18 de outubro de 2017

O veredito da Bíblia sobre si mesmo.

Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça [II Timóteo 3.16]

O tema central da Bíblia é o Senhor Jesus e a mensagem da salvação por meio dEle. Essa mensagem tem um caráter moral. Todos os que desejam podem testar e experimentar sua confiabilidade. Sobre que base descansa a confiabilidade das Santas Escrituras? No que diz respeito ao que os 66 livros da Bíblia revelam sobre a vida de seus escritores, nós podemos afirmar que eles eram pessoas de confiança. Entretanto, não é a credibilidade do escritor humano que garante a confiabilidade da Bíblia, mas sua inspiração divina. Todo o cânon das Escrituras foi inspirado por Deus. A inspiração divina significa que a mesma foi dada por meio “do sopro de Deus”. Os escritores registraram o que lhes foi dado por meio da direção do Espírito Santo (c.f. II Pedro 1.21). Em muitas ocasiões, o Senhor Jesus confirmou a inspiração literal divina e a autoridade das Escrituras do Antigo Testamento (p. ex., Mateus 5.18; 21-22). O Senhor deu aos discípulos a mesma promessa para o Novo Testamento (João 16.12-15), cujos escritores reconheceram e confirmaram o que registraram como Santas Escrituras (II Pedro 3.2,15-16; c.f., também I Timóteo 5.18; Lucas 10.7). Aquele que conhece o Senhor Jesus Cristo como seu Salvador e Senhor não terá problemas em confiar nas afirmações dEle acerca da inspiração e confiabilidade de todo o cânon das Escrituras. A Bíblia é a “Palavra de Deus, viva, e que permanece para sempre” (I Pedro 1.23).

Fonte: Boa Semente. 

17 de outubro de 2017

O juízo.

E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as suas obras [Apocalipse 20.13].

Um crente verdadeiro começou uma conversa com um oficial da marinha. Tentou chamar a atenção do oficial para a salvação eterna que Deus oferece aos seres humanos no Senhor Jesus. O oficial agradeceu, mas não estava interessado. Para ele aquilo não tinha importância. O cristão então lhe perguntou: “Onde você passará a eternidade?” Sem hesitar o oficial respondeu: “Numa urna, lançada ao mar”. Como milhões de outros, esse homem tinha sucumbido a um erro fatal. O que irá permanecer dele no fundo do mar é apenas o resto da matéria que sobrou após a cremação: um punhado de cinzas. Mas não é um túmulo no fundo do mar que é o destino final dos mortos. O Senhor Jesus, o Filho de Deus, uma vez proclamou que Ele irá um dia chamar todas as pessoas que estão nos túmulos: “Vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz. E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal para a ressurreição da condenação” (João 5.28-29). Nessa “ressurreição da condenação” todo túmulo, e também o fundo do mar entregarão seus mortos. Isso faz da nossa obediência ao chamado do Senhor Jesus algo importante: “Quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida” (João 5.24).

Fonte: Boa Semente.

14 de outubro de 2017

A religião moderna e a religião cristã.

Emil Brunner

Entre as pessoas mais instruídas de nossa época há um número crescente que reconhece a importância da religião para a vida social e espiritual da humanidade, e que elas mesmas não estão distantes de pensamentos e sentimentos religiosos (...) se, então, perguntarmos o que eles querem dizer por religião, suas respostas não são apenas muito diferentes, mas também um muitos casos curiosamente indefinidos. Somente em um ponto há um consenso geral de opinião – o do repúdio a toda religião dogmática. Se examinarmos com mais cuidado o que se quer dizer por esse repúdio ao dogmático, descobriremos que fundamentalmente é o repúdio da revelação histórica. Isso é o que os separa da fé cristã definida (...) este é o abismo que separa a religião moderna da fé cristã.

BRUNNER, Emil. O escândalo do Cristianismo. São Paulo: Novo Século, 2004, p. 11-12.

12 de outubro de 2017

Da decisão do STF.

Job. Nascimento

A ADIN que o Supremo decidiu suscitava a questão se o poder judiciário poderia submeter qualquer medida do 319 do CPP (diversas da prisão) a parlamentares. O STF entendeu que sim. Mas caso o juízo entenda que a medida prejudica o mandato do parlamentar, submeterá a casa legislativa. Decisão muito sensata e que manteve a independência e harmonia dos poderes, a meu ver. Na prática: tornozeleira eletrônica (não precisa submeter a casa legislativa); recolhimento de passaporte (não precisa submeter a casa legislativa) etc. O ponto determinante que firmou o entendimento do acórdão (sugerido por Celso de Mello, após voto da Carmem Lúcia) foi o inciso VI do artigo 319 do CPP. As outras medidas, podem ser aplicadas sem a consulta a casa legislativa. Muito sensata decisão.

10 de outubro de 2017

Argentina na Copa?

Foto: El País. 
Job. Nascimento

Comentaristas e boa parte dos brasileiros torcendo para a Argentina se classificar para a Copa da Rússia, argumentando que seria uma pena um craque como Messi ficar fora etc et. al. Bom, eu torço para o Brasil apenas. Messi teve outras copas e não fez nada; jogou contra Bolívia, Venezuela e Peru e não fez nada; não fará falta na copa. Se a Argentina não ganhar hoje e não se classificar, que fique no sofá porque não mereceu.

9 de outubro de 2017

A eternidade de Deus.

Foto: Youtube. 
Na casa de meu Pai há muitas moradas;... Vou preparar-vos lugar... Virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também [João 14.2-3].

Pouco nos é dito nas Escrituras acerca da casa do Pai, salvo isso que encontramos em João 14. Ninguém se cansa desses versículos, porque nos falam do amor do Senhor Jesus por Sua Igreja, mas tal lugar não é definido, nem a ideia de céu introduzida como significando qualquer lugar em particular. Muitos baseiam suas ideias acerca do céu em algumas associações remotas de suas mentes como um lugar de glória além das nuvens. Além dessas nuvens, eles imaginam o pensamento bendito do Filho sobre o trono, e o Pai colocando-os ali com Ele. Oh! Que sentimento feliz e caloroso experimentamos com essa ideia — não as circunstâncias daquele lar, mas de estar ali com Ele. O coração do homem está em seu lar, não por causa das circunstâncias, mas porque o objeto de sua afeição está lá. O mesmo acontece com o céu; eu tenho poucos detalhes sobre as circunstâncias dali, mas encontro a realidade em um ou dois simples versículos; por exemplo, esse: “se me amásseis, certamente exultaríeis porque... vou para o Pai” (João 14.28). Cristo deseja que entremos na alegria de Seu coração, dizendo, Eu quero que vocês se alegrem comigo, porque, em breve, estarei com Meu Pai, e não apenas isso, mas vocês também logo estarão lá comigo. Se pudéssemos ver toda a glória do céu, seria algo pobre em comparação com o pensamento de ver o Filho sentado no trono de Seu pai. E nós mesmos já agora podemos usufruir em parte disso, pois já estamos assentados junto com Ele nos lugares celestiais. Que lugar de perfeito descanso existe naquela expressão “nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus” (Efésios 2.6), levando-nos a experimentar a bendita glória que Ele tem.

Fonte: Boa Semente.