24 de fevereiro de 2017

A mensagem genuinamente bíblica.

Job. Nascimento

A mensagem genuinamente bíblica é aquele tem Cristo como centro. O Verbo e a chave hermenêutica da interpretação Bíblia é Jesus Cristo. De modo que, se queremos entender o Antigo Testamento devemos ver como Jesus os tratou, interpretou e aplicou. Cláudio Rufino argumenta que: "A mensagem genuinamente bíblia é antes de tudo Cristocêntrica, o que produz edificação, consolação e exortação, objetivando salvar os que a ouvem (I Corintíos 1.21). (...) Devemos tomar como exemplo de bom pregador, a Jesus Cristo, que sempre pregava de forma simples, transparente e objetiva, fazendo questão de usar uma linguagem acessível aos ouvintes" (RUFINO: 2003, p. 27-28).
        
 A mensagem deve demonstrar ao homem que o pecado o separou de Deus e só existe um meio para conseguir a reconciliação: Jesus; só existe um caminho para a vida abundante Jesus; só existe um meio de demonstrar a salvação: amor. Essas são as cláusulas pétreas da mensagem genuinamente bíblica. Segundo David L. Larsen: "um dos mais estimulantes avanços em relação à tarefa da pregação é a renovação do interesse pela espiritualidade cristã na igreja. O pregador da Palavra não é nem vendedor nem showman: ele é um porta-voz! É por isso que nossa teologia da proclamação deve estar intimamente ligada a nossa teologia de devoção" (LARSEN: 2001, p. 46). A genuinidade da Palavra pregada está intimamente na transformação que ela empregou no pregador, de modo que todos vêem o pregador e a mensagem unidos de tal forma que parece uma simbiose.

REFERÊNCIAS:
LARSEN, David L. Anatomia da pregação. São Paulo: Vida, 1999.
RUFINO, Cláudio. Como pregar facilmente. Vol. 1. 4ª Edição. São Paulo: Grei, 2003.

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