores também. A análise também conclui que homicídios são muito mais comuns em países como baixo desenvolvimento humano e que sofrem com a presença de organizações extremistas ou de tráfico de drogas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 12px; margin-right: 10px; margin-top: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; Gazeta do Povo, 06.10.2011&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-6958922450437134460?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/6958922450437134460/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=6958922450437134460' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/6958922450437134460'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/6958922450437134460'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/10/brasil-tem-o-terceiro-maior-indice-de.html' title='Brasil tem um dos maiores índices de homicídios'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-KJaYQkMQA10/To5IUHeSfCI/AAAAAAAAA-A/W6jIY3g0L3Y/s72-c/HOMICIDIO.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-2037405181218174589</id><published>2011-10-04T22:17:00.001-03:00</published><updated>2011-10-08T14:17:33.138-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Penal e Derivados'/><title type='text'>A polícia brasileira</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-6d6kqKfL7ik/TouwDjIf4cI/AAAAAAAAA98/WNiAnAoBWVU/s1600/aprenda+com+os+policiais+mais+experientes+antigos+tecnicas+taticas+policia+artur+moritz+policial+pmerj+pm+rj+ocupa%25C3%25A7ao+bacharel+doutor+direito+favela+comunidade+bandidos+traficantes+queremos+paz+2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="127" src="http://2.bp.blogspot.com/-6d6kqKfL7ik/TouwDjIf4cI/AAAAAAAAA98/WNiAnAoBWVU/s200/aprenda+com+os+policiais+mais+experientes+antigos+tecnicas+taticas+policia+artur+moritz+policial+pmerj+pm+rj+ocupa%25C3%25A7ao+bacharel+doutor+direito+favela+comunidade+bandidos+traficantes+queremos+paz+2.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Aos policiais brasileiros são imputados frequentemente vários crimes que teriam sido cometidos de forma arbitrária, vingativa, ou seja,fora da lei. Somente nos últimos meses se tornaram famosos os casos da juízado Rio de Janeiro, o casoJuan (também no Rio de Janeiro), o caso dos caixaseletrônicos em São Paulo etc.Para reflexão: a origem da estruturação policial no Brasil não foge da linha autoritária da criação do próprio Estado. &lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt; Como bem sublinhou José de Souza Martins (O Estado de S. Paulo de 18.09.11, p. J5),“Nossas polícias, remotamente, surgiram como alternativa para o jagunço privado dos potentados locais, quando se constituiu o Estado nacional. Quando do combate ao cangaço, nos anos 20 e 30, literalmente não havia diferença entre a composição dos bandos de cangaceiros e a composição da polícia que os combatia. No fundo, os policiais não atuavam como agentes do serviço público, mas como cangaceiros do Estado. A mentalidade era a mesma. O recrutamento dos policiais ainda se dá na camada da população mais próxima da mentalidade localista, para a qual os valores e distinções de público e privado são tênues e em que a farda legitima ímpetos de poder pessoal e não a impessoalidade do Estado”.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Luiz Flávio Gomes&lt;/b&gt; – Jurista e cientista criminal. Fundador da Rede de Ensino LFG. Diretor-presidente do Instituto de Pesquisa e Cultura Luiz Flávio Gomes. Foi Promotor de Justiça (1980 a1983), Juiz de Direito (1983 a1998) e Advogado (1999 a2001). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-2037405181218174589?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/2037405181218174589/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=2037405181218174589' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/2037405181218174589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/2037405181218174589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/10/policia-brasileira.html' title='A polícia brasileira'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-6d6kqKfL7ik/TouwDjIf4cI/AAAAAAAAA98/WNiAnAoBWVU/s72-c/aprenda+com+os+policiais+mais+experientes+antigos+tecnicas+taticas+policia+artur+moritz+policial+pmerj+pm+rj+ocupa%25C3%25A7ao+bacharel+doutor+direito+favela+comunidade+bandidos+traficantes+queremos+paz+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-3064313475393132786</id><published>2011-10-02T14:30:00.006-03:00</published><updated>2011-10-02T14:40:12.633-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Direito'/><title type='text'>Ficha limpa municipal</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-NYHgJjjXL_s/ToihYA9XL5I/AAAAAAAAA94/GEQQJT0519Y/s1600/politica.gif" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="195" src="http://3.bp.blogspot.com/-NYHgJjjXL_s/ToihYA9XL5I/AAAAAAAAA94/GEQQJT0519Y/s200/politica.gif" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;As cidades de Candelária (RS) e Janduís (RN) criaram, no último ano, a Lei da Ficha Limpa, na carona da proposta de iniciativa popular que se transformou em projeto de lei há dois anos e foi sancionada em 2010 pelo então presidente, Luiz Inácio Lula da Silva. As duas fazem parte de um grupo de cidades — pelo menos 25 no país — que baniram funcionários com pendências judiciais e criminais dos quadros públicos.Em Montes Claros (MG), por exemplo, a Ficha Limpa municipal foi sancionada pelo prefeito no dia 30, mas ainda precisa de 90 dias para começar a valer. Belo Horizonte, Contagem, Uberaba, Oliveira e Campo Belo, todas cidades de Minas Gerais também contam com o dispositivo que impede a ascensão de políticos com currículos nebulosos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; Correio Braziliense.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-3064313475393132786?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/3064313475393132786/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=3064313475393132786' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/3064313475393132786'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/3064313475393132786'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/10/ficha-limpa-municipal.html' title='Ficha limpa municipal'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-NYHgJjjXL_s/ToihYA9XL5I/AAAAAAAAA94/GEQQJT0519Y/s72-c/politica.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-3083656915601942942</id><published>2011-10-02T11:49:00.006-03:00</published><updated>2011-10-08T14:19:51.374-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><title type='text'>Lula recebe honoris causa em Paris</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-T1kOoe8THZ4/Toh5p-119EI/AAAAAAAAA9s/KAw9DtdKZYk/s1600/lula_homoris_franca_div_288.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="147" src="http://3.bp.blogspot.com/-T1kOoe8THZ4/Toh5p-119EI/AAAAAAAAA9s/KAw9DtdKZYk/s200/lula_homoris_franca_div_288.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #464646; margin-bottom: 1em; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;PARIS - Oex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve uma recepção de pop star netaterça-feira, 27, em Paris, durante a cerimônia de entrega do título de doutorhonoris causa pelo Instituto de Estudos Políticos (Sciences-Po), o maior daFrança. Em seu discurso, o ex-chefe de Estado enalteceu o próprio mandato emultiplicou os conselhos aos líderes políticos da Europa, que atravessa umaforte crise econômica. &lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt; Antes, durante e depois, Lula foi ovacionado porestudantes brasileiros, na mais calorosa recepção da escola desde MikhailGorbachev.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;A cerimônia foi realizada do auditório do instituto,com a presença de acadêmicos franceses e de quatro ex-ministros de seu governo:José Dirceu, Luiz Dulci, Márcio Thomaz Bastos e Carlos Lupi. Vestido de toga, oex-presidente chegou à sala por volta de 17h30min, acompanhado de uma batucadapromovida por estudantes. Ao entrar no auditório, foi aplaudido em pé pelaplateia, aos gritos de "Olé, Lula".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Emseguida, tornou-se o primeiro latino-americano a receber o título da Sciences-Po,já concedido a líderes políticos como o tcheco Vaclav Havel. Em seu discurso, odiretor do instituto, Richard Descoings, se disse "entusiasta" dasconquistas obtidas pelo Brasil no mandato do petista. "O senhor lutou paraque o Brasil alcançasse um novo patamar internacional", disse,completando: "Não é mais possível tratar de um assunto global sem que asautoridades brasileiras sejam consultadas".&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Autordo "elogio" a Lula - o discurso em homenagem ao novo doutor -, oeconomista Jean-Claude Casanova, presidente da Fundação Nacional de CiênciasPolíticas, lamentou que a Europa não tenha um líder "de trajetóriapolítica tão iluminada". Casanova pediu ainda que Lula aproveitasse"sua viagem para dar conselhos aos europeus" sobre gestão de dívida,déficit e crescimento econômico.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Lula aceitou o desafio e encarnou o conselheiro. Em umdiscurso de 40 minutos, citou avanços de seu governo, citando a criação deempregos, a redução da miséria, o aumento do salário mínimo e a criação dobolsa família e elogiou sua sucessora, Dilma Rousseff. "Não conheço umgoverno que tenha exercido a democracia como nós exercemos", afirmou, notom ufanista que lhe é característico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Então, lançou-se aos conselhos. Primeiro criticou"uma geração de líderes" mundiais que "passou muito tempoacreditando no mercado, em Reagan e Tatcher", e recomendou aos líderes daUnião Europeia que assumam as rédeas da crise com intervenções políticas, e nãomais decisões econômicas. "Não é a hora de negar a política. A UniãoEuropeia é um patrimônio da humanidade", reiterou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Na saída, estudantes cantaram a música Para não dizerque não falei de flores, de Geraldo Vandré, e se acotovelaram aos gritos porfotos e autógrafos do ex-presidente, que não falou à imprensa. Impressionadocom a euforia dos estudantes, Descoings comparou, em conversa com o&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Estado&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;:"A última vez que vi isso foi com Gorbachev, há cinco ou seis anos. Mascom Lula foi ainda mais caloroso".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; line-height: 16px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #464646; margin-bottom: 1em; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; line-height: 16px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,aclamado-por-estudantes-lula-recebe-honoris-causa-em-paris,778277,0.htm"&gt;Estadão&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; line-height: 16px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-3083656915601942942?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/3083656915601942942/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=3083656915601942942' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/3083656915601942942'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/3083656915601942942'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/10/lula-recebe-honoris-causa-em-paris.html' title='Lula recebe honoris causa em Paris'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-T1kOoe8THZ4/Toh5p-119EI/AAAAAAAAA9s/KAw9DtdKZYk/s72-c/lula_homoris_franca_div_288.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-2491212068811058541</id><published>2011-09-27T14:15:00.003-03:00</published><updated>2011-10-08T14:20:39.455-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Carlos Néri'/><title type='text'>Trabalho e contemplação</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-CTSAIVCnzBg/ToIEmrl2woI/AAAAAAAAA9o/UVVcX0fSGl4/s1600/varanda.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-CTSAIVCnzBg/ToIEmrl2woI/AAAAAAAAA9o/UVVcX0fSGl4/s200/varanda.jpg" width="170" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-right: 5.65pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Por Carlos Néri&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-right: 5.65pt; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Emcontinuação e aprofundamento dos dados específicos do capitulo anterior emrelação ao bem comum como ação mediadora entre “pessoa e sociedade”, Lima Vazinscreve o ensinamento, hoje clássico, da &lt;i&gt;Materet Magistra&lt;/i&gt; e da &lt;i&gt;Pacem in Terris&lt;/i&gt;sobre o bem comum de qualquer sociedade humana a partir da definição em tornoda referência ao contexto histórico que tal sociedade se situa e se desenvolve.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #464646; font-family: 'Trebuchet MS'; line-height: normal;"&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;O bem comum possui um “conteúdo concreto”,historicamente caracterizado, cujo equacionamento dos dados desse conteúdoexprimem os problemas sociais, e é a partir deste que os problemas recebem uma“formulação exata” e podem ser encaminhados a uma solução adequada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A &lt;i&gt;relação detrabalho&lt;/i&gt;, segundo Lima Vaz está entre os dados que devem ser levados em contana definição do bem comum de qualquer sociedade, e apresenta-se como“fundamental”, no sentido em que sua realização se dá através do ato humano de“transformação da natureza”, por onde ocorre sua humanização. A relação detrabalho surge como mediadora entre as pessoas que, não sendo puros espíritosdevem comunicar-se entre si pela mediação de uma “realidade exterior” à suaimanência espiritual. Ora, tal realidade é a natureza mesma, humanamentesignificada pelo trabalho.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Humanizador da natureza e mediador primordial entre oshomens que se articula nos fundamentos mesmos da vida social, o trabalho namargem das livres opções (liberdade) e na ambigüidade da comunicação demonstraa sua face mais dramática: é através da submissão da natureza ao seu domínio eaos seus fins que o homem cria “formas históricas” de utilização e opressão dooutro. O trabalho, mediador social pode e também é, efetivamente ser uma fontede alienação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Devido ao agravante social e humano que advém daconjuntura alienante como um selo inconfundível que marca nossa civilização,Lima Vaz acredita que o problema do trabalho surge como um problema fundamentalque deve ser afrontado decididamente pela civilização colocada sob o signo da“socialização” que é necessariamente uma civilização do trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;No contexto dessa análise, João XXIII reflete em umaconsciência lúcida e exigente as condições que devem permitir o estabelecimentode uma “correlação direta” entre componentes do “fenômeno da socialização” nocontexto de uma civilização do trabalho, e as normas de realização e de“expansão social” da pessoa. Abrangendo, por sua vez, uma razão profunda e umaextraordinária repercussão, mesmo além das fronteiras do mundo católico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Dentro de tais condições, Lima Vaz vê surgir umaarticulação entre trabalho e lazer, ou mais especificamente, entre “trabalho econtemplação” uma relação de intercasualidade.&amp;nbsp;Entretanto, não é temerário afirmar, diz Lima Vaz, que nesse terrenoexiste uma extraordinária carência da reflexão cristã, precisamente, na estreitezada concepção do trabalho aceita, em geral, sem discussão, por filósofos eteólogos e que reflete ainda uma situação “histórico-cultual” marcada por umanítida depreciação da atividade laboriosa em favor de uma contemplaçãoreservada a &lt;i&gt;tranqüilidade com dignidade&lt;/i&gt;dos homens livres.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A civilização do trabalho retirou qualquerpossibilidade de vigência histórica ao ideal antigo da &lt;i&gt;vida teórica, &lt;/i&gt;por essa razão, importa definir, de acordo com apropositura de Lima Vaz, dentro do contexto desse tema definir uma forma de“contemplação historicamente” significativa na sua relação com a &lt;i&gt;práxis &lt;/i&gt;do homem contemporâneo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Para a reflexão cristã, o problema do trabalho e dacontemplação adquire particular atenção e urgência. Com efeito, a essênciamesma da mensagem cristã inscreve uma “exigência original de contemplação”. Damesma forma que a mensagem cristã conseguiu encontrar na civilização da &lt;i&gt;theoria antiga &lt;/i&gt;formas culturais quecumpriram um brilhante itinerante histórico, ela deve buscar “novas formas” nacivilização moderna da práxis cujo imperativo se lhe apresenta como inevitávele sempre mais urgente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Para Lima Vaz, Teilhard de Chardin teve um êxitoprodigioso no seio cristão ao conceber uma forma de contemplação organicamentearticulada com uma das componentes essenciais da práxis do homem contemporâneo,qual seja a pesquisa cientifica.&amp;nbsp; M. DChenu observa em 1955 que não existe ainda uma &lt;i&gt;teologia do trabalho&lt;/i&gt;, tal tema solicita a atenção de teólogos epensadores cristãos, cuja elaboração se impõe como uma das tarefas maiores dareflexão teológica contemporânea, e que a Constituição Pastoral &lt;i&gt;Gaudium et spes &lt;/i&gt;assume na esfera daspreocupações da igreja docente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;1-&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Adefinição de trabalho&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 35.4pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Lima Vaz, nessas páginas não pretende abranger o temaem toda a sua amplitude, mas apenas tentará mostrar como a reformulação dadefinição clássica do trabalho, exigida por um novo “contextohistórico-cultural marcado pelo fenômeno da socialização, permite inserir nasestruturas mesmas desse contexto uma forma autêntica de “contemplação cristã”. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A definição clássica de trabalho geralmente aceita ointerpreta como “à produção de bens materiais para fins de utilização outroca”. Não podendo abranger todas as formas de atividade a que hoje se atribuia qualificação de trabalho, ele foi ampliado para toda e qualquer “prestação deserviço que tenha valor econômico”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Lima Vaz, no entanto, cita que a doutrina social daigreja interpreta o trabalho como “procedendo imediatamente da pessoa”, devendoser pensado, portanto, na sua essência, segundo as categorias próprias daesfera do pessoal. As esferas do “útil”, do “permutável” ou do “remunerável”não circunscreve a definição clássica do trabalho. Para Lima Vaz, a definiçãoclássica do trabalho, mesmo que reformulada materialmente na sua extensão,continua irremediavelmente ligada na sua compreensão a um contextohistórico-cultural em que a esfera do pessoal se identificava com a esfera doespiritual.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Somente pode ter lugar na esfera do espiritual acontemplação desinteressada, ficando o trabalho relegado à esfera do útil, doinstrumental, do servil, do material, em suma, à qual a pessoa consente emdescer, não por um imperativo da sua essência, mas por um acidente da suacondição. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;O trabalho, de sorte, precisa ser redefinido. Umatentativa é feita por Th. Suavet ao conceituar o trabalho como a “atividadehumana, tendo por fim produzir, transformar ou comunicar alguma coisa quecomporta geralmente um esforço, acarretando uma certa fadiga (muscular ounervosa)”.&amp;nbsp; Encontramos nessaconceitualização os elementos “esforço” e “fim” que são necessários a uma novainterpretação do trabalho, Porém Lima Vaz se depara com uma questão: comoarticulá-los, entretanto, de sorte a que possamos referi-los à &lt;i&gt;essência &lt;/i&gt;mesma do trabalho entendidocomo &lt;i&gt;práxis humana&lt;/i&gt; total? Eis oproblema inicial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Os traços que determinam o trabalho como atividadepropriamente humana devem ser integrados aos elementos acima citados queintegram a definição de trabalho. “esforço” significa emprego de energia e estepode ser considerado a nota genérica, ou mais exatamente comum, na qual confluitoda a forma de trabalho, desde o trabalho como “grandeza física” até otrabalho que a linguagem das Sagradas Escrituras atribui metaforicamente aDeus. O problema está na conjugação entre “esforço” e “fim” que possaconfigurar o trabalho verdadeiramente no âmbito de sua transcendência sobre aesfera do instrumental e na sua procedência direta a pessoa, segundo aexpressão da &lt;i&gt;Gaudium et spes.&lt;/i&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A essa altura dessa reflexão, Lima Vaz nos confere anoção de trabalho e sua função mediadora entre os homens como forma deexpressão do “bem comum” social e nos instiga a redefini-lo de sorte que oesforço nele empregado possa caracterizar o fim específico de sua atividadetransformadora mediante a natureza que possa abrangê-lo no contexto de umaatividade propriamente humana e não somente instrumental.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Sendo mediador, o trabalho estabelece, evidentemente,uma relação entre os termos que a sua mediação deve dialeticamente unir, daparte do homem essa relação tem como &lt;i&gt;fundamento&lt;/i&gt;o “trabalho como ato da pessoa”, este é a “esfera própria de manifestação dopessoal” sendo razão e liberdade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Sobre esse fundamento e relação o trabalhoconstitui-se, no homem, como um ato voltado para uma esfera &lt;i&gt;exterior&lt;/i&gt; à sua imanência de sujeitoespiritual; e tal esfera vem a ser, precisamente, o “termo” objetivo da relaçãodo trabalho. Dessa forma, essa esfera é constitutiva do homem como &lt;i&gt;ser-em – situação,&lt;/i&gt; ou “Ser” situado numhorizonte de mundo.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A relação do homem com o mundo através do trabalho setorna constitutiva ou primeira, por ela este situa-se no mundo, não como umacoisa submetida aos seus determinismos, mas como um &lt;i&gt;sujeito &lt;/i&gt;que luta e se esforça por definir a sua &lt;i&gt;situação –no&amp;nbsp;- mundo &lt;/i&gt;em termos de transcendência sobre o mundo. O que estabelece,entre o homem e o mundo à relação de trabalho é justamente a intenção originalde compreendê-lo e transformá-lo para finalizá-lo conforme as exigências enecessidades do sujeito, afirma o Padre Vaz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;O trabalho, portanto, se revela originalmente como aluta do homem para dar à sua situação no mundo uma &lt;i&gt;significação humana&lt;/i&gt;. Como razão e liberdade, como pessoa, o homemtranscende a natureza e, por isso, a sua relação primordial com ela assume aforma de um afrontamento, de uma conquista, da construção de um &lt;i&gt;sentido humano &lt;/i&gt;para a sua presença nomundo: a forma do trabalho. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;É no &lt;i&gt;finisoperis, &lt;/i&gt;ou operação final do objeto que se concentra o elemento “esforço”,com efeito, o homem não cria nada, nem opera sobre qualquer matéria informe,mas submete-se ao real, explora sua “densidade ontológica”, obedece suas leis.O trabalho implica o dom de si mesmo e o sacrifício do trabalhador (da suacapacidade, de seu tempo, das suas forças e, tantas vezes, da sua vida) em prolda perfeição da obra. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Para o Padre Vaz, o afrontamento do mundo pelo homemdefine constitutivamente toda uma vertente do seu Ser, aquela em que ele seabre para o exterior que se situa e constrói a estatura humana da sua presençado mundo, conferindo assim à realidade que o envolve em uma significaçãohumana. Dessa forma conclui-se que a relação de trabalho não se soma ao seu Serjá acabado, ela constitui um de seus aspectos essenciais: ser-no-mundo é, parao homem, &lt;i&gt;ser-em-trabalho&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A conclusão sobre a finalidade do trabalho, parteentão, do pressuposto que a &lt;i&gt;finis operis&lt;/i&gt;,ou o final acabado e perfeito da obra com toda soma de esforço e sacrifício queela exige implica uma “finalidade especificamente humana” que não se sobrepõeacidentalmente à sua natureza de objeto, mas constitui o seu próprio Ser comotermo da relação de presença do homem no mundo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;É através do trabalho que o mundo torna-se um mundo–para –o –homem, e toda forma de trabalho, desde o ato da liberdade que não éespontaneidade pura, mas encarnação num dado, ou o ato de inteligência que nãoé intuição imediata e totalizante, mas esforço de compreensão de um objetoinicialmente enigmático, até o gesto manual que se aplica a vencer aresistência da matéria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Ora, se a finalidade da obra do trabalho aponta odestino humano que o integra em mundo em processo de humanização, logo, essedestino se construirá e se descobrirá a partir das perspectivas dos finsestatuídos pelo agente, pelo homem que trabalha e dependerá em ultima instânciada concepção mesma que elaboramos a partir do homem em sua relação com anatureza. Se partimos do pressuposto que o homem é um Ser- da-natureza, aatividade do trabalho e a humanização dessa natureza será também anaturalização do homem, será um retorno a uma&amp;nbsp;identidade original com a natureza, da qual o homem se vê separado pelaalienação do trabalho. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Ao contrário se o homem transcende a natureza de formaontológica pela razão e pela liberdade, então a &lt;i&gt;finis operantis&lt;/i&gt;, ou o fim dado para e pelo homem não podemediatizar através da natureza à naturalização do homem, mas sim, a umamediatização na profundidade em definitivo, entre o homem e o fim que lhecorresponde como &lt;i&gt;pessoa&lt;/i&gt; quetranscende a natureza, pois esse fim deve situar-se mesmo, na esfera do pessoalna medida que somente a pessoa pode finalizar a pessoa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Na perspectiva do &lt;i&gt;finisoperis&lt;/i&gt;, ou fim acabado da obra o trabalho é uma relação de compreensão etransformação do homem com o mundo dos objetos, que é constitutiva da suasituação de ser-no-mundo que Lima Vaz chama de &lt;i&gt;relação objetiva, &lt;/i&gt;enquanto pelo aspecto do &lt;i&gt;finis operantis,&lt;/i&gt; ou o fim do trabalho em relação ao homem queprolonga-se na direção do outro e refere-se ao universo espiritual das pessoas,torna-se segundo Lima Vaz uma &lt;i&gt;relaçãointersubjetiva.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 8.5pt; margin-right: 5.65pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 26.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Portanto, se o trabalho encontrasse o seu fim últimona identidade entre o fim em operação e o fim operado, no retorno à natureza“humanizada” ou na “naturalização” do homem, dificilmente poderia ser concebidocomo mediador para o encontro do outro, para a invocação e o afrontamento dasua liberdade, para a construção de uma sociedade de homens livres. Nesse caso,o trabalho seria o mediador social apenas enquanto operasse a &lt;i&gt;unanumização &lt;/i&gt;dos homens sob a forma deuma natureza que os transcende e os envolve: tal a perspectiva e tal o erroprofundo do marxismo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-2491212068811058541?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/2491212068811058541/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=2491212068811058541' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/2491212068811058541'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/2491212068811058541'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/09/trabalho-e-contemplacao.html' title='Trabalho e contemplação'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-CTSAIVCnzBg/ToIEmrl2woI/AAAAAAAAA9o/UVVcX0fSGl4/s72-c/varanda.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-4765168022135463992</id><published>2011-09-27T11:48:00.001-03:00</published><updated>2011-10-08T14:21:09.783-03:00</updated><title type='text'>Ao músico Batista...</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-AmuKzZwJZzU/ToHiHG0CJWI/AAAAAAAAA9k/Kc8h4T9a-Vg/s1600/live-music-vector.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-AmuKzZwJZzU/ToHiHG0CJWI/AAAAAAAAA9k/Kc8h4T9a-Vg/s200/live-music-vector.jpg" width="199" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Por Pr. Izaias Querino&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Estive pensando em escrever sobre a sucessão pastoral, isto por perceber que muitas igrejas tem uma dificuldade tremenda em fazer um convite a um pastor para suprir a vaga do que saiu.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;No entanto o assunto que mais necessito falar pode parecer desapropriado para um leigo como eu, a música. Digo que sou leigo porque não sei sequer distinguir uma colcheta de uma fusa.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #464646; font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Entretanto depois de completar 35 anos de ministério julgo-me competente para desafiar os músicos Batistas a buscarem a criação e prática de músicas e cantos que venham resgatar o espírito de serviço cristão e de evangelização característicos dos Batistas desde o nascedouro de sua história. Não estou escrevendo com saudosismo deste ou daquele hinário, mas querendo ver de volta cânticos que nos chamem à responsabilidade cristã e ao vigor evangelístico. Moramos em um Estado que tem mais de oito milhões de pessoas sem Jesus e ainda não estamos usando a ferramenta, se não arma, em se pensando de uma guerra contra o mal, das mais poderosas, A MÚSICA.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Estive, durante a assembléia da CBP em Pato Branco, falando aos membros da Associação dos Músicos sobre esta necessidade e fiquei feliz pela maneira coo foi aceita a sugestão. Fiz este desafio pois nós Batistas temos assimilado a cultura musical pós-moderna de cantar músicas de auto-ajuda, narcisistas e de um romantismo exagerado. Músicas para nosso bem estar, os cultos tornam-se mais uma sessão de terapia que um momento de pura adoração e de desafio à mudança de vida e transformação. Precisamos fazer uma adoração e de desafio à mudança de vida e transformação. Precisamos fazer uma varredura no repertório musical de muitas igrejas e buscar mais canções evangelísticas, como exemplo, cito: "Só o poder de Deus pode mudar teu ser..."; Hino 396 do Cantor Cristão, você sabe o que é isso? Por favor, não pare de ler, são só exemplos. Podemos fazer músicas mais contemporâneas, sem contudo, comprometer o que cremos e a nossa missão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Vou terminar este artigo com uma das minhas modestas frases: Você canta o que crê, ou acaba crendo no que canta. Músico Batista aceite este desafio, faça músicas para evangelizar e adorar com espírito de serviço cristão. Deus o abençoe, vamos ganhar o Paraná para Jesus&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-4765168022135463992?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/4765168022135463992/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=4765168022135463992' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/4765168022135463992'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/4765168022135463992'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/09/ao-musico-batista.html' title='Ao músico Batista...'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-AmuKzZwJZzU/ToHiHG0CJWI/AAAAAAAAA9k/Kc8h4T9a-Vg/s72-c/live-music-vector.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-813879695415440888</id><published>2011-09-26T13:20:00.000-03:00</published><updated>2011-09-26T13:20:34.897-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filmes'/><title type='text'>Radicai's</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/6zztJ7Vgfdk" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-813879695415440888?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/813879695415440888/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=813879695415440888' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/813879695415440888'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/813879695415440888'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/09/radicais.html' title='Radicai&apos;s'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/6zztJ7Vgfdk/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-7521510717936735861</id><published>2011-09-25T19:57:00.002-03:00</published><updated>2011-10-30T19:21:57.501-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poema.Prosa.Poesia'/><title type='text'>Soneto da fidelidade</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-drQTH_voEgU/Tn-x3k5eJRI/AAAAAAAAA9g/ERK6vHoHics/s1600/fidelidade.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-drQTH_voEgU/Tn-x3k5eJRI/AAAAAAAAA9g/ERK6vHoHics/s200/fidelidade.jpg" width="165" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Por Vinicius de Moraes&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;De tudo, ao meu amor ser atento&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Que mesmo em face do maior encanto&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Dele se encante mais meu pensamento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Quero vivê-lo em cada vão momento&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;E em seu louvor hei de espalhar meu canto&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;E rir meu riso e derramar meu pranto&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Ao seu pesar ou seu contentamento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #464646; font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;E assim, quando mais tarde me procure&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Quem sabe a morte, angústia de quem vive&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Quem sabe a solidão, fim de quem ama&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Eu posso (me) dizer do amor (que tive):&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Que não seja imortal, posto que é chama&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Mas que seja infinito enquanto dure.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-7521510717936735861?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/7521510717936735861/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=7521510717936735861' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/7521510717936735861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/7521510717936735861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/09/soneto-da-fidelidade.html' title='Soneto da fidelidade'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-drQTH_voEgU/Tn-x3k5eJRI/AAAAAAAAA9g/ERK6vHoHics/s72-c/fidelidade.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-2750161299807441543</id><published>2011-09-25T16:21:00.002-03:00</published><updated>2011-09-25T16:21:36.259-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>Rocky in Rio</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Jg4usugTxcI/Tn9_Klz4msI/AAAAAAAAA9c/VUGEhNcNnas/s1600/296613_2059197847660_1476068837_31946782_1644620276_n.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://4.bp.blogspot.com/-Jg4usugTxcI/Tn9_Klz4msI/AAAAAAAAA9c/VUGEhNcNnas/s400/296613_2059197847660_1476068837_31946782_1644620276_n.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-2750161299807441543?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/2750161299807441543/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=2750161299807441543' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/2750161299807441543'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/2750161299807441543'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/09/rocky-in-rio.html' title='Rocky in Rio'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Jg4usugTxcI/Tn9_Klz4msI/AAAAAAAAA9c/VUGEhNcNnas/s72-c/296613_2059197847660_1476068837_31946782_1644620276_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-1407344328580081745</id><published>2011-09-18T14:01:00.008-03:00</published><updated>2011-10-08T14:21:55.654-03:00</updated><title type='text'>O livro do profeta Amós</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-OtsTnJ-PDBc/TnYj1mwfg1I/AAAAAAAAA84/OvIaCs6pVAE/s1600/ESTUDO+SOBRE+O+PROFETA+AM%25C3%2593S.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-OtsTnJ-PDBc/TnYj1mwfg1I/AAAAAAAAA84/OvIaCs6pVAE/s1600/ESTUDO+SOBRE+O+PROFETA+AM%25C3%2593S.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Amósfoi um dos doze profetas menores, sendo nativo de Tecoa, cidade a &lt;st1:metricconverter productid="10 KM" w:st="on"&gt;10 KM&lt;/st1:metricconverter&gt; ao sul de Belém. Eraboiadeiro e colhedor de sicômoro (7.14), mas foi chamado por Deus a fim deprofetizar nos dias dos Uzias, de Judá, e Jeroboão, de Israel, em cerca de 786-&lt;st1:metricconverter productid="746 a" w:st="on"&gt;746 a&lt;/st1:metricconverter&gt;.C. Sua vida tranquilafoi perturbada por uma série de visões que o levaram à conclusão hesitante deque Israel estava prestes a ser aniquilada como nação, a despeito de afirmar-sesob a perpétua proteção de Deus.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #464646; font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Yahweh, que lhe deu a mensagem, é visto como ocriador e soberano de toda a natureza, bem como o justo juiz da história, oqual intervém na vida humana. Isso expõe um ponto de vista teísta, e não deístade Deus. O teísmo ensina que Deus não somente criou, mas também está interessantee faz intervenções em Sua criação, recompensando ou punindo. Por sua vez, odeísmo ensina que o Criador, ou alguma força cósmica que deu origem às coisas,abandonou a criação, deixando-a sob o controle de leis naturais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Mensagem e conteúdo&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;Conceito de Deus.&lt;/i&gt; Amós tinhaum elevado conceito de Deus. Deus é o Criador (4.13), além de ser o sustentadorda criação (4.8; 9.6). Deus julga e castiga o pecado sob a forma de fome(4.6-11), ou confere abundância (9.13). Deus controla os destinos dos povos (1.5).Ele é o juiz e o determinador das leis morais, considerando os homensresponsáveis por seus atos (1.3; 2.3).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;A lei moral.&lt;/i&gt; Amós deixou claroque nenhuma formalidade, rito, cerimônia, festividade ou qualquer outro fator,pode substituir a moralidade e a piedade básicas. Se os homens não agirem asimplicações dessa verdade, terão de enfrentar o julgamento (5.27). Deus ameaçaos ímpios (9.1). Ele denuncia a injustiça social (2.6-8; 4.1 ss e 6.1).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;Arrependimento.&lt;/i&gt; Esse é oobjetivo das profecias são condenatórias (5.4,11, 15, 24).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;O julgamento não é a palavrafinal.&lt;/i&gt; O profeta encerra com uma promessa de dias mais brilhantes (9.11-15),dizendo que essa será a obra divina no futuro. Romanos 11.26. Contudo, aprofecia de Amós foi rejeitada. E suas ameaças tiveram cumprimento, cerca decinquenta anos depois.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Comentário: &lt;/b&gt;Amós fala o que acontece quando nossa vida espiritual se baseia em mecanismos religiosos e não numa relação direta e verdadeira com Deus.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;"Prosperidade sem generosidade é impiedade." (Pr. Ed René Kivitz)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-1407344328580081745?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/1407344328580081745/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=1407344328580081745' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/1407344328580081745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/1407344328580081745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/09/o-livro-do-profeta-amos.html' title='O livro do profeta Amós'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-OtsTnJ-PDBc/TnYj1mwfg1I/AAAAAAAAA84/OvIaCs6pVAE/s72-c/ESTUDO+SOBRE+O+PROFETA+AM%25C3%2593S.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-302483173416201600</id><published>2011-09-15T15:56:00.000-03:00</published><updated>2011-09-15T15:56:26.253-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexão'/><title type='text'>A fé cristã</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ReD8LT_WBPg/TnJKS_wNGxI/AAAAAAAAA80/07kBmhX5pdo/s1600/1B71D.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="188" src="http://4.bp.blogspot.com/-ReD8LT_WBPg/TnJKS_wNGxI/AAAAAAAAA80/07kBmhX5pdo/s200/1B71D.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Por Martinho Lutero&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Muitos têm crido que a fé cristã é&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;uma coisa simples e fácil, e até têm&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;chegado a contá-la entre as&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;virtudes. Isso ocorre porque não a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;têm experimentado de verdade,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;nem têm provado a grande força&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;que existe na fé.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-302483173416201600?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/302483173416201600/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=302483173416201600' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/302483173416201600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/302483173416201600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/09/fe-crista.html' title='A fé cristã'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-ReD8LT_WBPg/TnJKS_wNGxI/AAAAAAAAA80/07kBmhX5pdo/s72-c/1B71D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-3146340235333817498</id><published>2011-09-13T15:15:00.001-03:00</published><updated>2011-09-13T15:15:50.212-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poema.Prosa.Poesia'/><title type='text'>As misericórdias do Senhor</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-GEXf3v8LEJA/Tm-dqeGwDHI/AAAAAAAAA8w/hzQ0r_PnYDg/s1600/misericordias-do-senhor.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="111" src="http://1.bp.blogspot.com/-GEXf3v8LEJA/Tm-dqeGwDHI/AAAAAAAAA8w/hzQ0r_PnYDg/s200/misericordias-do-senhor.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Por T.O. Chisholm&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;As misericórdias deDeus, que tema para meu cântico!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Oh! Eu nunca ospoderia enumerar a todos;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;São mais que asestrelas na abóbada celestial,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Ou mais que asareias da praia batida pelo mar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Por misericórdiastão grandes, que posso dar de volta?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Por misericórdiastão constantes e tão certas?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Eu o amarei, eu oservirei, com tudo quanto tenho,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Enquanto a minhavida perdurar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-3146340235333817498?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/3146340235333817498/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=3146340235333817498' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/3146340235333817498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/3146340235333817498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/09/as-misericordias-do-senhor.html' title='As misericórdias do Senhor'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-GEXf3v8LEJA/Tm-dqeGwDHI/AAAAAAAAA8w/hzQ0r_PnYDg/s72-c/misericordias-do-senhor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-6243433535056639011</id><published>2011-09-10T11:42:00.002-03:00</published><updated>2011-09-10T11:44:48.047-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='John Stott'/><title type='text'>"Simples e Comum"</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-EYBH2aDeKRU/Tmt3UHu-LnI/AAAAAAAAA8s/rcgLg5MmsJY/s1600/Johnn-Stott-morte-vida.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-EYBH2aDeKRU/Tmt3UHu-LnI/AAAAAAAAA8s/rcgLg5MmsJY/s200/Johnn-Stott-morte-vida.jpg" width="196" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Nascido em família abastada, John Robert Walmsley Stott era filho de sir Arnold Stott, médico da família real. Criado na Igreja Anglicana com as três irmãs, ele fez sua decisão por Cristo aos 18 anos de idade. A mente privilegiada levou-o à prestigiada Universidade de Cambridge, onde graduou-se em letras. Ali, conheceu a Aliança Bíblica Universitária e sentiu o chamado para o pastorado. Formou-se em teologia no Seminário Ridley Hall e logo assumiu o púlpito da Igreja Anglicana All Souls ("Todas as almas"), onde ministrou durante três décadas, sempre disponível às ovelhas apesar da agenda cada vez mais apertada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Capelão da Coroa Britânica entre 1959 e 1991, foi neste período que o ministério de Stott atingiu seu maior esplendor. Protagonista do movimento conhecido como Evangelho Integral, ele organizou, na companhia de Billy Graham e outras lideranças, o Congresso Internacional de Evangelização, em Lausanne (Suiça), em 1974. O evento entrou para a história da Igreja Cristã por lançar as bases de uma abordagem da fé inteiramente contextualizada à sociedade, sem, contudo, abrir mão dos princípios basilares do Evangelho, consubstanciada no Pacto de Lausanne. Fundou ainda o Londo Institute for Contemporary Christianity, em 1982.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;John Stott escreveu cerca de 40 livros e percorreu o mundo como convidado especial em cruzadas, congressos e solenidades. Esteve no Brasil duas vezes. Numa delas, reuniu cerca de 2 mil pastores no Congresso Vinde em 1989, com outro tanto do lado de fora por falta de espaço. Em todas estas viagens, sempre recusou hospedagem em hotéis cinco estrelas. Não costumava nem repetir refeições. "Quando comemos um segundo prato, alguém está deixando de comer o primeiro", dizia. Tudo a ver com alguém que, ao morrer, possuía apenas um sítio e um apartamento definia dessa maneira o que é ser evangélico: "É ser um cristão simples e comum".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; Cristianismo Hoje&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-6243433535056639011?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/6243433535056639011/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=6243433535056639011' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/6243433535056639011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/6243433535056639011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/09/nascido-em-familia-abastada-john-robert.html' title='&quot;Simples e Comum&quot;'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-EYBH2aDeKRU/Tmt3UHu-LnI/AAAAAAAAA8s/rcgLg5MmsJY/s72-c/Johnn-Stott-morte-vida.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-319461770375970872</id><published>2011-09-08T18:00:00.000-03:00</published><updated>2011-09-08T18:00:07.182-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexão'/><title type='text'>Pastor não é executivo</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-rTs5fkI3Oso/TmkswDu7uyI/AAAAAAAAA8o/bbIYxx1aQXQ/s1600/pastor2.png" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="159" src="http://3.bp.blogspot.com/-rTs5fkI3Oso/TmkswDu7uyI/AAAAAAAAA8o/bbIYxx1aQXQ/s200/pastor2.png" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Por Eugene Peterson&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Às vezes, reduzem-nos a profissionais simpáticos, e transformam-nos em réplicas de nossos líderes políticos e culturais, que procuram o poder, a influência e o prestígio. Essas vozes insistentes ressoam em nossos ouvidos, dizendo a nós, pastores, que devemos competir com executivos bem-sucedidos, profissionais e artistas que obtiveram o maior sucesso, a fim de que possamos colocar nossas igrejas no mapa e fazer com que elas sejam grandes perante o mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-319461770375970872?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/319461770375970872/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=319461770375970872' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/319461770375970872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/319461770375970872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/09/pastor-nao-e-executivo.html' title='Pastor não é executivo'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-rTs5fkI3Oso/TmkswDu7uyI/AAAAAAAAA8o/bbIYxx1aQXQ/s72-c/pastor2.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-116883050954948486</id><published>2011-09-07T11:06:00.005-03:00</published><updated>2011-09-07T20:57:28.182-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Anarquismo'/><title type='text'>É impossível e imoral "acertar as contas" com o Estado</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-nMXaKQuzcTY/Tmd6NfTWlBI/AAAAAAAAA8k/8YudL2PuA3I/s1600/cri17-e1310077327541.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="182" src="http://2.bp.blogspot.com/-nMXaKQuzcTY/Tmd6NfTWlBI/AAAAAAAAA8k/8YudL2PuA3I/s200/cri17-e1310077327541.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; line-height: 20px;"&gt;O governo afeta a renda dos indivíduos praticamente a cada decisão que toma, a cada programa que inventa, a cada regulamentação que edita, a cada gasto em que incorre e, obviamente, a cada imposto que cria.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Programas agrícolas de preço mínimo, crédito subsidiado para grandes empresários amigos do regime, gastos assistencialistas, leis trabalhistas, aumento do poder das agências reguladoras, recursos consumidos ineficientemente pela educação pública, pela saúde pública e pela previdência social, leis antidiscriminação e, não menos importante, as inúmeras regulamentações e controles que são criados quase que diariamente — tudo isso afeta as condições econômicas de cada cidadão.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; line-height: 20px;"&gt;Com efeito, os governos modernos se transformaram em agências de transferências universais, que utilizam o processo político para distribuir vastas quantias de riqueza e renda.&amp;nbsp; O governo rapina milhões de vítimas com o intuito de redistribuir os bens e serviços valiosos que confiscou delas para determinados beneficiários, sejam pobres que vivem de assistencialismo, sejam ricos que trabalham para o estado, sejam milionários que utilizam concessões e créditos subsidiados.&amp;nbsp; Para estas pessoas, os programas de transferência são tão populares, tão inquestionáveis, que são vistos como um direito adquirido.&amp;nbsp; Nenhum político ousa se opor a este arranjo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; padding-top: 10px;"&gt;&lt;span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lblText" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #333333; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;As justificativas que sustentam esse viciado sistema de transferências são extremamente variadas, tão variadas quanto as próprias intenções humanas.&amp;nbsp; É claro, os reais motivos são frequentemente dissimulados e camuflados, e um vazio pretexto é pomposamente inventado e colocado na linha de frente do debate, apenas para obscurecê-lo.&amp;nbsp; Um bom motivo pode escusar uma ação ruim, mas um mau motivo perverte e invalida até mesmo a mais bem intencionada das ações.&amp;nbsp; A consciência é meramente o nosso julgamento próprio sobre o que é certo e o que é errado em nossas atitudes, e portanto não pode jamais ser um guia seguro — a menos que ela seja iluminada por uma total, irrestrita e meticulosa compreensão das implicações e consequências de nossas ações.&amp;nbsp; Sem uma consciência iluminada, podemos fazer o mal de maneira entusiasmada, sincera e completa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lblText" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;div style="color: #333333; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;Uma atitude que fornece um importante sustento para essa sociedade baseada na transferência é o desejo que muitas pessoas têm de se vingar, de acertar as contas com o estado nessa batalha redistributiva.&amp;nbsp; "No passado, eu fui uma vítima da tributação, da inflação, da regulamentação e de outros mecanismos," diz o argumento, "sendo assim, tenho o direito de agora ser um recebedor desses benefícios".&amp;nbsp; Ou a sequência temporal pode ser revertida: "Serei uma vítima no futuro," afirma o cidadão, "sendo assim, vou utilizar ao máximo programas e subsídios estatais hoje".&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;Esse argumento é provavelmente o mais poderoso apaziguador de consciências.&amp;nbsp; Ele entorpece e ofusca nossa percepção e nosso discernimento sobre o que é perverso; ele impede que evitemos o mal, levando-nos a praticá-lo inconscientemente.&amp;nbsp; Afinal, estamos apenas pegando de volta "aquilo que é nosso por direito".&amp;nbsp; Em decorrência de uma curiosa e ilusória deturpação de raciocínio, o moderno estado assistencialista — o qual continuamente confisca e redistribui propriedade privada à força — passou a ser rotineiramente defendido por defensores da liberdade individual e da propriedade privada.&amp;nbsp; "O homem tem direito a reter os frutos do seu trabalho," argumentam eles, "logo, nós estamos apenas retomando aquilo que é legitimamente e moralmente nosso".&amp;nbsp; Tais pessoas recorrem aos argumentos aplicados em defesa da propriedade privada e os utilizam para defender a socialização da propriedade.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;É claro que retomar aquilo que é legitimamente e moralmente nosso é um princípio que decorre diretamente do nosso direito inalienável à própria vida.&amp;nbsp; Trata-se de um direito de propriedade que advém de nossos próprios direitos humanos e do nosso direito à própria vida.&amp;nbsp; É o direito de restituição dos frutos do nosso esforço e trabalho, dos quais fomos despojados por meio da força, do logro ou de qualquer outra prática imoral.&amp;nbsp; Trata-se de um direito específico de adjudicarmos ou obtermos compensação daqueles que nos destituíram ou que nos prejudicaram no passado.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;Porém, esse direito à restituição não nos dá o direito de cometermos o mesmo ato imoral contra o qual queremos restituição, de imitar quem desprezamos ao agirmos tão imoralmente quanto eles, ou de nos vingarmos de nossos transgressores e, nesse processo, atingirmos inocentes.&amp;nbsp; E é exatamente isso que os defensores do "acerto de contas com o estado" nos exortam a fazer.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;Por exemplo, caso soframos um desventurado acidente de carro e fiquemos feridos, ou caso apenas o nosso veículo seja danificado, tudo por causa da negligência de outro motorista, isso nos dá o direito de exigir restituições e compensações da parte culpada.&amp;nbsp; Porém, não nos dá o direito de nos apossarmos de um outro carro qualquer que esteja estacionado nas redondezas, ou de voltarmos à estrada apenas para ferir outro motorista.&amp;nbsp; Da mesma forma, se nossa casa for assaltada e vandalizada, e sofrermos deploráveis perdas tanto de riqueza pessoal quanto de peças de recordação, isso não nos concede o direito de fazermos o mesmo com o vizinho.&amp;nbsp; Porém, o raciocínio dos defensores do "acerto de contas com o estado" chega exatamente a essa defesa.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;Aquele que anseia por "acertar as contas" nesse jogo político de redistribuição está, na verdade, apenas almejando se juntar ao exército de beneficiários que saqueia e explora suas vítimas.&amp;nbsp; Ao dizer que quer apenas "retomar o seu dinheiro", ele na verdade está querendo espoliar a primeira pessoa que encontrar.&amp;nbsp; Assim como a vítima de um assalto que se torna ela própria um assaltante, esse indivíduo está apenas à procura de outras vítimas.&amp;nbsp; Porém, ao contrário desse novo assaltante, o qual pode estar ciente da imoralidade de seus atos, o partidário do "acerto de contas" defende abertamente seus motivos enquanto sai em busca de seu estratagema político.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;Não podemos acertar as contas com aqueles indivíduos que, no passado, nos despojaram de nossa propriedade.&amp;nbsp; Eles podem há muito já ter morrido ou até mesmo terem se tornado vítimas de outros.&amp;nbsp; Não podemos acertar as contas com eles alistando-nos no exército permanente dos redistribuidores.&amp;nbsp; Estaremos meramente perpetuando a maldade e a imoralidade caso façamos isso.&amp;nbsp; Portanto, temos de nos manter imunes às tentações do mal, independentemente de tudo aquilo que os outros estejam fazendo com a gente.&amp;nbsp; A redistribuição tem de parar em nós.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;A sociedade baseada na redistribuição vitimou vários milhões de pessoas por meio da tributação confiscatória, da inflação e da regulamentação.&amp;nbsp; O governo, atuando como a agência política responsável pela transferência coerciva, confiscou renda e riqueza dos membros mais produtivos da sociedade, reteve para si uma fatia, e redistribuiu o restante do despojo para seus beneficiários.&amp;nbsp; Embora vários milhões de vítimas e beneficiários estivessem envolvidos nesse arranjo — algo que frequentemente obscurece a moralidade da questão —, o fato é que a transferência forçada sempre ocorre entre indivíduos específicos.&amp;nbsp; É verdade que os beneficiários, os quais utilizaram a força política para obter os benefícios, não podem ser facilmente reconhecidos no meio desse maciço processo de transferência.&amp;nbsp; Porém, mesmo se pudéssemos identificá-los e determinarmos um direito individual à restituição, o fato é que nossa propriedade já foi consumida há muito tempo.&amp;nbsp; Um vasto exército de beneficiários, em conjunto com as legiões de funcionários públicos e outras pessoas em conluio com o governo, já consumiu ou dissipou nossa riqueza.&amp;nbsp; Não há nada a ser reavido de beneficiários que provavelmente estão mais pobres do que jamais estiveram, uma vez que cresceram debilitados, incapacitados para o trabalho, vezados à mândria, acostumados a benesses e totalmente dependentes do processo de transferência.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;Quando visto por esse prisma, o argumento do acerto de contas nada mais é do que uma declaração de intenção de se juntar às forças de redistribuição.&amp;nbsp; Ele pode até ter nascido do impulso primitivo de querer se vingar do governo, do estado ou da sociedade.&amp;nbsp; Porém, em última instância, são indivíduos que formam um governo, fazem um estado e constituem uma sociedade.&amp;nbsp; Ao perpetrar uma vingança contra alguns destes indivíduos por causa das injúrias que sofri nas mãos de outros, estou meramente reforçando a maldade e a perversidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;A vingança é um sentimento comum que escraviza a mente do homem e obscurece sua visão e seu raciocínio.&amp;nbsp; Para o selvagem, é uma aspiração nobre que o deixa em pé de igualdade em relação ao seu inimigo.&amp;nbsp; Para uma sociedade civilizada que está em busca de paz e harmonia, a vingança é uma força destrutiva que a lei busca suprimir.&amp;nbsp; Porém, quando a própria lei se torna um instrumento de transferência, o impulso primitivo da vingança pode se transformar em uma irrefreável demanda por mais redistribuição.&amp;nbsp; Ela se torna uma força primária que gera novas demandas, ou que, no mínimo, reforça as demandas populares por transferências econômicas.&amp;nbsp; O vulgar desejo por vingança, não importa o quão bem escondido seja, sem dúvidas é um importante gerador de políticas sociais que levam uma sociedade livre à sua própria destruição.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;Nenhuma riqueza existente no mundo e nenhuma distribuição política desta riqueza podem comprar a paz e a harmonia essenciais à existência humana.&amp;nbsp; Paz e harmonia podem ser encontradas somente na elevação moral que permeia todos os aspectos e atitudes da vida humana.&amp;nbsp; Uma sociedade livre é o resultado da moralidade que guia as ações e políticas de seus membros.&amp;nbsp; Para efetivar o renascimento de uma sociedade é preciso acima de tudo restaurar os princípios morais que geraram essa sociedade.&amp;nbsp; O renascimento do indivíduo e sua dedicação aos inexoráveis princípios da moralidade é que representam o poder, a bravura e o heroísmo.&amp;nbsp; O exemplo de grandes indivíduos é útil para motivar e servir de inspiração, pois nada é mais contagioso para a grandeza, a dignidade e magnificência do que o poder de um grande exemplo.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;O renascimento de uma sociedade livre exige a dedicação de seus indivíduos a um novo contrato de redenção, o qual representa uma simples reiteração da moralidade pública.&amp;nbsp; Na atual configuração de nossa sociedade, baseada na redistribuição econômica e no conflito social, devemos declarar que:&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Não importa como o estado e seu sistema de transferência tenha me vitimado, não buscarei e nem aceitarei nenhum tipo de pagamento advindo deste sistema.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Não buscarei auxílios, privilégios, empréstimos ou outros favores redistributivos do estado, nem aceitarei que ele me ofereça nenhum.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Não estimularei ordens governamentais em prol da redistribuição, e nem aceitarei nenhuma.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Não buscarei nenhum emprego no aparato governamental de redistribuição, e nem aceitarei nenhuma oferta dele.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Não buscarei favores de agências reguladoras do governo, e nem aceitarei suas ofertas.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Não buscarei proteção por meio de barreiras comerciais, tarifas à importação ou de quaisquer outras restrições institucionais ao livre comércio.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Não buscarei os serviços de instituições coletivas que são crias do sistema de redistribuição, e nem a elas darei meu apoio.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Não buscarei o apoio de associações que de defendam ou pratiquem a coerção, a coibição e o controle, e nem a elas darei meu apoio.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="color: #333333; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;Não sabemos como estará a sociedade daqui a algumas décadas.&amp;nbsp; Se ela ainda pode ser salva, então grandes homens de inabaláveis convicções devem liderar a empreitada — homens que, com fervor religioso e desmedida coragem, saibam resistir a todas as tentações redistributivas.&amp;nbsp; Os heróis da liberdade são notáveis tanto por aquilo que sofrem como por aquilo que conquistam.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; Instituto Ludwig von Mises Brasil&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; line-height: 15pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogAuthor" style="background-color: #eeeeee; border-bottom-color: rgb(238, 238, 238); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(238, 238, 238); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(238, 238, 238); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(238, 238, 238); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; clear: both; padding-bottom: 10px; padding-left: 10px; padding-right: 10px; padding-top: 10px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://mises.org.br/SearchByAuthor.aspx?id=85&amp;amp;type=articles" id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lnkAuthor" style="color: #0066cc; text-decoration: none;"&gt;Hans F. Sennholz&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lblAuthorDescription"&gt;&amp;nbsp;(1922-2007) foi o primeiro aluno Ph.D de Mises nos Estados Unidos.&amp;nbsp; Ele lecionou economia no Grove City College, de 1956 a 1992, tendo sido contratado assim que chegou.&amp;nbsp; Após ter se aposentado, tornou-se presidente da Foundation for Economic Education, 1992-1997.&amp;nbsp; Foi um scholar adjunto do Mises Institute e, em outubro de 2004, ganhou prêmio Gary G. Schlarbaum por sua defesa vitalícia da liberdade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-116883050954948486?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/116883050954948486/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=116883050954948486' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/116883050954948486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/116883050954948486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/09/e-impossivel-e-imoral-acertar-as-contas.html' title='É impossível e imoral &quot;acertar as contas&quot; com o Estado'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-nMXaKQuzcTY/Tmd6NfTWlBI/AAAAAAAAA8k/8YudL2PuA3I/s72-c/cri17-e1310077327541.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-8147730029898022607</id><published>2011-09-04T18:54:00.000-03:00</published><updated>2011-09-04T18:54:51.661-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><title type='text'>O pastor desnecessário</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-0wp-3psrJQQ/TmPzlqkaGLI/AAAAAAAAA8g/3EKKzC9-ck4/s1600/p40037.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-0wp-3psrJQQ/TmPzlqkaGLI/AAAAAAAAA8g/3EKKzC9-ck4/s200/p40037.jpg" width="141" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;É obrigação dos pastores manter clara a distinção entre as mentiras do mundo e a verdade do Evangelho. Seu lugar na sociedade é, sob certos aspectos, único: não há quem ocupe outra posição tão ofensiva na aparência e, no fundo, tão perigosa para o &lt;i&gt;status quo. &lt;/i&gt;Seu compromisso é manter viva a proclamação do Evangelho e olhar pelas almas, apesar de vivermos em uma era em que as pessoas ou negam a existência da alma ou transformam em assunto banal tudo que se relacione a ela. Mas não é fácil. Há forças poderosas, algumas sutis e outras óbvias, que tentam domar os pastores e levá-los a servir à cultura da forma como é, manipulando-os e pressionando-os a atenderem a expectativas falsas de espiritualidade, sucesso, números e poder, de acordo com os padrões do mundo. Como poderão os pastores ser fortalecidos para resistir a esses falsos alvos e objetivos, para manterem-se íntegros e buscarem a liberdade de serem desnecessários, segundo os critérios do mundo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Autor: &lt;/b&gt;Eugene Peterson e Marva Dawn&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Editora:&lt;/b&gt; Textus&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Páginas:&lt;/b&gt; 237&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-8147730029898022607?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/8147730029898022607/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=8147730029898022607' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/8147730029898022607'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/8147730029898022607'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/09/o-pastor-desnecessario.html' title='O pastor desnecessário'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-0wp-3psrJQQ/TmPzlqkaGLI/AAAAAAAAA8g/3EKKzC9-ck4/s72-c/p40037.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-5595915147243310863</id><published>2011-09-02T15:42:00.004-03:00</published><updated>2011-09-03T00:31:18.021-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Concílio Herege'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Carlos Néri'/><title type='text'>O complexo "Deus" da Modernidade e a atualidade</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-KZPIuR9Dpxk/TmEjeecVQpI/AAAAAAAAA8c/3KPqbc9ZOtU/s1600/download.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-KZPIuR9Dpxk/TmEjeecVQpI/AAAAAAAAA8c/3KPqbc9ZOtU/s200/download.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: 'Trebuchet MS',sans-serif; line-height: 17px;"&gt;&lt;b&gt;Por Carlos Néri&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: 'Trebuchet MS',sans-serif; line-height: 17px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: 'Trebuchet MS',sans-serif; line-height: 17px;"&gt;Realmente a inflexão dos céus para a terra vem com o "cogito ergo sum" de Descartes que de uma ontologia intersubjetiva evoluiu para a relação objetiva entre o "em si mesmo pensar" e a práxis empirista de século XVII, de fato Descartes&amp;nbsp;&amp;nbsp;abriu as portas para o racionalismo que sucessivamente procurou provar a ineficácia da pessoa de Deus na vida humana.&amp;nbsp;Embora a metafísica tenha tentado racionalizar Deus ao mundo, a partir de Hegel e Feuerbach o Deus do homem passou a ser ele mesmo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: 'Trebuchet MS',sans-serif; line-height: 17px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS',sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: 17px;"&gt;&lt;div style="line-height: 17px; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 17px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS',sans-serif;"&gt;O século XIX&amp;nbsp;trouxe a industrialização, o&amp;nbsp;liberalismo e o neo - liberalismo econômico como estrutura essencial para o funcionalismo do capitalismo, e esse por sua vez, projetou de forma alienante a filosofia racionalista dos séculos das luzes, através da valorização do desejo e do prazer do consumo que atingiu não somente os individuos, mas também o próprio coração do sistema, isto é, as grandes corporações que necessitam manter seu poder e o abastecimento da humanidade&amp;nbsp;através dos recursos naturais renováveis e não renováveis.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS',sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 17px; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 17px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS',sans-serif;"&gt;Portanto, o homem contemporâneo não necessita de Deus, mas do consumo como forma de gerar&amp;nbsp;felicidade, o consumo perspaça pela industrialização e extração dos recursos naturais que de forma lucrativa abastece&amp;nbsp;todo o fluxo de produção e por fim as grandes corporações. Quando o Papa afirma que existe uma tendencia de se&amp;nbsp;excluir Deus na atualidade, tal exclusão se dá, não na concepção da idéia de Deus, mas na reformulação de seu conceito, na medida em que tal reformulação perspaça pelo lógica do mundo, de da felicidade consumista.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS',sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 17px; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 17px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; line-height: 17px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS',sans-serif;"&gt;Essa é a reflexão de Leonardo Boff, porém um dado que não é citado no artigo é que a recente crise vem forçando o Estado a se legitimar como a "esperança do homem", através dos programas sociais, das propostas de preservação do meio ambiente, da redução da violência e da geração de empregos. Em todas essas linhas a pessoa de Deus,&amp;nbsp;é meramente citada como uma "forma cultural social", expressão&amp;nbsp;de fé, somente. O homem está se perdendo na imensa alienação e na crise de valores que&amp;nbsp;está abalando sua existencia, este homem, está se&amp;nbsp;firmando na esperança humana de um mundo melhor e sua principal referencia é o marketing e a publicidade.&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; font-size: 13px; line-height: 17px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS',sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-5595915147243310863?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/5595915147243310863/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=5595915147243310863' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/5595915147243310863'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/5595915147243310863'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/09/o-complexo-deus-da-modernidade-e.html' title='O complexo &quot;Deus&quot; da Modernidade e a atualidade'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-KZPIuR9Dpxk/TmEjeecVQpI/AAAAAAAAA8c/3KPqbc9ZOtU/s72-c/download.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-2323654354384902932</id><published>2011-09-01T14:33:00.006-03:00</published><updated>2011-09-01T14:44:58.224-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia'/><title type='text'>O discipulado brasileiro</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-rOmwTNZ4Gh4/Tl_BuYyOZzI/AAAAAAAAA8U/3By9Y6NWizc/s1600/discipulado.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="75" src="http://1.bp.blogspot.com/-rOmwTNZ4Gh4/Tl_BuYyOZzI/AAAAAAAAA8U/3By9Y6NWizc/s200/discipulado.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Por Cleverson Souza&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; line-height: 18px;"&gt;Sacramentalização ao invés de Cristianização. Isto representa perfeitamente o tipo de discipulado que hoje é feito. Os cristãos, nem todos é claro, conhecem mais sobre a institucionalização de nossos cultos, do que a própria essência da adoração. Conhecem mais sobre as ordenanças e normas de suas igrejas, embora pareçam muito contraditórias, do que a própria vida gerada e maturada em Cristo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-2323654354384902932?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/2323654354384902932/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=2323654354384902932' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/2323654354384902932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/2323654354384902932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/09/o-discipulado-brasileiro.html' title='O discipulado brasileiro'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-rOmwTNZ4Gh4/Tl_BuYyOZzI/AAAAAAAAA8U/3By9Y6NWizc/s72-c/discipulado.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-5596829025004783375</id><published>2011-08-30T22:31:00.004-03:00</published><updated>2011-08-30T22:40:15.523-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Penal e Derivados'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Direito'/><title type='text'>STF afasta princípio da insignificância em dois casos</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-fQz9lxPbbe8/Tl2O0QcNIAI/AAAAAAAAA8Q/cNp3xWmdaqI/s1600/Princ%25C3%25ADpio+da+Insignific%25C3%25A2ncia.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="162" src="http://1.bp.blogspot.com/-fQz9lxPbbe8/Tl2O0QcNIAI/AAAAAAAAA8Q/cNp3xWmdaqI/s200/Princ%25C3%25ADpio+da+Insignific%25C3%25A2ncia.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="float: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Em dois casos julgados na tarde desta terça-feira (30), a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) afastou a aplicação do princípio da insignificância, mantendo a tramitação de ações penais contra os acusados. O Habeas Corpus (HC) 107674 foi ajuizado em favor de D.P.G., acusado de tentativa de furto de cinco barras de chocolate, no valor de R$ 20,00, em Minas Gerais, e o HC 107171 foi ajuizado em favor de D.G.S., acusado de colocar em circulação duas notas falsas de R$ 50,00, no Rio Grande do Norte. No julgamento do Habeas Corpus HC 107674, os ministros seguiram o voto da relatora, ministra Cármen Lúcia, pelo indeferimento do pleito. O réu responde a processo pela tentativa de furto de cinco barras de chocolate.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O juiz da 7ª Vara Criminal de Belo Horizonte anulou o processo, com base no princípio da insignificância. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG), contudo, ao julgar apelação do Ministério Público, cassou a sentença do juiz de primeiro grau, determinando o prosseguimento da ação penal. Essa decisão foi mantida pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Contra o entendimento da corte superior, a DPU propôs habeas no Supremo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ao analisar o caso, a ministra Cármen Lúcia votou pelo prosseguimento do processo penal. Ela&amp;nbsp;considerou as razões apresentadas pelo TJ-MG para cassar a sentença do juiz de origem. Para a corte mineira, o réu estaria rotineiramente envolvido em furtos contra diversos estabelecimentos, já tendo sofrido condenações definitivas em dois casos, explicou a ministra. Com base na reincidência e na continuidade delitiva, disse a relatora, o TJ resolveu que não deveria se aplicar ao caso o princípio da insignificância.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Notas falsas&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O ministro Dias Toffoli relatou o HC 107171, ajuizado em favor de um réu acusado de colocar em circulação duas notas falsas de R$ 50,00, no Rio Grande do Norte. De acordo com o ministro, o crime de moeda falsa atenta contra a fé pública, que seria um bem intangível. Dessa forma, disse o ministro, ao votar pelo indeferimento do pleito, que não seria possível aplicar o princípio da insignificância nesse tipo de delito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;As duas decisões foram unânimes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;MB/CG&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: smaller;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;Fonte:&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=187962" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;STF&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;_&lt;span&gt;________________&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ajude a divulgar o blog:&lt;/b&gt; se você tem uma conta no gmail clique no +1. Obrigado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: smaller;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-5596829025004783375?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/5596829025004783375/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=5596829025004783375' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/5596829025004783375'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/5596829025004783375'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/08/1-turma-afasta-principio-da.html' title='STF afasta princípio da insignificância em dois casos'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-fQz9lxPbbe8/Tl2O0QcNIAI/AAAAAAAAA8Q/cNp3xWmdaqI/s72-c/Princ%25C3%25ADpio+da+Insignific%25C3%25A2ncia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-2514887936404487968</id><published>2011-08-29T18:51:00.001-03:00</published><updated>2011-08-29T18:55:55.483-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia'/><title type='text'>Religiosidade cheia, discipulado vazio</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-FdYKdfICSPw/TlwJu3PQO9I/AAAAAAAAA8M/YwpufCQdb-s/s1600/discipulado2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-FdYKdfICSPw/TlwJu3PQO9I/AAAAAAAAA8M/YwpufCQdb-s/s200/discipulado2.jpg" width="151" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Por &lt;b&gt;Luiz Fernando dos Santos&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;“Vão, e façam discípulos de todas as nações.” (Mt 28.19)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conhecido e respeitado sociólogo cristão Paul Freston afirmou em um dos seminários dos 40 anos da Revista Ultimato que a Igreja Evangélica brasileira jamais seria a maioria religiosa e confessional no Brasil. Evidentemente que não foi uma afirmação leviana. Ele sustentou a sua tese com a clareza, didática e fundamento próprios de um docente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta semana, o subsídio São Paulo da &lt;a href="http://www.istoe.com.br/capa"&gt;Revista Isto É&lt;/a&gt; traz uma reportagem de capa interessante sobre a diversidade da religiosidade brasileira constatada no censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O pluralismo chegou para ficar, é um grande desafio e também uma oportunidade para a missão integral e relevante da Igreja. A revista apresenta alguns dados surpreendentes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1º - O Islã recebe novos adeptos a cada dia, as mesquitas e as comunidades islâmicas de muitos lugares no Brasil já possuem 85% de membros “nativos” convertidos, de brasileiros que aderiram à nova fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2º - Hoje, no Brasil, algo em torno de 4 milhões de nascidos em berços evangélicos se declaram crentes não praticantes e outros tantos se declaram cristãos, mas não querem nenhum envolvimento com Igreja ou Comunidade de fé. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3º - A migração entre neopentecostais e pentecostais, e a insustentável infidelidade dos membros a estas expressões cristãs, começam a apresentar sinais de saturação manifestados em dois movimentos excludentes entre si:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;a) Muitos pentecostais e neopentecostais começam a procurar guarida nas Igrejas históricas e mais alinhadas com a Reforma Protestante: Presbiterianas, Metodistas, Batistas etc. O que as atrai é o estudo diligente das Escrituras, a ética, a moral e os valores do Reino difundidos e defendidos por estas instituições. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) O outro fenômeno, surpreendente para dizer o mínimo, é que muitos egressos do ramo neopentecostal passam a freqüentar a umbanda e o candomblé, exatamente pelas muitas semelhanças cúlticas como transes, gritos e grunhidos, possessões, busca de soluções mágicas, usos de objetos sagrados e por aí vai. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4º - Os sem religião e sem Deus também já figuram entre os grupos de destaque nas pesquisas. Mas será que Deus comissionou a Igreja para esta tarefa tão difícil sem aparelhá-la com os devidos instrumentos? Evidentemente que não. Além dos dons espirituais e a própria presença e ministério do Espírito Santo e as Escrituras, o Senhor indicou também estratégias para que a Igreja desempenhasse com êxito a sua missão e dentre estas estratégias podemos destacar o imprescindível e permanente mandato do discipulado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande êxito alcançado pela Igreja Primitiva e Antiga deveu-se ao grande investimento feito no discipulado pessoal e comunitário dos novos convertidos e das novas lideranças. Na Igreja Antiga o Catecumanato, com suas catequeses, escrutíneos e provas num processo formativo nunca inferior a três anos, era o grande divisor de águas entre os membros da Igreja e os pagãos. Depois havia ainda as didascalias, verdadeiros centros de treinamentos para a vida cristã. São famosas as escolas de Alexandria, Constantinopla, Roma, Lião, Antioquia e Cartago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o advento dos acontecimentos de 313, 325 e 375, quando a Igreja é oficializada no Império Romano e depois estatizada pelo Imperador, as massas agora entram na Igreja sem o devido discipulado, recebem apenas os sacramentos sem nenhuma instrução (são sacramentalizados, mas não cristianizados) e rapidamente as deteriorações moral, espiritual e ética corrompem a Igreja a tal ponto de os cristãos comprometerem a sua mensagem, doutrina e liturgia. Como efeito, progressivamente a Igreja foi sendo deformada no século XVI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bem verdade que Deus nunca deixou a sua Igreja desprovida de grandes líderes que continuaram apostando no discipulado formal e sistemático para preservar exatamente a herança dos santos: Ambrósio, Cipriano, João Crisóstomo, Agostinho, Irineu, Justino, Cirilo de Alexandria etc. A Reforma protestante foi, sem dúvida, uma volta ao discipulado e a instrução bíblica para a vida. Os catecismos de Lutero, Calvino, Bullinger e outros provam isto.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Fonte&lt;/b&gt;:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.ultimato.com.br/conteudo/religiosidade-cheia-discipulado-vazio"&gt;Ultimato&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;/span&gt;_&lt;span style="font-size: small;"&gt;________________&lt;b style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;Ajude a divulgar o blog:&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt; se você tem uma conta no gmail clique no +1. Obrigado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-2514887936404487968?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/2514887936404487968/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=2514887936404487968' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/2514887936404487968'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/2514887936404487968'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/08/religiosidade-cheia-discipulado-vazio.html' title='Religiosidade cheia, discipulado vazio'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-FdYKdfICSPw/TlwJu3PQO9I/AAAAAAAAA8M/YwpufCQdb-s/s72-c/discipulado2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-1800663553308506782</id><published>2011-08-27T16:38:00.002-03:00</published><updated>2011-08-27T17:00:00.239-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Direito'/><title type='text'>Quatro falácias sobre o caso Battisti</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-QNUdv_9lvqw/TllHl-ANjSI/AAAAAAAAA8I/fS1sdyfm9SI/s1600/battisti.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-QNUdv_9lvqw/TllHl-ANjSI/AAAAAAAAA8I/fS1sdyfm9SI/s200/battisti.jpg" width="176" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Por Murilo Correa&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;A. Máquina persecutória&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;A cada vez que perguntamos sobre opassado, tornamo-nos os protagonistas e os agentes de uma guerra de guerrilhaspela univocidade do sentido dos signos que devem &lt;a href="http://murilocorrea.blogspot.com/2011/01/uma-disputa-sobre-os-signos.html" style="color: blue;"&gt;produzir memória&lt;/a&gt;. É disso que se trata também no caso Cesare Battisti, cujo &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/poder/927439-battisti-deixa-prisao-em-brasilia-apos-decisao-do-supremo.shtml" style="color: blue;"&gt;último acontecimento&lt;/a&gt; – sua libertação a um tempo em que já estava submetido a umaprisão clamorosamente ilegal no Brasil – reacendeu a polêmica acerca dasrelações políticas e comerciais Brasil-Itália. Jornais italianos (&lt;a href="http://www.repubblica.it/esteri/2011/06/09/news/battisti_reazioni-17424091/?ref=HRER1-1" style="color: blue;"&gt;aqui&lt;/a&gt;e &lt;a href="http://www.corriere.it/esteri/11_giugno_09/battisti-reazioni-italia_562204f4-925b-11e0-92af-982eb6e0ff41.shtml" style="color: blue;"&gt;aqui&lt;/a&gt;,por exemplo),&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.elpais.com/articulo/internacional/Italia/recurrira/Haya/decision/Brasil/excarcelar/Battisti/elpepuint/20110609elpepuint_2/Tes" style="color: blue;"&gt;Espanhóis&lt;/a&gt;e &lt;a href="http://www.guardian.co.uk/world/2011/jun/09/italy-to-appeal-cesare-battisti" style="color: blue;"&gt;Ingleses&lt;/a&gt;deram conta de sua tardia liberação. Por sua vez, a mídia brasileira fez detudo; esforçou-se por demonstrar que a decisão do STF teria sido covarde epoliticamente submissa, mas também fanfarronou uma &lt;a href="http://contextolivre.blogspot.com/2011/06/barrigada-folha-extradita-battisti.html" style="color: blue;"&gt;falsa extradição&lt;/a&gt; de Battisti.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;É certo que temos ouvido coisas muitodisparatadas; se, por um lado, fico contente que meus alunos, por exemplo, emsua maioria filhos da classe média, questionem sobre a validade dos pedidos daItália – um questionar de uma generosidade crítica que felizmente os saca doimaginário comum autoritário da classe média brasileira – por outro lado, tenhoouvido muitas manifestações dentro dessa mesma classe média segundo as quais ocaso Battisti é interpretado como uma forma de chancela e assunção daimpunidade e, se assim for, logo se proclama que toda forma de impunidade émoralmente odiosa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Por absurdo que pareça, na blogosfera, háaté mesmo &lt;a href="http://marcelocunhadearaujo.blogspot.com/2011/06/cesare-o-que-e-de-cesare-como-o-caso.html?spref=fb" style="color: blue;"&gt;quem se tenha levantado&lt;/a&gt; contra a impunidade gerada pela hipertrofia do “garantismopenal brasileiro”. Dizê-lo é o maior dos absurdos lógicos, especialmente quandose vê que a recente decisão do Supremo Tribunal Federal, que redundou nasoltura de Battisti, foi estritamente legalista. Por certo, Battisti, que,legalmente, deveria ter sido libertado assim que Luis Inácio decidira por suanão-extradição, permaneceu mais alguns meses encarcerado. Criticar a “impunidade”que resulta das concessões humanitárias do “garantismo brasileiro” a CesareBattisti ou é sinal de completa ignorância ou o sintoma de que uma perversãoobsessiva presidiu a interpretação dos fatos. Desse tipo de perversão, muitocomum nas mídias e nas médio-classes, resultam quatro falácias que é precisodesmontar como operação de uma guerra de guerrilha conceitual.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;São as falácias, muitas vindas dogoverno de Berlusconi e repetidas acriticamente pela mídia brasileira:&lt;i&gt; &lt;/i&gt;1) Battisti não é um perseguidopolítico; logo, Battisti é um criminoso comum; 2) Battisti teve um julgamentojusto e democrático na Itália; 3) A Itália só quer fazer justiça moral àsfamílias das vítimas; 4) O Supremo Tribunal Federal negou a extradição deBattisti por razões políticas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 24px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;B. Desmonte histórico: 1 e 2&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Nos anos de chumbo italianos, caracterizadospela tentativa da Europa Ocidental de conter o avanço do comunismo, Battistiparticipou de &lt;span style="background-color: white;"&gt;&lt;/span&gt;um grupo armado de resistência de esquerda, o PAC, “ProletáriosArmados pelo Comunismo”, grupo qualificado pela &lt;u&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Folha de São Paulo&lt;/span&gt;&lt;/u&gt; com o fácil e fluido emblema de “terrorista”. Sobre o signo doterror, sobre o qual não me demoro, fala por mim o texto &lt;a href="http://www.culturaebarbarie.org/blog/2009/02/rapina-e-terror-o-caso-battist.html" style="color: blue;"&gt;Alexandre Nodari&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Battisti, por sua vez, sempre sedeclarou inocente das acusações. Sabe-se que, na Itália do pós-68, proliferarammedidas excepcionais; o próprio Estado Italiano chegou a planejar, financiar eexecutar atos de terrorismo como parte da estratégia de tensão (paracompreender um pouc&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;o melhor o ambiente político italiano daquele tempo, valeassistir à primeira metade&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;a href="http://murilocorrea.blogspot.com/2011/05/negri-volta-de-leterna-rivolta.html" style="color: blue;"&gt;do documentário sobre Antonio Negri&lt;/a&gt;, que postei recentemente). Um dosprimeiros exemplares dessa estratégia de tensão, promovida pelo governoitaliano, foi um atentado à bomba na Piazza Milan Fontana, seguida de suaatribuição a “grupos terroristas de esquerda”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Um direito de polícia, técnica maismanejável no controle das situações fluidas criadas pela resistência e nocombate aos grupos de esquerda italianos, só seria possível ao passo em que oterror fosse generalizado e o medo passasse a investir todo o campo social. Eiso que explica que o primeiro terrorista tenha sido, forçosamente, o próprioEstado Italiano: em momentos como o das greves e reivindicações operáriaspós-68 na Itália, diante do reconhecimento da força dos movimentos pelaabolição do trabalho assalariado, o Estado italiano sabia que era precisoimplantar violência e, ao mesmo tempo, segurança pública, diz Antonio Negri. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Violência e segurança pública logo sãoaparelhadas por medidas de exceção; disso, resultou que dezenas de milhares depessoas foram sumariamente presas, o tempo de prisão provisória (para investigação)fora continuamente dilatado por meio de decretos, e assim “a lei” italiana, quejá desertara completamente os espaços formalmente democráticos de sua produção,pôde combater as ações políticas da esquerda italiana. No plano processualpenal, medidas de exceção, como a &lt;i&gt;LeggeReali&lt;/i&gt;, suspendiam defesas processuais dos réus baseadas em nulidades – e poraí afora...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;C. Desmonteatual: 3 e 4&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Como prova &lt;a href="http://veja.abril.com.br/noticia/arquivo/italia-se-recusa-extraditar-salvatore-cacciola" style="color: blue;"&gt;a negativa italiana em extraditar o banqueiro Salvatore Cacciola &lt;/a&gt;a pedido doBrasil, nenhum tratado internacional acerca da bilateralidade da extradiçãoderroga a soberania do Chefe de Estado para emitir juízo de caráter político naextradição de quem quer que seja. Ademais, no Brasil, em toda extradiçãopassiva, o STF está juridicamente limitado pelo Estatuto do Estrangeiro e pelaadoção legislativa do sistemade contenciosidade limitada, o que implica que o STF não pode manifestar-sesobre o conteúdo político da decisão de extradição, mas apenas emite juízo delegalidade acerca do pedido de extradição. Em se tratando do STF, que jápronunciou decisões &lt;a href="http://www.stf.jus.br/portal/jurisprudencia/listarJurisprudencia.asp?s1=Agamben&amp;amp;base=baseAcordaos" style="color: blue;"&gt;com este teor&lt;/a&gt;, qualquer decisão em favor da eficácia da legalidade é umaconquista institucional na manutenção do verdadeiramente frágil Estado deDireito no Brasil. No caso Battisti, a tese que prevaleceu, e que resultou naliberação do extraditando, seguiu simplesmente os ditames da legalidade – coisarara se considerarmos o &lt;a href="http://www.stf.jus.br/portal/principal/principal.asp" style="color: blue;"&gt;Olimpo de onde vem&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;De seu turno, a &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/poder/927466-italia-vai-recorrer-de-decisao-sobre-battisti-no-tribunal-de-haia.shtml" style="color: blue;"&gt;Itália anuncia que pretende recorrer a Haia&lt;/a&gt;, pois a decisão brasileira de nãoextraditar Battisti “não levou em consideração a expectativa legítima de que sefaça justiça, em particular para as famílias das vítimas de Battisti”, declarouSilvio Berlusconi. Já Frattini, chefe da Diplomacia Italiana, afirmou que, aonão extraditar Battisti, o Brasil “ofende o direito à justiça das vítimas doscrimes cometidos por Battisti e está em contradição com as obrigações presentesnos acordos internacionais que unem os dois países".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Se a estranha obstinação italiana emexecutar a pena de prisão perpétua contra Battisti não comprovar que Battisti éum perseguido político – especialmente em se tratando de &lt;a href="http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4760663-EI6789,00-Novo+escandalo+de+Berlusconi+se+chama+bungabunga.html" style="color: blue;"&gt;um país cuja justiça é tão licenciosa com crimes de seus políticos de primeiro escalão&lt;/a&gt; (outros exemplos: &lt;a href="http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2011/03/23/imprensa-divulga-fotos-sensuais-que-seriam-das-festas-bunga-bunga-de-berlusconi.jhtm" style="color: blue;"&gt;aqui&lt;/a&gt;,&lt;a href="http://noticias.r7.com/internacional/noticias/dancarina-descreve-bunga-bunga-com-primeiro-ministro-da-italia-20110218.html" style="color: blue;"&gt;aqui&lt;/a&gt;e &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/mundo/877653-ruby-descreve-como-eram-as-festas-bunga-bunga-de-berlusconi.shtml" style="color: blue;"&gt;aqui&lt;/a&gt;)– nada será capaz de fazê-lo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Se diante da ética da legalidade todocrime tem a mesma importância, pois ameaça a higidez da ordem legal (dizem os moralistas,os punitivistas, os classe-mídia...), vale deixá-los com dois dos dilemasmorais que tanto apreciam:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-left: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;1) Por que se obstinar tanto em justiciaras vítimas de Battisti, mas as de Berlusconi, nem tanto? &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-left: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-left: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;2) Por que o STF pôde compreender queBattisti é extraditável “por não ser criminoso político” – pois teria cometidocrimes de sangue –, enquanto&lt;a href="http://www.stf.jus.br/portal/jurisprudencia/visualizarEmenta.asp?s1=000168467&amp;amp;base=baseAcordaos"&gt; &lt;span style="color: blue;"&gt;a mesma caneta&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; que o considera extraditável em tais termos anistia agentes doEstado brasileiro considerando seus crimes comuns (assassinato, desapariçãoforçada de pessoas, estupro, tortura...) não como crimes de sangue, mas como “crimesconexos a atos de motivação política”? Eis o dilema lógico que emerge explícitoda estrutura de um dos poucos votos corajosos na ADPF 153 (conhecida como aADPF “da Lei da Anistia”), o do&lt;a href="http://s.conjur.com.br/dl/voto-ministro-lewandowski-lei-an.pdf" style="color: blue;"&gt; Ministro Ricardo Lewandowski&lt;/a&gt;, centrado sobre a jurisprudência do STF em matéria dosignificado jurídico do termo “crime político”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-left: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-left: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;Fonte:&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://murilocorrea.blogspot.com/2011/06/desmonte-em-dois-tempos-quatro-falacias.html" style="color: blue; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;Murilo Correa&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-left: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;_________________&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ajude a divulgar o blog:&lt;/b&gt; se você tem uma conta no gmail clique no +1. Obrigado.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-1800663553308506782?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/1800663553308506782/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=1800663553308506782' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/1800663553308506782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/1800663553308506782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/08/quatro-falacias-sobre-o-caso-battisti.html' title='Quatro falácias sobre o caso Battisti'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-QNUdv_9lvqw/TllHl-ANjSI/AAAAAAAAA8I/fS1sdyfm9SI/s72-c/battisti.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-2426059917854393849</id><published>2011-08-25T20:41:00.003-03:00</published><updated>2011-08-25T21:32:45.665-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexão'/><title type='text'>A idéia do amor</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-y73_R-moHvg/TlbdSv8-HeI/AAAAAAAAA8E/1LPlU-JkZcc/s1600/fotos-de-amor-6.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="143" src="http://3.bp.blogspot.com/-y73_R-moHvg/TlbdSv8-HeI/AAAAAAAAA8E/1LPlU-JkZcc/s200/fotos-de-amor-6.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Por Giorgio Agamben&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-size: small; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-size: small; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;"Viver na intimidade de um ser estranho, não&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;para nos aproximarmos dele, para o dar a conhecer,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-size: small; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;mas para o manter estranho, distante, e mesmo ina&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;parente - tão inaparente que o seu nome o possa&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;conter inteiro. E depois, mesmo no meio do mal es&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;tar, dia após dia não ser mais que o lugar sempre&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;aberto, a luz inesgotável na qual esse ser único, essa&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;coisa, permanece para sempre exposta e murada". (Agamben, Giorgio. &lt;i&gt;Idea della prosa, &lt;/i&gt;Feltrineli, 1985).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-size: small; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://murilocorrea.blogspot.com/2011/07/ideia-do-amor-por-giorgio-agamben.html"&gt;A Navalha de Dalí&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;_________________&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ajude a divulgar o blog:&lt;/b&gt; se você tem uma conta no gmail clique no +1. Obrigado.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-size: small; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-2426059917854393849?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/2426059917854393849/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=2426059917854393849' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/2426059917854393849'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/2426059917854393849'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/08/ideia-do-amor.html' title='A idéia do amor'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-y73_R-moHvg/TlbdSv8-HeI/AAAAAAAAA8E/1LPlU-JkZcc/s72-c/fotos-de-amor-6.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-2410389255938639396</id><published>2011-08-24T20:52:00.005-03:00</published><updated>2011-08-25T21:32:29.676-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Concílio Herege'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Carlos Néri'/><title type='text'>A divinização ou espiritualização da natureza</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Nzkt71G99LE/TlWOpGwExeI/AAAAAAAAA8A/WwcwIg8zAGw/s1600/trilha_inca_esp_and.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="100" src="http://4.bp.blogspot.com/-Nzkt71G99LE/TlWOpGwExeI/AAAAAAAAA8A/WwcwIg8zAGw/s200/trilha_inca_esp_and.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Por Carlos Néri&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;O texto de Leonardo Boff intitulado “o complexo Deus da modernidade” é umasíntese, ainda que muito curta, dos fatos que configuram nossa realidade, ouseja, a exclusão de Deus no mundo, palavras estas proferidas pelo Papa BentoXVI recentemente na Espanha.&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Mais, para além da análise da irracionalização humana em relação à naturezae ao outro, o texto de Leonardo Boff, deixa claro que sua construçãoideológica, mesmo ao defender uma ramificação teológica católica, no caso, ateologia da libertação que dividem ortodoxos e modernistas, seu pensamentoperpassa legitimamente pela doutrina social da igreja, isso significa queLeonardo Boff acredita que a proposta social católica, de fato, é a guia mestraque deve libertar o homem de sua alienação e conduzi-lo novamente a relaçãoracional/espiritual com a natureza e com o outro, fruto de sua reconciliaçãocom o Criador.&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Existe, no entanto, um grande paradoxo entre a doutrina social da igrejacatólica e a doutrina da salvação apregoada pelos protestantes. Embora ambaspossuam ideologias que apontam para a remissão dos homens, elas se diferem noconteúdo e no conceito. A doutrina protestante tem por discurso a remissão esalvação dos homens mediante ao evento escatológico da epifânia de nosso Senhore do reino de Deus que desce aos homens (Ap.21:1,2).&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;A doutrina social da igreja católica, por sua vez, descreve a salvação dohomem não a partir de um evento escatológico, universal e único, mas a partirda abstração consciente do conteúdo de sua ideologia em sua proposta Tomista deuma humanidade que ao compreender sua identidade primeira, compreende anatureza desta e racionalmente se volta a ela, pois esta parte do próprio Deus,causa primeira de toda natureza e de suas leis e que o homem é natureza, porémsua racionalidade o transcende diante das demais.&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Logo percebemos que os protestantes se submetem a uma fé que se sobrepõe asuas forças e aguardam a remissão da natureza pela bondade, misericórdia ejustiça de Deus. A doutrina social da igreja católica, por outro lado,reconhece em si a tradução da vontade de Deus através do vicário de Cristo e datradição. Logo, o conteúdo dessa doutrina possui um caráter filosófico epersonalista, cujo propósito é a conversão do homem a um cristianismo regidopela igreja.&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Para entendermos melhor a conclusão do texto de Leonardo Boff, iremos exporuma frase proferida pelo Papa Pio XI na encíclica Quadragésimo Ano:&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;“Deus revestiu a igreja com tal autoridade, diz Pio XI, pois cabe a eladivulgar toda lei moral, interpretá-la e sujeita-la as verdades reveladas porDeus, seja a ordem social ou as questões econômicas, pois estas, são repartidaspela lei moral que subordinada aos fins impostos pela lei natural inflexionam aeconomia e a ordem social a ordem final dos fins que nos leva ao fim de todosos seres que é Deus, bem supremo e inexaurível para si e para nós”.(QUADRAGÉSIMO ANO, 1931).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Ao expor a relação entre homem/ natureza e Deus, Leonardo Boff segue a ordemascendente aristotélico-tomista descrita nessa frase de Pio XI, se revelando,portanto, distante dos pressupostos protestantes que apregoam a ordem inversa eque encerra a humanidade no julgamento de Deus, de fato, o mundo vem excluindoa idéia de Deus de sua racionalidade, mais aos crentes em Cristo, a ciênciateológica humana ao traduzir a vontade de Deus em pressupostos filosóficostambém exclui a soberania do tribunal de Cristo sobre sua criatura racional.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;_________________&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ajude a divulgar o blog:&lt;/b&gt; se você tem uma conta no gmail clique no +1. Obrigado.&amp;nbsp;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-2410389255938639396?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/2410389255938639396/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=2410389255938639396' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/2410389255938639396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/2410389255938639396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/08/divinizacao-ou-espiritualizacao-da.html' title='A divinização ou espiritualização da natureza'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Nzkt71G99LE/TlWOpGwExeI/AAAAAAAAA8A/WwcwIg8zAGw/s72-c/trilha_inca_esp_and.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-6462507228551879777</id><published>2011-08-23T21:10:00.001-03:00</published><updated>2011-08-25T21:31:59.711-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poema.Prosa.Poesia'/><title type='text'>Cale a boca</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-j6_i5hqOgwQ/TlRBIl0GW3I/AAAAAAAAA78/Z0xYko1117A/s1600/cala-a-boca1.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="http://2.bp.blogspot.com/-j6_i5hqOgwQ/TlRBIl0GW3I/AAAAAAAAA78/Z0xYko1117A/s200/cala-a-boca1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Por Helder Nozima&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;Cale a boca! Sequer tente bocejar&lt;br /&gt;Não sorria, não separe os lábios&lt;br /&gt;Não deixe sair, reprima, esconda&lt;br /&gt;Não, não...não!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não importa o que você sente&lt;br /&gt;Se seu peito está prestes a estourar&lt;br /&gt;Se a dor ou a fome te devastam&lt;br /&gt;Seu grito não pode sair!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sussurre e seu mundo cairá&lt;br /&gt;Uma multidão de olhos e de dedos&lt;br /&gt;Apontados pra você, ávidos&lt;br /&gt;Para te expor, te ferir, te acusar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Engula suas palavras,&lt;br /&gt;Enxugue suas lágrimas&lt;br /&gt;Antes mesmo que caiam de seus olhos&lt;br /&gt;Não deixe ninguém perceber&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esconda suas dúvidas, seus temores&lt;br /&gt;Seus desejos, suas decepções&lt;br /&gt;Ninguém, ninguém pode saber&lt;br /&gt;Quem você realmente é ou o que sente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixe que te rasguem por dentro,&lt;br /&gt;Dividindo sua fé e seu coração&lt;br /&gt;Criando um buraco cheio de dúvidas&lt;br /&gt;De angústias, de dores, de acusações!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixe que pensem que sua cabeça está aqui&lt;br /&gt;Quando eu a prendi no passado e no futuro&lt;br /&gt;Dividida entre aquilo que você já teve&lt;br /&gt;E aquilo que tanto desejas encontrar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça-os acreditar que sabes para onde vai&lt;br /&gt;Que queres, de fato, o melhor, o excelente&lt;br /&gt;Que concordas com os sensatos&lt;br /&gt;E que vives segundo seus conselhos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja homem, ainda que sejas menino&lt;br /&gt;Mostre força, mesmo que sejas débil&lt;br /&gt;Fale como sábio, embora sejas tolo&lt;br /&gt;Faça-se de feliz, quando, na verdade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando...&lt;br /&gt;Na verdade...&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Bem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Você entendeu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://nozima.blogspot.com/2011/07/cale-boca.html"&gt;Poesias e Confissões de um Nipo-reformado&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;_________________&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ajude a divulgar o blog:&lt;/b&gt; se você tem uma conta no gmail clique no +1. Obrigado.&amp;nbsp;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-6462507228551879777?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/6462507228551879777/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=6462507228551879777' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/6462507228551879777'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/6462507228551879777'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/08/cale-boca.html' title='Cale a boca'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-j6_i5hqOgwQ/TlRBIl0GW3I/AAAAAAAAA78/Z0xYko1117A/s72-c/cala-a-boca1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-2766099937569503793</id><published>2011-08-22T19:13:00.005-03:00</published><updated>2011-08-23T20:30:40.206-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Espiritualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Caio Fábio'/><title type='text'>Espiritualidade bombástica</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div dir="ltr"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-6LNGp0coMqI/TlLUZZfdfHI/AAAAAAAAA7Y/rq4Iu48Wq6E/s1600/mustachemaskfu4.gif" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="158" src="http://2.bp.blogspot.com/-6LNGp0coMqI/TlLUZZfdfHI/AAAAAAAAA7Y/rq4Iu48Wq6E/s200/mustachemaskfu4.gif" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Por Caio Fábio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small; line-height: 150%;"&gt;Cuidadocom pessoas de espiritualidade bombástica. Cuidado com pessoas que fazem muitobarulho em relação aos seus "dons pessoais". Cuidado com pessoas que se colocamcomo referência de espiritualidade e que fazem de suas "experiências" históriasde autopromoção!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small; line-height: 150%;"&gt;Portrás de toda espiritualidade autodivulgada há "motivos interesseiros". Ou estãoquerendo receber demasiado crédito espiritual para então poderem manipular avida dos incautos; ou desejam ser colocados como únicos e legítimos líderes dogrupo de cristãos imaturos; ou querem minar a autoridade dos pastores do grupo,fazendo que eles se tornem inexperientes aos olhos do grupo ante tão tremendasexperiências divulgadas pelos de espiritualidade bombástica; ou desejam umrebanho para pastorear sem ter tido o trabalho de levar ninguém à fé; oupretendem ser os beneficiários da gratidão financeira desses "cristãosimpressionados" que agora – depois de cativados – tornam-se mantenedores dessesfaladores enfatuados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small; line-height: 150%;"&gt;FÁBIO, Caio. &lt;b&gt;Síndrome de Lúcifer&lt;/b&gt;. pp. 39-40. VendaNova – MG: Betânia, 1988.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;_________________&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Ajude a divulgar o blog:&lt;/b&gt; se você tem uma conta no gmail clique no +1. Obrigado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-2766099937569503793?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/2766099937569503793/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=2766099937569503793' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/2766099937569503793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/2766099937569503793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/08/espiritualidade-bombastica.html' title='Espiritualidade bombástica'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-6LNGp0coMqI/TlLUZZfdfHI/AAAAAAAAA7Y/rq4Iu48Wq6E/s72-c/mustachemaskfu4.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-2497258680312873994</id><published>2011-08-19T21:25:00.001-03:00</published><updated>2011-08-23T20:31:37.796-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Biografias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia'/><title type='text'>Quem foi Francis Schaeffer?</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-hq5H_1JnrlM/Tk7-nHyCWyI/AAAAAAAAA7U/wOpjeGhEp_M/s1600/s1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="199" src="http://4.bp.blogspot.com/-hq5H_1JnrlM/Tk7-nHyCWyI/AAAAAAAAA7U/wOpjeGhEp_M/s200/s1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.paulinaborsook.com/StBandB/StBandB_files/FrancisSchaeffer.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;O pesquisador Bryan Follis informa que Francis Schaeffer estudou sob o magistério de Van Til por dois anos, enquanto estava no seminário. Àquela altura ele não imaginava o tipo de ministério que Deus faria surgir através de seu serviço.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Francis August Schaeffer IV nasceu em &lt;i&gt;Germantown, Pennsylvania&lt;/i&gt;, &amp;nbsp;em um lar marcado por simplicidade e ausência de tradição intelectual. Seguindo a linha de seus pais, ele caminhou na adolescência pelos estudos técnicos, como construção elétrica e metalurgia. Havia passado a frequentar a Primeira Igreja Presbiteriana de &lt;i&gt;Germantown&lt;/i&gt;, por influência do grupo de escoteiros a que fazia parte. Aprendeu ofícios manuais com o seu pai, como marcenaria e o trabalho com encanamento, e ainda na adolescência exerceu serviços nessa linha, como vender peixes aos sábados.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="ecxApple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt;	&lt;/span&gt;Em certa ocasião, um professor de escola dominical deu a Schaeffer a tarefa de ensinar um conde russo a ler. Para ajudar o seu novo aluno, Schaeffer foi à livraria nas proximidades da &lt;i&gt;Philadelphia&lt;/i&gt; e pediu ao livreiro um material para leitores iniciantes no inglês. Por erro do livreiro, saiu dali com um livro sobre a filosofia grega. A partir da leitura curiosa da obra, foi despertado para o amor às idéias.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="ecxApple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt;	&lt;/span&gt;Outras leituras vieram, como a de Ovídio, e Fran – como era chamado – começou a perceber que a filosofia em si não promovia respostas satisfatórias às perguntas que levantava. Ao mesmo tempo, sentiu desconforto semelhante em sua igreja, que cedia ao liberalismo, e levantava questionamentos sem fornecer respostas sólidas. Decidiu, então, paralelamente às leituras filosóficas, ter contato direto com a Escritura – o que não existia até então. Na Bíblia Schaeffer encontrou as respostas às perguntas da filosofia. Foi assim que se tornou um cristão de fato.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="ecxApple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt;	&lt;/span&gt;Schaeffer ingressou na escola de engenharia, mas logo começou a perceber o chamado para o ministério pastoral. A despeito da vontade de seus pais, firmou-se na convicção e seguiu para os estudos em &lt;i&gt;Hampden-Sydney College, Virginia&lt;/i&gt;, onde se prepararia para o treino ministerial posterior.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="ecxApple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt;	&lt;/span&gt;Após um ano estudando na &lt;i&gt;Virginia&lt;/i&gt;, Fran conheceu Edith Seville nas férias de verão em &lt;i&gt;Germantown&lt;/i&gt;. A interessante ocasião em que se conheceram deu o tom de seu relacionamento: juntos defenderam (e defenderiam) a fé cristã contra o liberalismo teológico. Ed Bloom, ex-membro da Primeira Igreja Presbiteriana, ministrou estudo aos jovens da igreja - “Como eu sei que Jesus não é Deus, e como eu sei que a Bíblia não é a Palavra de Deus”. Ao final de sua fala, tanto Fran quanto Edith manifestaram-se publicamente pelo cristianismo ortodoxo, e assim desenvolveram interesse mútuo. Casaram-se em 1935.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="ecxApple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt;	&lt;/span&gt;Schaeffer começou os estudos no &lt;i&gt;Westminster Theological Seminary&lt;/i&gt;, mas concluiu no &lt;i&gt;Faith Theological Seminary&lt;/i&gt; em 1938, ano em que também foi ordenado. Pastoreou em &lt;i&gt;Grove City, Pennsylvania&lt;/i&gt;; &lt;i&gt;Chester&lt;/i&gt; (mesmo estado) e &lt;i&gt;St. Louis, Missouri&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="ecxApple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt;	&lt;/span&gt;Logo após a Segunda Guerra mundial, em 1947, Fran foi enviado à Europa pela Junta Independente para Missões Presbiterianas Estrangeiras (&lt;i&gt;Independent Board for Presbyterian Foreign Missions&lt;/i&gt;). O objetivo era avaliar a situação do continente em relação à sua reconstrução, e o estado da igreja ali. Schaeffer estava diretamente interessado na condição do trabalho com crianças e jovens, bem como na ameaça do liberalismo teológico. Ele passou três meses, nos quais visitou treze países e começou a abrir os olhos para a Europa.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.paulinaborsook.com/StBandB/StBandB_files/FrancisSchaeffer.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="ecxApple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt; &lt;/span&gt;A família Schaeffer se mudou para a Europa em 1948, e se instalou na Suíça. Inicialmente ficaram em dois quartos pequenos na cidade de Lausanne. Logo se mudaram para &lt;i&gt;Champéry&lt;/i&gt;, nos Alpes, onde começaram um trabalho evangelístico e uma igreja. Mas por se tratar de um cantão católico, tiveram de se mudar, e finalmente chegaram a &lt;i&gt;Huemoz&lt;/i&gt;, onde o trabalho de &lt;i&gt;L'Abri&lt;/i&gt; teve início.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="ecxApple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt;	&lt;/span&gt;Em 1955 é registrado o começo de &lt;i&gt;L'Abri&lt;/i&gt;. A partir das conversas com os amigos universitários de suas filhas, Francis e Edith perceberam que havia uma grande oportunidade diante deles. O ministério cresceu consideravalmente, atingindo jovens do mundo inteiro, e expandindo seus branches para outros lugares, como Inglaterra, Holanda e Estados Unidos.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="ecxApple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt;	&lt;/span&gt;Schaeffer faleceu em 1984, após severas lutas com câncer (linfoma). Os últimos anos de sua vida foram marcados por intensa produção, como o filme “&lt;i&gt;Whatever happened to the human race?&lt;/i&gt;”, a organização de suas obras completas, e palestras.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="ecxApple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt;	&lt;/span&gt;A grande contribuição de Schaeffer, entre outras, está em uma abordagem apologética baseada em sólida teologia, que interagiu com a cultura, e tratou o homem de modo pessoal – &amp;nbsp;trazendo “respostas honestas a questões honestas”.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://5calvinistas.blogspot.com/2011/07/quem-foi-francis-schaeffer.html"&gt;5 Calvinistas&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;_________________&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Ajude a divulgar o blog:&lt;/b&gt; se você tem uma conta no gmail clique no +1. Obrigado.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-2497258680312873994?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/2497258680312873994/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=2497258680312873994' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/2497258680312873994'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/2497258680312873994'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/08/quem-foi-francis-schaeffer.html' title='Quem foi Francis Schaeffer?'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-hq5H_1JnrlM/Tk7-nHyCWyI/AAAAAAAAA7U/wOpjeGhEp_M/s72-c/s1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-2451893027595460331</id><published>2011-08-17T13:16:00.003-03:00</published><updated>2011-08-23T20:31:59.104-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia'/><title type='text'>O Evangelicalismo Pós-Stott</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-X2hLr4NabA8/TkvpWzl9nqI/AAAAAAAAA7Q/AKnQOTwsSs8/s1600/stott2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-X2hLr4NabA8/TkvpWzl9nqI/AAAAAAAAA7Q/AKnQOTwsSs8/s200/stott2.jpg" width="175" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Por Robinson Cavalcanti&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Ainda vivos, dos “velhos leões”, do evangelicalismo anglicano, temos J. I. Packer e Michael Greene, ambos aposentados e ainda produzindo. John Stott havia feito a sua última palestra para um grande público na Conferência de Keswick, em 2006, ano em que deixa o seu querido apartamento da Wymouth Street e se muda para o St. Barnabas College, um lar geriátrico para clérigos, onde ainda escreve &lt;a href="http://www.ultimato.com.br/loja/produtos/o-discipulo-radical" style="color: black;" target="_blank"&gt;O Discípulo Radical&lt;/a&gt;, terminado no ano passado. O fato é que já há alguns anos a Igreja da Inglaterra começara a viver a era pós-Stott. 70% dos estudantes de teologia estão matriculados em seminários de tendência evangélica, e 55% dos clérigos se auto-identificam como evangélicos, embora tenhamos apenas 25% dos bispos (nomeados pelo Governo) com essa identidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da importância do Conselho Evangélico na Igreja da Inglaterra (CEEC), uma parcela considerável dos clérigos, e a maioria dos bispos, vivem o seu evangelicalismo individualmente, não militando afirmativamente em nenhum movimento, seja por comodismo, seja por opinionismo, há uma fragmentação de tendências. Apesar do peso intelectual de N. T. Wright e Allister McGrath, e de alguns outros, há um vazio de liderança, pois os tais ou estão instalados no sistema ou não são militantes. A verdade é que o forte evangelicalismo na Igreja da Inglaterra tem uma presença muito reduzida na liderança do GAFCON (Global Anglican Future), que acaba de instalar um escritório em Londres, chefiado pelo Bispo Martyn Meens (CANA/Nigéria).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algo se assemelha aos Estados Unidos pós-Billy Graham, entre os históricos, e pós-Rex Humbard, entre os pentecostais, com uma profusão fragmentada de tele-evangelistas e mega-igrejas, sem o mesmo calibre e sem o mesmo carisma unificador, cada um vendendo o seu peixe e procurando aumentar a sua influência, concorrencialmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Congresso Lausanne III, na Cidade do Cabo, em outubro de 2010, confirmou o caráter pujante, mundial do evangelicalismo, deslocado para o hemisfério sul, mas com os gringos europeus e norte-americanos ainda sendo os financiadores e os que dão as cartas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, a hegemonia evangélica ainda é um fato, e Stott (C. S. Lewis, Packer, etc.) ainda é lido e levado a sério entre os protestantes históricos e em amplos círculos pentecostais, mas o crescente neo (pseudo) pentecostalismo nunca leu esses autores (e tem raiva de quem lê). Os bolsões fundamentalistas os considera “de esquerda” na questão social e ambiental, ou na abertura para as Ciências Humanas, e o recente crescimento do pensamento liberal em algumas denominações e em seminários é formado pelos que consideram tais autores “ultrapassados”. Esse último fenômeno é o que nos traz maior preocupação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita gente pranteia a morte de Stott. Seus livros estão em todas as prateleiras de livrarias e bibliotecas, mas, o que eles defendem, estarão nas mentes e nos corações?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a palavra a nascente Aliança Cristã Evangélica do Brasil, a Fraternidade Teológica Latino-americana, setor Brasil, e os pastores e líderes que se dizem evangélicos diante do desafio externo do Secularismo e do Islã, e do desafio interno do Liberalismo Pós-Moderno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resta esperar para ver, enquanto alguns reafirmamos e trabalhamos.&lt;br /&gt;_________________&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ajude a divulgar o blog:&lt;/b&gt; se você tem uma conta no gmail clique no +1. Obrigado.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-2451893027595460331?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/2451893027595460331/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=2451893027595460331' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/2451893027595460331'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/2451893027595460331'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/08/o-evanlicalismo-pos-stott.html' title='O Evangelicalismo Pós-Stott'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-X2hLr4NabA8/TkvpWzl9nqI/AAAAAAAAA7Q/AKnQOTwsSs8/s72-c/stott2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-7243207917760541972</id><published>2011-08-16T18:38:00.000-03:00</published><updated>2011-08-16T18:38:17.903-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Anarquismo'/><title type='text'>Somos todos iguais</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-pA5cQiUJWc0/TkrjPwOPYUI/AAAAAAAAA7M/ODwDp249i-o/s1600/24404.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="129" src="http://4.bp.blogspot.com/-pA5cQiUJWc0/TkrjPwOPYUI/AAAAAAAAA7M/ODwDp249i-o/s200/24404.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;Por Étienne de La Boétie &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin-bottom: 0cm;"&gt;Se háalgo claro e evidente, ao qual ninguém pode ficar cego, é que anatureza, ministra de Deus e governante dos homens, criou todos nósda mesma forma e, ao que parece, na mesma fôrma, para nos mostrarque somos todos companheiros, ou melhor, todos irmãos. E se, nadistribuição que fez de seus dons, concedeu alguma vantagem decorpo ou de espírito a uns mais que a outros, não quis colocar-nosneste mundo como num campo de batalha, e não enviou à terra os maisfortes ou os mais espertos como salteadores armados numa florestapara tiranizar os mais fracos. Antes, é preciso supor que, aoconferir partes maiores a uns e menores a outros, quis dar espaço àafeição fraterna para que ela tivesse onde ser praticada, pois unstêm o poder de prestar ajuda, enquanto outros necessitam recebê-la.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-7243207917760541972?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/7243207917760541972/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=7243207917760541972' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/7243207917760541972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/7243207917760541972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/08/somos-todos-iguais.html' title='Somos todos iguais'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-pA5cQiUJWc0/TkrjPwOPYUI/AAAAAAAAA7M/ODwDp249i-o/s72-c/24404.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-2477406542753922899</id><published>2011-08-12T18:45:00.003-03:00</published><updated>2011-08-14T15:33:09.099-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Anarquismo'/><title type='text'>A servidão voluntária</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-U07_3GL91eo/TkWe2ZjFxMI/AAAAAAAAA60/ZP_9QDSrNj0/s1600/escravo-mauritania.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-U07_3GL91eo/TkWe2ZjFxMI/AAAAAAAAA60/ZP_9QDSrNj0/s200/escravo-mauritania.jpg" width="136" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Por Étienne de La Boétie&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Nossa natureza é de tal forma que os deveres recíprocos da amizade absorvem boa parte de nossa vida. Amar a virtude, estimar as belas ações, ser gratos pelos benefícios recebidos e, muitas vezes, reduzir nosso próprio bem-estar para aumentar a honra e o progresso daqueles que amamos, e que merecem ser amados, é uma correspondência justa à razão.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Se, portanto, os habitantes de um país encontram em seu meio um desses homens raros que lhes deu provas de uma previdência para protegê-los, de uma grande ousadia para defendê-los, de uma grande prudência para governá-los; se com tempo se habituam a obedecer-lhe e confiar nele a ponto de lhe conceder algumas vantagens, não sei se seria sábio tirá-lo de onde fazia o bem e colocá-lo onde poderá fazer o mal. Certamente, parece natural ser bom em relação àquele que nos proporcionou o bem e não temer mal algum da parte dele.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Mas, ó Deus, o que pode ser isso? Como diremos que isso se chama? Que desgraça é essa? Por que vício, e vício horrível, vemos um grande número de pessoas não só obedecer mas servir, não ser governadas mas tiranizadas, sem possuir bens, nem pais, nem filhos, nem sequer sua própria vida? Sofrendo as rapinas, as truculências e as crueldades, não de um exército, não de uma horda de bárbaros contra os quais cada um deveria arriscar o sangue e a vida para defender-se, mas de um só.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-2477406542753922899?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/2477406542753922899/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=2477406542753922899' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/2477406542753922899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/2477406542753922899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/08/servidao-voluntaria.html' title='A servidão voluntária'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-U07_3GL91eo/TkWe2ZjFxMI/AAAAAAAAA60/ZP_9QDSrNj0/s72-c/escravo-mauritania.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-2815452584585225781</id><published>2011-08-10T20:35:00.000-03:00</published><updated>2011-08-10T20:35:31.443-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexão'/><title type='text'>O “complexo Deus” da modernidade</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-aPc9ca9bT9k/TkMVmbRd-lI/AAAAAAAAA6w/HfRL8-wtkBc/s1600/Ira_DEUS.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://3.bp.blogspot.com/-aPc9ca9bT9k/TkMVmbRd-lI/AAAAAAAAA6w/HfRL8-wtkBc/s200/Ira_DEUS.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Por Leonardo Boff&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;A crise atual não é apenas de escassez crescente de recursos e de serviços naturais. É fundamentalmente a crise de um tipo de civilização que colocou o ser humano como “senhor e dono” da natureza (Descartes). Esta, para ele, é sem espírito e sem propósito e por isso pode fazer com ela o que quiser. Segundo o fundador do paradigma moderno da tecnociência, Francis Bacon, cabe ao ser humano torturá-la, como o fazem os esbirros da Inquisição, até que ela entregue todos os seus segredos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Desta atitude se derivou uma relação de  agressão e de verdadeira guerra contra a natureza selvagem que devia ser dominada e “civilizada”. Surgiu também a projeção arrogante do ser humano como o “Deus” que tudo domina e organiza. Devemos reconhecer que o Cristianismo ajudou a legitimar e a reforçar esta compreensão. O Gênesis diz claramente: “enchei a Terra e sujeitai-a e dominai sobre tudo o que vive e se move sobre ela” (1,28). Depois se afirma que o ser humano foi feito “à imagem e semelhança de Deus” (Gn 1,26).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;O sentido bíblico desta expressão é: o ser humano é  lugar-tenente de Deus e como Este é o senhor do universo, o ser humano é senhor da Terra. Ele goza de uma dignidade que é só dele, o de estar acima dos demais seres. Dai se gerou o antropocentrismo, uma das causas da crise ecológica. Por fim, o estrito monoteísmo retirou o caráter sagrado de todas as coisas e o concentrou só em Deus. O mundo, não possuindo nada de sagrado, não precisa ser respeitado. Podemos moldá-lo ao nosso bel-prazer.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;A moderna civilização da tecnociência encheu todos os espaços com seus aparatos e pôde penetrar no coração da matéria, da vida e do universo. Tudo vinha envolto  pela aura do “progresso”, uma espécie de resgate do paraíso das delícias, outrora perdido, mas  agora reconstruído e oferecido a todos. Esta visão gloriosa começou a ruir no século XX com as duas guerras mundiais e outras coloniais que vitimaram duzentos milhões de pessoas. Quando se perpetrou o maior ato terrorista da história, as bombas atômicas lançadas sobre o Japão pelo exército norteamericano, que matou milhares de pessoas e devastou a natureza, a humanidade levou um susto do qual não se refez até hoje.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Com as armas atômicas, biológicas e químicas construídas depois, nos demos conta de que não precisamos de Deus para concretizar o Apocalipse. Não somos Deus e querer ser “Deus” nos leva à loucura. A idéia do homem como “Deus” se transformou num pesadelo. Mas ele se esconde ainda atrás do “tina” (there is no alternative) neoliberal:”não há alternativa, este mundo é definitivo.” Ridículo. Demo-nos conta de que “o saber como poder”(Bacon) quando feito sem consciência e sem limites éticos, pode nos autodestruir. Que poder temos sobre a natureza? Quem domina um tsunami? Quem controla o vulcão chileno Puyehe? Quem freia a fúria das enchentes nas cidades serranas do Rio? Quem impede o efeito letal das partículas atômicas do urânio, do césio e de outras liberadas, pelas catástrofes de Chernobyl e de Fukushima? Como disse Heidegger em sua última entrevista ao Der Spiegel: ”só um Deus nos poderá salvar”.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Temos que nos aceitar como simples criaturas junto com todas as demais da comunidade de vida. Temos a mesma origem comum: o pó da Terra. Não somos a coroa da criação, mas um elo da correnta da vida, com uma diferença, a de sermos  conscientes e com a missão de “guardar e de cuidar do jardim do Eden”(Gn 2,15), quer dizer, de manter a condições de sustentalidade de todos os ecossistemas que compõem a Terra. Se partimos da Bíblia para legitimar a dominação da Terra, temos que voltar a ela para aprender a respeitá-la e a cuidá-la. A Terra gerou a todos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Deus ordenou: “Que a Terra produza seres vivos, segundo  sua espécie”(Gn 1,24). Ela, portanto, não é inerte, é geradora e é mãe. A aliança de Deus não é apenas com os seres humanos. Depois do tsunami do dilúvio, Deus refez a aliança “com a nossa descendência e com todos os seres vivos”(Gn 9,10). Sem eles, somos uma família desfalcada. A história mostra que a arrogância de “ser Deus”, sem nunca poder sê-lo, só nos traz desgraças. Baste-nos  ser simples criaturas com a missão de cuidar e respeitar a Mãe Terra. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-2815452584585225781?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/2815452584585225781/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=2815452584585225781' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/2815452584585225781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/2815452584585225781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/08/o-complexo-deus-da-modernidade.html' title='O “complexo Deus” da modernidade'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-aPc9ca9bT9k/TkMVmbRd-lI/AAAAAAAAA6w/HfRL8-wtkBc/s72-c/Ira_DEUS.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-4014773568946004416</id><published>2011-08-08T21:06:00.001-03:00</published><updated>2011-08-09T22:46:36.019-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><title type='text'>Te veo  - Adrian Romero</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/KlXGXXv5h1E" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-4014773568946004416?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/4014773568946004416/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=4014773568946004416' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/4014773568946004416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/4014773568946004416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/08/te-veo-jesus-adrian-romero.html' title='Te veo  - Adrian Romero'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/KlXGXXv5h1E/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-3317731224186564464</id><published>2011-08-07T22:01:00.002-03:00</published><updated>2011-12-03T12:12:37.459-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Caio Fábio'/><title type='text'>Sermão: Saudades do Templo</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-HD4oXqFQiSY/Tj81ZSOHIGI/AAAAAAAAA6s/byAkenK-97s/s1600/Templo+de+Salom%25C3%25A3o.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="138" src="http://2.bp.blogspot.com/-HD4oXqFQiSY/Tj81ZSOHIGI/AAAAAAAAA6s/byAkenK-97s/s200/Templo+de+Salom%25C3%25A3o.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Por Caio Fábio&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Texto:&lt;/b&gt; Salmo 84&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Este salmo do filhos de Coré retrata o Templo não como construção, mas como incentivo à devoção.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;I - Bem-aventurança (v.4)&lt;/b&gt;. A devoção gera a bem-aventurança e a felicidade. Como o templo se apresenta nesta prspectiva?&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;- Louvor perpétuo (v.4) - não é um clube, nem um centro comunitário; é um lugar de adoração.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;- É um lugar de amabilidade e refrigério (v.1) - não é um lugar de opressão ao pecador, mas um lugar de cura e de incentivo à restauração.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;- É a casa acolhedora (v.3) - é uma Casa Aberta, que não discrimina ninguém.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;II - Quem é o bem-aventurado (v.5)?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;- O homem que tem o coração reto e singelo (v.5) - Salmo 119.80.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;- O homem que transforma os desertos da vida em açudes (v.6) - é aquele que não vê na desgraça o final m si mesmo, mas faz das tribulações experiências de fé e de esperança.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;III - Como adquirir e desenvolver esta devoção?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;- Louvando a Deus com exultação (v.2) - louvando a Deus com sinceridade e liberdade.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;- Orando ao Todo-Poderoso (v.8)&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;- Vivendo em retidão (v.11) - sendo coerente com os princípios bíblicos.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Conclusão:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Uma das manifestações mais vívidas da fé é o prazer de estar na casa de Deus (v.12).&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Curiosidades do Texto:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Vale árido - Vale de Baca não é um lugar específico, mas é uma referência a um lugar de lágrimas ou a um vale de desolação.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-3317731224186564464?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/3317731224186564464/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=3317731224186564464' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/3317731224186564464'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/3317731224186564464'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/08/sermao-saudades-do-templo.html' title='Sermão: Saudades do Templo'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-HD4oXqFQiSY/Tj81ZSOHIGI/AAAAAAAAA6s/byAkenK-97s/s72-c/Templo+de+Salom%25C3%25A3o.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-4197569760196564017</id><published>2011-08-04T20:13:00.000-03:00</published><updated>2011-08-04T20:13:41.816-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Direito'/><title type='text'>O que é Esbulho Possessório?</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.navegadormt.com/admin/up/mst1.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="http://www.navegadormt.com/admin/up/mst1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;O esbulho possessório é a retirada violenta de um bem (imóvel residencial, comercial ou rural) da esfera da posse do legítimo possuidor. Implica o crime de usurpação tipificado quando alguém invade com violência à pessoa, grave ameaça ou mediante concurso de mais de duas pessoas, terreno ou edifício alheio. Ocorrido o esbulho, o interessado pode entrar com ação de reintegração de posse e por perdas e danos. O "esbulho possessório" é crime. A sentença criminal pode condenar o esbulhador à detenção de um a seis meses e ainda, multa.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://direito2.com/acam/2004/set/21/esbulho-possessorio"&gt;Direito 2&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-4197569760196564017?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/4197569760196564017/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=4197569760196564017' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/4197569760196564017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/4197569760196564017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/08/o-que-e-esbulho-possessorio.html' title='O que é Esbulho Possessório?'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-980980398305696145</id><published>2011-08-03T20:34:00.000-03:00</published><updated>2011-08-03T20:34:04.984-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia'/><title type='text'>Tempo, espaço e causalidade</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Yu95i2sZh34/Tjna2tBg-SI/AAAAAAAAA6o/JosZqJcXstM/s1600/tempo2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://3.bp.blogspot.com/-Yu95i2sZh34/Tjna2tBg-SI/AAAAAAAAA6o/JosZqJcXstM/s200/tempo2.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Por Friedrich Nietzsche&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;Tempo, espaço e causalidade são apenas metáforas do conhecimento, por meio das quais interpretamos as coisas. Excitação e atividades ligadas uma à outra: como isso se faz, não o sabemos, não compreendemos nenhuma causalidade particular, mas temos dela uma experiência imediata. Todo sofrimento provoca uma ação, toda ação um sofrimento - esse sentimento mais geral já é uma metáfora. A multiplicidade percebida pressupõe, portanto, já o tempo e o espaço, sucessão e justaposição. A justaposição no tempo produz a sensação de espaço A sensação de tempo dada com o sentimento da causa e do efeito, como resposta à questão dos graus de rapidez das diversas causalidades. Derivar a sensação de espaço somente como metáfora da sensação do tempo - ou o inverso? Duas causalidades localizadas uma ao lado da outra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-980980398305696145?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/980980398305696145/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=980980398305696145' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/980980398305696145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/980980398305696145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/08/tempo-espaco-e-causalidade.html' title='Tempo, espaço e causalidade'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-Yu95i2sZh34/Tjna2tBg-SI/AAAAAAAAA6o/JosZqJcXstM/s72-c/tempo2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-6448741586403747337</id><published>2011-08-02T22:24:00.002-03:00</published><updated>2011-08-03T20:48:05.320-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Job. Nascimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexão'/><title type='text'>Televangelistas</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-COKHVMZxrSA/TjiiXA6rT8I/AAAAAAAAA6k/JWISJLgbACY/s1600/grassley-6.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="156" src="http://2.bp.blogspot.com/-COKHVMZxrSA/TjiiXA6rT8I/AAAAAAAAA6k/JWISJLgbACY/s200/grassley-6.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Por Job. Nascimento&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="status-body" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span class="status-content"&gt;&lt;span class="entry-content"&gt;Me incomoda saber que algumas pessoas assistem televangelistas e pensam que isso é evangelho. Rejeitam Jesus sem conhecê-lo. Apesar da foto ser de televangelistas americanos, me refiro também aos brasileiros que vendem um produto falsificado com o pretenso nome de "evangelho". &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;"Jesus explicou: Vim para julgar o mundo. Vim para dar vista aos cegos e para mostrar àqueles que julgam ver que, afinal, são eles os cegos" (João 9.39).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-6448741586403747337?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/6448741586403747337/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=6448741586403747337' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/6448741586403747337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/6448741586403747337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/08/televangelistas.html' title='Televangelistas'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-COKHVMZxrSA/TjiiXA6rT8I/AAAAAAAAA6k/JWISJLgbACY/s72-c/grassley-6.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-9122456803396580858</id><published>2011-08-02T19:41:00.000-03:00</published><updated>2011-08-02T19:41:34.528-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia'/><title type='text'>John Stott (In memorian)</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-vj3jEtXqZnI/Tjh8j02MtHI/AAAAAAAAA6g/h7c0Qsbk9t0/s1600/JohnStott.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="236" src="http://3.bp.blogspot.com/-vj3jEtXqZnI/Tjh8j02MtHI/AAAAAAAAA6g/h7c0Qsbk9t0/s320/JohnStott.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;(27 de Abril de 1921 - 27 de Julho de 2011)&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-9122456803396580858?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/9122456803396580858/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=9122456803396580858' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/9122456803396580858'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/9122456803396580858'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/08/john-stott-in-memorian.html' title='John Stott (In memorian)'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-vj3jEtXqZnI/Tjh8j02MtHI/AAAAAAAAA6g/h7c0Qsbk9t0/s72-c/JohnStott.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-6188864336224191738</id><published>2011-08-01T14:33:00.006-03:00</published><updated>2011-08-01T14:38:35.031-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Caio Fábio'/><title type='text'>O fruto do Evangelho é vida e paz</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/uMmzqe_g0Os" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;_________________&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Ajude a divulgar o blog:&lt;/b&gt; se você tem uma conta no gmail clique no +1. Obrigado.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-6188864336224191738?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/6188864336224191738/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=6188864336224191738' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/6188864336224191738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/6188864336224191738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/08/o-fruto-do-evangelho-e-vida-e-paz.html' title='O fruto do Evangelho é vida e paz'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/uMmzqe_g0Os/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-2708771587236748252</id><published>2011-07-25T13:42:00.002-03:00</published><updated>2011-07-25T13:44:04.846-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Penal e Derivados'/><title type='text'>Sistema penitenciário e as leis que não cumprem</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="entry-content" id="content-entry" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-CjUApzQYShg/Ti2c25YshGI/AAAAAAAAA6c/D_G7_96kBbk/s1600/presidio.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="160" src="http://3.bp.blogspot.com/-CjUApzQYShg/Ti2c25YshGI/AAAAAAAAA6c/D_G7_96kBbk/s200/presidio.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Por Drauzio Varella &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As prisões de antigamente serviam para trancar escravos e prisioneiros de guerra. Fora dessas categorias albergavam apenas criminosos à espera de julgamento ou a serem torturados, prática legal naqueles dias. A partir do século 18, no entanto, a finalidade do encarceramento passou a ser isolar e recuperar o infrator. Houve um direcionamento novo da arte de fazer sofrer, como disse Foucault. Assim começa o excelente livro “A Prisão”, do criminalista Luís Francisco Carvalho Filho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O autor parte de uma análise dos dois sistemas penitenciários americanos que influenciaram a organização dos presídios no final do século 19: o sistema da Filadélfia e o de Auburn. O primeiro preconizava isolamento em cela individual, silêncio absoluto, castigo físico para os desobedientes e vigilância permanente. O outro, além do silêncio e das punições físicas, propunha oito horas de trabalho diário nas oficinas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mais tarde, com o aumento progressivo do número de presos e do custo para manter prisões com celas individuais, a adoção desses sistemas se tornou impraticável. Entrou, então, em moda um modelo criado na Irlanda, segundo o qual a pena seria cumprida em três fases: na inicial, os detentos deviam ser mantidos em regime celular, isolados, em silêncio, com “trabalho duro e alimentação escassa”; depois, vinha um período intermediário de trabalho em grupo, ainda em silêncio, mas com isolamento apenas noturno, no qual os bem-comportados ganhavam o direito de adquirir a liberdade condicional, terceira fase da pena.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em seguida, o autor mostra como evoluíram as prisões brasileiras, das cadeias localizadas no andar térreo das Câmaras municipais, sem muros, com grades que davam para a rua, através das quais os presos pediam esmolas aos transeuntes, até a construção das primeiras Casas de Correção, em São Paulo e no Rio de Janeiro, nos anos 1850. Nelas, como descreveu Fernando Salla, na publicação mais completa sobre o assunto (“As Prisões em São Paulo: 1822 – 1940″ – Annablume, 1999), os presos eram condenados ao trabalho forçado, à prisão perpétua, ao açoite nos calabouços, e, numa demonstração clara de arejamento do sistema, os escravos não podiam mais ser condenados à morte nem a receber mais do que 50 chibatadas por dia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse apanhado histórico é apresentado de uma forma concisa, que prende a atenção do leitor, para entender como surgiram nossas prisões modernas, das quais a Penitenciária de São Paulo, construída em 1920, encarnava a nova filosofia de tratar o criminoso como doente e a cadeia, como hospital destinado a regenerá-lo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao chegar à situação atual das 871 prisões brasileiras, com suas 107 mil vagas, Carvalho Filho abre caminho no emaranhado de artigos de nosso Código Penal, para deixar claro o que poucos sabem: quando a pena é superior a oito anos, o condenado deve cumpri-la em regime fechado. Quando não é reincidente e a pena é inferior a oito e superior a quatro anos, poderá ser cumprida em regime semi-aberto. Se for inferior a quatro anos, o principiante pode ir direto para o regime aberto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além disso, cumprido pelo menos um sexto da sentença, o preso de bom comportamento, que não tenha cometido crime hediondo, tem direito de passar de um regime para o seguinte, isto é, do fechado para o semi-aberto e deste para o aberto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Consideremos ou não que “lugar de bandido é a cadeia”, essas são as leis do país. Se são frouxas para conter a escalada do crime em nossas cidades, devem ser mudadas urgentemente. Mas, enquanto não o forem, precisam ser respeitadas. O não-cumprimento delas é, em minha experiência, a principal causa das rebeliões em nossas cadeias.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Embora a sociedade não tenha interesse nesses detalhes legais tão bem resumidos no livro, eles são recitados de cor pelos principais interessados: os que infringiram a lei. Ladrões, receptadores, traficantes, estupradores e autores de crimes de morte impressionam o interlocutor pela familiaridade com o Código Penal. Sabem os números dos artigos em que foram enquadrados, a pena máxima a que podem ser condenados e todas as atenuantes que os favorecem. Muitos repetem o palavreado jurídico e encaminham petições como se fossem advogados – com mais precisão técnica do que alguns profissionais, como costumam afirmar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se um homem está condenado a seis anos de reclusão e a lei diz que depois de cumprir um sexto da pena ele tem direito de ser transferido para o regime semi-aberto, ao completar um ano de cadeia, vai querer ir embora dali. Se a lei assegura que, cumprido um terço da pena, o preso pode pleitear livramento condicional, por que os que têm advogado conseguem esse benefício e os mais pobres não?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No final do livro, o autor analisa as principais controvérsias sobre as causas e tratamentos da violência urbana que nos aflige. Mostra que o custo da manutenção daqueles que foram condenados por crimes não violentos no país (cerca de 30% do total de criminosos) seria suficiente para construir 54 mil casas populares por ano e que o problema da segurança pública nunca será resolvido com a retórica dos demagogos, que prometem devolver segurança imediata à população através de programas do tipo “tolerância zero”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como Carvalho Filho explica com toda a propriedade, “não há perspectiva de melhoria nesse campo sem a implementação de uma série de políticas que envolvem desde medidas aparentemente singelas, como iluminação pública e criação de áreas de lazer para a população periférica, até reformas muito profundas, voltadas para a reversão do processo de exclusão econômica e para o aperfeiçoamento das instituições policiais e judiciárias”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Fonte&lt;/b&gt;:&amp;nbsp;&lt;a href="http://drauziovarella.com.br/wiki-saude/do-sistema-penitenciario-brasileiro-e-das-leis-que-nao-se-cumprem/"&gt;Drauzio Varella&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-2708771587236748252?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/2708771587236748252/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=2708771587236748252' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/2708771587236748252'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/2708771587236748252'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/07/do-sistema-penitenciario-brasileiro-e.html' title='Sistema penitenciário e as leis que não cumprem'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-CjUApzQYShg/Ti2c25YshGI/AAAAAAAAA6c/D_G7_96kBbk/s72-c/presidio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-6553075118359493686</id><published>2011-07-24T12:07:00.000-03:00</published><updated>2011-07-24T12:07:14.090-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia'/><title type='text'>Pacto de Lausanne</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-HPaplg8eA4w/Tiw04jd_CbI/AAAAAAAAA6Y/ZwIjEuWfwI8/s1600/300px-Lausanne-cathe7.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-HPaplg8eA4w/Tiw04jd_CbI/AAAAAAAAA6Y/ZwIjEuWfwI8/s200/300px-Lausanne-cathe7.JPG" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Sumário&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Introdução&lt;br /&gt;1. O Propósito de Deus&lt;br /&gt;2. A Autoridade e o Poder da Bíblia&lt;br /&gt;3. A Unicidade e a Universalidade de Cristo&lt;br /&gt;4. A Natureza da Evangelização&lt;br /&gt;5. A Responsabilidade Social Cristã&lt;br /&gt;6. A Igreja e a Evangelização&lt;br /&gt;7. Cooperação na Evangelização&lt;br /&gt;8. Esforço Conjugado de Igrejas na Evangelização&lt;br /&gt;9. Urgência da Tarefa Evangelística&lt;br /&gt;10. Evangelização e Cultura&lt;br /&gt;11. Educação e Liderança&lt;br /&gt;12. Conflito Espiritual&lt;br /&gt;13. Liberdade e Perseguição&lt;br /&gt;14. O Poder do Espírito Santo&lt;br /&gt;15. O Retorno de Cristo&lt;br /&gt;Conclusão&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Introdução&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Nós, membros da Igreja de Jesus Cristo, procedentes de mais de 150 nações, participantes&lt;br /&gt;do Congresso Internacional de Evangelização Mundial, em Lausanne, louvamos a Deus por sua grande salvação, e regozijamo-nos com a comunhão que, por graça dele mesmo,&lt;br /&gt;podemos ter com ele e uns com os outros. Estamos profundamente tocados pelo que Deus&lt;br /&gt;vem fazendo em nossos dias, movidos ao arrependimento por nossos fracassos e desafiados&lt;br /&gt;pela tarefa inacabada da evangelização. Acreditamos que o evangelho são as boas novas de&lt;br /&gt;Deus para todo o mundo, e por sua graça, decidimo-nos a obedecer ao mandamento de&lt;br /&gt;Cristo de proclamá-lo a toda a humanidade e fazer discípulos de todas as nações.&lt;br /&gt;Desejamos, portanto, reafirmar a nossa fé e a nossa resolução, e tornar público o nosso&lt;br /&gt;pacto.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1. O propósito de Deus&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Afirmamos a nossa crença no único Deus eterno, Criador e Senhor do Mundo, Pai, Filho e&lt;br /&gt;Espírito Santo, que governa todas as coisas segundo o propósito da sua vontade. Ele tem&lt;br /&gt;chamado do mundo um povo para si, enviando-o novamente ao mundo como seus servos e&lt;br /&gt;testemunhas, para estender o seu reino, edificar o corpo de Cristo, e também para a glória&lt;br /&gt;do seu nome. Confessamos, envergonhados, que muitas vezes negamos o nosso chamado e&lt;br /&gt;falhamos em nossa missão, em razão de nos termos conformado ao mundo ou nos termos&lt;br /&gt;isolado demasiadamente. Contudo, regozijamo-nos com o fato de que, mesmo&lt;br /&gt;transportado em vasos de barro, o evangelho continua sendo um tesouro precioso. À tarefa&lt;br /&gt;de tornar esse tesouro conhecido, no poder do Espírito Santo, desejamos dedicar-nos&lt;br /&gt;novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2. A autoridade e o poder da Bíblia&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Afirmamos a inspiração divina, a veracidade e autoridade das Escrituras tanto do Velho&lt;br /&gt;como do Novo Testamento, em sua totalidade, como única Palavra de Deus escrita, sem&lt;br /&gt;erro em tudo o que ela afirma, e a única regra infalível de fé e prática. Também&lt;br /&gt;afirmamos o poder da Palavra de Deus para cumprir o seu propósito de salvação. A&lt;br /&gt;mensagem da Bíblia destina-se a toda a humanidade, pois a revelação de Deus em Cristo e&lt;br /&gt;na Escritura é imutável. Através dela o Espírito Santo fala ainda hoje. Ele ilumina as&lt;br /&gt;mentes do povo de Deus em toda cultura, de modo a perceberem a sua verdade, de&lt;br /&gt;maneira sempre nova, com os próprios olhos, e assim revela a toda a igreja uma porção&lt;br /&gt;cada vez maior da multiforme sabedoria de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3. A unicidade e a universalidade de Cristo&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Afirmamos que há um só Salvador e um só evangelho, embora exista uma ampla variedade&lt;br /&gt;de maneiras de se realizar a obra de evangelização. Reconhecemos que todos os homens&lt;br /&gt;têm algum conhecimento de Deus através da revelação geral de Deus na natureza. Mas&lt;br /&gt;negamos que tal conhecimento possa salvar, pois os homens, por sua injustiça, suprimem a&lt;br /&gt;verdade. Também rejeitamos, como depreciativo de Cristo e do evangelho, todo e&lt;br /&gt;qualquer tipo de sincretismo ou de diálogo cujo pressuposto seja o de que Cristo fala&lt;br /&gt;igualmente através de todas as religiões e ideologias. Jesus Cristo, sendo ele próprio o&lt;br /&gt;único Deus-homem, que se deu uma só vez em resgate pelos pecadores, é o único&lt;br /&gt;mediador entre Deus e o homem. Não existe nenhum outro nome pelo qual importa que&lt;br /&gt;sejamos salvos. Todos os homens estão perecendo por causa do pecado, mas Deus ama&lt;br /&gt;todos os homens, desejando que nenhum pereça, mas que todos se arrependam.&lt;br /&gt;Entretanto, os que rejeitam Cristo repudiam o gozo da salvação e condenam-se à&lt;br /&gt;separação eterna de Deus. Proclamar Jesus como "o Salvador do mundo" não é afirmar que&lt;br /&gt;todos os homens, automaticamente, ou ao final de tudo, serão salvos; e muito menos que&lt;br /&gt;todas as religiões ofereçam salvação em Cristo. Trata-se antes de proclamar o amor de&lt;br /&gt;Deus por um mundo de pecadores e convidar todos os homens a se entregarem a ele como&lt;br /&gt;Salvador e Senhor no sincero compromisso pessoal de arrependimento e fé. Jesus Cristo foi&lt;br /&gt;exaltado sobre todo e qualquer nome. Anelamos pelo dia em que todo joelho se dobrará&lt;br /&gt;diante dele e toda língua o confessará como Senhor.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;4. A natureza da evangelização&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Evangelizar é difundir as boas novas de que Jesus Cristo morreu por nossos pecados e&lt;br /&gt;ressuscitou segundo as Escrituras, e de que, como Senhor e Rei, ele agora oferece o perdão&lt;br /&gt;dos pecados e o dom libertador do Espírito a todos os que se arrependem e crêem. A nossa&lt;br /&gt;presença cristã no mundo é indispensável à evangelização, e o mesmo se dá com aquele&lt;br /&gt;tipo de diálogo cujo propósito é ouvir com sensibilidade, a fim de compreender. Mas a&lt;br /&gt;evangelização propriamente dita é a proclamação do Cristo bíblico e histórico como&lt;br /&gt;Salvador e Senhor, com o intuito de persuadir as pessoas a vir a ele pessoalmente e, assim,&lt;br /&gt;se reconciliarem com Deus. Ao fazermos o convite do evangelho, não temos o direito de&lt;br /&gt;esconder o custo do discipulado. Jesus ainda convida todos os que queiram segui-lo e&lt;br /&gt;negarem-se a si mesmos, tomarem a cruz e identificarem-se com a sua nova comunidade.&lt;br /&gt;Os resultados da evangelização incluem a obediência a Cristo, o ingresso em sua igreja e&lt;br /&gt;um serviço responsável no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;5. A responsabilidade social cristã&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Afirmamos que Deus é o Criador e o Juiz de todos os homens. Portanto, devemos partilhar&lt;br /&gt;o seu interesse pela justiça e pela conciliação em toda a sociedade humana, e pela&lt;br /&gt;libertação dos homens de todo tipo de opressão. Porque a humanidade foi feita à imagem&lt;br /&gt;de Deus, toda pessoa, sem distinção de raça, religião, cor, cultura, classe social, sexo ou&lt;br /&gt;idade possui uma dignidade intrínseca em razão da qual deve ser respeitada e servida, e&lt;br /&gt;não explorada. Aqui também nos arrependemos de nossa negligência e de termos algumas&lt;br /&gt;vezes considerado a evangelização e a atividade social mutuamente exclusivas. Embora a&lt;br /&gt;reconciliação com o homem não seja reconciliação com Deus, nem a ação social&lt;br /&gt;evangelização, nem a libertação política salvação, afirmamos que a evangelização e o&lt;br /&gt;envolvimento sócio-político são ambos parte do nosso dever cristão. Pois ambos são&lt;br /&gt;necessárias expressões de nossas doutrinas acerca de Deus e do homem, de nosso amor por&lt;br /&gt;nosso próximo e de nossa obediência a Jesus Cristo. A mensagem da salvação implica&lt;br /&gt;também uma mensagem de juízo sobre toda forma de alienação, de opressão e de&lt;br /&gt;discriminação, e não devemos ter medo de denunciar o mal e a injustiça onde quer que&lt;br /&gt;existam. Quando as pessoas recebem Cristo, nascem de novo em seu reino e devem&lt;br /&gt;procurar não só evidenciar mas também divulgar a retidão do reino em meio a um mundo&lt;br /&gt;injusto. A salvação que alegamos possuir deve estar nos transformando na totalidade de&lt;br /&gt;nossas responsabilidades pessoais e sociais. A fé sem obras é morta.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;6. A Igreja e a evangelização&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Afirmamos que Cristo envia o seu povo redimido ao mundo assim como o Pai o enviou, e&lt;br /&gt;que isso requer uma penetração de igual modo profunda e sacrificial. Precisamos deixar os&lt;br /&gt;nossos guetos eclesiásticos e penetrar na sociedade não-cristã. Na missão de serviço&lt;br /&gt;sacrificial da igreja a evangelização é primordial. A evangelização mundial requer que a&lt;br /&gt;igreja inteira leve o evangelho integral ao mundo todo. A igreja ocupa o ponto central do&lt;br /&gt;propósito divino para com o mundo, e é o agente que ele promoveu para difundir o&lt;br /&gt;evangelho. Mas uma igreja que pregue a Cruz deve, ela própria, ser marcada pela Cruz. Ela&lt;br /&gt;torna-se uma pedra de tropeço para a evangelização quando trai o evangelho ou quando&lt;br /&gt;lhe falta uma fé viva em Deus, um amor genuíno pelas pessoas, ou uma honestidade&lt;br /&gt;escrupulosa em todas as coisas, inclusive em promoção e finanças. A igreja é antes a&lt;br /&gt;comunidade do povo de Deus do que uma instituição, e não pode ser identificada com&lt;br /&gt;qualquer cultura em particular, nem com qualquer sistema social ou político, nem com&lt;br /&gt;ideologias humanas.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;7. Cooperação na evangelização&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Afirmamos que é propósito de Deus haver na igreja uma unidade visível de pensamento&lt;br /&gt;quanto à verdade. A evangelização também nos convoca à unidade, porque o ser um só&lt;br /&gt;corpo reforça o nosso testemunho, assim como a nossa desunião enfraquece o nosso&lt;br /&gt;evangelho de reconciliação. Reconhecemos, entretanto, que a unidade organizacional&lt;br /&gt;pode tomar muitas formas e não ativa necessariamente a evangelização. Contudo, nós, que&lt;br /&gt;partilhamos a mesma fé bíblica, devemos estar intimamente unidos na comunhão uns com&lt;br /&gt;os outros, nas obras e no testemunho. Confessamos que o nosso testemunho, algumas&lt;br /&gt;vezes, tem sido manchado por pecaminoso individualismo e desnecessária duplicação de&lt;br /&gt;esforço. Empenhamo-nos por encontrar uma unidade mais profunda na verdade, na&lt;br /&gt;adoração, na santidade e na missão. Instamos para que se apresse o desenvolvimento de&lt;br /&gt;uma cooperação regional e funcional para maior amplitude da missão da igreja, para o&lt;br /&gt;planejamento estratégico, para o encorajamento mútuo, e para o compartilhamento de&lt;br /&gt;recursos e de experiências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;8. Esforço conjugado de Igrejas na evangelização&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Regozijamo-nos com o alvorecer de uma nova era missionária. O papel dominante das&lt;br /&gt;missões ocidentais está desaparecendo rapidamente. Deus está levantando das igrejas mais&lt;br /&gt;jovens um grande e novo recurso para a evangelização mundial, demonstrando assim que a&lt;br /&gt;responsabilidade de evangelizar pertence a todo o corpo de Cristo. Todas as igrejas,&lt;br /&gt;portando, devem perguntar a Deus, e a si próprias, o que deveriam estar fazendo tanto&lt;br /&gt;para alcançar suas próprias áreas como para enviar missionários a outras partes do mundo.&lt;br /&gt;Deve ser permanente o processo de reavaliação da nossa responsabilidade e atuação&lt;br /&gt;missionária. Assim, haverá um crescente esforço conjugado pelas igrejas, o que revelará&lt;br /&gt;com maior clareza o caráter universal da igreja de Cristo. Também agradecemos a Deus&lt;br /&gt;pela existência de instituições que laboram na tradução da Bíblia, na educação teológica,&lt;br /&gt;no uso dos meios de comunicação de massa, na literatura cristã, na evangelização, em&lt;br /&gt;missões, no avivamento de igrejas e em outros campos especializados. Elas também devem&lt;br /&gt;empenhar-se em constante auto-exame que as levem a uma avaliação correta de sua&lt;br /&gt;eficácia como parte da missão da igreja.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;9. Urgência da tarefa evangelística&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Mais de dois bilhões e setecentos milhões de pessoas, ou seja, mais de dois terços da&lt;br /&gt;humanidade, ainda estão por serem evangelizadas. Causa-nos vergonha ver tanta gente&lt;br /&gt;esquecida; continua sendo uma reprimenda para nós e para toda a igreja. Existe agora,&lt;br /&gt;entretanto, em muitas partes do mundo, uma receptividade sem precedentes ao Senhor&lt;br /&gt;Jesus Cristo. Estamos convencidos de que esta é a ocasião para que as igrejas e as&lt;br /&gt;instituições para-eclesiásticas orem com seriedade pela salvação dos não-alcançados e se&lt;br /&gt;lancem em novos esforços para realizarem a evangelização mundial. A redução de&lt;br /&gt;missionários estrangeiros e de dinheiro num país evangelizado algumas vezes talvez seja&lt;br /&gt;necessária para facilitar o crescimento da igreja nacional em autonomia, e para liberar&lt;br /&gt;recursos para áreas ainda não evangelizadas. Deve haver um fluxo cada vez mais livre de&lt;br /&gt;missionários entre os seis continentes num espírito de abnegação e prontidão em servir. O&lt;br /&gt;alvo deve ser o de conseguir por todos os meios possíveis e no menor espaço de tempo,&lt;br /&gt;que toda pessoa tenha a oportunidade de ouvir, de compreender e de receber as boas&lt;br /&gt;novas. Não podemos esperar atingir esse alvo sem sacrifício. Todos nós estamos chocados&lt;br /&gt;com a pobreza de milhões de pessoas, e conturbados pelas injustiças que a provocam.&lt;br /&gt;Aqueles dentre nós que vivem em meio à opulência aceitam como obrigação sua&lt;br /&gt;desenvolver um estilo de vida simples a fim de contribuir mais generosamente tanto para&lt;br /&gt;aliviar os necessitados como para a evangelização deles.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;10. Evangelização e cultura&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O desenvolvimento de estratégias para a evangelização mundial requer metodologia nova e&lt;br /&gt;criativa. Com a bênção de Deus, o resultado será o surgimento de igrejas profundamente&lt;br /&gt;enraizadas em Cristo e estreitamente relacionadas com a cultura local. A cultura deve&lt;br /&gt;sempre ser julgada e provada pelas Escrituras. Porque o homem é criatura de Deus, parte&lt;br /&gt;de sua cultura é rica em beleza e em bondade; porque ele experimentou a queda, toda a&lt;br /&gt;sua cultura está manchada pelo pecado, e parte dela é demoníaca. O evangelho não&lt;br /&gt;pressupõe a superioridade de uma cultura sobre a outra, mas avalia todas elas segundo o&lt;br /&gt;seu próprio critério de verdade e justiça, e insiste na aceitação de valores morais&lt;br /&gt;absolutos, em todas as culturas. As missões, muitas vezes têm exportado, juntamente com&lt;br /&gt;o evangelho, uma cultura estranha, e as igrejas, por vezes, têm ficado submissas aos&lt;br /&gt;ditames de uma determinada cultura, em vez de às Escrituras. Os evangelistas de Cristo&lt;br /&gt;têm de, humildemente, procurar esvaziar-se de tudo, exceto de sua autenticidade pessoal,&lt;br /&gt;a fim de se tornarem servos dos outros, e as igrejas têm de procurar transformar e&lt;br /&gt;enriquecer a cultura; tudo para a glória de Deus.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;11. Educação e liderança&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Confessamos que às vezes temos nos empenhado em conseguir o crescimento numérico da&lt;br /&gt;igreja em detrimento do espiritual, divorciando a evangelização da edificação dos crentes.&lt;br /&gt;Também reconhecemos que algumas de nossas missões têm sido muito remissas em treinar&lt;br /&gt;e incentivar líderes nacionais a assumirem suas justas responsabilidades. Contudo,&lt;br /&gt;apoiamos integralmente os princípios que regem a formação de uma igreja de fato&lt;br /&gt;nacional, e ardentemente desejamos que toda a igreja tenha líderes nacionais que&lt;br /&gt;manifestem um estilo cristão de liderança não em termos de domínio, mas de serviço.&lt;br /&gt;Reconhecemos que há uma grande necessidade de desenvolver a educação teológica,&lt;br /&gt;especialmente para líderes eclesiásticos. Em toda nação e em toda cultura deve haver um&lt;br /&gt;eficiente programa de treinamento para pastores e leigos em doutrina, em discipulado, em&lt;br /&gt;evangelização, em edificação e em serviço. Este treinamento não deve depender de uma&lt;br /&gt;metodologia estereotipada, mas deve se desenvolver a partir de iniciativas locais criativas, de acordo com os padrões bíblicos.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;12. Conflito espiritual&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Cremos que estamos empenhados num permanente conflito espiritual com os principados e&lt;br /&gt;postestades do mal, que querem destruir a igreja e frustrar sua tarefa de evangelização&lt;br /&gt;mundial. Sabemos da necessidade de nos revestirmos da armadura de Deus e combater&lt;br /&gt;esta batalha com as armas espirituais da verdade e da oração. Pois percebemos a atividade&lt;br /&gt;no nosso inimigo, não somente nas falsas ideologias fora da igreja, mas também dentro&lt;br /&gt;dela em falsos evangelhos que torcem as Escrituras e colocam o homem no lugar de Deus.&lt;br /&gt;Precisamos tanto de vigilância como de discernimento para salvaguardar o evangelho&lt;br /&gt;bíblico. Reconhecemos que nós mesmos não somos imunes ao perigo de capitularmos ao&lt;br /&gt;secularismo. Por exemplo, embora tendo à nossa disposição pesquisas bem preparadas,&lt;br /&gt;valiosas, sobre o crescimento da igreja, tanto no sentido numérico como espiritual, às&lt;br /&gt;vezes não as temos utilizado. Por outro lado, por vezes tem acontecido que, na ânsia de&lt;br /&gt;conseguir resultados para o evangelho, temos comprometido a nossa mensagem, temos&lt;br /&gt;manipulado os nossos ouvintes com técnicas de pressão, e temos estado excessivamente&lt;br /&gt;preocupados com as estatísticas, e até mesmo utilizando-as de forma desonesta. A igreja&lt;br /&gt;tem que estar no mundo; o mundo não tem que estar na igreja.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;13. Liberdade e perseguição&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;É dever de toda nação, dever que foi estabelecido por Deus, assegurar condições de paz,&lt;br /&gt;de justiça e de liberdade em que a igreja possa obedecer a Deus, servir a Cristo Senhor e&lt;br /&gt;pregar o evangelho sem impedimentos. Portanto, oramos pelos líderes das nações e com&lt;br /&gt;eles instamos para que garantam a liberdade de pensamento e de consciência, e a&lt;br /&gt;liberdade de praticar e propagar a religião, de acordo com a vontade de Deus, e com o que&lt;br /&gt;vem expresso na Declaração Universal do Direitos Humanos. Também expressamos nossa&lt;br /&gt;profunda preocupação com todos os que foram injustamente encarcerados, especialmente&lt;br /&gt;com nossos irmãos que estão sofrendo por causa do seu testemunho do Senhor Jesus.&lt;br /&gt;Prometemos orar e trabalhar pela libertação deles. Ao mesmo tempo, recusamo-nos a ser&lt;br /&gt;intimidados por sua situação. Com a ajuda de Deus, nós também procuraremos nos opor a&lt;br /&gt;toda injustiça e permanecer fiéis ao evangelho, seja a que custo for. Não nos esqueçamos&lt;br /&gt;de que Jesus nos preveniu de que a perseguição é inevitável.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;14. O poder do Espírito Santo&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Cremos no poder do Espírito Santo. O pai enviou o seu Espírito para dar testemunho do seu&lt;br /&gt;Filho. Sem o testemunho dele o nosso seria em vão. Convicção de pecado, fé em Cristo,&lt;br /&gt;novo nascimento cristão, é tudo obra dele. De mais a mais, o Espírito Santo é um Espírito&lt;br /&gt;missionário, de maneira que a evangelização deve surgir espontaneamente numa igreja&lt;br /&gt;cheia do Espírito. A igreja que não é missionária contradiz a si mesma e debela o Espírito.&lt;br /&gt;A evangelização mundial só se tornará realidade quando o Espírito renovar a igreja na&lt;br /&gt;verdade, na sabedoria, na fé, na santidade, no amor e no poder. Portanto, instamos com&lt;br /&gt;todos os cristãos para que orem pedindo pela visita do soberano Espírito de Deus, a fim de&lt;br /&gt;que o seu fruto todo apareça em todo o seu povo, e que todos os seus dons enriqueçam o&lt;br /&gt;corpo de Cristo. Só então a igreja inteira se tornará um instrumento adequado em Suas&lt;br /&gt;mãos, para que toda a terra ouça a Sua voz.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;15. O retorno de Cristo&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Cremos que Jesus Cristo voltará pessoal e visivelmente, em poder e glória, para consumar&lt;br /&gt;a salvação e o juízo. Esta promessa de sua vinda é um estímulo ainda maior à&lt;br /&gt;evangelização, pois lembramo-nos de que ele disse que o evangelho deve ser&lt;br /&gt;primeiramente pregado a todas as nações. Acreditamos que o período que vai desde a&lt;br /&gt;ascensão de Cristo até o seu retorno será preenchido com a missão do povo de Deus, que&lt;br /&gt;não pode parar esta obra antes do Fim. Também nos lembramos da sua advertência de que&lt;br /&gt;falsos cristos e falsos profetas apareceriam como precursores do Anticristo. Portanto,&lt;br /&gt;rejeitamos como sendo apenas um sonho da vaidade humana a idéia de que o homem possa&lt;br /&gt;algum dia construir uma utopia na terra. A nossa confiança cristã é a de que Deus&lt;br /&gt;aperfeiçoará o seu reino, e aguardamos ansiosamente esse dia, e o novo céu e a nova terra&lt;br /&gt;em que a justiça habitará e Deus reinará para sempre. Enquanto isso, rededicamo-nos ao&lt;br /&gt;serviço de Cristo e dos homens em alegre submissão à sua autoridade sobre a totalidade de&lt;br /&gt;nossas vidas.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Portanto, à luz desta nossa fé e resolução, firmamos um pacto solene com Deus, bem como&lt;br /&gt;uns com os outros, de orar, planejar e trabalhar juntos pela evangelização de todo o&lt;br /&gt;mundo. Instamos com outros para que se juntem a nós. Que Deus nos ajude por sua graça e&lt;br /&gt;para a sua glória a sermos fiéis a este Pacto! Amém. Aleluia!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;" /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;[Lausanne, Suíça, 1974]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-6553075118359493686?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/6553075118359493686/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=6553075118359493686' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/6553075118359493686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/6553075118359493686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/07/pacto-de-lausanne.html' title='Pacto de Lausanne'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-HPaplg8eA4w/Tiw04jd_CbI/AAAAAAAAA6Y/ZwIjEuWfwI8/s72-c/300px-Lausanne-cathe7.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-8014269368613323259</id><published>2011-07-23T17:55:00.001-03:00</published><updated>2011-07-23T17:56:29.838-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Penal e Derivados'/><title type='text'>O oxi e o crack</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.blogdasaude.com.br/wp-content/uploads/2011/05/OXI.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="112" src="http://www.blogdasaude.com.br/wp-content/uploads/2011/05/OXI.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Por Drauzio Varella&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Droga ilícita é como a moda: passa uma, vem outra.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Nos anos 1950, a classe média chamava a maconha de “droga de engraxate”, com desprezo. Fumavam maconha apenas os marginais e a malandragem de rua; a burguesia endinheirada jamais.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Na esteira do movimento hippie e da contracultura, a maconha se tornaria a droga preferida pela juventude, a partir da década de 1960. Os primeiros a aderir foram os universitários e os intelectuais, depois vieram os mais jovens e os iletrados, num processo insidioso e persistente que disseminou o uso em todas as camadas sociais.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Tradicionalmente mais cara do que a maconha, a cocaína foi considerada exclusiva dos mais abastados, até o fim dos anos 1970. Na imaginação popular, o pó era consumido em reuniões elegantes, nos passeios de iate e nas festas em que os milionários faziam troca de casais.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;A epidemia de Aids se encarregou de escancarar uma realidade menos fantasiosa.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Os primeiros casos da doença no Brasil foram diagnosticados a partir de 1982, exclusivamente entre homens homossexuais. Em seguida, começaram a surgir homens e mulheres heterossexuais dos bairros mais pobres, que haviam contraído o vírus ao compartilhar seringas e agulhas para injetar cocaína na veia.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;O acúmulo desses casos deixou claro que havia uma epidemia de cocaína injetável que se disseminava em silêncio na periferia das cidades grandes.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Quando cheguei no Carandiru, em 1989, cansei de atender presos que vinham com as veias dos braços em petição de miséria, resultado das sucessivas picadas para injetar a droga nas condições mais precárias de assepsia que alguém possa imaginar.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Nesse ano, colhemos 1492 amostras de sangue entre os que estavam inscritos no programa de visitas íntimas, com o objetivo de mostrar às autoridades do sistema prisional que era um absurdo a sociedade abrir as portas da cadeia para mais de mil parceiras sexuais daqueles homens, sem lhes oferecer qualquer tipo de informação nem lhes garantir acesso ao preservativo.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Os resultados mostraram que 17,3% dos presos eram HIV-positivos, quase todos infectados por seringas e agulhas. Estudo realizado mais tarde com as mesmas amostras revelou que 60% delas eram positivas para o vírus da hepatite C.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;As mortes por Aids, a aparência física dos que chegavam ao estágio final de evolução e as campanhas educativas contra o uso de droga na veia acabaram com as injeções de cocaína no presídio, tendência que se espalharia pelas ruas da cidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Não havia motivo para comemoração, no entanto. A cocaína injetável foi imediatamente substituída pelo crack, preparação mais impura, mais barata e de uso compulsivo, que eliminava a necessidade da aplicação intravenosa.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;A ausência completa de campanhas de esclarecimento nas escolas e nos meios de comunicação de massa, de estratégias de prevenção ao uso e de programas de saúde destinados a recuperar os usuários, permitiram que o crack se espalhasse feito praga e chegasse às cidades pequenas do país inteiro.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Quando uma das facções de prisioneiros assumiu a supremacia nas cadeias de São Paulo, seus líderes concluíram que o crack colocava o usuário num estado de insolvência financeira que prejudicava os interesses da organização. Como consequência, aconteceu o que eu jamais poderia imaginar, o crack foi banido das cadeias paulistas.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Nessa época, tive a esperança de que desaparecesse também das ruas, em analogia ao que acontecera com a cocaína injetável. Logo percebi a ingenuidade: é a droga que mais lucro dá ao traficante.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Agora, no auge da epidemia de crack, surge o oxi, preparação mais bruta ainda, resultado do tratamento da pasta de cocaína com querosene, cal e líquidos oxidantes, mais baratos do que o bicarbonato e o amoníaco usados na química do crack. Na cracolândia, a pedra é vendida a R$2, enquanto a de crack custa R$10.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Caro leitor, é preciso ter curso de pós-graduação em drogas ilícitas para prever o que acontecerá?&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Enquanto insistirmos em concentrar os esforços na “guerra contra as drogas”, sem nos preocuparmos em reduzir o número de usuários que formam o mercado consumidor, iremos ao sabor da droga da moda, cada vez mais barata, compulsiva e destruidora.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Fonte&lt;/b&gt;:&amp;nbsp;&lt;a href="http://drauziovarella.com.br/dependencia-quimica/o-oxi-e-o-crack/"&gt;Drauzio Varella&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820829776252085157-8014269368613323259?l=jobnascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jobnascimento.blogspot.com/feeds/8014269368613323259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820829776252085157&amp;postID=8014269368613323259' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/8014269368613323259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820829776252085157/posts/default/8014269368613323259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jobnascimento.blogspot.com/2011/07/o-oxi-e-o-crack.html' title='O oxi e o crack'/><author><name>Job. Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00585722922054791008</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-jlFzbvNGVHg/TnYmpk-MboI/AAAAAAAAA9A/9D1tUXaAvNM/s220/1%2B%252836%2529.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820829776252085157.post-6214055904178053650</id><published>2011-07-21T21:13:00.001-03:00</published><updated>2011-07-21T21:15:03.159-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Concílio Herege'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Carlos Néri'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologia'/><title type='text'>Pessoa e Sociedade humana</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-qDlXW_6pONY/TijAZ8GFMHI/AAAAAAAAA6Q/n710G-s2hz8/s1600/sociedade-acucareira.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="193" src="http://2.bp.blogspot.com/-qDlXW_6pONY/TijAZ8GFMHI/AAAAAAAAA6Q/n710G-s2hz8/s200/sociedade-acucareira.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;Por Carlos Néri&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;Pessoa e Sociedade humana: o ensinamento de João XXIII &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.3cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 0.95cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.3cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 0.02cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.3cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 0.02cm;"&gt;Lima Vaz analisa que “toda filosofia social repousa, em ultimainstância, numa concepção de homem”, sendo que são asperspectivas adotadas no plano antropológico que “orientam”finalmente as soluções e a posição mesma dos “problemasespecíficos” que se colocam ao longo da reflexão sobre asociedade.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.3cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 0.02cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.3cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 0.02cm;"&gt;Partindo desse princípio a sociedade será pensada como uma“expansão e uma realização do individuo” ou uma “pressão”que sobre ele se exerce; e que se desdobrará como criação eafrontamento das liberdades ou se articulará como rígida cadeia de“determinismos” que pesa sobre as livres opções, na medida emque o próprio homem, “sujeito do fato social” é pensado na“irredutível” originalidade da consciência ou como “coisa”que apenas reflete ou traduz a necessidade impessoal de leis naturaisa cuja “imposição” deverá, em definitivo, submeter-se.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.3cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 0.02cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.3cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 0.02cm;"&gt;Portanto, é em torno do homem, nos confirma Lima Vaz em que setrava a luta decisiva das ideologias. Estas sendo também fatossociais exprimem o esforço de racionalização das vivências e dosinteresses de um grupo, de uma classe, de um movimento histórico;que formulam em termos de possível rigor racional seus princípios eseus objetivos. Porém as ideologias em sua imanência possuem umcritério que as julga e as submete à prova da história,transcendendo por sua vez, seus condicionamentos: é a concepção dohomem.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.3cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 0.02cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.3cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 0.02cm;"&gt;Todas as obras dos homens, suas criações podem ser refratadas(desviadas) segundo o ângulo da ideologia. Só o homem mesmo,sujeito último da história e foco primeiro de toda angulaçãoideológica possível, não pode ser “relativizado”definitivamente em termos ideológicos.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.3cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 0.02cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.3cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 0.02cm;"&gt;A ideologia deve formular sua concepção de homem, mas é aexistência concreta do homem, sua condição histórica e suasexigências de realização que julga inapelavelmente a concepçãoideológica. Por essa razão Lima Vaz afirma haver em toda ideologiaum critério imanente de valor que é o valor mesmo, existencial enão apenas teórico de seus fundamentos antropológicos.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.3cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 0.02cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.3cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 0.02cm;"&gt;Partindo da instância do humano, Lima Vaz entende que João XXIIIpõe em relevo, em uma época de polarização ideológica num textocapital da encíclica &lt;i&gt;pacem in terris: &lt;/i&gt;“A doutrina, uma vezformulada, é aquilo que é, mas um movimento, mergulhado como estáem situações históricas em continuo devir não pode deixar de lhessofrer o influxo (influência) e, portanto, é suscetível dealterações profundas” (PT, 159). A doutrina, formulada aqui como“projeção ideológica” e justificada em razão, mediante omovimento histórico se traduz em uma “idéia do homem”, porém omovimento histórico pelo qual é formulada a ideologia é vivido porhomens concretos: nele estão presentes e atuantes as “exigênciasdo humano”.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.3cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 0.02cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.3cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 0.02cm;"&gt;São as &lt;i&gt;exigências do humano&lt;/i&gt; que guia o ensinamento socialda igreja a permanecer atento nas linhas de tal exigência,manifestando permanentemente uma atitude critica em face da rigidezdas ideologias, e é no plano da antropologia que está critica setorna radical.  A afirmação de um personalismo &lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;(1)&lt;/span&gt;rigoroso traz consigo a reivindicação de um universalismo de rigorigual e, por conseguinte, uma extrema dutilidade (propriedade domaterial de sofrer deformação sem se romper) à variedade infinitadas situações históricas, onde autênticas necessidades humanas sefazem presentes. A palavra definitiva é dada ao homem histórico.Ele julga as ideologias.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.3cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 0.02cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.3cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 0.02cm;"&gt;É inevitável, segundo Lima Vaz, o ensinamento social da igrejase refratar (desviar-se) em formulações ideológicas em razão deser uma doutrina que se propõe pronunciar-se sobre “conjunturashistóricas concretas”, sobre forças e interesses que nelas agem,porém a intenção primeira da visão social da igreja propõe que a“primazia do homem real é a própria primazia dos movimentoshistóricos por ele suscitados sobre qualquer teorizaçãoideológica”. Portanto a antropologia cristã sobre a qual se fundao ensinamento social da igreja não se apresenta como “elaboraçãode uma idéia do homem” mas como “decifração” da suaexistência histórica.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.3cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 0.02cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 1.25cm;"&gt;As dimensões verdadeiras de tal existência se revelam, por sua vez,a partir de um fato histórico privilegiado que se impõe como normae paradigma do ser histórico do homem: o fato histórico do Cristo.Há nele a revelação de um mistério de absoluta interioridade e deabsoluto dom-de-si.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 1.25cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.3cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 0.02cm;"&gt;A visão cristã faz repousar sua compreensão do homem no mistériode cristo presente na história que ilumina todos os fios de suacontextura e a profundidade do próprio mistério do homem, seu atore seu fim. Por essa razão a compreensão do ensinamento social daigreja, tendo por objeto as situações concretas do homem histórico,não se esgota, nem na análise específica destas situações dentroda ótica de um programa social, nem na referência à elaboraçãoteórica de princípios e conclusões do direito natural.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.3cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 0.02cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.3cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 0.02cm;"&gt;O ensinamento social da igreja pensa Lima Vaz, avança até arealidade, há um tempo existencial e normativo do mistério do homemrevelado em Cristo: sua dimensão de interioridade, como imagem deDeus, como pessoa; sua dimensão de dom como &lt;i&gt;ágape&lt;/i&gt;, amor eapelo à comunhão e sociedade com o outro que é também imagem dopai, que é o irmão.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.3cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 0.02cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.3cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 0.95cm;"&gt;Portanto, nem a relatividade das situações que podem ser corrigidassegundo a evolução histórica nem os determinados interessesteóricos de inspiração cristã que são construídos a partir deuma variedade de situações e interpretações põe em questão onúcleo central de uma doutrina na qual se exprime a agudíssimaconsciência da primazia do homem real sobre qualquer idéia dohomem.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.3cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 0.95cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.3cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 0.95cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.3cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 0.95cm;"&gt;Do homem real constitutivamente &lt;i&gt;pessoa e dom&lt;/i&gt; ou emterminologia filosófica mais usual &lt;i&gt;consciência e comunicação&lt;/i&gt;que revela sua instância suprema de valor na referênciahistoricamente concreta e nunca relativizável em termos ideológicosao paradoxo da existência histórica que é a “consciênciaabsoluta” e absoluto dom: ao paradoxo da Encarnação.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.3cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 0.95cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.3cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 0.95cm;"&gt;O aprofundamento, pela reflexão cristã, do fato central do Cristo,se desenvolve a partir de uma antropologia profundamente original quevem a ser, em ultima análise, o desdobramento de uma “dialéticaexistencial de consciência e amor”, de pessoa e sociedade. Poroutro lado, nos diz Lima Vaz, é indiscutível que a técnica dessareflexão utilizou, como era normal, o conceito elaborado pelasculturas em cujo seio o cristianismo cresceu e refletiu os problemaspróprios de tais culturas vindo a situar-se assim na perspectiva dasua visão de mundo, tal fenômeno ocorreu, pois que o cristianismocomo fato histórico, é um fato cultural dentro de mundos e culturasque evoluem e se sucedem.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.3cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 0.95cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.3cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 0.95cm;"&gt;Lima Vaz destaca que o que é notável e decisivo como critica cristãda relatividade cultural, é a “presença normativa” quetranscende a técnica de elaboração das ideologias e que determinao “conteúdo” da antropologia cristã da exigência de “absolutainterioridade” e absoluta comunicação que a torna a forma maisradical de uma antropologia histórica, se é verdade diz Lima Vaz,que a inteligibilidade mais profunda da história se revela naafirmação dialeticamente complementar do homem como &lt;i&gt;sujeito&lt;/i&gt;– pessoa – e da sociedade como “movimento” em que asiniciativas e as liberdades se afrontam, se reconhecem e, finalmenteconvergem.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.3cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 0.95cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.3cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 0.95cm;"&gt;O cristianismo, no entanto, na difusão de sua mensagem na culturamediterrânea, recolhendo e organizando seus elementos num novo mundode cultura que virá a ser o mundo da cultura ocidental moderna, agedeterminantemente nas concepções de homem que ai sucessivamente seelaboram, promovendo sempre mais explicita e mais radical do homemcomo sujeito e pessoa, no sentido de uma reivindicação permanenteda sua dignidade existencial de imagem de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0.3cm; margin-right: 0.2cm; text-align: justify; text-indent: 0.95cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div 
