29 de agosto de 2013

A razão. A consciência. A "justiça de Deus".

Por Karl Barth

A razão vê o pequeno e o mais extenso, mas não o amplo. Ela vê o preliminar, mas não o final, o derivado, mas não o original, o complexo, mas não o simples. Ela vê o que é humano, mas não o que é divino.

Dificilmente aprenderemos algo sobre este fato por meio dos homens. Qualquer homem pode falar um para o outro sobre isso, para certificar-se. Algum homem pode talvez provocar um outro a que reflita sobre a “justiça de Deus”. Mas, nenhum homem pode dar ao outro a certeza peculiar, imediata, penetrante que vêm após esta frase. Nós devemos primeiramente aprender a falar um ao outro com autoridade, e não como escribas. Pois no presente somos todos muito inteligentes e maduros para sermos de real ajuda mútua.