3 de março de 2017

A alegria de Jesus: suas simbologias e consequências.

Foto: A trilha da Graça. 
Job. Nascimento
            
A alegria de Jesus se demonstra numa forma totalmente altruísta. A alegria de dEle não era individual, secreta e baseada na satisfação de desejos ulteriores. A alegria de Jesus se revertia na alegria e bem estar de outros. Podemos ver isso na maioria dos milagres que Ele operou onde a alegria dEle era igual ou maior ao do que recebia a cura de seu mal. A alegria de Jesus era efeito do arrependimento de um pecador. Os doutores da lei eram seletivos em suas festas e banquetes. Jesus, ao contrário em diversas parábolas proclama a inclusão e a aceitação dos excluídos e segregados pela moral e religião judaica. Nas parábolas de Lucas 15 (drácma perdida, ovelha perdida e filho pródigo) Jesus demonstra sua alegria em ir à procura do que estava perdido e o filho pródigo ele espera de braços abertos externando sua alegria incondicional, amor, aceitação e perdão. 

E o interessante é que os publicanos que eram considerados pelos judeus como aqueles que não mereciam nem ao menos a condição de poder pedir perdão, ou seja, eles haviam atravessado uma faixa da qual não tinha mais acesso ao perdão, mesmo a esse Jesus demonstra alegria em recebê-los, representando isso na figura do filho pródigo. A alegria de Jesus é estendida para todos aqueles que creem nele. De modo que experimentamos a alegria de Jesus, em Jesus e com Jesus. Sendo assim a alegria de Jesus é dada pelo Pai, é motivo de nosso bem-estar e é compartilhada por Jesus. Como Cristãos temos o dever de reproduzir o comportamento de Cristo. Sendo assim, “regozijar sempre” é uma das indicações salutares para nossa vida cristã.

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