22 de setembro de 2018

As sete taças do Apocalipse.

As sete taças derramadas sobre a terra recordam as pragas do Egito: feridas, água transformada em sangue, trevas, rãs, trovões, chuvas de granizo e fogo (veja Êxodo 9:23). Em vez de arrependimento, essas calamidades suscitam blasfêmias (V. 9,11,21). Contudo, ao Deus justo rende-se um triplo testemunho: dos vencedores (15:2-4), do anjo das águas (16:5) e do próprio altar (16:7). As quatro primeiras pragas atingem respectivamente as mesmas áreas que as quatro primeiras trombetas (8:7-12). A quinta alcança “o trono da besta”. A sexta prepara “para a peleja do grande Dia”. Finalmente, com o derramar da última taça, ressoa do trono a grande voz: “Feito está!”. Quão diferente ela é do grito: “Está consumado!” (João 19:30), que nos anunciou o fim da ira de Deus contra o pecado, depois de Seu Filho ter sorvido na cruz o cálice que merecíamos. Esses terríveis acontecimentos estão mais próximos do que pensamos. Que possamos sempre considerar o mundo como um lugar que vai ser julgado, e ter consciência da horrenda ira, da qual não escapará. Isto nos preservará da indiferença, seja para com o mal que está no mundo, seja para com o juízo divino que o espera.
Fonte: Boa Semente. 

20 de setembro de 2018

A alegria humana e a alegria divina.

Na Bíblia, a alegria e a felicidade são mencionadas mais de 800 vezes. Isso significa que a Bíblia contém uma mensagem essencial para termos uma vida feliz. As simples alegrias da vida fazem parte do plano de Deus para o homem. É Ele quem nos dá as mesmas. Por exemplo, a alegria produzida pela colheita, uma comida, o nascimento dum bebe, a alegria que experimentamos diante da beleza da natureza. Geralmente, o Senhor Jesus anunciou o reino de Deus usando essas simples alegrias. Temos sabido nos alegrar com simplicidade e frescor diante das múltiplas bênçãos que Deus nos dá a cada dia? Sem dúvida, Deus nos convida a ir mais adiante, a não pararmos no caráter humano da alegria que recebemos. Nossas alegrias assumem suas verdadeiras dimensões quando são vividas no relacionamento com Deus, pois a alegria do cristão é antes de tudo uma alegria espiritual. É a alegria de conhecer a Deus como Pai. Quando estamos conscientes de Seu amor, nossos temores e lágrimas se apagam para deixar espaço para a alegria de sermos amados por Deus e de poder chamá-Lo: “Pai!” Essa alegria é mais elevada que todas as alegrias humanas. Para gozarmos da mesma devemos ir até a fonte, o Deus bem-aventurado. Agindo assim pela fé, nasce em nossa vida a alegria perfeita de Cristo, quer dizer, aquela que nunca deixará de existir.
Fonte: Boa Semente. 

19 de setembro de 2018

A superstição.

Um dos monumentos mais antigos em Istambul (Turquia) é a igreja da Divina Sabedoria ou Hagia Sophia, construída no século VI. Sua imensa abóboda está sustentada por magníficas colunas de pedra. Uma delas é o principal centro da atenção dos turistas. Ao chegar ali, o guia para e afirma: “Se alguém deseja fazer um pedido, que toque essa coluna e seu desejo será atendido”. A pedra está muito desgastada nesse lugar devido aos milhões de dedos que a tocaram onde formou uma pequena cavidade. Quantos desejos fúteis de turistas e peregrinos. O pobre pede riquezas, o faminto pão, o cego a vista. E a pedra, de geração em geração, proclama a insatisfação dos homens e ao mesmo tempo denuncia sua ignorância. Essa é a loucura do homem supersticioso que recusa a verdade e crê na mentira, que não deseja escutar a voz do Deus vivo e pede a uma pedra, a uma medalha ou a qualquer amuleto miserável que o proteja ou o liberte de algo. Os tessalonicenses, a quem o apóstolo Paulo escreveu, haviam abandonado os ídolos e se voltado para o Deus vivo e verdadeiro (1 Tessalonicenses 1:9). Amigos crentes, evitemos qualquer tipo de prática supersticiosa, pois é uma ofensa ao Deus verdadeiro confiemos nEle de todo nosso coração por meio da oração. Deus nos ama e saberá dar-nos tudo o que necessitamos.
Fonte: Boa Semente. 

18 de setembro de 2018

Meditação Bíblica.

As sete taças derramadas sobre a terra recordam as pragas do Egito: feridas, água transformada em sangue, trevas, rãs, trovões, chuvas de granizo e fogo (veja Êxodo 9:23). Em vez de arrependimento, essas calamidades suscitam blasfêmias (V. 9,11,21). Contudo, ao Deus justo rende-se um triplo testemunho: dos vencedores (15:2-4), do anjo das águas (16:5) e do próprio altar (16:7). As quatro primeiras pragas atingem respectivamente as mesmas áreas que as quatro primeiras trombetas (8:7-12). A quinta alcança “o trono da besta”. A sexta prepara “para a peleja do grande Dia”. Finalmente, com o derramar da última taça, ressoa do trono a grande voz: “Feito está!”. Quão diferente ela é do grito: “Está consumado!” (João 19:30), que nos anunciou o fim da ira de Deus contra o pecado, depois de Seu Filho ter sorvido na cruz o cálice que merecíamos. Esses terríveis acontecimentos estão mais próximos do que pensamos. Que possamos sempre considerar o mundo como um lugar que vai ser julgado, e ter consciência da horrenda ira, da qual não escapará. Isto nos preservará da indiferença, seja para com o mal que está no mundo, seja para com o juízo divino que o espera.
Fonte: Boa Semente. 

17 de setembro de 2018

O que acontece depois da morte.

A Bíblia termina com uma solene advertência a qualquer um que adicione ou retire algo das palavras desse livro (Apocalipse 22:18-19). Não temos a permissão de alterar seu sentido para satisfazer nossos próprios sentimentos ou ideias.
Uma verdade que incomoda muita gente é o que acontece com a alma depois da morte. A Escritura é muito clara a respeito desse assunto: a alma do crente vai a Jesus e goza da felicidade de estar em Sua presença. O crente espera a ressurreição do corpo para experimentar uma felicidade ainda maior e eterna (Filipenses 1:23). Por outro lado, a alma do incrédulo se afasta de Deus e experimenta o tormento (Lucas 16:19-31) enquanto espera a ressurreição do corpo, o juízo que se seguirá e a justa condenação aos tormentos eternos.
A Palavra de Deus é categórica: hoje, enquanto vivemos na terra, é o dia da salvação. O amanhã não nos pertence. “O Filho do homem tem na terra autoridade para perdoar pecados” (Mateus 9:6). Depois da morte não há salvação possível; o Evangelho de Lucas nos confirma: existe um grande abismo entre o lugar onde estão os crentes e o lugar onde se encontram, longe de Deus, os que não creram (Lucas 16:26).
Além disso, Deus nos diz: “Tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida, para que vivas” (Deuteronômio 30:19).
Terça-feira 18 de Setembro
Se é que já provastes que o Senhor é benigno.
Com o ouvir dos meus ouvidos ouvi, mas agora te veem os meus olhos.
E Jesus, vendo este deitado... disse-lhe: Queres ficar são?
(1 Pedro 2:3; Jó 42:5; João 5:6)
o único remédio eficaz
“Um remédio atua quando o tomamos. Para um enfermo, o fato de conhecer a composição, a apresentação, a dose e os efeitos do medicamento não servem para nada. É necessário tomar o remédio para sentir os efeitos. O mesmo acontece com a fé cristã. Somente quando recebo a Jesus como meu Salvador, Seu sangue me purifica de todo o pecado. No momento em que Ele passa a ser meu Senhor, encontro um sentido para minha vida”. Essa foi a reflexão que um escritor grafou em um de seus livros.
Hoje em dia, muitas pessoas conhecem alguma coisa de Jesus, mas nunca tiveram um contato pessoal com Ele. Filósofos, historiadores e até teólogos escreveram livros inteiros sem conhecê-Lo. Eu posso saber, por exemplo, que Ele morreu na cruz, mas, ao mesmo tempo não reconhecê-Lo nem aceitar o que fez por amor a mim, tudo não passa de uma teoria e não tem efeito em minha vida. Posso conhecer a crentes e apreciar sua conduta sem que isso influencie a mim.
O sangue do Senhor Jesus Cristo vertido para o perdão dos pecados, é o remédio preparado e proposto por Deus (o único remédio eficaz). Mas para ser curado é necessário admitir que se está enfermo, inexoravelmente condenado à morte eterna devido a seus pecados, e apropriar-se do perdão aceitando a Jesus como Salvador.
Terça-feira 18 de Setembro

15 de setembro de 2018

Jerusalém e Betânia.

No primeiro século em Jerusalém, capital do país Israel, cidade onde se encontrava o templo de Deus, reuniram-se as autoridades religiosas superiores: os principais sacerdotes, escribas e os anciãos do povo. Ali, no palácio do sumo sacerdote entraram em conselho “para, com dolo, prenderem Jesus e o matarem” (Mateus 26:3-4). Que vergonha! Os que deviam proclamar a glória de Jesus Cristo queriam matá-Lo. Há alguns quilômetros dali, na aldeia de Betânia, estavam reunidos em uma casa o Senhor Jesus, Seus discípulos e alguns amigos. Era um momento solene, pois o Mestre tinha um difícil caminho a percorrer e essas pessoas simpatizavam com Ele. “Fizeram-lhe, pois, ali uma ceia” (João 12:2), durante a refeição Maria, irmã de Marta e Lázaro, se aproximou de Jesus. Ela trazia um vaso de puro nardo, perfume cujo preço equivalia ao salário de um ano de trabalho. Ela quebrou o vaso e derramou o perfume sobre os pés do Senhor Jesus como se estivesse ungindo a um rei ou embalsamando um corpo. A fragrância encheu a casa. Os discípulos se indignaram dizendo: “Para que se fez este desperdício de unguento?” (Marcos 14:4). “Porque podia vender-se por mais de trezentos dinheiros, e dá-lo aos pobres” (v. 5). Não, disse o Senhor, ela “fez o que podia; antecipou-se a ungir o meu corpo para a sepultura” (Marcos 14:8). Maria entendeu quais são as prioridades, a saber: primeiro, amar o Senhor, adorá-Lo e, depois fazer o bem aos demais.
Fonte: Boa Semente.