4 de abril de 2017

Considerações bíblicas e teológicas sobre o batismo com fogo.

Job. Nascimento

1 INTRODUÇÃO

         O presente texto visa analisar o tema do “batismo com fogo” e os seus desdobramentos no contexto atual. Apesar de verificar que essa narrativa encontra-se disposta no Evangelho de Mateus (3.11) e no Evangelho de Marcos (1.7-8), baseia-se esta pesquisa no texto de Lucas 3.16. Avaliando-se o contexto, os termos utilizados a linguagem e a possível aplicação da perícope.
            Propõe analisar qual o significado do termo “batismo com fogo”. Inicialmente, observa-se que essa expressão ou expressão liminar é utilizada em toda a Bíblia: a) Deus fez aliança com Abraão no meio do fogo; b) Deus se revelou a Moisés através do fogo; c) conduziu o povo no deserto por uma coluna de fogo; d) Elias foi levado ao céu numa carruagem de fogo.
            Apesar de várias passagens no Antigo Testamento indicarem o relacionamento de Deus com o homem através da utilização da substância do “fogo”, será que existe uma relação com o disposto no Evangelho de Lucas (3.16)? Há alguma coerência da interpretação pentecostal da expressão do “batismo com fogo” como uma “segunda benção” do Espírito Santo?
            Essas são algumas questões que o presente texto pretende responder e analisar. Baseando-se em comentários bíblicos e posicionamentos de exegetas sobre o texto.

2 O BATISMO COM FOGO NA BÍBLIA

            O termo “batismo por fogo” empregado pelo evangelista Lucas (3.16) é bastante controverso no meio acadêmico. De acordo com Stern (2008, p. 45): “alguns comentaristas enxergam isso com um fogo purificador que vai eliminar a maldade do povo judeu, segundo as linhas estabelecidas pelo profeta Malaquias (2.19-20) e em Salmos (1.6)”.
            Por outro lado, Stern (2008) aponta que alguns comentaristas enxergam a passagem como um entusiasmo pela santidade, estando em fogo por Deus. Esses são apenas algumas aplicações que os comentaristas fazem deste texto. Há ainda outros posicionamentos e outras problemáticas, especialmente quanto à linguagem do evangelista Lucas.

2.1 A QUESTÃO DA LINGUAGEM

            O evangelista Lucas, na sua narrativa sobre o ministério de Jesus, teve alguns objetivos nos seus escritos. De acordo com Champlin (2002, p. 3): “1) melhorar o estilo e o conteúdo do evangelho de Marcos, substituindo-o por algum outro material; 2) omitir incidentes secundários ou materiais; 3) omitir incidentes que não pareciam adaptar-se bem com o propósito do evangelho”.
            Apesar destes propósitos, observa-se que na narrativa do encontro de Jesus com João Batista em momento próximo ao batismo de Jesus, Lucas faz uma narrativa similar a dos evangelistas Mateus e Marcos. De acordo com o entendimento de Rienecker (2005, p. 55):

O relato de Lucas coincide quase textualmente com Mt 3.7-10. Mas, ao contrário de Mateus, Lucas nada diz sobre o grande afluxo de pessoas, particularmente da parte dos fariseus e saduceus, ao batismo de João. Lucas também não diz nada sobre o batismo em si, nem tampouco sobre o alimento e a vestimenta do Batista. Mateus dirige as palavras de arrependimento acima citadas também aos fariseus e saduceus. De acordo com Lucas, essas palavras de arrependimento, no entanto, são dirigidas ao povo.

            Dessa forma, percebe-se a intenção de Lucas ao omitir determinados pontos, como o afluxo de pessoas e o batismo em si para focar na pessoa de Jesus e seu encontro com João, o Batista. Além da linguagem, um ponto relevante é o contexto em que se encontra a narrativa.

2.2 A QUESTÃO DO CONTEXTO

            No contexto do batismo de Jesus, os evangelistas trazem uma abordagem diferente, especialmente no que diz respeito às pessoas que assistiam ao encontro do Cristo com João, o Batista. De acordo com Rienecker (2005, p. 55):

Marcos aponta mais para aqueles que vinham de Jerusalém. – Ainda que em Lucas as camadas dirigentes, a saber, os fariseus e saduceus, não sejam citados, o espírito predominante da época em todo o povo não deixa de ser criticado com palavras duras. É elucidativo e relevante que o texto original use para cobra não a palavra grega “ophis”, mais comum, mas o termo “echidna”. A palavra “echidna” visa salientar especialmente o veneno da cobra. Temos ojeriza a esse tipo de cobra venenosa, que traz a perdição, e por isso combatemo-la radicalmente e a matamos.

            Rienecker (2005) argumenta que o evangelista Lucas omite o tratamento de João Batista aos fariseus e saduceus. Segundo Barclay (2010, p. 30):

Para Lucas a aparição de João Batista é um dos pontos em que a história muda. É assim tanto que se situa o momento com seis dados diferentes. Tibério era o sucessor de Augusto e, portanto o segundo dos imperadores romanos. Cerca dos anos 11 ou 12 d. C. Augusto o tornou seu colega no poder imperial, mas não se tornou imperador único até o ano 14 d. C. O décimo quinto ano de seu reinado deve ter sido entre 28 e 29 d. C. Lucas começa situando a aparição de João no cenário mundial, o cenário do Império Romano. Uma vez esclarecida a situação mundial e política da Palestina, Lucas relata a situação religiosa e se situa a aparição de João no momento em que Anás e Caifás eram sacerdotes. Nunca houve dois sumo sacerdotes ao mesmo tempo. Por que, então, Lucas nos oferece dois nomes? O sumo sacerdote era ao mesmo tempo a cabeça civil e religiosa da comunidade. Na antiguidade o posto tinha sido hereditário e tinha durado toda a vida.

            Na análise de Barclay (2010) percebe-se a preocupação de Lucas em situar João Batista na história para que o leitor percebesse a sua relevância naquela época. Segundo Barclay (2010), João era considerado como o correi do Rei. Ele anunciava que o Rei estava para chegar e que os seus ouvintes deveriam corrigir suas vidas e não somente seus caminhos. Ao se encontrar com Jesus, João Batista revela a identidade do Rei esperado. Ele afirma que Jesus os batizaria com “Espírito Santo e com Fogo” (Lucas 3.16).

2.3 A EXPRESSÃO: “BATISMO COM FOGO”
           
A expressão “batismo por fogo”, situada no contexto acima apresenta vários posicionamentos entre os teólogos e pesquisadores. De acordo com Moody (2010, p. 19): “assim como o batismo com água significa arrependimento, a vinda do Espírito Santo é a prova da presença de Deus. O fogo é um símbolo de purificação e poder”. Por outro lado, Henry (2010, p. 70), argumenta:

João não podia fazer mais que batizar com água, como sinal de que deviam purificar-se e limpar-se, mas Cristo pode e quer batizar com o Espírito Santo; Ele pode dar o Espírito para que limpe e purifique o coração, não somente como a água lava a imundícia por fora, senão como o fogo limpa a escoria interna e funde o metal para que seja jogado num novo molde.

            Dessa maneira, observa-se que há uma distinção entre o batismo com água e o dito “batismo com fogo”. De acordo com Rienecker (2005, p. 58):

João afirma que o Vindouro batizará com o Espírito Santo. Dessa maneira João aponta com muita clareza para um efeito penetrante do Espírito. Isso se torna ainda mais nítido quando ele chama esse batismo com o Espírito também de batismo com fogo. A água toca somente a superfície, mas o fogo penetra na substância das coisas. Os israelitas estavam familiarizados com esse efeito do fogo no v. 16, visto inicialmente de modo positivo, no que se refere a sua imagem de santificação, porque o fogo do altar transportava da imanência terrena ao além da presença divina.

            A expressão “fogo”, segundo Rienecker (2005) seria utilizada para designar a atividade do Espírito Santo, tanto no aspecto positivo de santificação como no aspecto negativo de consumir o que atrapalha a formação do ser humano devotado a Deus. Neste sentido, Rienecker (2005, p. 59), prossegue:

O fogo, em contrapartida, é a imagem do juízo final que destruirá aqueles que se furtaram ao fogo sagrado na santificação. Por isso ele também é expressamente diferenciado do fogo no v. 16 por meio do adendo “inextinguível” i. é, eterno (cf. Mt 18.8: incessante). A metáfora da separação do trigo e da palha na colheita igualmente descreve a atividade julgadora do Cristo. De acordo com a profecia em Ml 3 e 4, parece que em espírito João viu o dia do primeiro e do segundo futuro do Senhor conjuntamente. O que é dito no v. 17 refere-se a uma segunda vinda do Senhor, a saber, o dia do último juízo. A palavra do último profeta na antiga aliança - “todos os soberbos e todos os que cometem perversidade serão como o restolho; o dia que vem os abrasará, diz o Senhor dos Exércitos” (Ml 4.1) - contém aqui uma primeira confirmação no NT.

            O “fogo” utilizado na expressão “batismo por fogo” também pode ter uma relação com o versículo posterior que fala que Cristo tem na mão a pá. Dessa forma, pode ser interpretado como uma espécie de substância que separa o trigo do joio. Segundo Rienecker (2005, p. 59):

Por um lado, a ilustração do juízo que João Batista delineia para o povo de Israel acerca do Cristo vindouro, i. é, o Messias, cuja autêntica profecia ele mesmo havia visto em uma visão conjunta da primeira e segunda vinda do Senhor, e sua primeira concretização, quando Jesus veio e sua atividade pública se iniciou, foram bem diferentes e, por outro lado, apesar disso exatamente iguais!

            Percebe-se que a expressão do “batismo com fogo” guarda uma relação de proximidade com a revelação do Cristo. De acordo com Barclay (2012, p. 32):

João estava seguro de que ele era só o precursor do Rei. Este estava por vir, e com ele o julgamento. A pá mencionada era uma grande pá chata de madeira; com ela os grãos eram lançados ao ar; os grãos pesados caíam ao chão e a palha voava. E assim como se separava a palha do grão, o Rei separaria os bons dos maus. De maneira que João pintava um quadro do juízo, mas se tratava de um juízo que um homem podia enfrentar com confiança se tinha saldado suas dívidas com seu vizinho, e se tinha realizado fielmente sua tarefa diária.

Quando se lê a Bíblia, percebe-se que se tem que atentar para uma série de aspectos. É preciso lançar os olhos para o contexto histórico, lingüístico e cultural. Na análise em tela, verifica-se que a expressão do “batismo por fogo” não tem relação com a interpretação pentecostal contemporânea que enxerga como uma segunda benção relacionada com o evento de Atos 2. Em Lucas 3.16, observa-se que o “batismo por fogo” tem uma relação com purificação interior a partir da ação do Espírito.

3 O “BATISMO COM FOGO” E A SIMBOLOGIA DA IDENTIDADE PENTECOSTAL

            Acima se viu que o “batismo com fogo” tem um significado bem delimitado pelo escritor bíblico, seguindo na linha de que designava a atividade do Espírito Santo em dois aspectos: 1) designando a atividade do Espírito Santo no aspecto positivo da santificação; 2) no aspecto negativo para consumir o que atrapalha a formação do indivíduo devotado a Deus.
            No entanto, de forma muito peculiar, os pentecostais dão um significado própria ao texto de Lucas 3.16 relacionando-o com o evento ocorrido em Atos 2. Neste sentido, Boyer (1970, p. 577), argumenta:

O Espírito Santo pode ser representado como um fogo. Dessa forma, pode-se dizer que o fogo produz luz, iluminando o entendimento e fazendo tudo se tornar real e glorioso para o cristão. Purifica, consumindo toda a escória e libertando o ouro de nossa natureza. Aquece o coração até abrasar com calor do céu. Alastra-se. As autoridades religiosas descobriram fogo logo que o cristianismo se desenvolve rapidamente, apesar de parecer insignificante.

            Na mesma linha, Fernandes (2006) afirma que a descida do Espírito Santo em Atos 2 e a distribuição de línguas “como que de fogo”, seria em dada forma o cumprimento da promessa do batismo com fogo. Sendo assim, esse batismo com fogo seria diferente do batismo em águas. Essa seria uma marca distintiva do batismo de Jesus, o aparecimento de línguas visíveis por todos.
            Fernandes (2006, p. 21), argumenta: “o fogo e o vento são símbolos que representam a presença divina. Diversos poetas têm simbolizado a favor do divino pintando um halo de fogo em redor das cabeças dos favorecidos pelos seres celestiais”.
            Essa interpretação encontra-se presente no movimento pentecostal desde o seu primórdio, com o trabalho de Seymour nos Estados Unidos da América. Segundo Freston (1994, p. 20):

Seymour fazia uma distinção entre a pessoa santificada, ou seja, entre os simples Holiness e as pessoas que recebiam o Batismo com o Espírito Santo: Há uma grande diferença entre a pessoa santificada e a que é batizada com o Espírito Santo e com fogo. O santificado é limpo de seus pecados e cheio do amor divino, mas o batizado no Espírito Santo tem poder de Deus em sua alma, poder com Deus e com os homens e poder sobre todos os demônios de satanás e todos os seus emissários.

            Seymour era um pregador conhecido, no entanto, não era muito estudioso das escrituras. Mas entendia o batismo com fogo, citado pelo evangelista Lucas como um sinal do batismo com Espírito Santo e sua evidência em línguas estranhas (glossolalia). Neste sentido, Gilberto (2006, p. 26), relata:

Seymour não era um pregador eloqüente, mas sabia de cor, como a maioria dos pentecostais, os versículos e capítulos bíblicos que sustentam a Doutrina do Batismo com o Espírito Santo e sua evidência física inicial de falar em outras línguas. Depois de pregar, assentava-se no púlpito, botava a mão no rosto e não parava de interceder pela operação de Deus, enquanto ele orava os crentes falavam em línguas estranhas.

            Esse quadro apresentando acima por Gilberto (2006) foi o início do pentecostalismo. Posteriormente, os fundadores do movimento pentecostal no Brasil, Gunnar Vingren e Daniel Berg formaram um grupo ao estilo holiness[1].

A fundação do grupo estilo Holliness, era o início da Assembléia de Deus, fundada dia 18 de junho do ano de 1910, com o nome de “Missão de Fé Apostólica”, mais uma prova de que ambos não haviam se filiado à Assembléia de Deus norte americano que não existia com esse nome. O nome “Assembléia de Deus” passou a ser usado a partir de 1917.

            No entanto, a identidade pentecostal com o passar dos anos modificou-se e, com isso, substituíram-se algumas interpretações bíblicas, doutrinas e costumes.

3.1 A IDENTIDADE PENTECOSTAL

            De certa forma a mudança da identidade pentecostal no contexto brasileiro acompanhou as mudanças oriundas do campo religioso no Brasil. Neste sentido, Delgado (2008, p. 30), afirma:
As mudanças observadas no pentecostalismo estão no bojo das mudanças no campo religioso brasileiro. O catolicismo ainda representa a crença hegemônica, embora conviva atualmente com as novas representações do cristianismo, surgidas dos processos de migração, no caso do protestantismo advindo da reforma, e de um crescimento mais observável, com o pentecostalismo a partir de 1910.

            As mudanças da identidade pentecostal acabaram afrouxando alguns conceitos da doutrina e identidade pentecostal. No aspecto da análise conceitual do termo “identidade pentecostal”, Delgado (2008, p. 32), afirma:

A identidade pessoal e social do pentecostal assembleiano é entendida como fazendo parte do seu próprio Eu, ou seja, o crente, ou a representação do seu sujeito crente, é um tipo ideal de identidade que se realiza na idéia de conexão entre as várias identidades, as quais o indivíduo representa em sociedade.

            O pentecostal está inserido dentro de um sistema de campos, onde é repartido em setores e departamentos. Todos eles têm uma noção de que o batismo no Espírito Santo deve ter um significado da evidência em línguas e o “batismo com fogo” como uma descida do Espírito sobre o crente de modo espetacular e sobrenatural. Com o crescimento e a entrada do movimento pentecostal em camadas sociais mais abastadas, acabou-se modificando algumas normativas sobre os usos e costumes. De acordo com Delgado (2008, p. 34):

O pentecostal está inserido em campos, antes vedado a ele. Seus ritmos musicais, sua forma de vestir, e sua separação do mundo, estão dando lugar a um pentecostal mais participativo da cultura brasileira envolvente. Eles agora jogam bola, são atletas de Cristo, tocam estridentes guitarras e baterias, da mesma maneira e com os mesmos acordes alucinantes dos roqueiros, as mulheres pintam seus lábios, usam argolas nas orelhas, a saia deu lugar à calça comprida etc.

            As mudanças na identidade pentecostal mais visível são às relacionadas aos chamados usos e costumes. Modificou-se a forma de culto, práticas rituais e das crenças. Dessa forma, pode-se dizer que os pentecostais estão mudando. O batismo com fogo antes defendido de forma uníssona como uma manifestação da atuação do Espírito Santo no crente hoje, em algumas igrejas mais abastadas é interpretado de acordo com a visão reformada conforme exposto na primeira parte deste texto.



CONSIDERAÇÕES FINAIS

            De forma breve e sucinta, avaliou-se que o “fogo” é um símbolo do Espírito Santo e fala da força dele em relação às diversas maneiras de sua operação para aniquilar os defeitos da natureza decaída e conduzir os batizados à perfeição em Cristo. Perfeição esta que não se atinge neste mundo terreno, mas na vinda vindoura.
            O batismo com fogo indica a ação do Espírito em no processo de purificação dos filhos de Deus. Dessa maneira, o Espírito Santo é comparado ao fogo que ilumina, aquece, espalha e limpa.
            O batismo por fogo ainda pode significar o contato do indivíduo com Deus. Aquele que é batizado deleita-se em Deus e não tem prazer no pecado. O batismo com fogo acaba por eliminar as práticas pecaminosas do indivíduo, desejos lascivos e outras formas de afronta a Deus.
            O movimento pentecostal interpreta, geralmente, o texto de Lucas 3.16 do “batismo com fogo” de forma relacionada com Atos 2 e o recebimento de “línguas repartidas como que de fogo”. Essa interpretação bastante peculiar acabou sendo deixada de lado com o passar dos anos e, especialmente, em igrejas situadas em comunidades mais abastadas.


REFERÊNCIAS

BOYER, Orlando. Espada Cortante. São Paulo: IBAD, 1970.

CHAMPLIN, Russel Norman. O Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo. Volume 1. São Paulo: Hagnos, 2002.

________________________. O Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo. Volume 2. São Paulo: Hagnos, 2002.

BARCLAY, William. Lucas. São Paulo: Cultura Cristã, 2010.

DELGADO, Jaime Silva. Nem terno nem gravata: as mudanças na identidade pentecostal assembleiana. Belém: UFP, 2008.

FERNANDES, Rubeneide Oliveira Lima. Movimento pentecostal, Assembléia de Deus e o estabelecimento da educação formal. 2ª edição. Piracicaba/SP: Metodista, 2006.

FRESTON, Paul. Breve história do pentecostalismo brasileiro. In: Nem Anjos nem Demônios. Rio de Janeiro: Vozes, 1994.

GILBERTO, Antonio. Lições Bíblicas: As doutrinas bíblicas pentecostais: Centenário do movimento pentecostal mundial. Rio de Janeiro, CPAD, 2006.

HENRY, Matthew. Comentário Bíblico de Matthew Henry. 8ª edição. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.

MOODY, D.L. O Evangelho de Lucas. São Paulo: Hagnos, 2010.

RIENECKER, Fritz. Evangelho de Lucas. 5ª edição. São Paulo: Editora Esperança, 2005.

STERN, David H. Comentário Judaico do Novo Testamento. São Paulo: Atos, 2008.





[1] Movimento de santidade. Esses grupos afirmavam que a natureza pecaminosa humana deveria ser substituída pela natureza espiritual e santa proporcionada pelo Espírito. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário