7 de março de 2017

Lições da ceia.

Texto: João 13.1-20; 31-35.

Introdução: Na última ceia, Jesus nos deixa algumas lições maravilhosas de serviço, perdão, fé, esperança e unidade.

1. Uma lição de serviço (v.4-11): Jesus se cinge de uma toalha e serve aos Seus discípulos. Na ceia do Senhor, Ele mostra que viver o Evangelho é servir, e não ser servido.
2. Uma lição de perdão (v.1): Jesus já antevia a cruz através das figuras do pão e do vinho. Ele oferece o perdão de Deus e a reconciliação eterna para com todos aqueles que participam da “Grande Ceia” do Seu sacrifício.
3. Uma lição de fé (v.31-32): Jesus desafia a prática de fé na Palavra. Tomar o cálice do sacrifício estava relacionado à esperança da glorificação que seria consumada na ressurreição. Isso pode ser resumido numa citação de Spurgeon, que diz que “o fogo do nosso fervor deve arder no centro vital da fé, nas verdades que pregamos e na fé no poder que elas têm de abençoar a humanidade, quando o Espírito as aplica ao coração”.  A celebração da ceia é a liturgia da pregação do Evangelho. É uma convocação à fé.
4. Uma lição de Humildade (v.12-14): Jesus nos mostra que estamos sempre aprendendo e que devemos aprender com Ele.
5. Uma lição de coragem (v.17-20): A ceia nos prepara para enfrentar as traições da vida. Era comum um anfitrião oferecer a um dos convidados um pedaço de pão como gesto de amizade especial. Com isto, Jesus estava lançando mão do amor para poder enfrentar a traição de Judas. Note que ele molhou o pão no vinho ao qual Ele se referia como “este é o meu sangue”.
6. Uma lição de unidade (v.35): A ceia nos desafia à unidade baseada no amor. Só o testemunho prático do amor de Deus pode gerar a unidade no Evangelho. Unidade não é conseguida através de denominações ou grandes mobilizações. A unidade é afirmada por meio do reflexo do testemunho do evangelho em nossas vidas: “nisto conhecereis que sois meus discípulos”. 

Curiosidades do Texto: Ceia – havia apenas 2 refeições por dia na vida oriental. A primeira ocorria por volta do meio-dia; a segunda chamada de ceia era a refeição principal, no final da tarde. A festa do cordeiro pascal era também a essa hora (Exôdo 16.12).

Conclusão: Sinal ou vestígio de destruição ou dano. Lembrança ou impressão duradoura de um golpe físico, moral ou psicológico. Muitas cicatrizes podem desaparecer com a cirurgia plástica, nunca, porém, desaparecendo o trauma. Paulo foi um homem muito marcado, falando das cicatrizes sofridas pelas perseguições que lhe foram mais significativas do que a marca da circuncisão, a qual o afirmava como judeu. Ele diz, com isso, que as cicatrizes que a vida nos impõe desaparecem diante da marca do evangelho de Jesus em nossas vidas. 

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