9 de abril de 2017

Resenha: Escritores da liberdade.

Job. Nascimento 

            No filme assistido e analisado, “escritores da liberdade”, observa-se que a professora Erin Gruwell assume uma turma com alunos problemáticos em uma escola que não tem muito interesse em investir e acreditar nesses garotos.
            Inicialmente, o contato da professora com os alunos não é muito bom. Isto porque a professora era vista como uma representante do domínio dos bancos nos Estados Unidos. A professora tenta, de várias maneiras, quebrar essas barreiras, mas essas tentativas resultam em frustrações. Mesmo com os revezes, a professora insiste e não desiste de ganhar a sala.
            A professora não contando com o apoio da direção do colégio e dos demais docentes, a professora acredita que pode-se vencer as barreiras sociais e étnicas que existem naquela região. A solução encontrada pela professora foi criar um projeto de leitura e escrita, iniciada a partir do livro “o diário de Anne Frank”, onde os alunos podem registrar em cadernos personalizados o que quiserem sobre suas vidas.
            A professora cria um elo em que faz contato com os alunos e favorece um canal de comunicação em que se permite aos alunos de libertarem-se dos seus medos, anseios e frustrações. A docente apresenta que alguns problemas independem de cor, religião e origem étnica.
            Percebe-se que algumas vezes os jovens convivem num lar onde há violência doméstica, drogas, prostituição, desemprego e outros problemas sociais cruéis, como o aparecimento de gangues, conforme o filme aponta.
            A partir do filme pode-se chegar a seguinte reflexão: do papel do professor na transformação social de uma comunidade ou de um grupo de pessoas específicas. Mesmo com vários problemas e revezes deve-se insistir na passagem de conteúdos e de uma nova visão de mundo para os alunos, porque isso pode significar a quebra de barreiras étnicas e sociais para muitos, e a quebra da barreira do preconceito.


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