17 de abril de 2015

A alegria de Jesus refletida no princípio do amor.

 Job. Nascimento

            Podemos notar que a alegria de Jesus Cristo estava intimamente ligada ao principio do amor mútuo que Ele pregava. De um lado existia a necessidade de ajudar o próximo, e, do outro lado existia a recomendação de que isso fosse feito com alegria. O próprio Jesus nos deixou um exemplo, no qual a maioria de seus feitos que se revertiam em bênçãos para a comunidade eram feitos com muita alegria e isso se torna patente nas suas palavras “Alegrai com os que se alegram e chorai com os que choram”.
            A alegria de Jesus não era infundada. A alegria que Jesus recomenda é aquela que faz com que o próximo compartilhe dela também ou vice versa. Jesus foi enviado ao mundo por motivo de amor do Pai e isso significa um elo entre a alegria do ser é o princípio do amor, Champlin argumenta que:

                                      O que Jesus quer é justamente que nosso amor se expanda para abranger o mundo inteiro, incluindo até mesmo os nossos inimigos. A vereda do amor é a vereda mais curta para o desenvolvimento e o progresso espirituais. O próprio Jesus foi o exemplo supremo de como deve funcionar esse princípio. O amor não somente diz que não se deve matar, mas nem mesmo cobiçar (Mat. 5:28). O amor não somente diz que não se deve provocar a violência, mas instrui até mesmo a sermos ativos pacificadores (Mat. 5: 9). (CHAMPLIN: 2004, p.489).

            Já que existe uma ligação entre o princípio do amor e a alegria de Jesus podemos afirmar com certeza que a alegria de Jesus tinha a pretensão de espalhar a todos por todo o mundo. Mesmo que sua alegria fosse fundamentada na ocorrência de fatos que lhe causariam dores e sofrimento Jesus continuou sua trajetória terrena sabendo que muitos poderiam regozijar-se através de seu sacrifício. E que apenas alguns instantes de tristeza e sofrimento iria desembocar em milhares de anos de alegria para os salvos.

            A alegria de Jesus não era baseada ou fundamentada em fatos exteriores que lhe davam alguma sensação de satisfação e prazer, pelo contrário, a alegria de Jesus era o reflexo de uma predisposição interior em ajudar o seu próximo e quanto mais Ele se alegrava isso significava que alguém à sua volta havia recebido a libertação de algum mal.

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